Economia Falada

Ricardo Amorim

Comentários, insights, entrevistas e palestras do economista Ricardo Amorim.

  1. HACE 1 DÍA

    Shot Econômico #543- O sonho paraguaio

    Esqueça a imagem de Ciudad del Este dos anos 90. O Paraguai está atraindo um número recorde de brasileiros e o perfil mudou drasticamente: agora, quem chega com as malas são os empresários. O motivo? Uma matemática simples e brutal. Brasil: carga tributária de +32% do PIB. Complexa, crescente e imprevisível. Paraguai: sistema 10-10-10. (10% de imposto de renda, 10% para empresas, 10% sobre consumo). Simples, direto e baixo. O resultado é óbvio: no Paraguai, sobra mais dinheiro no bolso de quem trabalha e mais lucro no caixa de quem empreende. Gigantes como Lupo e Riachuelo já entenderam a conta e produzem por lá. Enquanto o Brasil discute como aumentar a arrecadação, o país vizinho atrai investimentos com a fórmula mais antiga do mundo: não atrapalhar quem produz. Conclusão impactante: o capital, assim como o talento, não tem pátria. Ele vai para onde é mais bem tratado. A fuga de cérebros e empresas não é uma traição, é uma consequência, e o Paraguai está nos dando uma aula sobre isso. #paraguai #economia #brasil #impostos #ricardoamorim #vp #video #proprios #3m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

    4 min
  2. HACE 1 DÍA

    Shot Econômico #541- Um trabalhador de multinacional produz o equivalente a 17 outros trabalhadores brasileiros

    EUm trabalhador de uma multinacional no Brasil produz o mesmo que 17 trabalhadores de empresas nacionais. Repito: DEZESSETE. Este é o dado que deveria estar no centro de todos os debates sobre o futuro do país. Empresas estrangeiras empregam apenas 3,2% da nossa força de trabalho, mas geram 35% do nosso PIB. Isso não é um milagre. É o poder da tecnologia, de máquinas eficientes, técnicas de gestão modernas e, principalmente, de uma economia aberta. Enquanto a Ásia surfou a onda da globalização e enriqueceu (a Coreia do Sul, que tinha uma renda per capita parecida com a nossa em 1980, hoje tem uma renda 3x maior), o Brasil escolheu se fechar. O resultado está aí: uma produtividade teimosamente baixa. Abrir a economia não significa “destruir a indústria nacional” e sim atrair investimentos, tecnologia e know-how que elevam o jogo para TODOS. Países ricos não enriqueceram se escondendo do mundo, mas competindo nele. A pergunta que fica não é como “proteger” o Brasil, mas até quando vamos continuar pagando o preço altíssimo de manter o Brasil fechado e atrasado? #empresas #negocios #brasil #economia #ricardoamorim #vp #video #proprios #2m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

    3 min
  3. HACE 2 DÍAS

    Shot Econômico #540- Um país grisalho e não é só o meu cabelo.

    Seu cabelo não é o único ficando grisalho. O Brasil inteiro está. E isso é um alerta vermelho para a nossa economia. Em menos de 15 anos, perdemos 10 milhões de jovens. Em 2012, quase metade da população tinha menos de 30 anos. Hoje, são apenas 41%. Ao mesmo tempo, o número de idosos com mais de 60 anos saltou de 11% para 17%. O nome disso? Fim do bônus demográfico. Menos gente trabalhando, mais gente precisando de suporte. A conta simplesmente não fecha. A partir de 2035 — daqui a menos de 10 anos — teremos mais pessoas se aposentando do que entrando no mercado de trabalho. Sem uma mudança radical, o resultado é previsível: queda na produção, menos riqueza e um sistema previdenciário à beira do colapso. A solução não é mágica, é estratégica. A única saída é um investimento brutal em produtividade: tecnologia, automação com IA, robôs e, principalmente, qualificação profissional. Não é uma questão de “se”, mas de “quando” vamos encarar essa realidade de frente. O futuro do Brasil depende de tornarmos cada trabalhador exponencialmente mais produtivo. A questão é: estamos prontos para abandonar o modelo antigo e abraçar a única saída que nos resta? #brasil #demografia #economia #jovens #idosos #ricardoamorim #vp #video #proprios #2m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

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  4. HACE 2 DÍAS

    Shot Econômico #539- A hora e a vez das cidades médias

    Esqueça as grandes capitais. O verdadeiro motor de crescimento do Brasil não está mais no caos das metrópoles, mas no coração do país. Uma revolução silenciosa está acontecendo, e as cidades médias são o seu epicentro. Enquanto São Paulo e Rio de Janeiro encolhem, perdendo moradores para o trânsito, a violência e o custo de vida insano, um novo Brasil floresce no interior. Os motivos? 1. Qualidade de Vida: tempo é o novo luxo. Em muitas cidades médias, o trajeto para o trabalho leva menos de 30 minutos. Em São Paulo, você gasta isso procurando uma vaga. 2. A Potência do Agro: desde 2001, o superávit do nosso agronegócio cresceu quase 20 VEZES, injetando uma vitalidade econômica sem precedentes no interior e criando um ciclo virtuoso de empregos e oportunidades. O resultado? Cidades como Ribeirão Preto, Sorriso e Luís Eduardo Magalhães explodem em população e investimentos. Mais moradores geram mais consumo, construção, serviços, saúde e educação. Um novo Eldorado. 39% dos moradores dessas cidades planejam reformar seus imóveis nos próximos 12 meses. Construtoras, varejistas e prestadores de serviço: a oportunidade é gigantesca. Essa não é uma tendência passageira, é uma reconfiguração demográfica e econômica do Brasil. O futuro é interior. #cidades #interior #capitais #economia #ricardoamorim #vp #proprios #video #2m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

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  5. 13 MAY

    Shot Econômico #538- Brasil, o país do cafezinho

    Exportamos nosso café, o melhor do mundo, em grãos. Depois, importamos o mesmo café em cápsulas, pagando até 37 VEZES mais caro. É o equivalente a vender minério de ferro e importar carros de luxo. Uma sangria de valor que nos custa bilhões. Mas o jogo está prestes a virar. Com a Reforma Tributária, a desculpa da complexidade fiscal para não industrializar aqui está com os dias contados. Temos a faca e o queijo na mão para deixar de ser o “país do cafezinho” e nos tornarmos a “potência do café”. Pense no Chile: eles pararam de só vender uvas e passaram a vender vinhos cobiçados mundialmente. Geraram mais riqueza, empregos e prestígio com a mesma matéria-prima. Essa é a oportunidade de uma década para o Brasil fazer o mesmo, não só com o café, mas com toda a nossa produção agrícola. A próxima década não será sobre o quanto colhemos, mas sobre o quanto transformamos. O futuro da economia brasileira não está mais no campo, mas na fábrica ao lado dele. #industria #cafe #industrializaçao #brasil #reformatributaria #ricardoamorim #video #vp #proprios #3m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

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  6. 12 MAY

    Shot Econômico #537- Renda das famílias após pagamento de impostos, dívidas e juros: menor desde 2011

    Se o desemprego está na mínima histórica e os salários sobem, por que todo mundo parece estar com a corda no pescoço? Bem-vindo ao principal paradoxo da economia brasileira atual. A renda disponível das famílias, aquilo que sobra depois dos impostos, dívidas e juros, despencou para o menor nível desde 2011. Hoje resta apenas 21% da renda para o consumo além do essencial. Em 2011, eram 27%. Onde está o problema? Em dois lugares: impostos e dívidas. O peso dos gastos públicos se traduz em mais impostos, e o custo do endividamento (financiamentos e cartão de crédito, por exemplo) consome uma fatia cada vez maior do orçamento. Na prática: entra mais dinheiro no seu bolso, mas sai ainda mais. Você corre mais rápido para ficar no mesmo lugar. A queda da Selic pode trazer um alívio temporário, mas não resolve o problema estrutural. Enquanto o governo gastar demais, a conta sempre será empurrada para as famílias na forma de impostos e juros altos. Entender esse paradoxo é crucial. Os indicadores macro podem estar sorrindo, mas a realidade financeira da maioria das pessoas está chorando. Quem paga a conta no final somos sempre nós. #renda #empregos #economia #desemprego #ricardoamorim #video #proprios #vp #2m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

    3 min
  7. 11 MAY

    Shot Econômico #536- Os pedreiros sumiram.

    A construção civil já representa 6,2% do PIB brasileiro, movimenta mais de R$ 1 trilhão por ano, gera obras, empregos e demanda crescente. O problema? Faltam trabalhadores. E isso não é um detalhe: é uma transformação estrutural no mercado de trabalho. Transferência de renda reduziu a oferta de mão de obra em regiões de salários mais baixos. Nos grandes centros, aplicativos oferecem mais flexibilidade. A taxa de fecundidade despencou, especialmente no Sul e Sudeste, reduzindo a entrada de jovens no mercado e, com mais escolaridade, cada vez menos pessoas aceitam trabalhos pesados por salários menores. O mercado está mudando rápido. Flexibilidade e menor desgaste físico passaram a pesar mais do que estabilidade tradicional para muita gente. A solução de longo prazo não é torcida. É automação, tecnologia e robotização. Há um século, motores aposentaram cavalos em menos de 10 anos. Nos próximos 10, robôs vão substituir grande parte do trabalho braçal. #construcaocivil #economia #tecnologia #emprego #inovação #brasil #ricardoamorim #video #vp #proprios #2m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails   MINHAS REDES SOCIAIS:   – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   – Youtube: http://bit.ly/youtubericam   – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br     COTAR PALESTRA:   Clique aqui e fale com a minha equipe.   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

    3 min

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