No 3 em 1 desta terça-feira (24), o destaque foi o ministro Alexandre de Moraes, do STF, que autorizou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar por 90 dias. A decisão considera o estado de saúde de Bolsonaro após quadro de pneumonia e estabelece uma série de restrições, como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de comunicação e controle rígido de visitas na residência. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a proibição de acampamentos, manifestações ou qualquer tipo de aglomeração em um raio de 1 quilômetro da residência de Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar. A medida faz parte das regras impostas na decisão que autorizou a domiciliar temporária do ex-presidente por 90 dias, com monitoramento e restrições de visitas. Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que autorizou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL) por 90 dias, filhos e aliados do ex-presidente se manifestaram nas redes sociais. Os comentaristas analisaram se a mudança na relatoria do caso Banco Master pode ter alterado o ambiente no STF. O processo saiu de Dias Toffoli e passou para André Mendonça. Analistas avaliam que o avanço das investigações mudou o clima em Brasília. No debate, surgiu a hipótese de impacto na decisão que concedeu domiciliar a Jair Bolsonaro. O Irã negou qualquer acordo de cessar-fogo e segue lançando ataques contra Israel, apesar das declarações de Donald Trump sobre uma possível trégua. Enquanto isso, Israel intensificou a ofensiva contra posições do Hezbollah no sul do Líbano. A escalada militar aumenta as tensões no Oriente Médio e levanta dúvidas sobre uma possível ampliação do conflito. Após a desistência de Ratinho Júnior (PSD) da disputa presidencial, o presidente do PSD, Gilberto Kassab (PSD), afirmou que a definição do candidato do partido será tomada por critérios políticos. Os nomes em discussão são os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSDB). Kassab disse que ambos são quadros qualificados e que a decisão final deve ocorrer até o fim do mês. O senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que é “mentira” dizer que o presidente Lula (PT) foi inocentado. Durante declaração, Moro disse que Lula teve condenações confirmadas em diferentes instâncias da Justiça e criticou a narrativa de que o presidente teria sido declarado inocente. A fala ocorreu em meio ao debate político sobre as decisões judiciais relacionadas à Operação Lava Jato. O presidente Lula (PT) sancionou o chamado “PL Antifacção”, que cria um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil. O texto endurece penas para integrantes de facções criminosas, mas dois pontos aprovados pelo Congresso foram vetados. A decisão gerou debate político sobre o alcance das mudanças na nova lei. Em entrevista ao 3 em 1, o deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP), relator do PL Antifacção na Câmara, criticou os vetos do presidente Lula ao projeto que endurece penas contra o crime organizado. Derrite afirmou que os trechos vetados enfraquecem o combate às facções e disse que o Congresso deve trabalhar para derrubar as decisões presidenciais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices