Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias! Começamos pela tecnologia no esporte: a Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp) utilizou modelos estatísticos avançados e projetou, com êxito, o desfecho da Copa do Mundo de 2026. O algoritmo, que combina um modelo bayesiano com o método Dixon-Coles, apontou a Espanha como favorita ao título com 62,07% de probabilidade de vitória na final contra a Argentina. O sistema demonstrou alta precisão ao longo do torneio, antes mesmo do início da Copa, o algoritmo projetou os confrontos das semifinais e da final entre Espanha e Argentina, previsão que foi mantida nas atualizações realizadas durante o torneio que os Estados Unidos, o Canadá e o México sediaram. Além disso, o algoritmo também acertou o chaveamento das semifinais e 15 das 16 equipes que chegaram às oitavas de final. Os pesquisadores utilizaram dados de quase 3 mil partidas para simular os resultados e as probabilidades de cada confronto. Na sequência, o mercado automotivo: o seguro de carro ainda é considerado um item de luxo no Brasil, com 71% da frota nacional circulando sem qualquer proteção. Um levantamento da CNseg, que utiliza classificações da FGV Social, revela que cerca de 44 milhões de veículos não possuem cobertura contra roubo ou colisão. Embora a Classe C seja a principal consumidora do setor, representando 41% dos segurados, o custo das apólices, que varia entre 4% e 8% do valor do veículo, e a renda limitada da população são barreiras para a expansão. Para Alexandre Leal, diretor da CNseg, o mercado precisa de produtos mais personalizados para atender a essa parcela que já encara o seguro como parte do planejamento financeiro. E mais: os meandros da informalidade no Brasil. Um estudo dos economistas Roberto Olinto, Paulo Peruchetti e Rodolpho Tobler, da FGV, identifica a existência de um "núcleo duro" da informalidade, composto por 10 milhões de brasileiros em situação de extrema vulnerabilidade. Esse grupo, que ganha menos de R$ 2.486 mensais e não contribui para a Previdência, mantém-se estático há cinco anos, representando cerca de 10% da população ocupada. Para Rodolpho Tobler, é fundamental não tratar a informalidade como um bloco homogêneo, uma vez que diferentes perfis de trabalhadores exigem políticas públicas específicas e direcionadas para serem eficazes. 👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, Exame Online, Revista Auto Esporte Online 👉 Produção: Nícolas Queiros, Davi Afonso 👉 Foto de thumb: Reuteurs Radar Drops, os principais fatos do Brasil e do mundo, com curadoria do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias Este programa é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.