Ponto Ipea

Ponto Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal vinculada ao Ministério do Planejamento e Orçamento. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros.

  1. O cuidado na vida das pessoas com deficiência

    HÁ 4 H

    O cuidado na vida das pessoas com deficiência

    Ao longo da vida, todas as pessoas cuidam e são cuidadas. Para pessoas com deficiência, essa dinâmica ganha quais contornos? Este episódio discute os cuidados no dia adia, os desafios de uma sociedade capacitista e as políticas públicas sobre o tema. Participam do episódio Juliana Coutinho Oliveira, escritora; Liliane Bernardes, pesquisadora do Ipea; e Anna Paula Feminella, ex-secretária nacionaldos Direitos da Pessoa com Deficiência, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.   Confira as publicações: O Impacto do capacitismo : a discriminação contra pessoas com deficiência que amplia desigualdades, de Liliane Bernardes. Publicado pelo Ipea, 2024.Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/16434    Avaliação da deficiência para acesso a políticas públicas : contribuições para um instrumento unificado de avaliação da deficiência, de Liliane Bernardes, Miguel Marcelino, Lailah Vilela. Publicado pelo Ipea, 2024. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/13407    Análises situacionais e retrospectivas : justiça, direitos humanos, diversidade e cidadania – pessoa com deficiência, de Liliane Bernardes. Publicado pelo Ipea, 2025. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstreams/c8d2575e-40f7-41a2-ac6a-2e6d67bbca4e/download    BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Novo viver sem limite: plano nacional dos direitos da pessoa com deficiência. Brasília, DF: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/turismo/pt-br/centrais-de-conteudo-/publicacoes/turismo-acessivel/Cartilha_Plano_Viver_sem_Limite.pdf ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Nova Iorque: ONU, 2006. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/Oficina%20PCF/JUSTIÇA%20E%20CIDADANIA/convencao-e-lbi-pdf.pdf

    28min
  2. Brasil, um país que envelhece

    29 DE JAN.

    Brasil, um país que envelhece

    O Brasilacorda, a cada dia, um pouco mais velho - uma conquista. Mas estamos preparados para isso? O envelhecimento populacional transforma as famílias, o trabalho, a economia e as formas de cuidar. Este episódio discute as desigualdades que marcam quem envelhece e como pensar o cuidado nesse cenário. Participam do episódio Alexandre da Silva, secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa; Ana Amélia Camarano, pesquisadora do Ipea; e Alberto Silva Filho, pesquisadordo Ipea.   Confiraas publicações:   Ofertade cuidados de longa duração para a população idosa na rede SUAS, de Alberto Silva Filho. Publicado pelo Ipea, 2025. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19599    Famílias:espaços de cuidados e espaços a serem cuidados, de Ana Amélia Camarano e Daniele Fernandes. Publicado pelo Ipea, 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/13602    Livro “Uma história da velhice no Brasil”, de Mary Del Priori. Publicado pela editora Vestígio, 2025.    Cuidados para a população idosa e seus cuidadores: demandas e alternativas, de Ana Amélia Camarano. Publicado pelo Ipea, 2021. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11448    Os Dependentes da renda dos idosos e o coronavírus: órfãos ou novos pobres?, de Ana Amélia Camarano. Publicado pelo Ipea, 2022. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/12251    Livro: Cuidados de longa duração para a população idosa: um novo risco social a ser assumido? Organizado por Ana Amélia Camarano. Publicado pelo Ipea, 2010. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3206    O Cuidado enquanto ocupação : em que condições?, de Ana Amélia Camarano, Daniele Fernandes, StephanieBurille, Fernanda Lira Goes, Krislane de Andrade Matias e Thamires da Silva Ribeiro. Publicado pelo Ipea, 2025. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17255    Seminário:Beneficiômetro - Envelhecimento Populacional e os Desafios para a Seguridade Social. Organizado pelo Ipea, 2025. Disponível em:  https://www.youtube.com/live/UJsQNX2DqJE?si=COVTIH9DY1CbneNj    Os poemas citados são de Mário Quintana. Confirao texto “A velhice segundo Mário Quintana”, no Portal do Envelhecimento.Disponível em: https://portaldoenvelhecimento.com.br/a-velhice-segundo-mario-quintana/

    26min
  3. Todo mundo tem as mesmas 24 horas?

    15 DE JAN.

    Todo mundo tem as mesmas 24 horas?

    O relógio marca o mesmo tempo para todo mundo, mas a vida não. As desigualdades aparecem nas horas de deslocamento, nas jornadas múltiplas e, sobretudo, nas rotinas de cuidado que recaem majoritariamente sobre as mulheres. Este episódio discute como o tempo é distribuído de forma desigual, o que as pesquisas conseguem — ounão conseguem — medir e porque isso importa para o desenho de políticas públicas. Participam Carolina de Assis, astrônoma; Gabriela Freitas da Cruz, pesquisadora do Ipea; e Joana Mostafa, pesquisadora e coordenadora de Igualdadede Gênero, Raça e Gerações na Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.   Confiraas publicações:   Uso do tempo e gênero, livro organizado por Natália de Oliveira Fontoura e Clara Araújo. Publicado pelo Ipea, 2016. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8034    Pesquisasde usos do tempo: um instrumento para aferir as desigualdades de gênero, de Daniela Peixoto Ramos. Capítulo 1 do livro Faces da Desigualdade de Gênero eRaça no Brasil. Publicado pelo Ipea, 2011. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3092    Desigualdadesde gênero em trabalho pago e não pago no Brasil: uma análise das distribuições de tempo de homens e mulheres entre 2001 e 2015, de Luana Pinheiro e Marcelo Medeiros. Publicado pelo Ipea, 2019. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/9924    Calendários e o tempo maia: uma análise baseada em fatores astronômicos e socioculturais, de Carolina de Assis Costa Moreira. Dissertação de mestrado pela UFRJ, 2016.Disponível em: https://bibcegos.nce.ufrj.br/~hcte/docs/dissertacoes/2016/carolina_de_assis_costa_moreira.pdf    Tempo de trabalho total, Indicador Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça. Publicado pelo Ipea, 2024. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/retrato/indicadores/tempo-de-trabalho-total/apresentacao   Retratodas Desigualdades de Gênero e Raça. Publicado pelo Ipea, 2024. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/retrato    Mobilidade urbana no Brasil: principais estudos produzidos pelo Ipea nos últimos quinze anos. Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, Renato Nunes Balbim, Rafael Pereirae Vicente Correia Neto.Publicado no Boletim Regional, Urbano e Ambiental, do Ipea, em 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/12895 Dura rotina fluminense: Baixada tem 5 cidades entre as 6 com deslocamento mais lento para o trabalho no país. Matéria de Eduardo Pierre. Publicada pelo G1, 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/10/09/censo-2022-deslocamentos-para-trabalho-e-estudo-no-rio-de-janeiro.ghtml

    33min
  4. Trabalho doméstico: conquista de direitos

    18/12/2025

    Trabalho doméstico: conquista de direitos

    O reconhecimento do trabalho doméstico como trabalho é uma conquista recente e ainda desigual. Neste episódio, o Ponto Ipea discute a trajetória dastrabalhadoras domésticas na luta por direitos, como a PEC das Domésticas e a Convenção nº 189 da OIT, mostrando os avanços e os desafios da formalização no Brasil. O episódio conta com a participação de Maria Noeli dos Santos, liderança sindical e trabalhadora doméstica; Tamis Porfírio, socióloga e autora de A cor das empregadas: A invisibilidade racial no debate do trabalho doméstico remunerado; e Luana Pinheiro, pesquisadora do Ipea e diretora de Economia do Cuidado do MDS.   Confiraas publicações:   A cor das empregadas: A invisibilidade racial no debate do trabalho doméstico remunerado, de Tamis Porfirio. Livro publicado pela Letramento, 2021.    Dossiê Esperança Garcia: Símbolo de Resistência na Luta pelo Direito, de Maria Sueli Rodrigues de Sousa, em parceria com o historiador Mairton Celestino da Silva, 2ª edição do livro, lançado em 2024 pelo CFOAB.    Entre relações de cuidado e vivências de vulnerabilidade: dilemas e desafios para o trabalho doméstico e de cuidados remunerado no Brasil, organizado por Luana Pinheiro, Carolina Tokarski e Anne Posthuma. Livro publicado pelo Ipea, 2021. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11044    Vulnerabilidades das trabalhadoras domésticas no contexto da pandemia de COVID-19 no Brasil, de Luana Pinheiro, Carolina Tokarski e Márcia Vasconcelos. Nota técnica publicada pelo Ipea, 2020. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10077    Trabalho doméstico remunerado e covid-19: aprofundamento das vulnerabilidades em uma ocupação precarizada, de Luana Pinheiro e Carolina Tokarski. Texto publicado pelo Ipea, 2021. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10521    Trabalho infantil no Brasil: rumo à erradicação, de Ricardo Barros e Rosane Mendonça. Texto publicado pelo Ipea, 2010. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/1384  Trabalho doméstico formal no Brasil: novas evidências a partir do eSocial, de Mariana Almeida, Felipe Pateo, Augusto Albuquerque e Paula Montagner. Texto publicado pelo Ipea, 2025. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17266

    23min
  5. Ela é quase da família

    04/12/2025

    Ela é quase da família

    O trabalho doméstico no Brasil tem cor, gênero e classe social. O Ponto Ipea fala sobre as continuidades entre o passado escravista e a desvalorização do trabalho doméstico hoje, discutindo as desigualdades nesse setor, um setor envolto emambiguidades afetivas. O episódio conta com a participação da socióloga TamisPorfírio, da trabalhadora doméstica Maria Noeli dos Santos e de Joana Mostafa, pesquisadora e coordenadora de Igualdade de Gênero, Raça e Gerações da Diretoriade Estudos e Políticas Sociais do Ipea.   Confira as publicações:   A cor das empregadas: A invisibilidade racial no debate do trabalho doméstico remunerado, de Tamis Porfirio. Livro publicado pela Letramento, 2021.   Água de Barrela, de Eliana Alves Cruz. Livro publicado pela Malê, 2018.   A mulher negra na sociedade brasileira: uma abordagem político-econômica, de Lélia Gonzalez. Texto publicado no livro “Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos” pela editora Zahar, 2020.   Notas breves sobre a subutilização da força de trabalho entre mulheres negras, de Marcell Machado dos Santos. Texto publicado pelo Ipea, 2025. Disponível em https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17247.   Entre relações de cuidado e vivências de vulnerabilidade: dilemas e desafios para o trabalho doméstico e de cuidados remunerado no Brasil, organizado por Luana Pinheiro, Carolina Tokarski e Anne Posthuma. Livro publicado pelo Ipea, 2021.Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11044.   As Mulheres negras no trabalho doméstico remunerado, de Luana Pinheiro e Nina Madsen. Texto publicado pelo Ipea, 2011. Disponível em http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8985.   Para saber mais sobre o conceito de Ambiguidade Afetiva leia “Laughter Out of Place: Race, Class, Violence, and Sexuality in a Rio Shantytown” (O Riso Fora do Lugar: Raça, Classe, Violência e Sexualidade em uma Favela do Rio), de DonnaGoldstein. Livro publicado pela University of California Press, 2003.

    27min
  6. Racismo brasileiro: uma conversa com Ynaê Lopes dos Santos

    20/11/2025

    Racismo brasileiro: uma conversa com Ynaê Lopes dos Santos

    Do período colonial aos dias de hoje, o racismo atravessa a formação do Brasil. Neste episódio, Ynaê Lopes dos Santos fala sobre como esse sistema de poder estruturou o país, as formas de resistência que marcaram a história e os desafios que ainda persistem. Autora de Racismo brasileiro: uma história da formação do país, Ynaê é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP) e professora da Universidade Federal Fluminense (UFF).   Confiraas publicações:   Racismobrasileiro: uma história da formação do país, de Ynaê Lopes dos Santos.Livro publicado pela Todavia, 2022.   Seminário:Os Povos de Matrizes Africanas na Luta por Direitos. Realizado no Ipea pelocoletivo Presença Negra. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=xkBoyITx0pA&t=3352s   Seminário:Presença Negra – Entre Mobilização Coletiva e Trajetórias Individuais.Realizado no Ipea pelo coletivo Presença Negra. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=29zIy65_4OE   Atlas daViolência, realizado pelo Ipea com a colaboração do Fórum Brasileiro deSegurança Pública (FBSP). Disponível em: https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes   Escravos,roceiros e rebeldes, de Stuart B. Schwartz. Livro publicado pela Edusc, 2001.   Previsõessão sempre traiçoeiras: João Baptista de Lacerda e seu Brasil branco, de LiliaMoritz Schwarcz. Publicado na revista História, Ciências, Saúde, vol.18, n.1,janeiro, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/wRVg8H99n65JLwhF9BMbHpF/?format=pdf&lang=pt

    44min
  7. Um olhar para o cuidado

    06/11/2025

    Um olhar para o cuidado

    O cuidado é um trabalho que sustenta a vida — mas que segue invisível, desvalorizado e marcado por desigualdades de gênero, classe e raça. Neste episódio, o Ponto Ipea discute como o cuidado estrutura nossas vidas com as vozes da socióloga Helena Hirata, de Luana Pinheiro, pesquisadora do Ipea e atual diretora de Economia do Cuidado do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e de Joana Mostafa, pesquisadora e coordenadora de Igualdade de Gênero, Raça e Gerações, da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.   Confiraas publicações:   O cuidado: teorias e práticas,de Helena Hirata. Livro publicado pela Boitempo, 2022.   Cuidar,verbo transitivo: caminhos para a provisão de cuidados no Brasil. Livro organizado por Luana SimõesPinheiro e Ana Amélia Camarano. Publicação do Ipea, 2023. Disponível em https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11842.   NotaInformativa nº 1 — As mulheres negras no trabalho de cuidado, da Secretaria Nacional deCuidados e Família do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social,Família e Combate à Fome (MDS). Disponível em: https://mds.gov.br/webarquivos/MDS/7_Orgaos/SNCF_Secretaria_Nacional_da_Politica_de_Cuidados_e_Familia/Arquivos/Nota_Informativa/Nota_Informativa_N_1.pdf   “O que eles chamam de amor, nós chamamos de trabalho não pago, diz Silvia Federici”,entrevista por Úrsula Passos, na Folha de S. Paulo, em outubro de 2019.Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/10/o-que-eles-chamam-de-amor-nos-chamamos-de-trabalho-nao-pago-diz-silvia-federici.shtml.   Economia dos Cuidados: marco teórico-conceitual, de Bruna Cristina JaquettoPereira, Natália de Oliveira Fontoura e Luana Simões Pinheiro, publicado pelo Ipea, 2016. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/entities/publication/1336b14c-64c6-4a90-844c-33ac57ed3598

    30min
  8. A floresta e o vazio

    21/08/2025

    A floresta e o vazio

    Ela, vazio caótico, passa a ser o centro das atenções. A Amazônia é o palco da COP30 e enfrenta um cenário crítico de desmatamento e queimadas. Mas o que é ela? Do que ela é capaz? Quão viva ela é? Para falar sobre esse cenário, conversamos Edel Moraes, Secretária Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima; Bruna Rocha, arqueóloga e professora da Universidade Federal do Oeste do Pará; e Gustavo Luedemann, pesquisador do Ipea. • Sob os tempos do Equinócio – oito mil anos de história na Amazônia Central. Livro de Eduardo Góes, publicado em 2022, pelas UBU e pela Editora da Universidade de São Paulo (edusp). • Viajantes-naturalistas no Brasil oitocentista: experiência, relato e imagem, de Lorelai Kury, publicado na revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos, em 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-59702001000500004.  • “Análises situacionais e retrospectiva: desmatamento”, texto técnico sobre desmatamento para a Estratégia Brasil 2050, de Júlio César Roma, publicado, em 2025, pelo Ipea. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17295.  • Agenda 2030: objetivos de desenvolvimento sustentável. Avaliação do progresso das principais metas globais para o Brasil. ODS 15: proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade. Coordenado por Enid Rocha Andrade da Silva, com autoria de Júlio César Roma. Disponível em https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/14140.

    25min

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