Resumo Dia

Gustavo Mesquita

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  1. HÁ 3 H

    13/02/2026 Últimas Notícias: Missão Espacial, Crise no STF, Polêmicas no BBB e Alerta de Temporais!

    O panorama das últimas notícias destaca avanços, desafios e acontecimentos relevantes em diversas áreas. Em Ciência e Tecnologia, a SpaceX e a NASA lançaram com sucesso a missão Crew-12, enviando quatro astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS) para uma estadia prolongada de nove meses. A missão visa realizar experimentos científicos sobre bactérias, microbiologia de plantas e testar novas tecnologias para futuras explorações espaciais, além de garantir a continuidade das operações da ISS, prevista para desativação em 2030. No campo do Direito e Justiça, o Supremo Tribunal Federal enfrenta uma crise institucional após relatório da Polícia Federal sugerir suspeição do ministro Dias Toffoli em investigações sobre o Banco Master, com o caso sendo encaminhado à Procuradoria-Geral da República. O ministro Marco Aurélio Buzzi, do STJ, foi afastado após denúncias de assédio sexual, com investigações em andamento. Na Itália, a Justiça encerrou as audiências sobre a extradição de Carla Zambelli, condenada no Brasil, e a sentença será anunciada em breve. Em São Paulo, três sócios de uma academia foram indiciados por homicídio após morte por intoxicação em piscina, e o Tribunal de Justiça suspendeu regras estéticas em escolas cívico-militares por discriminação contra estudantes LGBTQIAPN+ e afro-brasileiros. Na Cultura e Entretenimento, o BBB 26 foi marcado pela expulsão de Sol Vega após agressão e fala ofensiva, com a participante pedindo desculpas publicamente. A Prova do Líder do programa gerou polêmica devido a uma decisão controversa de Maxiane Rodrigues, repercutindo nas redes sociais. Em Desastres e Acidentes, uma frente fria trouxe chuvas intensas e risco de temporais ao Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com alertas de alagamentos, enxurradas e ventos fortes emitidos pela Defesa Civil e INMET. Na Economia e Negócios, a revista The Economist alertou para o risco de "Brasileirização" das economias ricas, citando o Brasil como exemplo de desafios fiscais, alto custo da dívida pública e sistema tributário complexo, com projeções do FMI indicando que a dívida pode chegar a 99% do PIB até 2030. No Esporte, o São Paulo está próximo de contratar o meia Cauly, do Bahia, por empréstimo com obrigação de compra. O Fluminense venceu o Botafogo e assumiu a vice-liderança do Brasileirão, enquanto o Palmeiras derrotou o Internacional, ampliando a crise do clube gaúcho. O Corinthians negocia a rescisão amigável com José Martínez após lesão e polêmica. Em Política e Conflitos, André Mendonça assumiu a relatoria do caso Banco Master no STF após a saída de Dias Toffoli, com expectativa de maior rigor e transparência. A Justiça italiana concluiu as audiências sobre a extradição de Carla Zambelli, com sentença prevista para os próximos dias. Não há notícias recentes nas categorias de Crime, Educação, Feiras e Eventos, Homem e Sociedade, Música, Religião e Saúde.

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  2. HÁ 7 H

    Corinthians negocia rescisão amigável com José Martínez após polêmica e lesão

    O Corinthians está em fase final de negociação para uma rescisão amigável com o volante venezuelano José Martínez, de 31 anos. Após atraso de mais de um mês em sua reapresentação ao clube, Martínez foi diagnosticado com uma ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) no joelho esquerdo, o que pode afastá-lo do restante da temporada. O acordo prevê que o Corinthians arcará não apenas com uma indenização de aproximadamente R$ 2 milhões, paga em parcelas até o fim de 2025, mas também com os custos totais da cirurgia e da recuperação do atleta. Internamente, versões divergem sobre o momento da lesão: o jogador alega dores pré-férias, já comunicadas ao clube, enquanto o departamento médico do Timão contesta. Apesar do clima de insatisfação – motivado tanto pelo atraso, gerado por complicações na renovação do passaporte venezuelano, quanto pela pouca comunicação com a comissão técnica –, a diretoria preferiu optar pelo acordo amistoso para evitar judicialização. Marcelo Paz, executivo de futebol, destacou em coletiva que a medida considera o “lado humano” do atleta e busca evitar desgaste jurídico. O dirigente reiterou que o clube dará suporte médico e emocional ao jogador durante a recuperação, mesmo sem ele vestir mais a camisa alvinegra. Durante as férias na Venezuela, Martínez participou de um amistoso e foi visto utilizando proteção no joelho, o que gerou desconfiança sobre a origem da lesão. O retorno atrasado e a falta de resposta a mensagens públicas e privadas do técnico Dorival Júnior agravaram o mal-estar no clube. Por fim, a opção foi manter o acordo para que cada parte siga seu caminho, com o Corinthians garantindo assistência ao atleta e se resguardando contra eventuais disputas jurídicas futuras. Pelo Corinthians, Martínez disputou 70 partidas (52 como titular), marcou dois gols e deixou duas assistências, sendo peça importante nas conquistas da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista em 2025. Seu contrato originalmente valia até dezembro de 2027.

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  3. HÁ 11 H

    Troca de relator no STF: André Mendonça assume o caso Banco Master após saída de Toffoli

    O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, na noite de quinta-feira (12), uma reunião determinante para o futuro da relatoria do chamado caso Master. O ministro Dias Toffoli, inicialmente resistente à ideia de deixar a relatoria, acabou convencido por seus pares. O consenso formado pelos dez ministros resultou na redistribuição do processo, agora sob responsabilidade de André Mendonça, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A discussão intensa foi impulsionada pelo relatório da Polícia Federal, que apontava possível conflito de interesses de Toffoli devido ao suposto relacionamento com Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. O documento, com mais de 200 páginas, foi analisado em detalhes pelo ministro Edson Fachin, que destacou elementos sensíveis para os demais magistrados. Após análise e debate, a Corte optou unanimemente pela saída de Toffoli, entendendo que a medida protegeria a imagem institucional do STF diante de eventuais desgastes públicos. A redistribuição da relatoria para Mendonça foi recebida com entusiasmo pela oposição ao governo federal. Deputados como Cabo Gilberto Silva (PL-PB) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) destacaram em suas redes sociais a importância de um processo conduzido com imparcialidade e rigor técnico. Marcel van Hattem (Novo-RS) mostrou-se esperançoso, citando a atuação prévia de Mendonça em outros casos sensíveis, mas pontuou também alguma desconfiança pela ligação de Mendonça com outros ministros. Outro componente que gerou polêmica foi a suspeita, levantada por reportagem do Poder360, de que Toffoli teria gravado a reunião secreta do STF. O ministro negou categoricamente, afirmando à imprensa que jamais fez gravações de conversas em sua vida. Mesmo assim, magistrados demonstraram perplexidade com o vazamento de diálogos precisos atribuídos à reunião. Durante a análise do caso, ficou ainda revelado que o Banco Master teria contratado serviços de uma agência internacional de inteligência digital, a Black Wall Global, com expertise em cibersegurança e defesa cibernética. A PF encontrou indícios desse serviço ao vasculhar celulares apreendidos na operação Compliance Zero, que investiga o rombo do Banco Master, estimado em R$ 50 bilhões, o maior da história do setor. O ministro Cristiano Zanin levou a informação à sessão, sendo complementado por Alexandre de Moraes, que associou a empresa a ex-integrantes do Mossad, serviço secreto israelense. A troca do relator, a pressão política e institucional, e o envolvimento de empresas internacionais de inteligência revelam um caso de grande complexidade, que continuará sob os holofotes da Justiça e da opinião pública nos próximos meses.

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  4. HÁ 12 H

    Justiça italiana encerra audiências sobre extradição de Carla Zambelli e sentença sai em até cinc...

    A Corte de Apelação de Roma finalizou nesta quinta-feira, 12, as audiências sobre o pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. O desfecho do julgamento agora depende da decisão do colegiado, que, segundo o cronograma da Justiça italiana, deve ser divulgada em até cinco dias. Zambelli está presa na Itália desde julho de 2025, país onde possui cidadania e passaporte, tendo fugido do Brasil após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de prisão. O caso ganhou notoriedade por envolver múltiplas condenações. Além da pena por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Zambelli também foi condenada a mais cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento com uso de arma de fogo, em episódio ocorrido na véspera do segundo turno das eleições de 2022, em São Paulo. O STF já declarou o trânsito em julgado das sentenças, eliminando a possibilidade de novos recursos dentro do Brasil. No fim de 2025, Zambelli também renunciou ao mandato de deputada federal. Durante o processo de extradição, a defesa apresentou alegações de violações ao direito de defesa, reclamando de restrições ao contraditório e à ampla defesa, sobretudo pela negativa em ouvir testemunhas, incluindo o perito Eduardo Tagliaferro, que poderia sustentar a tese de perseguição política. Também houve crítica ao papel do representante da Advocacia-Geral da União (AGU) e contestação à abordagem sobre a cidadania italiana da ex-deputada, que, segundo a defesa, não poderia ser relativizada para fins de extradição. A Justiça italiana negou pedidos de substituição dos magistrados, diante de alegações de parcialidade, e também recusou a oitiva de novas testemunhas consideradas essenciais pela defesa. Segundo nota do advogado Fábio Pagnozzi, a prisão preventiva de Zambelli teria sido mantida mesmo sem risco de fuga, já que seus passaportes estavam apreendidos. O governo brasileiro, representado pelo ministro Alexandre de Moraes no pedido de extradição, assegura que o presídio designado para cumprimento da pena oferece padrões de segurança, salubridade e assistência às detentas, além de não haver registros de rebelião no local. A sentença do tribunal de Roma poderá ser alvo de recurso tanto por parte da defesa quanto do Ministério Público italiano. Enquanto a decisão não é publicada, as discussões sobre garantias processuais e o alcance da cidadania italiana seguem acirradas.

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  5. HÁ 14 H

    STF retira Toffoli de relatoria do caso Banco Master e nomeia André Mendonça

    O Supremo Tribunal Federal (STF) promoveu uma mudança significativa na condução do inquérito envolvendo o Banco Master. O ministro Dias Toffoli, que era o relator do caso, deixou oficialmente a relatoria após reunião com os colegas da Corte e o ministro André Mendonça foi sorteado para substituí-lo. O fato foi amplamente comemorado por membros da oposição ao governo Lula, que expressaram confiança na atuação de Mendonça à frente do processo. O caso investiga operações financeiras irregulares e um rombo estimado em R$ 50 bilhões no Banco Master, liquidação realizada em novembro de 2025 pelo Banco Central. Segundo a Polícia Federal, aparelhos celulares apreendidos durante as investigações foram enviados à empresa Black Wall Global, especializada em cibersegurança e inteligência digital, para decifração de dados. Fundada por veteranos de agências de elite em Israel e Emirados Árabes, a Black Wall Global soma experiência em defesa, contraespionagem e análise forense digital. A saída de Toffoli foi precedida por uma série de questionamentos relevantes: mensagens encontradas pela PF apontavam discussões sobre pagamentos à Maridt Participações – empresa familiar da qual Toffoli e seus irmãos são sócios. Embora o ministro tenha negado qualquer relação de amizade com o banqueiro Daniel Vorcaro ou recebimento de valores, a situação gerou desconforto no STF. Relatórios da PF e menções no celular de Vorcaro foram apontados como motivo do afastamento. A troca de relatoria dividiu opiniões. Enquanto a oposição salientou a necessidade de maior imparcialidade, apontando relações consideradas controversas por parte de Toffoli, aliados na Corte reforçaram que não há suspeição formal contra o ministro. O presidente do STF, Edson Fachin, destacou a necessidade de preservar a credibilidade das instituições. O Banco Master foi liquidado após oferecer CDBs com rentabilidade acima do mercado e adotar práticas financeiras de risco excessivo, resultando em um impacto bilionário ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O episódio é considerado um dos maiores escândalos do sistema financeiro nacional, junto à liquidação da gestora de investimentos Reag. Com a entrada de André Mendonça, indicado ao STF por Jair Bolsonaro, a expectativa de distintos setores políticos é que o caso seja conduzido com maior rigor jurídico, transparência e respeito à Constituição. O novo relator já manifestou compromisso com a análise técnica e imparcial do processo.

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  6. HÁ 15 H

    Justiça de SP suspende regras estéticas de escolas cívico-militares por discriminação

    Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou a suspensão das normas sobre cabelo e vestimenta aplicadas nas escolas cívico-militares do estado. A medida atende a pedido do Ministério Público e da Defensoria Pública, que argumentaram que as regras podem ser discriminatórias, especialmente contra estudantes LGBTQIAPN+ e afro-brasileiros. A juíza Paula Narimatu de Almeida, da 13ª Vara de Fazenda Pública, concedeu liminar determinando que o Estado de São Paulo suspenda em 48 horas documentos como o Guia de Conduta e Atitude dos Alunos, o Guia de Uso do Uniforme e o Projeto Valores Cidadãos, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. A magistrada destacou que exigências como cortes de cabelo padronizados, proibição de tranças e de adereços com cores fora do padrão "discreto" são potencialmente inconstitucionais e ferem princípios da gestão democrática e do respeito à diversidade. Segundo a decisão, as regras, elaboradas pela Secretaria de Educação sem participação dos Conselhos de Escola e sem escuta de especialistas em pedagogia ou desenvolvimento infantil, extrapolam as competências dos monitores militares e restringem expressões culturais afro-brasileiras e identidades de gênero. A juíza ressalta que o Conselho de Escola tem prerrogativa exclusiva sobre o regimento escolar e que decisões unilaterais violam a legislação. A decisão não afeta a continuidade do programa das escolas cívico-militares, nem a presença de monitores militares, desde que atuem dentro de suas competências legais, como segurança e participação em projetos extracurriculares. O Estado tem 30 dias para apresentar defesa e pode recorrer da decisão. Casos semelhantes já ocorreram em Minas Gerais e no Paraná, onde a Justiça também suspendeu normas discriminatórias e questionou a efetividade e o custo do modelo cívico-militar. Em nota, a Secretaria de Educação de São Paulo afirmou que todo o conteúdo pedagógico é elaborado apenas por professores e que ainda não foi notificada oficialmente sobre a liminar.

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  7. HÁ 15 H

    The Economist alerta para 'Brasileirização' econômica e riscos globais ligados à dívida e juros

    A revista britânica The Economist publicou uma série de artigos alertando para o risco de 'Brasileirização' das economias ricas, utilizando o Brasil como um exemplo de alerta para os desafios orçamentários mundiais. Segundo a revista, embora o Brasil apresente certos indicadores positivos, como crescimento econômico razoável, um Banco Central independente e um orçamento primário quase equilibrado, o país enfrenta dificuldades severas devido ao custo elevado de sua dívida pública. Com a Selic, a taxa básica de juros, em 15% ao ano, o Brasil é obrigado a tomar empréstimos equivalentes a cerca de 8% do PIB apenas para pagar juros da dívida. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a dívida pública bruta brasileira pode atingir 99% do PIB até 2030. O déficit nominal já está em 8,1% do PIB, sendo quase totalmente composto por pagamentos de juros. A publicação aponta que a adoção da austeridade fiscal é improvável. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em campanha para a reeleição, afrouxou a política de gastos, o que dificulta o ajuste fiscal severo no curto prazo. Mesmo assim, a revista destaca que o problema não se limita à gestão do atual governo, sendo resultado de décadas de políticas influenciadas por interesses arraigados, muitos dos quais protegidos pela Constituição. Outro fator crítico é o peso das aposentadorias no orçamento brasileiro. O país já gasta cerca de 10% do PIB com pensões e, caso reformas não sejam implementadas, essa proporção pode ultrapassar a dos países mais ricos e envelhecidos até 2050. A rigidez desse gasto, protegida por legislação constitucional, limita a capacidade de ajuste orçamentário e inibe outros investimentos públicos mais produtivos. A The Economist também destaca a complexidade do sistema tributário brasileiro, considerado uma "bagunça" e responsável por distorções econômicas. Com altas alíquotas nominais, mas baixa efetividade na cobrança, além de isenções fiscais generalizadas, o sistema contribui para a perda de credibilidade fiscal, o que, segundo a revista, custa ao país até um ponto percentual do PIB anualmente. A revista alerta que sintomas semelhantes começam a aparecer nas economias mais avançadas, citando o aumento de pressões políticas sobre instituições nos Estados Unidos e na Europa, além do peso crescente dos gastos sociais em meio ao envelhecimento da população. A Economist afirma que, sem reformas, os países ricos podem enfrentar dilemas semelhantes aos do Brasil, com alta dívida, juros crescentes e limitações para equilibrar orçamentos. Para evitar uma crise mais severa, a publicação considera as eleições brasileiras deste ano fundamentais, destacando a importância de que os novos parlamentares enfrentem interesses estabelecidos, promovam reformas na previdência e simplifiquem o sistema tributário. Caso contrário, a tendência é de estagnação econômica e agravamento da crise fiscal.

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  8. HÁ 15 H

    Prova do Líder do BBB 26 gera polêmica após decisão controversa de Maxiane

    A disputa pela liderança no Big Brother Brasil 26 segue movimentando os ânimos dentro e fora da casa. Nesta sexta-feira (13), a Prova do Líder de resistência completou mais de 12 horas e já retirou vários participantes da disputa. No entanto, a dinâmica ficou marcada por uma situação polêmica durante uma das rodadas eliminatórias. Tudo começou quando Maxiane Rodrigues, então mestre da rodada, teve de indicar um participante para deixar a prova. Inicialmente, ela mencionou Samira Sagr, acreditando que a escolha não resultaria em eliminação direta. Ao perceber que o ato representava realmente uma eliminação, Maxiane voltou atrás e alterou a escolha, retirando Leandro Boneco após um esclarecimento das regras pela produção. O episódio gerou controvérsias entre os confinados e foi amplamente comentado nas redes sociais. Parte do público acusou a produção do reality de permitir que Maxiane mudasse de opinião ao perceber a gravidade da consequência. Leandro, elimando da prova, questionou abertamente a validade da rodada e lamentou que sofreria novamente no jogo, já que ficou duas semanas seguidas na berlinda. Entre os comentários, alguns acusaram a participante de não ter prestado atenção às regras, enquanto outros apontaram falha inicial da produção do programa, que teria mudado a dinâmica em tempo real. A direção do BBB esclareceu que a escolha final do "mestre" da rodada era válida, e manteve a decisão. O episódio reforçou discussões sobre a clareza das regras nas provas do reality. Atualmente, dez brothers seguem na disputa pela liderança, enquanto Babu Santana foi o último a ser eliminado. O público segue acompanhando cada lance, seja pela TV aberta logo após a novela "Três Graças", seja pelas câmeras exclusivas do Globoplay. O Big Brother Brasil 26 prova, mais uma vez, ser um dos assuntos mais comentados do entretenimento brasileiro, com dinâmicas que elevam tensões e geram impacto tanto no jogo quanto nas redes sociais.

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