20 episódios

O programa apresenta um especialista da USP para apresentar contribuições acadêmicas que tragam novas perspectivas de melhoria da qualidade de vida ou problemas sociais emergentes para os quais a Universidade trabalhe soluções. É uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.
Apresentação: Thais Cardoso
Produção: SCS e IEA - Polo Ribeirão Preto
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: quartas, às 18 horas, com reprise aos domingos, às 11h30
Duração: 30 minutos

USP Analisa Jornal da USP

    • Educação

O programa apresenta um especialista da USP para apresentar contribuições acadêmicas que tragam novas perspectivas de melhoria da qualidade de vida ou problemas sociais emergentes para os quais a Universidade trabalhe soluções. É uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.
Apresentação: Thais Cardoso
Produção: SCS e IEA - Polo Ribeirão Preto
E-mail: ouvinte@usp.br
Horário: quartas, às 18 horas, com reprise aos domingos, às 11h30
Duração: 30 minutos

    USP Analisa #31: Para docente, divulgação científica é luta pública contra a desinformação

    USP Analisa #31: Para docente, divulgação científica é luta pública contra a desinformação

    A divulgação científica ganhou espaço e uma importância ainda maior com a pandemia da covid-19. A disseminação de informações falsas sobre a doença e possíveis tratamentos reforçou a necessidade de universidades e instituições de pesquisa se aproximarem da sociedade. Na USP Ribeirão Preto, a Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFRP) estabeleceu um canal de contato com a comunidade por meio das redes sociais. Para falar sobre essa iniciativa, o USP Analisa exibe nesta semana a primeira parte de uma entrevista com a professora da FCFRP, Carolina Aires.
    Ela acredita que a difusão de informações relacionadas ao desenvolvimento da ciência é uma grande responsabilidade para os pesquisadores e uma espécie de luta pública contra a desinformação. “Contra a desinformação as nossas armas são falar do que a ciência é, do papel da ciência no mundo, do papel da ciência na evolução, no entendimento e no desenvolvimento de medicamentos, no contexto também de entender o que é uma doença, como é que ela se comporta, por que algumas populações são mais suscetíveis do que outras e por que a cura tão almejada por todos nós não é tão rápida. Todos esses são questionamentos válidos e eles podem ser embasados pela ciência”, diz ela.
    Carolina diz que o envolvimento dos estudantes de graduação em iniciativas da faculdade ligadas à divulgação científica é fundamental para o desenvolvimento profissional.  “A partir do momento em que o aluno também está envolvido nesse trabalho de desconstrução do pensamento mais técnico para um pensamento mais acessível, isso também acaba dando para o aluno ferramentas para ele se formar como farmacêutico. Por exemplo, na hora em que ele precisa conversar com um paciente para explicar como é que aquele medicamento funciona, ele tem que desconstruir a informação técnica que ele recebeu na graduação e entregar para o paciente de uma forma simples. E, na divulgação científica, a gente consegue fazer esse exercício de desconstrução”, explica ela.
    Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram.

    USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone. 
     

    .

    • 25 min
    USP Analisa #30: Higiene bucal eficiente exige cuidado com limpeza da escova

    USP Analisa #30: Higiene bucal eficiente exige cuidado com limpeza da escova

    Para que a higiene bucal seja, de fato, eficaz na prevenção de doenças, é preciso ter um cuidado especial também com a limpeza dos próprios materiais usados para esse fim, como a escova e o higienizador de língua. É o que explica o professor da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da USP, Vinícius Pedrazzi, na segunda parte da entrevista para o USP Analisa desta semana.
    O docente destaca a importância de não compartilhar esses materiais entre duas ou mais pessoas da família. Segundo ele, as pequenas hastes das cerdas da escova podem ferir e levar micro-organismos para dentro do sulco gengival, um espaço entre as gengivas e o dente. “Lá acontecem as trocas do material tóxico que está nos ossos e na boca, onde vai ser eliminado. E é também o local onde as imunoglobulinas, que nós temos na saliva, podem passar para ajudar a defesa da manutenção saudável da gengiva e do periodonto de sustentação”, explica ele.
    Pedrazzi chama a atenção para o cuidado com a higienização da escova antes do uso. Ele explica que grande parte das embalagens possuem um acartonado permeável na parte de trás, geralmente com o picote na altura da cabeça da escova, o que favorece a contaminação por micro-organismos. “Então, as pessoas vão pegar, vão tomar [a embalagem] nas mãos. Eu vi pessoas pegando escovas que em uma gôndola anterior tinham espirrado na mão ou espirrado no ar e limpado o nariz. Quanto tempo o sars-cov-2 vive em papelão? Eles falam em até 72 horas. Depende do tanto que tá molhado isso, você pode passar isso e ficar nesse papelão”, diz ele.
    O especialista recomenda a limpeza da embalagem com água sanitária e a higienização da escova com enxaguantes bucais à base de uma substância chamada cloreto de cetilpiridínio. O ideal é diluir o enxaguante na mesma proporção de água. “Não faça diluição no frasco, só dilua na hora de usar, porque o fabricante põe a quantidade de conservantes suficiente para manter aquele frasco eficaz. Coloque um pouquinho dele no copo e complete com a mesma quantidade de água, o suficiente para cobrir a cabeça da escova e o pescoço dela, parte que vai entrar na boca, e com o higienizador de língua, o terço final da ponta ativa”, orienta o professor. 
    Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram.

    USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone. 
     

    .

    • 25 min
    USP Analisa #29: Especialista destaca importância da higiene bucal na prevenção de doenças

    USP Analisa #29: Especialista destaca importância da higiene bucal na prevenção de doenças

    Com a pandemia de covid-19, a higiene das mãos passou a ser uma das principais preocupações. Mas será que a higiene bucal também pode ser uma grande aliada na prevenção tanto do contágio pelo sars-cov-2 quanto por outros micro-organismos? O USP Analisa vai discutir essa questão em um especial em dois programas com o professor da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Vinícius Pedrazzi.
    Ele explica que a boca é a principal porta de entrada para a maioria das doenças. Por isso, lavar as mãos é fundamental também antes da higiene bucal. “É uma coisa que pouca gente faz e acho que, no Brasil, quase ninguém, lavar bem as mãos antes de proceder à higiene bucal. Porque você vai tocar uma parte muito íntima do seu organismo com as mãos. Se elas estiverem sujas, unhas compridas, malcuidadas, ao invés de nós levarmos saúde, vamos levar doenças também.”
    Pedrazzi explica ainda que micro-organismos responsáveis por infecções na boca, como os presentes na saburra lingual (“sujeira” no dorso da língua) podem causar problemas nos pulmões, no coração e até ter efeitos na gravidez. Por isso, a importância de higienizar apropriadamente tanto os dentes quanto a própria língua.
    “É claro que se a pessoa tiver um infarto, vai chamar o Samu e não o dentista. Mas, para cirurgias programadas, no processo de intubação, muito comum também em épocas de covid-19, tem que colocar uma guia para poder passar a sonda. E, se tiver biofilme no dorso da língua, essa guia pode empurrá-lo para vias aéreas, para traqueias, pulmões e pode provocar uma pneumonia. E esse agravo vai diminuir o sucesso da cirurgia”, diz ele.
    O professor critica ainda o alto preço dos materiais para higiene bucal, especialmente em virtude dos impostos que incidem sobre ele, o que dificulta a aquisição pelas camadas menos favorecidas economicamente. “Escova dental é muito cara para o brasileiro de baixa renda, principalmente. Fio dental é caro. Claro, em termos de saúde são baratos, mas poderiam custar um quarto do preço se os impostos fossem retirados. No caso da escova com higienizador de língua no dorso, o que era para se tornar um conjunto mais barato, ficou mais caro. Então, enquanto uma escova comum custa uma faixa de R$ 9, essa com higienizador do dorso vai para R$ 15”, conta ele.
    Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram.

    • 27 min
    USP Analisa #28: Docente discute consequências do isolamento social para a saúde mental

    USP Analisa #28: Docente discute consequências do isolamento social para a saúde mental

    A necessidade de distanciamento e muitas vezes também de isolamento social trazida pela pandemia de covid-19 tem deixado profissionais da área de saúde mental em alerta para algumas consequências que isso pode trazer para a população. Na segunda parte da entrevista com a professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto  da USP, Kelly Graziani Giacchero Vedana, o USP Analisa discute o impacto disso em questões como o vivenciamento do luto e um possível aumento na ocorrência de suicídios.
    Ela explica que os rituais de despedida de um ente querido, como o velório e o enterro, são necessários em nossa cultura principalmente pelo apoio recebido de outras pessoas nesse momento. Em virtude das restrições impostas a esses rituais para evitar aglomerações, há uma necessidade de criar novas formas de vivenciá-los, utilizando, por exemplo, recursos virtuais.
    “A gente precisa fazer com que essa experiência seja menos solitária, menos desorganizada emocionalmente. Enquanto sociedade, enquanto pessoas próximas a alguém ou mesmo profissionais de alguma área específica que possam atuar nesse sentido, é importante que a gente possa favorecer o enfrentamento mais saudável dessas situações. Porque o luto é necessário e a gente pode favorecer para que não seja um luto complicado, um processo tão negativo, tão ruim. E, de alguma forma, na sociedade como um todo, a gente também está vivendo uma espécie de luto coletivo, então isso também fomenta um pouco essa solidariedade. Nós estamos, enquanto sociedade, tendo quebras de expectativas, tendo frustrações coletivas e sofrendo também por pessoas que nós conhecemos ou não, mas que nós sabemos que estão morrendo neste momento difícil que o mundo está passando”, diz ela.
    Segundo a professora, ainda não existem dados suficientes para dizer que haverá influência na ocorrência de suicídios em virtude das restrições trazidas pela pandemia, já que a forma que cada país vivenciou essas restrições é diferente. Porém, os profissionais de saúde mental seguem atentos a isso.  
    “O fato é que a gente vai precisar estar muito atento para acompanhar quais são os impactos e transformações sociais que nós teremos e quais serão as consequências disso sobre o risco de suicídio e mesmo a ocorrência dos suicídios. E não só olhando para os óbitos, mas o comportamento suicida como um todo: as tentativas, essa redução do desejo de viver, essas situações e comportamentos que precedem o próprio óbito por suicídio. Então, é muito possível que nós tenhamos modificações sociais com um impacto, sim, tanto nos fatores de risco quanto nos fatores de proteção contra o suicídio. O acesso aos serviços de saúde, como vai ser esse impacto da crise nos diferentes lugares, como as pessoas vão enfrentar isso? Porque não é só o impacto em si, mas também algumas possibilidades de mudanças culturais e sociais em relação a alguns aspectos”, explica. 
    Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram.

    USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone. 
     

    .

    • 25 min
    USP Analisa #27: Pandemia traz necessidade de atenção à saúde mental

    USP Analisa #27: Pandemia traz necessidade de atenção à saúde mental

    O isolamento social, necessário para conter a pandemia de covid-19, vai deixar marcas na saúde mental da população. Para discutir essas consequências e como lidar com elas, o USP Analisa conversa com a professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Kelly Graziani Giacchero Vedana.
    Na primeira parte da entrevista, que vai ao ar nesta semana, ela destaca que, neste momento, o mais importante é que as pessoas estejam preparadas para cuidar da própria saúde mental e de quem está próximo. 
    “É conseguir perceber o que a gente sente, perceber as nossas necessidades, as nossas demandas, perceber que a gente vai ter que tentar empregar formas saudáveis de lidar com essas situações. Então, o que é que eu dou conta neste momento e que não me prejudica e não prejudica outras pessoas? E cuidar também das pessoas que estão próximas de nós, porque, por algumas vezes, a gente quer simplesmente seguir em frente, fingindo que sempre está tudo bem, e esse é um momento muito novo para todo mundo. Em algumas situações, a gente não vai estar tão bem assim e é aí que a gente precisa estar preparado para compartilhar um pouco isso com pessoas da nossa confiança ou até buscar um auxílio profissional, se, em algum momento, isso for necessário, para que a gente realmente possa enfrentar essa situação da melhor maneira possível”, explica ela.
    Segundo pesquisas, quadros de ansiedade tiveram um aumento significativo durante a pandemia de covid-19. Esse transtorno pode trazer sintomas também associados à infecção pelo novo coronavírus, como dificuldade de respirar. 
    “Mas esses quadros de ansiedade não terão tosse e febre. Essa dificuldade de respirar não vai ter uma alteração muito intensa com pequenos esforços. Quando atinge esse nível muito intenso, a ponto de a pessoa ter esses sintomas, a ansiedade tende a ser autolimitada. Por exemplo, um episódio de síndrome do pânico tende a durar ali, no máximo, uns 30 minutos. Ele surge de repente, em momentos mais esporádicos, não é algo mais contínuo, e também pode estar relacionado com algumas situações específicas”, diz a professora. 
    Ouça a primeira parte da entrevista no player acima. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram.

    USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone. 
     

    .

    • 26 min
    USP Analisa #26: Especialistas destacam importância das contranarrativas de movimentos sociais em questões históricas

    USP Analisa #26: Especialistas destacam importância das contranarrativas de movimentos sociais em questões históricas

    Até que ponto um monumento pode realmente garantir a preservação de uma memória? E a destruição de uma estátua pode realmente apagar a história? No último episódio da série especial do USP Analisa sobre monumentos ligados a memórias dolorosas, a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, Giselle Beiguelman, e o pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alberto Goyena, discutem as relações entre o patrimônio cultural e a memória e também as contranarrativas utilizadas por movimentos sociais em questões históricas.
    Goyena destaca que não há, na preservação, uma garantia de lembrança, assim como a destruição não necessariamente produz esquecimento. “Bastaria ver, por exemplo, as estátuas que, apesar de demolidas, deixando a sua ausência, se tornaram ainda mais presentes. Ou então, a gente pode também pensar que essa relação entre construir e destruir não é tanto a relação entre vida e morte, mas talvez entre nascimento e morte. Fica a vida como resultado provisório, dificilmente controlável, desse efeito que as estátuas têm na cidade. Nada garante na preservação que seja lembrado. São vários exemplos de estátuas mais ou menos preservadas, de pessoas que ninguém sabe quem são, não faz a menor ideia”, diz ele. 
    Giselle lembra que existem exemplos de contranarrativas instituídas por movimentos sociais não apenas em relação a monumentos, mas à própria história, como a comemoração do Dia da Consciência Negra, em contraposição ao 13 de maio, como data da Abolição da Escravatura, um movimento que começou ainda na década de 70.
    “Essa instituição oficial, 30 anos depois, primeiro na cidade de São Paulo e depois em escala nacional, é fruto de um trabalho dos movimentos sociais, não de uma decisão de um governante ou outro. Da mesma forma, o tensionamento dos marcos da história das Bandeiras veio a partir das articulações dos grupos indígenas. Então, são essas forças que propõem estéticas da memória alternativas àquelas estéticas que os poderes hegemônicos instituíram como marcos da sua própria história”, afirma ela.
    Também participa da entrevista o especialista Gabriel Fernandes, do Centro de Preservação Cultural da USP, parceiro do USP Analisa na realização desta série especial.
    Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram.

    USP AnalisaO USP Analisa Vai ao ar pela Rádio USP às quartas-feiras, às 18h05, com reapresentação aos domingos, às 11h30, e também está disponível nos principais agregadores de podcast. O programa é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação e edição: Thaís Cardoso. Produção: João Henrique Rafael Junior. Coordenação: Rosemeire Talamone. 
     

    .

    • 28 min

Top podcasts em Educação