SuinoCast · by PPGVET

Wisenetix Brasil

O SuinoCast foi fundado em Junho de 2012 pelo Dr. Márcio Gonçalves com o objetivo de proporcionar uma ferramenta de educação continuada para os momentos que os profissionais da Suinocultura passam na estrada, o que cria uma grande oportunidade para se atualizar e escutar as novas tendências do mercado de suínos.

  1. 4d ago

    INSPIRAÇÃO E DEDICAÇÃO AO BEM-ESTAR ANIMAL NO BRASIL – Charli Ludtke, diretora técnica da ABCS | Ep. 395

    Na suinocultura, bem-estar animal deixou de ser pauta acessória e passou a ser requisito de mercado, instrumento de segurança jurídica e vetor de eficiência produtiva. Neste episódio da série “Bem-Estar Animal nas Instituições”, a Dra. Charli Beatriz Ludtke, diretora técnica da ABCS, revela os bastidores da inovação que levaram o Brasil de uma IN de abate obsoleta à IN 113, primeira norma de bem-estar da suinocultura: transição para gestação coletiva, substituição de manejos dolorosos, quarentena oficial de Cananéia e sensores para inspeção diária. “A gente não escreve uma norma. A gente faz validações, testa, conta com o apoio de muitos profissionais.” — Charli Beatriz Ludtke Dra. Charli Beatriz Ludtke é médica-veterinária pela UFPel, mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos e doutora em Medicina Veterinária pela UNESP, com foco em bem-estar animal e qualidade da carne suína. Aperfeiçoou-se na Universidade de Bristol e, na WSPA, coordenou o Programa Nacional de Abate Humanitário (Steps), que capacitou mais de 7 mil profissionais em 380 frigoríficos. Atuou no MAPA, representou o Brasil no comitê latino-americano de bem-estar da OIE e hoje é diretora técnica da ABCS. Episódio: INSPIRAÇÃO E DEDICAÇÃO AO BEM-ESTAR ANIMAL NO BRASIL – Charli Ludtke, diretora técnica da ABCS Podcast: SuinoCast (Instagram)Apresentador: Cleandro Pazinato Dias (LinkedIn)Convidada: Charli Beatriz Ludtke 🎧 Neste episódio: (00:37) Apresentação da Dra. Charli Beatriz Ludtke(07:48) Temple Grandin e o primeiro curso de bem-estar em frigorífico(12:19) WSPA e a estruturação do abate humanitário no Brasil(19:23) IN 3/2000 obsoleta e a ida para o MAPA(22:53) Transição para gestação coletiva(27:24) O produtor que engavetou o projeto de gaiolas(32:58) Normas, mercados e segurança jurídica(45:06) Quarentena oficial de Cananéia(52:57) Tecnologia, sensores e mão de obra nas granjas(1:03:14) Mensagem final da Dra. Charli🤝 O SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: MSD Saúde AnimalPegasus ScienceNovonesisSunhyAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVET📲 Siga o SuinoCast nas redes sociais: Linktree do SuinoCast

    INSPIRAÇÃO E DEDICAÇÃO AO BEM-ESTAR ANIMAL NO BRASIL – Charli Ludtke, diretora técnica da ABCS | Ep. 395
  2. Oct 21

    PROJETO PORCO MOURA NO BRASIL - Dr. Marson Bruck Warpechowski | Ep. 394

    A suinocultura brasileira guarda uma genética que nenhum programa industrial consegue replicar, e ela está se perdendo dia a dia. Neste episódio, Marson Bruck Warpechowski (UFPR) abre os bastidores da inovação do Projeto Porco Moura: raças crioulas que não descendem de raças europeias, mas de rebanhos ibéricos chegados em 1494 e 1532 e moldados por 400 anos de seleção em sistemas tradicionais como o Faxinal. Do ciclo da banha à IN 19/2002, que na visão dele decretou a extinção oficial das raças nativas, um debate sobre patrimônio genético, terroir e alto valor agregado que transforma toda a cadeia. "A riqueza não está no porco-moura. A riqueza está em conhecer o que tem na tua região." — Dr. Marson Bruck Warpechowski Marson Bruck Warpechowski é zootecnista pela Universidade Federal de Santa Maria (1994), mestre (1996) e doutor (2005) em Zootecnia pela UFRGS, com doutorado sanduíche no INRA, em Saint-Gilles, França. É Professor Associado da UFPR, onde coordena o LABSISZOOT, o Projeto de Extensão Porco Moura e o Centro de Criação de Suínos da Raça Moura da Fazenda Experimental do Canguiri. Atua em suinocultura, modelagem dinâmica, nutrição, conservação de raças crioulas e qualidade de carne. Episódio: PROJETO PORCO MOURA NO BRASIL - Dr. Marson Bruck Warpechowski SuinoCastApresentador: Dr. Vinícius Cantarelli (LinkedIn)Convidado: Dr. Marson Bruck Warpechowski (LinkedIn) 📌 Neste episódio: 00:00 — Abertura e apresentação do convidado e do tema05:28 — O rebanho de conservação da UFPR, o sistema faxinal e a origem ibérica dos porcos brasileiros23:44 — Berkshire, 1875: por que as raças crioulas não descendem de raças europeias35:51 — A genética crioula como reserva para os desafios futuros da produção43:05 — Porco Moura nos cardápios de Curitiba e o evento Porcadeiros45:36 — O ciclo da banha: quando o porco movia a economia brasileira55:51 — Antes de começar: conhecer o que é da sua região e o caso da goiaba serrana1:03:50 — Canastra, canastrão e a IN 19/20021:09:47 — A rede de guardiões: a riqueza está aí, basta abrir os olhos1:19:01 — Encerramento: música raiz e mensagem final do convidado🤝 O SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: MSD Saúde AnimalPegasus ScienceNovonesisSunhyAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVET📲 Siga o SuinoCast nas redes sociais: linktr.ee/suinocast_

    PROJETO PORCO MOURA NO BRASIL - Dr. Marson Bruck Warpechowski | Ep. 394
  3. Oct 14

    BEM-ESTAR ÚNICO NA SUINOCULTURA - Dr. Filipe Antônio Dalla Costa | Ep. 393

    A genética elevou a prolificidade suína de 6-7 para mais de 35 leitões por parto, mas o desafio pós-desmame só cresceu e é aí que o bem-estar único vira estratégia produtiva. Neste episódio, o Dr. Filipe Antônio Dalla Costa, coordenador técnico de Bem-Estar Animal da MSD Saúde Animal, mostra como a vacinação sem agulha reduz abcessos e contaminação cruzada, e revela o dado da Embrapa: a presença de um técnico no embarque reduz em 40 vezes as perdas com animais mortos ou fraturados. Inovar é desafiar o status quo e este episódio mostra como isso transforma toda a cadeia. “O simples fato de ter um técnico observando o manejo de embarque dos suínos reduz 40 vezes a chance de perdas com o animal cansado, morto ou fraturado.” — Dr. Filipe Antônio Dalla CostaDr. Filipe Antônio Dalla Costa é Médico Veterinário formado pela UDESC (2013), mestre e doutor em Zootecnia pela UNESP (2016/2020). Pesquisou manejo pré-abate e bem-estar animal com o Royal Veterinary College (RVC) e foi consultor do IICA em projetos de abate humanitário junto ao MAPA e à Embrapa Suínos e Aves. Autor de mais de 20 artigos científicos e 4 livros, hoje é coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal e membro do Global Animal Welfare Steering Committee. Episódio: BEM-ESTAR ÚNICO NA SUINOCULTURA - Dr. Filipe Antônio Dalla Costa Podcast: SuinoCastApresentador: Me. Guilherme Brandt (LinkedIn)Convidado: Dr. Filipe Antônio Dalla Costa (LinkedIn) 📌 Neste episódio: 01:24 — Abertura do episódio e apresentação do SuinoCast02:02 — Apresentação do currículo do Dr. Filipe Antônio Dalla Costa03:36 — Trajetória pessoal e transição de carreira07:04 — As cinco liberdades do bem-estar animal08:01 — Origem do movimento: 1964, Ruth Harrison e o livro Animal Machines12:16 — Genética e prolificidade: de 7 para +35 leitões e o desafio pós-desmame14:41 — Vacinação sem agulha (tecnologia IDAL) e bem-estar único15:31 — Benefícios técnicos: menos abcessos, contaminação cruzada e sustentabilidade23:16 — Estudo Embrapa: técnico no embarque reduz 40x as perdas44:29 — Encerramento e convite da MSD Saúde Animal🤝 O SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: MSD Saúde AnimalPegasus ScienceNovonesisSunhyAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVET📲 Siga o SuinoCast nas redes sociais: Linktree SuinoCast

    BEM-ESTAR ÚNICO NA SUINOCULTURA - Dr. Filipe Antônio Dalla Costa | Ep. 393
  4. Oct 7

    MICOTOXINAS EM SUÍNOS - Dra. Raquel Lunedo | Ep. 392

    Na suinocultura, cerca de 70 a 75% do custo de produção está na nutrição, e a qualidade da ração é definida antes de chegar ao cocho. Neste episódio, a Dra. Raquel Lunedo abre os bastidores da fábrica de ração e mostra por que avaliar a matéria-prima vai além do preço: classificação, composição, contaminação microbiológica e micotoxinas. Com 85 a 98% das amostras de milho do Brasil contendo fumonisina, a micotoxina deixa de ser vilã e passa a ser gestão de risco, com segregação de grãos, compra diferenciada e soluções guiadas pelo retorno econômico. "A micotoxina está presente em praticamente todos os grãos que a gente tem. A gente não foge dela, mas ela também não é a vilã." — Dra. Raquel LunedoRaquel Lunedo é zootecnista pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), mestre e doutora em Fisiologia e Nutrição Animal pela UNESP Jaboticabal, com pós-doutorado em Microbiologia pela mesma instituição. Foi professora na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), em Chapecó, e passou pela pesquisa e desenvolvimento e pela fábrica de ração da Master Agroindustrial, onde hoje atua na área de nutrição e segue na pesquisa. É especialista em nutrição de não ruminantes, microbiota intestinal, aditivos e qualidade de matérias-primas. Episódio: MICOTOXINAS EM SUÍNOS - Dra. Raquel Lunedo SuinoCast (instagram.com/suinocast)Apresentadora: Dra. Letticie Ruiz (LinkedIn)Convidada: Dra. Raquel Lunedo (LinkedIn) (00:22) Apresentação de Raquel Lunedo(01:09) Trajetória: da UDESC à fábrica de ração(03:37) Panorama da nutrição: 70 a 75% do custo(07:46) Todo suinocultor precisa de laboratório?(09:06) Milho: classificação, composição e micotoxinas(11:30) Micotoxina é sempre a vilã?(14:09) Grão contaminado: o que fazer(17:00) Pequenas perdas e a conta do 1%(21:49) A lição de casa para o suinocultor(24:04) Encerramento e mensagem finalO SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: Pegasus ScienceMsdNovonesisSunhyAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVETSiga o SuinoCast nas redes sociais: linktr.ee/suinocast_

    MICOTOXINAS EM SUÍNOS - Dra. Raquel Lunedo | Ep. 392
  5. Sep 30

    COMO OS EUA LIDAM COM PRRS - Dra. Ana Paula Serafini Poeta Silva | Ep. 391

    Manejar surto de PRRS sem cronômetro é decidir no escuro. No POMP, programa da Iowa State University coordenado pela Dra. Ana Paula Poeta Silva, os dados de produção do Sítio 1: aborto, natimorto, mumificado, mortalidade pré-desmame e leitão desmamado por semana, são integrados a PCR semanal e ao sequenciamento da cepa. Daí sai o benchmarking: a granja é comparada às que quebraram com a mesma cepa e o mesmo status sanitário, com mediana e percentis 25 e 75 de perda e de tempo até teste negativo. Os marcos: o aborto recupera em média em 6 semanas; o ciclo, em 20. Bastidores da inovação antes de chegar ao campo. “Ou você tem o objetivo de recuperar a produção de leitão desmamado, ou você tem o objetivo de eliminar o vírus da população.” – Dra. Ana Paula Serafini Poeta SilvaA Dra. Ana Paula Serafini Poeta Silva é Médica Veterinária formada pela UFRGS, com mestrado em Epidemiologia e Medicina Veterinária Preventiva pela mesma instituição e doutorado em Population Sciences in Animal Health, com minor em Estatística, pela Iowa State University. Foi pesquisadora visitante na University of Saskatchewan, no Canadá. Hoje é Research Scientist II no VDPAM da Iowa State University, onde coordena o POMP. Especialista em epidemiologia de campo, biosseguridade, diagnóstico e vigilância de PRRSV e Mycoplasma hyopneumoniae. Episódio: COMO OS EUA LIDAM COM PRRS - Dra. Ana Paula Serafini Poeta Silva SuinoCast (instagram.com/suinocast) Apresentadora: Dra. Letticie Ruiz (linkedin.com/in/letticieruiz) Convidada: Dra. Ana Paula Serafini Poeta Silva (linkedin.com/in/ana-paula-serafini-poeta-silva-52bb9196) (00:42) Apresentação da convidada e da trajetória UFRGS → Canadá → Iowa State(10:32) Por que o PRRS é a doença que mais ensina epidemiologia(12:47) Os dois objetivos de recuperação de um surto(16:47) Vacina viva atenuada x inoculação com a cepa da granja(19:32) Os pilares do POMP: dados de produção, diagnóstico e sequenciamento(24:48) US$ 700 por granja: o programa que paga o diagnóstico do produtor(27:48) Benchmarking por cepa e por status sanitário(30:51) Seis semanas para o aborto, vinte semanas para o ciclo(34:36) Sanidade, nutrição e manejo que não conversam — e quem paga a conta(41:23) Recado final: estatística básica, leitura de dados e IAO SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: MsdNovonesisSunhyPegasus ScienceAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVETSiga o SuinoCast nas redes sociais: linktr.ee/suinocast_

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  6. Sep 25

    COMO A MBRF SE TORNOU PROTAGONISTA EM BEM-ESTAR ANIMAL? - Josiane Busatta | Ep. 390

    Bem-estar animal deixou de ser discurso e virou indicador auditável na suinocultura industrial. Neste episódio da série Bem-Estar Animal nas Agroindústrias, Josiane Busatta, mestra em Bem-Estar Animal pela USP e consultora da MBRF, abre os bastidores da inovação de uma operação com 409 mil matrizes alojadas, quase 3 mil integrados e 55 mil suínos abatidos por dia em oito plantas. Ela detalha o 12º lugar entre 150 empresas avaliadas no ranking internacional BBFAW, a eliminação de 100% da mossa desde 2021, a imunocastração de 100% do plantel, os mais de R$ 2 milhões investidos em eutanásia humanitária e o padrão NAMI aplicado a 780 veículos. Antes de chegar ao campo, cada mudança passou por ciência, validação e treinamento. “O bem-estar é indicador, o bem-estar é mensurável, e traz benefício não só para o animal: traz benefício para a empresa também.” — Josiane BusattaJosiane Busatta é Médica Veterinária formada pela Universidade de Passo Fundo (UPF), mestra em Ciência Animal com ênfase em Bem-Estar Animal pela USP e MBA em Avicultura Industrial. Com mais de 20 anos na cadeia de aves e suínos, começou na extensão rural de frango de corte em Marau (RS), como uma das primeiras extensionistas mulheres do setor. Hoje é consultora de Bem-Estar Animal na MBRF, responsável pelas estratégias das cadeias de frango, perus e suínos, com foco em certificações, conformidade regulatória e capacitação de equipes. Episódio: COMO A MBRF SE TORNOU PROTAGONISTA EM BEM-ESTAR ANIMAL? - Josiane Busatta SuinoCastInstagramApresentador: Cleandro Pazinato DiasLinkedInConvidada: Josiane BusattaLinkedIn (00:24) Apresentação da convidada e trajetória de 20 anos em aves e suínos(11:26) A escala da MBRF: 409 mil matrizes, genética própria e 55 mil abates/dia(15:00) A virada de chave: bem-estar como cultura, indicador e responsabilidade(19:56) BBFAW: 12º lugar entre 150 empresas avaliadas no mundo(22:42) Gestação coletiva, fim da mossa e 100% de imunocastração(29:47) Eutanásia humanitária: dardo cativo, importação e R$ 2 milhões investidos(35:20) Certificação NAMI, auditorias anuais e auditorias não anunciadas(40:42) Transporte: 780 veículos, 1.800 viagens diárias e telemetria(47:28) O futuro da suinocultura: biosseguridade, saúde única e genética(54:40) Mensagem final: é possível ser diferente, é possível ser melhorO SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: TonisityMsdNovonesisSunhyPegasus ScienceAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVETSiga o SuinoCast nas redes sociais: linktr.ee/suinocast_

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  7. Sep 16

    ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL NA PRÁTICA - Me. Lucas Rocha Valfré | Ep. 389

    Bem-estar animal deixou de ser discurso e virou variável de processo na suinocultura. Neste episódio, Me. Lucas Rocha Valfré abre os bastidores da inovação: os cinco domínios do bem-estar, a diferença entre eustresse e distresse e por que o enriquecimento ofertado na maternidade se converte em resiliência lá na creche. Ele detalha o experimento com 675 leitões, corrente isolada, três enriquecimentos fixos e troca a cada sete dias e os achados de BDNF, neuroplasticidade, QBA e bioacústica aplicada à valência emocional. A IN 113 obriga o enriquecimento, mas não diz como fazer. Antes de chegar ao campo, todo protocolo passa por mão de obra e biosseguridade. "A gente tem que pensar numa vida que vale a pena ser vivida pelo animal." — Me. Lucas Rocha ValfréMe. Lucas Rocha Valfré é Zootecnista pela UEMS (Aquidauana), mestre em Zootecnia pela UFGD, com concentração em Ambiência, Etologia e Bem-Estar Animal, e doutorando em Zootecnia pela UNESP/FCAV Jaboticabal, integrante do Grupo ETCO. Teve intercâmbio na Universidade de Évora (Portugal) e integra o NESAQ. Presidiu a ABZ Jovem (2023–2024). Atua com comportamento animal, ambiência, enriquecimento ambiental, indicadores fisiológicos de bem-estar e zootecnia de precisão aplicados à suinocultura. Episódio: ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL NA PRÁTICA - Me. Lucas Rocha Valfré SuinoCast (instagram.com/suinocast)Apresentadora: Dra. Letticie Ruiz (linkedin.com/in/letticieruiz)Convidado: Me. Lucas Rocha Valfré (linkedin.com/in/lucas-rocha-valfré) (00:34) Apresentação do Me. Lucas Rocha Valfré e a proposta do episódio(01:17) Trajetória: resíduos, ruminantes, intercâmbio em Évora e a virada para a suinocultura(07:10) Os cinco domínios do bem-estar e a vida que vale a pena ser vivida(08:58) Eustresse x distresse: o estresse que protege e o que destrói(11:49) Os quatro tipos de enriquecimento: cognitivo, sensorial, físico e alimentar(14:20) IN 113 do MAPA: a norma obriga, mas não diz como executar(14:57) O experimento com 675 leitões e os três protocolos testados(16:24) Biosseguridade: enriquecimento é equipamento e exige desinfecção(18:15) BDNF e neuroplasticidade nos leitões superestimulados(19:48) QBA: o achado inesperado — os mais estimulados foram os mais ansiosos(23:13) Recado final ao suinocultor: uma vida que vale a pena ser vividaO SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: TonisityMsdNovonesisSunhyPegasus ScienceAksoBoehringerPhibroPorcin.iaPPGVETSiga o SuinoCast nas redes sociais: linktr.ee/suinocast_

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  8. Sep 11

    DO LABORATÓRIO À GRANJA: OS 95% QUE NINGUÉM ENSINA - Dr. Matheus Costa | Ep. 388

    Entre a bancada e a granja existe um intervalo que quase ninguém nomeia: o Vale da Morte da inovação, onde protótipos validados em escala de 100 mL param por falta de financiamento, infraestrutura de escalonamento e competência regulatória. Na série especial gravada na SBZ 2026, o Dr. Matheus Costa, PhD, da University of Saskatchewan, abre os bastidores da inovação em sanidade suína: por que uma vacina pronta no laboratório representa apenas 5% de uma vacina comercial, por que a palavra endemia acomoda perdas de 3% a 5% em todo lote e o que o VIDO destravou no Canadá. Antes de chegar ao campo, toda tecnologia atravessa esse caos. "A ideia da vacina no laboratório é 5% de uma vacina comercial. Você tem que passar por todos os 95% do resto do processo."— Dr. Matheus CostaO Dr. Matheus Costa, PhD, é Médico Veterinário formado pela UFMG, com doutorado pela University of Saskatchewan (Canadá). Foi professor na Utrecht University (Holanda) e na University of Minnesota, e é Diplomado pelo American Board of Veterinary Practitioners em Swine Health Management. Atualmente é Associate Professor no Department of Large Animal Clinical Sciences da University of Saskatchewan, com pesquisa em virulência de patógenos, saúde intestinal, redução do uso de antimicrobianos e resistência antimicrobiana na suinocultura. Episódio: DO LABORATÓRIO À GRANJA: OS 95% QUE NINGUÉM ENSINA - Dr. Matheus Costa SuinoCastApresentador: Dr. Vinícius CantarelliConvidado: Dr. Matheus Costa (01:01) Da UFMG ao Canadá: a trajetória do convidado(03:30) Por que o pesquisador não é treinado para gerar valor(05:33) "Não tem a menor noção do que é um produto"(08:55) Sequenciamos um mamute de 30 mil anos e convivemos com a endemia(09:40) As perdas de 3% a 5% que se repetem em todo lote(11:22) O Vale da Morte do desenvolvimento tecnológico(20:44) Comunicar com o órgão regulador é outra linguagem(25:35) VIDO: o que a pandemia destravou no Canadá(27:52) A vacina no laboratório é 5% de uma vacina comercial(31:57) Bebedouro tipo chupeta: inovação simples que transforma a cadeia(32:32) Mensagem final: conecte-se com as outras camadasO SuinoCast só é possível com o apoio de empresas inovadoras como: TonisityMSDNovonesissunHYPegasus ScienceAKSOBoehringerPhibroPorcin.IAPPGVETSiga o SuinoCast nas redes sociais: linktr.ee/suinocast_

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