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    Vale a pena com Mariana Alvim

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    Vale a pena com Mariana Alvim

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  • T4 #37 Ana Marques

    5 DAYS AGO

    1

    T4 #37 Ana Marques

    Conhecemo-la da televisão há anos, e também de outras frentes. Que bom que foi descobrir uma faceta menos pública: a de leitora. Nesta conversa, a Ana mostra-se interessada e interessante, trazendo a ficção para a realidade com uma generosidade tranquila e confirmando a simpatia que tanto a caracteriza. Os livros que a apresentadora escolheu: Um País Debaixo da Minha Pele, Gioconda Belli; A Boba da Corte, Tati Bernardi; O Retorno, Maria Dulce Cardoso; Um Homem em Busca de Um Sentido, Viktor E. Frank; Perguntem a Sarah Gross, João Pinto Coelho. Outras referências: Casa dos Espíritos, Isabel Allende; João Pinto Coelho: Os Loucos da Rua Mazur; Um Tempo a Fingir; Tudo é Rio, Carla Madeira; A Gorda, Isabela Figueiredo; O Retorno, Dulce Maria Cardoso. Recomendei: Kristin Hannah: O Rouxinol; As Mulheres. Depois a Louca Sou Eu, Tati Bernardi. O que ofereci: O Canto dos Corações Rebeldes, Thrity Umrigar. Os livros aqui: www.wook.pt

    5 days ago

    •
    45 min
  • T4 #36 Carolina Patrocínio

    3 MAR

    2

    T4 #36 Carolina Patrocínio

    Conhecemos a apresentadora, a referência que é no fitness. Agora, quem conhece a leitora? Diz que é uma “alma velha”, que tem hábitos de leitura próprios, gosta de ler por recomendação, mas não de qualquer um. Que bom que é conhecer novas facetas dos convidados. Convido-vos a conhecer a Carolina leitora. Os livros que escolheu: Mulheres da minha alma, Isabel Allende; A desconhecida do retrato, Camille de Peretti; Palavras que tocam a alma, Benjamin Ferencz; Terra Americana, Jeanine Cummins. Outras referências: Isabel Allende: Casa dos Espíritos; O Amante Japonês. Recomendei: O Pintassilgo, Donna Tartt; Na Sombra do Teu Nome, Jodie Picoult; The Heart invisible’s furies, John Boyne; Lições de Química, Bonnie Garmus; Book of Lives, Margaret Atwood; Jeanine Cummins: Um Golpe no Céu; De volta a Casa. O que ofereci: Tremor, Emma Pattee. Os livros aqui: www.wook.pt O estúdio onde gravámos: https://guel.pt/

    3 Mar

    •
    38 min
  • #14 Inês Patrocínio

    22/03/2022

    3

    #14 Inês Patrocínio

    (*Esta conversa foi gravada antes do cenário actual de guerra.) A minha 1ª convidada sugerida pelos ouvintes. Boa surpresa, óptica conversa. Quem se lembra dos "Pen Friends"? A Inês tem a melhor história de sempre. Fiquei cheia de vontade de ler os livros que não conhecia. E obrigada por me recomendaram esta fã nr1 do Churchill, valeu a pena. Os livros sugeridos pela jurista e empresária: The Splendid and the Vile, Erik Larson; Uma Mulher sem Importância, Sonia Purnell; A Educação de Eleanor, Gail Honeyman.

    22/03/2022

    •
    31 min
  • У.Эрхбаяр: Альбер Камю Хөндлөнгийн хүн- Albert Camus  Stranger

    12/01/2020

    4

    У.Эрхбаяр: Альбер Камю Хөндлөнгийн хүн- Albert Camus Stranger

    Энэ удаагийн зочин уншигчаар Монгол телевизийн хөтлөгч, редактор У.Эрхбаяр оролцож #Нобелийн шагналт #Альбер_Камюгийн зохиол болох утга учиргүй аллага үйлдсэнийхээ төлөө цаазлуулахаар болсон нэгэн эр, шийтгүүлэхийнхээ өмнөх шөнө оюуны эрх чөлөөг эдэлж буй сонирхолтой сэдвийг хөндөх "Хөндлөнгийн хүн" туужийн тухай дүрэмгүй, хачиргүй, чөлөөтэй ярилцах болно.🎧🎧🎧 "Аливаа номыг бусадтай хуваалцахаас нааш тэрхүү номыг уншсанд бүү тооц" Donalyn Miller. Дэмжин ажиллагч: 📒 " Альфа Азиа" ХХК 📒 "Ногоон Стандарт"ХХК 📒 University of Oxford-Бүгдийг багтаасан "Healthy bag" сурагч цүнх. 🖥TV: TV6/ Univision 25, Skymedia 46/ 📖Youtube: Alpha Books Podcast 📖Facebook: Alpha Books Podcast 📖 Facebook: Alpha Store Mongolia 📖Instagram: Alpha Store Mongolia 🎧Podcast: Alpha Books Podcast 🎧 Castbox: Alpha Books Podcast 🎧 M plus : Alpha Books Podcast 🎧 Soundcloud: Alpha Books Podcast

    12/01/2020

    •
    39 min
  • Ep.138 - Miguel Cardoso

    2 MAR

    5

    Ep.138 - Miguel Cardoso

    Poeta e tradutor, Miguel Cardoso fez um mestrado em Estudos Ingleses na University of London e dá aulas em várias instituições. Da sua obra poética, assumidamente política e consciente do tempo histórico em que está inscrita, constam títulos como "Que se diga que vi como a faca corta", "Pleno Emprego", "Os Engenhos Necessários", "Fruta Feia", "À Barbárie Seguem-se os Estendais" ou "Quando Onde" (com Maria Lis), editados quase sempre em pequenas editoras: Mariposa Azual, Douda Correria, &Etc, Tigre de Papel. O seu livro mais recente, "Passageiros", acaba de ser lançado por outra microeditora, a Cutelo.    Miguel Cardoso trouxe para este programa as seguintes obras: "A Musa Irregular", de Fernando Assis Pacheco, Tinta da China"Vestuário contra as mulheres", de Anne Boyer, Cutelo (tradução de Miguel Cardoso)"Perseverança", de Serge Daney, The Stone and the Plot (tradução de Luís Lima) See omnystudio.com/listener for privacy information.

    2 Mar

    •
    53 min
  • Ep.137 - Irene Flunser Pimentel

    23 FEB

    6

    Ep.137 - Irene Flunser Pimentel

    Investigadora do Instituto de História Contemporânea, Irene Flunser Pimentel tem uma vasta bibliografia, com foco particular na ditadura do Estado Novo e na PIDE/DGS, mas também na história das mulheres e das organizações femininas, na II Guerra Mundial e na fuga dos judeus ao Holocausto, bem como na justiça política na transição para a democracia em Portugal. Em 2007, foi distinguida com o Prémio Pessoa. O seu livro mais recente é "Relações Perigosas - a cumplicidade da PIDE com as secretas internacionais", editado pela Temas e Debates.Irene Flunser Pimentel trouxe para este programa as seguintes obras: "As Origens do Totalitarismo", de Hannah Arendt, D. Quixote (tradução de Roberto Raposo)"O Pai Goriot", de Honoré de Balzac, Relógio D'Água (tradução de José Cláudio e Júlia Ferreira)"Ordinary Men - Reserve Police Battalion 11 and the Final Solution in Poland", de Christopher R. Browning, Penguin Books See omnystudio.com/listener for privacy information.

    23 Feb

    •
    36 min
  • Novas Competências Docentes Frente Às Novas Tecnologias Digitais Interativas (Trailer)

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    7

    Novas Competências Docentes Frente Às Novas Tecnologias Digitais Interativas (Trailer)

    Novas Competências Docentes Frente Às Novas Tecnologias Digitais Interativas

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    20 sec
  • Lavar as mãos com os talhantes. Uma conversa com Maria Leonor Figueiredo

    21 FEB

    8

    Lavar as mãos com os talhantes. Uma conversa com Maria Leonor Figueiredo

    Em tempos que talvez nem possam ser outra coisa senão uma pura efabulação, um desvio, uma desordem dessas para as quais nos viramos quando os sonhos se põem a lutar contra o mundo, chegávamos a um desses textos onde parecia que o intuito, todo o esforço em que alguém se empenhou, passava por “escrever páginas e páginas, enchê-las de pedras, de erva, de floresta, de céus, de movimentos das pessoas na rua, de vozes, de casas, do passado, do hoje, de quadros, de estátuas, de rios e de ondas e de copos e de frascos e de gesso branco no meu ateliê e de nuvens, criança deitada na liberdade…” (Alberto Giacometti). Seria um modo de um tipo vestir o mundo como uma segunda pele, resvalar consistentemente entre as coisas, ser de tal modo substantivo que deixava de se considerar um indivíduo. A solidão estava dispersa, absorta. Mas agora que os poetas também se consideram personagens essenciais da beleza publicitária, talvez até mais no momento em que se julgam separados da restante massa de gente, apenas vinculados a uma suposta autonomia das formas artísticas, regulando-se por outras leis num mundo que se encontra em todos os seus aspectos prostituído, é bom lembrar aquilo que notou Barthes, vincando como toda a publicidade dos produtos de beleza se baseia numa espécie de representação épica da intimidade. Num tempo em que os indivíduos se vêem transformados em seres abstractos, o modo como cada um enfatiza a sua realidade íntima, engrandecendo-a para costurar a mitologia patética de si mesmo, é assim que o discurso consegue alcançar a superfície, andar a par dessa superfície viva que é a pele, onde se organizam as miragens galopantes deste tempo, um discurso inteiramente absorvido pelas aparências, por fazer funcionar essa ordem de representações. Seres que são coisas, mas sem qualquer substância. Talvez por isso, naquele breve romance com esse título, Perec diz-nos que o inimigo passou a ser invisível… “Ou melhor, estava neles, tinha-os apodrecido, gangrenado, destruído. Eram os tansos da história. Pequenos seres dóceis, reflexos fiéis de um mundo que escarnecia deles. Estavam enterrados até ao pescoço num bolo de que nunca teriam mais do que migalhas.” Não damos já com esse orgulho dos monstros, que caíam nas zonas mais inesperadas “para revelar a entristecidos burgueses que a sua vida de todos os dias tem de raspão assassinos sedutores, ardilosamente guindados até ao seu sono, que eles atravessam por uma qualquer escada de serviço que não rangeu, armada em cúmplice” (Genet), e isto de modo a fazer explodir de aurora as sugestões dos seus crimes, como segredos entre os quais a língua se recompõe e parece respirar de novo, fazendo-se entender por gestos de tal modo vivos, e encarniçados, que parecem a um tempo absurdamente espontâneos e longamente premeditados. A partir de um certo momento o mal é a única forma de clareza que nos resta, e tem do seu lado toda a razão, toda essa razão que foi votada a uma existência clandestina por aqueles que quiseram livrar-se das suas próprias consciências. Bataille diz-nos que o interesse da obra de Genet não se deve à sua força poética, mas ao ensinamento que resulta das suas fraquezas. “Existe nos escritos de Genet qualquer coisa de frágil, de frio, de friável, que não detém necessariamente a admiração, mas que suspende a harmonia. A harmonia, o próprio Genet a recusaria, se por um erro indefensável lha quiséssemos aplicar. Esta comunicação que se esquiva, quando o jogo literário faz dela a exigência, pode deixar uma sensação de fingimento, e pouco importa se o sentimento de uma falta nos reenvia à consciência da fulguração que é a comunicação autêntica. Na depressão, resultante destas trocas insuficientes, em que se mantém uma divisória embaciada que nos separa, leitores, daquele autor, tenho a seguinte certeza: a humanidade não é feita de seres isolados, mas de uma comunicação entre eles; jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros: estamos mergulhados na comunicação, encontramo-nos reduzidos a essa comunicação incessante da qual, mesmo no fundo da solidão sentimos a ausência, enquanto sugestão de múltiplas possibilidades, como a espera de um momento em que ela se resolve num grito que outros ouvem. Porque a existência humana apenas é em nós, nesses pontos em que periodicamente se estabelece, linguagem gritada, espasmo cruel, riso louco, onde a harmonia nasce de uma consciência enfim partilhada da impenetrabilidade de nós mesmos e do mundo.” E se algum dos ditos ‘poetas’ nos segue, convinha que fixasse pelo menos isto, para nunca o esquecer: “jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros…, jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros”. Mas, hoje, tudo parece invertido, como se submetido a uma radiância de astros de luto, de tal modo que mesmo o desejo e o prazer estão novamente inscritos no quadro das formas de profanação e degradação íntima, por todo o lado vemos essa pressão de uma moral que se impõe em todos os aspectos da vida e leva a que as relações sexuais sejam “tematizadas como práticas altamente problemáticas, traumatizantes, das quais se arrisca sempre, ao aventurar-se nelas, sair-se ferido e, portanto, em relação às quais seria preciso estabelecer os processos necessários para poder obter uma reparação” (Geoffroy de Lagasnerie). Neste episódio entrelaçámos uma série de fios das conversas que vimos mantendo, e contámos com os impulsos e as sugestões de Maria Leonor Figueiredo, que além de ter desenvolvido estudos no campo literário e artístico, mantém desde há muito um compromisso com as lutas políticas deste tempo, e assinou na rede anticapitalista um conjunto de intervenções importantes sobre tantos destes temas. Em “a nova (des)ordem sexual: consentimento, trauma e identidade”, refere que, se falar mais sobre trauma trouxe conquistas inegáveis, e deu legitimidade a experiências antes silenciadas, criando novas formas de reconhecimento, por outro lado, também trouxe uma armadilha, que se prende com a transformação do trauma em identidade política. “A centralidade do trauma é também sintoma de uma época que transformou o sofrimento em capital simbólico e, portanto, em poder. Neste contexto, o espaço político tende a organizar-se em torno da competição por reconhecimento individual. O trauma deixa de ser uma experiência que exige transformação colectiva e passa a ser um selo de autenticidade.” Neste momento parece decisivo assinalar que, num esforço para compreender a metamorfose contemporânea das questões sexuais, não podemos perder de vista como, até há algumas décadas, esteve em campo uma forma de pensar a sexualidade como força de desestabilização, como energia capaz de corroer instituições, códigos e hierarquias. Em Barthes, o amor aparecia como um discurso marginal, uma fala que não encontrava lugar na linguagem dominante, e em Foucault, a sexualidade era inseparável das redes de poder que a produzem, classificam e administram, mas, depois da orgia, Baudrillard foi dos primeiros a dar-se conta de que o desejo começava já a dissolver-se numa cada vez mais acelerada e indiferente circulação de signos. O recuo actual não consiste, como tantas vezes se repete, num simples retorno à moral conservadora clássica, a um reconvir do puritanismo. O que se verifica é algo mais subtil: uma transformação da própria lógica da libertação sexual em dispositivo de controlo. A partir dos anos 60 e 70, a esquerda ocidental assumiu a descriminalização, a despatologização, a ampliação dos direitos sexuais como parte integrante do seu horizonte emancipatório. O combate contra a repressão jurídica e médica — contra a polícia dos corpos, contra o tribunal das perversões — era inseparável de uma crítica mais ampla ao capitalismo disciplinar. Mas, como mostrou Foucault, a sexualidade nunca foi apenas aquilo que o poder reprime, mas passava também por aquilo que o poder produz, organiza, incentiva a confessar. O paradoxo instala-se quando a energia crítica que denunciava a vigilância se converte ela própria em instância vigilante. A esquerda, que outrora suspeitava das categorias fixas e das identidades rígidas, passou a investir numa taxonomia minuciosa das posições subjectivas, numa ontologia de micro-identidades que exigem reconhecimento permanente. O gesto que visava libertar o desejo de normas opressivas transformou-se, assim, num gesto de reinscrição normativa: o comportamento desviante deixa de ser perseguido em nome da moral religiosa ou familiar, mas passa a sê-lo em nome de uma moral da protecção, da segurança, do dano potencial. A linguagem do pecado vê-se substituída pela linguagem do trauma e a figura do pecador pela do agressor, enquanto a denúncia pública, a exclusão simbólica, a penalização social, passam a engendrar uma nova forma de recriminação e regulação punitiva. Não se trata de negar a existência real de abusos ou violências, mas de observar como o campo sexual, que fora pensado como laboratório de liberdade, se converteu em campo privilegiado de policiamento discursivo. E se a suspeita generalizada se instala como norma, a ambiguidade, que foi sempre constitutiva do desejo e da busca pelo prazer, bem como o jogo de sedução, que sempre comportou risco e assimetria, são submetidos a protocolos quase administrativos. Neste ponto, Baudrillard ajuda-nos a compreender esta mutação, notando como a sexualidade contemporânea não tem sido tanto reprimida como hiperexposta, saturada de imagens, convertida em espectáculo permanente. A pornografia deixa de ser marginal e infiltra-se na publicidade, na moda, na política. O erotismo, q

    21 Feb

    •
    4h 47m
  • T4 #35 Tati Bernardi

    24 FEB

    9

    T4 #35 Tati Bernardi

    Andávamos desencontradas e valeu a espera, a escritora Tati Bernardi fala sobre livros que adorou e o papel que tiveram na sua vida (vídeo disponível no Youtube, já que a conversa foi via zoom). Os livros que a Tati escolheu: A Pediatra, Andrea Del Fuego; Mudar: Método, Edouard Louis (chega em Abril 2026 a Portugal); Complexo de Portnoy, Philiph Roth; O Lugar, Annie Ernaux. Outras referências: Edouard Louis: Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule; O Colapso; Quem Matou o meu Pai; História da Violência. A Escrita como uma Faca, Annie Ernaux; Vínculos ferozes, Vivian Gornick; Um Romance Russo, Emmanuel Carrère. Alguns dos livros que escreveu e estão em PT: Depois a Louca sou eu; Você Nunca Mais Vai Ficar Sozinha; Homem-Objeto e Outras Coisas Sobre Ser Mulher; A Boba da Corte. O que recomendei: No Jardim do Ogre, Leila Slimani; Sair da Nossa Impotência Política, Geoffroy de Lagasnerie; Trilogia de Copenhaga, Tove Ditlevsen; Amor estragado, Ana Bárbara Pedrosa; Giovana Madalosso: Suíte Tóquio; Tudo pode ser Roubado. A série que a Tati referiu: Feud: Capote vs. The Swans. Os livros aqui: www.wook.pt

    24 Feb

    •
    48 min
  • Hábito 7 - Afine o Instrumento

    04/03/2021

    10

    Hábito 7 - Afine o Instrumento

    Nesse episódio você conhecerá mais sobre a auto renovação. Como se renovar fisicamente, mentalmente, espiritualmente e emocionalmente.

    04/03/2021

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    7 min

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