Devocional Alegria Inabalável

Ministério Fiel

Solid Joys é um devocional diário por John Piper. Estes breves e profundos devocionais buscam alimentar sua alegria em Jesus todos os dias do ano.

  1. 2D AGO

    3 de Março - Deus opera através de bons propósitos

    Deus opera através de bons propósitos Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé. (2 Tessalonicenses 1.11) Buscar o poder de Deus para cumprir nossos bons propósitos não significa que nós realmente não decidimos ou que realmente não usamos o poder da vontade. O envolvimento do poder de Deus nunca toma o lugar do envolvimento da nossa vontade! O poder de Deus na santificação nunca nos torna passivos! O poder de Deus se estabelece por baixo, por trás ou dentro de nossa vontade, não em lugar de nossa vontade. A evidência do poder de Deus em nossas vidas não é a ausência de nossa vontade, mas a força de nossa disposição. Qualquer um que diga: “Bem, eu creio na soberania de Deus e por isso vou apenas sentar e não fazer nada”, realmente não crê na soberania de Deus. Pois por que alguém que crê na soberania de Deus lhe desobedeceria tão descaradamente? Quando você se senta para não fazer nada, não está sem fazer nada. Você está ativamente envolvendo sua vontade em uma decisão de sentar-se. E se essa é a forma como você lida com o pecado ou tentação em sua vida, isso é desobediência flagrante, porque somos ordenados a combater um bom combate (1 Timóteo 1.18), resistir ao diabo (Tiago 4.7) e seguir a santificação (Hebreus 12.14). Esse versículo diz que é pelo poder de Deus que nós cumpriremos nosso bom propósito e nossa obra de fé. Porém, isso não anula o significado da palavra “propósito” e da palavra “obra”. Parte de todo o processo de caminharmos de modo digno do chamado de Deus é o engajamento ativo de nossa vontade ao propor agir com justiça. Se você tem pecado persistente em sua vida, ou se continua negligenciando alguma boa obra, só porque tem esperado ser salvo sem lutar, você está agravando a sua desobediência. Deus nunca se manifestará com poder em sua vontade em qualquer outra forma além de um bom propósito que você faz e mantém. Assim, as pessoas que creem na soberania de Deus não devem temer envolver as suas vontades na luta pela santidade. “Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão” (Lucas 13.24).

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  2. 3D AGO

    2 de Março - Arme-se com promessas

    Arme-se com promessas Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus. (Mateus 5.8) Quando Paulo diz para mortificarmos os feitos do corpo “pelo Espírito” (Romanos 8.13), eu considero que ele quer dizer que devemos usar a única arma na armadura do Espírito que é usada para matar. Ou seja, a espada, a qual é a palavra de Deus (Efésios 6.17). Assim, quando o corpo está prestes a ser levado a uma ação pecaminosa por algum medo ou desejo, devemos pegar a espada do Espírito e matar esse medo e desejo. Em minha experiência, isso significa principalmente cortar a raiz da promessa do pecado pelo poder de uma promessa superior. Assim, por exemplo, quando começo a desejar algum prazer sexual ilícito, a espada que muitas vezes cortou a raiz desse prazer prometido é: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8). Eu me lembro de prazeres que provei ao contemplar a Deus mais claramente a partir de uma consciência pura; e lembro-me da brevidade, superficialidade e amargor opressivo dos prazeres do pecado, e com isso, Deus matou o poder conquistador do pecado. Ter consigo promessas que se adequem à tentação do momento é uma chave para a guerra eficaz contra o pecado. Porém, há momentos em que não temos em nossas mentes uma palavra de Deus perfeitamente adequada. E não há tempo para buscar na Bíblia uma promessa feita sob medida. Então, todos nós precisamos ter um pequeno arsenal de promessas gerais prontas para usarmos sempre que o medo ou desejo ameaçam nos desviar. Esteja constantemente aumentando o seu arsenal de promessas. Mas nunca perca de vista aquelas poucas promessas preciosas que Deus abençoou em sua vida. Faça as duas coisas. Esteja sempre pronto com a antiga. E todas as manhãs busque uma nova para ter consigo durante o dia.

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  3. 4D AGO

    1 de Março – De onde vem nosso consolo

    De onde vem nosso consolo Eles, porém, clamavam: Fora! Fora! Crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos rei, senão César! Então, Pilatos o entregou para ser crucificado. (João 19.15-16) A autoridade de Pilatos para crucificar Jesus não o intimidou. Por que não? Não porque Pilatos estava mentindo. Não porque ele não tinha autoridade para crucificar Jesus. Ele o crucificou. Antes, essa autoridade não intimidou Jesus porque ela era derivada. Jesus disse: “ela te foi dada de cima”. O que significa que é realmente autoritativa. Não menos, porém mais. Então, como isso não é intimidante? Pilatos não somente tem autoridade para matar Jesus. Ele tem autoridade dada por Deus para matá-lo. Isso não intimida Jesus porque a autoridade de Pilatos sobre ele está subordinada à autoridade de Deus sobre Pilatos. Jesus recebe seu consolo nesse momento não porque a vontade de Pilatos é impotente, mas porque a vontade de Pilatos é guiada. Não porque Jesus não está nas mãos temíveis de Pilatos, mas porque Pilatos está nas mãos do Pai de Jesus. Isso indica que nosso consolo não vem da impotência dos nossos inimigos, mas do governo soberano do nosso Pai sobre o poder deles. Esse é o ponto de Romanos 8.35-37. A tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo e a espada não podem nos separar de Cristo, porque “em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8.35-37). Pilatos (e todos os adversários de Jesus — e nossos) intentaram o mal. Porém, Deus o tornou em bem (Gênesis 50.20). Todos os inimigos de Jesus se uniram com a autoridade que Deus lhes deu “para fazerem tudo o que a mão [de Deus] e o propósito [de Deus] predeterminaram” (Atos 4.28). Eles pecaram. Mas, por meio de seu pecado, Deus salvou. Portanto, não se intimidem com seus adversários que só podem matar o corpo. Não apenas porque isso é tudo o que eles podem fazer (Lucas 12.4), mas também porque isso é feito sob a mão vigilante do seu Pai. “Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lucas 12.6-7). Pilatos tem autoridade. Herodes tem autoridade. Soldados têm autoridade. Satanás tem autoridade. Mas ninguém é independente. Toda a autoridade deles é derivada. Tudo isso é subordinado à vontade de Deus. Não tema. Você é precioso para o seu soberano Pai. Muito mais precioso do que os pássaros que não são esquecidos.

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  4. 5D AGO

    28 de Fevereiro - Decisiva e completamente justificado

    Decisiva e completamente justificado. Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. (Romanos 8.33) Paulo poderia ter dito aqui: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?”, e depois ter respondido: “Ninguém! Nós somos justificados”. Isso é verdade. Porém, não foi isso que ele disse. Em vez disso, ele responde: “É Deus quem os justifica”. A ênfase não está no ato, mas nAquele que pratica o ato. Por quê? Porque no mundo dos tribunais e das leis de onde vem essa linguagem, a absolvição de nosso juiz poderia ser anulada por alguém superior. Assim, de que vale um juiz local o absolver quando você é culpado, se um governador tem o direito de lhe acusar novamente? E de que vale um governador o absolver quando você é culpado, se o imperador pode lhe condenar? Então, esse é o ponto: Acima de Deus, não há tribunais superiores. Se Deus é aquele que lhe absolve — que declara que você é justo aos seus olhos — ninguém pode apelar, ninguém pode pedir uma anulação, ninguém pode buscar outras acusações contra você. A sentença de Deus é decisiva e completa. Portanto, ouçam isto, todos os que crerão em Jesus, serão unidos a Cristo e mostrarão estar entre os eleitos: Deus é quem lhes justifica. Não um juiz humano. Não um grande profeta. Nem um arcanjo do céu. Mas Deus, o criador do mundo, o dono de todas as coisas e governador do universo e de cada molécula e pessoa nele, Deus é quem lhes justifica. A suma: segurança inabalável em face de terrível sofrimento. Se Deus é por nós, ninguém pode ser contra nós. Se Deus deu seu Filho por nós, ele nos dará tudo o que for bom para nós. Se Deus é quem nos justifica, não pode haver nenhuma acusação contra nós.

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  5. 5D AGO

    29 de Fevereiro - Cinco recompensas pela generosidade

    Cinco recompensas pela generosidade. Compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade. (Romanos 12.13) Quais são as recompensas se nós confiamos nas promessas de Deus, damos generosamente e abrimos nossos lares uns aos outros e aos necessitados? 1. O sofrimento dos santos será aliviado ou pelo menos diminuído. Isso é o que este versículo quer dizer quando afirma: “Compartilhai as necessidades dos santos”. Nós levantamos um fardo, aliviamos o estresse e damos esperança. E isso é uma recompensa! 2. A glória de Deus é demonstrada. Mateus 5.16: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. Casas generosas e receptivas manifestam a glória, bondade e excelência de Deus em sua vida. A razão pela qual Deus nos dá dinheiro e lares é para que, pela maneira como os usamos, as pessoas possam ver que eles não são o nosso Deus, mas que Deus é o nosso Deus e tesouro. 3. Mais ações de graças são dadas a Deus. 2 Coríntios 9.12: “O ministério dessa assistência não apenas supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus”. Deus nos deu dinheiro e casas não apenas para que sejamos agradecidos, mas para que por meio de nossa generosidade e hospitalidade muitas pessoas sejam gratas a Deus. 4. Nosso amor por Deus e seu amor por nós é confirmado. 1 João 3.17: “Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?”. Em outras palavras, quando damos generosamente e abrimos nossas casas, o amor de Deus é confirmado em nossas vidas. Nós somos verdadeiros. Nós não somos falsos cristãos. 5. Finalmente, depositamos um tesouro no céu. Lucas 12.33-34: “Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus... porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. As casas generosas e receptivas estão próximas do centro da vida em Cristo. As razões pelas quais não abrimos nossos talões de cheques e nossos lares tão frequentemente como deveríamos estão enraizadas na escravidão do medo e da ganância. O remédio é o prazer da presença de Cristo e a certeza de sua promessa: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Filipenses 4.19). Nossa recompensa é a demonstração da glória de Deus, o bem dos outros e a alegria de entesourar em Cristo para sempre. Portanto, exorto-lhes: “Compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade”.

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  6. 6D AGO

    27 de Fevereiro - Efeitos radicais da ressurreição

    Efeitos radicais da ressurreição Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (1 Coríntios 15.19) Paulo conclui a partir dos seus perigos a toda hora, sua morte diária e sua luta com feras que a vida que ele escolheu ao seguir a Jesus é tola e infeliz se ele não ressuscitar dentre os mortos. Se a morte fosse o fim de tudo, ele diz: “comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (1 Coríntios 15.32). Isso não significa: Tornemo-nos todos glutões e bêbados. Eles são infelizes ​​também — com ou sem a ressurreição. Paulo quer dizer: Se não há ressurreição, o que faz sentido é a moderação para maximizar os prazeres terrenos. Porém, não é isso o que Paulo escolhe. Ele escolhe o sofrimento, porque escolhe a obediência. Na sua conversão, quando Ananias veio a ele com as palavras do Senhor Jesus: “Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (Atos 9.16), Paulo aceitou isso como parte do seu chamado. Como Paulo poderia fazer isso? Qual era a fonte dessa obediência radical? A resposta é dada em 1 Coríntios 15.20: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem”. Em outras palavras, Cristo ressuscitou e eu ressuscitarei com ele. Portanto, nenhum sofrimento por Jesus é vão (1 Coríntios 15.58). A esperança da ressurreição mudou radicalmente a forma como Paulo viveu. Isso o libertou do materialismo e do consumismo. Isso lhe deu o poder de viver sem coisas que muitas pessoas sentem que precisam ter nessa vida. Por exemplo, embora tivesse o direito de se casar (1 Coríntios 9.5), ele renunciou a esse prazer porque foi chamado a suportar muito sofrimento. Essa é a maneira como Jesus disse que a esperança da ressurreição deve mudar nosso comportamento. Por exemplo, ele nos disse para convidar para nossas casas pessoas que não podem nos retribuir nessa vida. Como somos motivados a fazer isso? “Tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos” (Lucas 14.14). Esse é um apelo radical para que examinemos nossa vida presente para ver se ela é moldada pela esperança da ressurreição. Nós tomamos decisões com base no ganho nesse mundo ou no mundo porvir? Arriscamo-nos pelo amor que só pode ser tido como sábio se houver uma ressurreição? Que Deus nos ajude a nos dedicarmos novamente, por toda a vida, de modo que a ressurreição tenha seus efeitos radicais.

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  7. FEB 26

    26 de Fevereiro - Quando Deus se torna 100% por nós

    Quando Deus se torna 100% por nós ...entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. (Efésios 2.3) Toda a ira de Deus e toda a condenação que nós merecemos foram derramadas sobre Jesus. Todas as exigências da perfeita justiça de Deus foram cumpridas por Cristo. No momento em que vemos esse Tesouro (pela graça!) e o recebemos dessa forma, sua morte é contada como a nossa morte, sua condenação como nossa condenação, sua justiça como nossa justiça, e Deus se torna 100% irrevogável e eternamente favorável a nós naquele instante. A questão que isso deixa sem resposta é: “A Bíblia não ensina que na eternidade Deus estabeleceu o seu favor sobre nós na eleição?”. Em outras palavras, pessoas pensativas questionam: “Será que Deus se tornou 100% por nós somente no momento da fé, da união com Cristo e da justificação? Ele não se tornou 100% por nós no ato da eleição antes da fundação do mundo?”. Paulo diz em Efésios 1.4-5: “Assim como [Deus] nos escolheu, nele [em Jesus], antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo”. Então, Deus não é 100% pelos eleitos desde a eternidade? A resposta depende do significado de “100%”. Com o termo “100%” estou tentando assegurar uma verdade bíblica encontrada em várias passagens da Escritura. Por exemplo, em Efésios 2.3, Paulo diz que os cristãos eram “filhos da ira” antes de serem vivificados em Cristo Jesus: “Todos nós andamos outrora [entre os filhos da desobediência], segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais”. Paulo está dizendo que antes da regeneração a ira de Deus estava sobre nós. Os eleitos estavam sob ira. Isso mudou quando Deus nos vivificou em Cristo Jesus e nos despertou para vermos a verdade e beleza de Cristo, para que o recebêssemos como aquele que morreu por nós e como aquele cuja justiça é imputada como nossa, devido à nossa união com Jesus. Antes que isso ocorresse conosco, estávamos sob a ira de Deus. Então, por causa da fé em Cristo e da união com ele, toda a ira de Deus foi removida e Deus então se tornou, nesse sentido, 100% por nós. Portanto, alegre-se na verdade de que Deus o preservará. Ele o conduzirá até o fim porque, em Cristo, ele é 100% por você. E, portanto, perseverar até o fim não faz Deus ser 100% por você. Esse é o efeito do fato de que ele já é 100% por você.

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