30 episodios

Toda semana Astrid Fontenelle, Monica Martelli, Pitty e Gaby Amarantos debatem sobre diversos assuntos, seja relacionamentos, saúde, filhos, política, economia, comida, sexo, trabalho ou espiritualidade, nada é tabu para as mulheres do Saia.

Saia Justa GNT

    • Cultura y sociedad

Toda semana Astrid Fontenelle, Monica Martelli, Pitty e Gaby Amarantos debatem sobre diversos assuntos, seja relacionamentos, saúde, filhos, política, economia, comida, sexo, trabalho ou espiritualidade, nada é tabu para as mulheres do Saia.

    Fica, vai ter aula! - com Ana Paula Araújo

    Fica, vai ter aula! - com Ana Paula Araújo

    Abandonar os estudos para trabalhar e ajudar nas contas da casa, para cuidar de filhos ou para assumir tarefas domésticas. Segundo o IBGE, das 50 milhões de pessoas com idades entre 14 e 29 anos, dez milhões, ou seja, 20% delas, não tinham terminado alguma das etapas da educação básica. O fantasma da evasão escolar fica ainda mais presente com a pandemia. A reflexão é urgente: Como fazer com que nossas crianças possam ter uma vida que lhes permita estudar? Quais as políticas públicas mais urgentes para diminuir esses números? Qual o impacto desses números no futuro do país?

    • 18 min
    Criatividade para saltar o abismo - com Christiane Torloni

    Criatividade para saltar o abismo - com Christiane Torloni

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, já alertou que a pandemia do novo coronavírus reverteu décadas de progresso na igualdade de gênero e nos direitos das mulheres. Sofrendo maiores pressões na vida pessoal e profissional, elas ainda fazem parte do grupo cuja taxa de pobreza deve aumentar, segundo relatório da ONU. Há quem aponte a “economia criativa” como uma das saídas para a desigualdade, já que nela muitas mulheres exercem seu lado empreendedora com flexibilidade de horários e espaços de trabalho. O fato é que, com amparo e redes de apoio deficitárias, a criatividade é o que tem salvado o dia de muitas mulheres e suas famílias, mesmo para as que estão no mercado de trabalho formal. Qual a marca de criatividade que cada mulher pode imprimir ao seu redor?

    • 15 min
    Violências contra a mulher - com Padre Julio Lancelotti

    Violências contra a mulher - com Padre Julio Lancelotti

    Nos últimos anos, a gente vem entendendo que se mete a colher, sim, em assuntos que antes eram tratados entre quatro paredes, por casais. Aprendemos a reconhecer os padrões de abuso, os relacionamentos tóxicos, a violência doméstica; e aprendemos que contra eles existe a Lei Maria da Penha e o telefone 180, pra denúncias. A pandemia e a quarentena nos confrontaram com a triste realidade das mulheres que se veem confinadas com seus agressores. O enfrentamento dessas violências sofridas pelas mulheres durante a pandemia é o foco de uma parceria da Globo e do GNT com a ONU Mulheres. “Violência Doméstica e Isolamento” chega hoje a sua segunda fase, e visa conscientizar sobre os sinais de que alguém é vítima de violência doméstica perto de você. Saiba que a violência pode não ser só física, mas, nem por isso, menos grave.

    • 28 min
    A importância da escuta - com Rita Lee

    A importância da escuta - com Rita Lee

    “E aí, tudo bem?” Muitas conversas começam assim, mas às vezes quem fez a pergunta não tem o tempo pra escutar nem interesse na resposta sincera. E às vezes, quem recebe a pergunta também não está preparada para falar, na real, o que está se passando. Na pandemia, mais do que nunca, é hora de “desnormalizar” esse “tudo bem?” e parar para ouvir, de verdade, o que cada um tem a dizer. Em casa, com os amigos ou no trabalho, um momento de empatia e honestidade pode mudar como nos sentimos, o que pensamos, até nossos planos. Estamos atentos ao que os outros nos dizem? É possível ouvir para além das palavras, ou seja, pelos comportamentos, posts e também pelo que os nossos amigos e familiares não estão dizendo?

    • 18 min
    Atenção de peixe - com Juliana Paes

    Atenção de peixe - com Juliana Paes

    Estamos cada vez mais dispersos e sem capacidade de concentração. Alguns especialistas dizem que temos atenção de um peixinho dourado, limitada a 9 segundos. E os tais “nativos digitais”, pessoas nascidas após 1980, que passaram a infância e adolescência em contato crescente com a tecnologia, são os mais atingidos pela perda paulatina da atenção. Especialistas apontam que a falta de atenção já afetou a forma como ouvimos música. Hoje em dia, garantem alguns, jovens ouvem música como quem navega no Tinder. Por isso, é preciso capturá-los nos primeiros cinco segundos. A incapacidade de concentração seria responsável até pela polarização do debate político e social, que se torna cada vez mais irracional e emotivo —uma vez que nos tornamos incapazes de refletir antes de emitir nossa opinião. Num mundo em que a capacidade de atenção é escassa, o que ainda prende nossa atenção?

    • 17 min
    Síndrome da cabana - com Fabiula Nascimento

    Síndrome da cabana - com Fabiula Nascimento

    Você sente aflição de se imaginar saindo na rua, no meio de uma multidão, ou entrando num ambiente fechado, cheio de gente? Quando você precisa sair de casa, sente uma tensão constante e fica exausto de preocupação? Você pode estar sofrendo da Síndrome da Cabana, um conjunto de sintomas conhecido dos psicólogos desde o começo do século 20, descrito por pessoas que passaram muito tempo afastadas de outros seres humanos, seja por vontade própria, seja por imposição. Mas ela inclui também um aumento no consumo de comidas gordurosas e mudanças radicais no ciclo de sono. O coronavírus no Brasil ainda não deu mostras de que retomaremos a rotina tão cedo. Mesmo assim, muita gente já está sofrendo por antecipação. Você já parou pra se imaginar retomando afazeres de sua “vida normal”? Você se imagina com mania de limpeza ou com medo de contato humano? Você sente algum tipo de aflição ao pensar na retomada da rotina? Como identificar se estamos com a Síndrome da Cabana?

    • 18 min

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