Clube do Valor Podcast

Clube do Valor

Clube do Valor Podcast é o podcast em que Ramiro Gomes Ferreira, cofundador do Clube do Valor, senta com amigos, investidores e empreendedores para conversas sem roteiro sobre dinheiro, investimentos e vida rica. A cada episódio, decisões reais: os acertos, os erros e o raciocínio por trás delas, sobre construir patrimônio e viver bem no Brasil. Sem fórmula mágica e sem discurso pronto: a conversa que a gente teria na mesa de um bar, agora gravada.

Episodes

  1. 3d ago

    Por que PARECER POBRE é IMPORTANTE

    Descubra quanto do teu patrimônio está travado na garagem — e o que fazer com ele: http://quiz.clubedovalor.com.br/diagnostico-tranquilidade/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep10-20070808 Um carro de R$ 300 mil em São Paulo custa perto de R$ 89 mil por ano quando tu somas IPVA, depreciação e o que deixa de render na Selic. Esse é o ponto de partida do episódio: parecer rico não é neutro, tem conta. E a conta aparece antes mesmo de tu abrires o seguro. A conversa começa aí, mas vai bem além do carro. No segundo bloco, o episódio reage a um caso real: um casal com R$ 14,6 milhões investidos que tinha medo de trocar o Onix por uma SW4. Pela regra dos 4%, os R$ 60 mil que eles gastavam por mês ficavam acima do limite americano, mas a Selic de 13,75% diz outra coisa: o patrimônio deles rendia cerca de R$ 167 mil por mês, brutos. O medo deles era exagero ou prudência? A resposta muda dependendo de qual régua tu usas, e o episódio bota as duas na mesa. Depois de entender onde não gastar, o episódio vira e pergunta: quando o dinheiro chega, onde ele deveria ir? Oito upgrades entram em cena, em ordem, e quase nenhum deles aparece no feed de ninguém. Sono, saúde preventiva, planejamento sucessório, mentores, experiências com quem tu amas. A lógica é que gastar em energia e tempo acelera o patrimônio mais do que economizar nos últimos pontos percentuais da taxa de poupança. O quarto bloco traz alguém que largou a SUV de R$ 150 mil, foi dividir apartamento com dois amigos aos 37 anos e diz que nunca foi tão livre. É liberdade ou exagero? O episódio não resolve por ti, mas entrega a conta do que a SUV custava e o passo a passo pra simplificar sem precisar ir morar num sítio. O episódio fecha com a pergunta que incomoda mais: por que parece que todo mundo é mais rico que tu? A resposta está nos números reais do Brasil. A renda mediana por pessoa é R$ 1.490. O saldo mediano em ações na B3 caiu de R$ 4,3 mil para R$ 1,8 mil entre 2021 e 2025. O que tu vês no feed é palco, não bastidor, e o episódio mostra como parar de comparar o teu bastidor com o palco dos outros. Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=92vL6wmRR8U

    Por que PARECER POBRE é IMPORTANTE
  2. Oct 28

    Como pensar igual o 1% mais rico

    Descubra em qual nível da vida financeira você está com o diagnóstico gratuito do Clube do Valor — leva 3 minutos e mostra o hábito que falta pra construir riqueza de verdade: http://quiz.clubedovalor.com.br/diagnostico-tranquilidade/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep9-20035697 Ramiro Gomes Ferreira e Lucas Becker abrem o episódio com uma pergunta simples que a maioria erra feio: quanto alguém precisa ganhar por mês pra estar no 1% mais rico do Brasil? A resposta, pelos dados do IR de 2023, é R$ 34,7 mil mensais, com média de R$ 103,8 mil entre quem já chegou lá. Mas o ponto que realmente muda o raciocínio é outro: 87,1% do crescimento de participação na renda desse grupo veio de dividendos e juros sobre capital próprio, não de salário. Quem ainda aposta só no holerite pra entrar nesse clube vai esperar muito tempo sentado. O segundo bloco traz quatro Reels reagidos sobre o que todo milionário fez antes de ficar rico, e a conversa logo derruba o mito de que riqueza é coisa de jovem prodígio. Entre os 769 mil milionários de 401(k) da Fidelity, 62% são da geração X, pessoas que hoje têm entre 46 e 61 anos. Eles guardam em média 17,3% da renda, contra 14,4% da média geral, e fazem isso por décadas. A conta do CDV mostra o peso do tempo: R$ 1.000 por mês a IPCA + 6,66% ao ano viram R$ 1,6 milhão começando aos 25, e pouco menos da metade disso começando aos 35. No terceiro corte, Ramiro e Becker desmontam a ideia de que disciplina resolve tudo. O experimento Save More Tomorrow mostrou que a poupança média de participantes subiu de 3,5% para 13,6% do salário em 40 meses, sem pedir esforço, só mudando o sistema. No Brasil, a adesão automática na Funpresp levou a adesão de novos servidores de 9% para 88%. A riqueza silenciosa não depende de força de vontade, depende de mecanismos que tiram a decisão do caminho, e os hábitos discutidos aqui mostram exatamente como montar esses mecanismos no dia a dia. O quarto bloco reage a um trecho do canal Investidor de Verdade sobre os 7 níveis da vida financeira, do nível 3 ao 7, com parada ao vivo para corrigir um detalhe importante sobre a isenção de custódia do Tesouro, que vale só para o Tesouro Selic até R$ 10 mil. A conversa vai além do nível 7 do vídeo e coloca na mesa o que ninguém menciona: a estruturação para sucessão e proteção patrimonial, o tal nível 8 que pouca gente discute antes de precisar. O episódio fecha com o tema que mais gera comparação e mal-estar: por que todo mundo parece mais rico do que você. Os dados da CNDL mostram que 62% dos brasileiros admitem compras por impulso na internet e 35% já se endividaram por isso. Um estudo de Harvard com mais de 4 mil milionários revelou que 27% disseram precisar de 1.000% a mais pra se sentir financeiramente satisfeitos, e só 13% disseram que já bastava. Se nem quem chegou lá acha que chegou, a régua da vitrine alheia nunca vai funcionar, e o passo a passo final do episódio trata exatamente de como trocar essa comparação pelos seus próprios números. Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=_3M9Qz3BPN0

    Como pensar igual o 1% mais rico
  3. Oct 21

    As principais CAGADAS financeiras analisadas

    Faça uma SESSÃO CONSULTORIA GRATUITA dos SEUS INVESTIMENTOS conosco: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep8-19992425 Neste episódio o Ramiro analisa cinco casos reais de queda financeira: um brasileiro que chegou a ganhar R$ 35 mil por mês entregando pizza nos Estados Unidos e hoje trabalha num supermercado pelo salário mínimo, um investidor que perdeu R$ 150 mil numa usina solar ilíquida prometendo 2% ao mês, um casal que vendeu o imóvel da herança por R$ 420 mil em 70 parcelas sem correção numa casa que o pai nunca topou vender por menos de R$ 600 mil, uma idosa que perdeu R$ 37 milhões num golpe de falso investimento, e uma americana de 65 anos que descobriu que o marido zerou toda a aposentadoria do casal no day trade. O que conecta os cinco casos não é azar. É uma combinação de erros com nome técnico: padrão de vida que sobe junto com a renda e deixa a reserva em zero, concentração de 100% do patrimônio num ativo sem liquidez e sem contrato, desconto duplo numa venda com pressa, confiança fabricada por um golpe profissional e divisão de tarefas dentro do casal que deixa um dos dois sem visibilidade sobre os investimentos. Cada erro aparece nos números: os R$ 150 mil parados no CDI de 2024 e 2025 teriam virado R$ 190 mil, contra os R$ 60 mil da revenda da usina. A última parcela de R$ 6 mil da herança comprava o equivalente a R$ 4.300 no dia em que o contrato foi assinado. E R$ 37 milhões na Selic rendem perto de R$ 400 mil por mês, sem risco nenhum. O caso da idosa e do golpe da TDASX abre uma discussão que os próprios apresentadores do rádio não fecham: foi ganância ou o golpe é mais sofisticado do que a gente imagina? O Ramiro toma uma posição clara sobre isso, explica como funciona o esquema do 'abate de porcos' e dá uma checagem de cinco minutos que qualquer pessoa pode fazer antes de transferir dinheiro pra uma instituição nova. O nome técnico do golpe muda, a estrutura não. O episódio fecha com a ligação da americana: casa quitada de US$ 300 mil, US$ 70 mil guardados e 65 anos. O Ramsey dá o plano dele. O Ramiro dá o dele. Quem chega aos 65 vive em média mais 18,8 anos, o que muda completamente o cálculo do recomeço. Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=sYmqph947GY

    As principais CAGADAS financeiras analisadas
  4. Oct 14

    'Dívida': desenho, dados e embalagens

    Transforme seus gastos mensais em viagens internacionais com a gestão de milhas do Clube do Valor. A gente analisa seu cartão, seu programa de pontos e seus hábitos de consumo para montar a melhor estratégia para você viajar mais sem colocar um centavo a mais. Começa com um diagnóstico gratuito: https://clubedovalor.com.br/gestao-de-milhas/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep7-19961693 --- 82% das famílias brasileiras estão endividadas. E não é só quem ganha pouco: entre famílias com renda acima de 10 salários mínimos, o número ainda chega a 72%, com quase 15% delas inadimplentes. Nesse episódio o Ramiro começa quebrando o senso comum de que dívida é problema só de quem tem pouco. O médico que financia casa, carro e viagem ao mesmo tempo porque acha que a renda alta resolve tudo é o mesmo comportamento da menina que usou 25 mil de limite de cartão sem ter renda para pagar, só em escala diferente. A raiz do problema, em todos os casos, é a mesma: antecipar uma conquista que a trajetória ainda não comporta. Quando faz sentido se endividar, então? O Ramiro monta o framework direto: avalia o custo da dívida e o destino do dinheiro. Rotativo do cartão a 444% ao ano, cheque especial a 136%, crédito pessoal a 110%, financiamento de veículo a 26%, não têm argumento que os justifique fora do contexto de geração de renda. O financiamento imobiliário entra numa zona cinza, porque a taxa em torno de 12,6% ao ano quase empata com o retorno líquido de imposto de renda de um título pré-fixado de prazo longo, e a decisão acaba dependendo muito mais de valores pessoais, estabilidade de renda e tempo de permanência no imóvel do que de uma vantagem financeira óbvia. O react com a Ana, que foi a público admitindo mais de 100 mil reais em dívidas aos 23 anos, entra aqui não para julgar, mas para mapear os erros passo a passo: misturar conta pessoal com renda do parceiro, tratar cartão como extensão da renda, antecipar a mudança sozinha quando faltava R$ 1.000 para quitar tudo, e aí usar todo o limite disponível de uma vez. O Ramiro aponta que exatamente o mesmo padrão aparece em empresários e profissionais de alta renda, só com zeros a mais. A diferença entre dívida boa e dívida ruim não está no valor, está em o que o dinheiro vai comprar e se aquilo gera retorno acima do custo. Na segunda parte do episódio, a conversa vai para um fenômeno que a maioria das pessoas não enxerga: o varejo virou banco. A Luizacred lucrou 135 milhões no mesmo trimestre em que a Magazine Luiza deu prejuízo de 72 milhões. A financeira da Riachuelo multiplicou o Ebitda por cinco em três anos. O Mercado Livre viu a carteira de crédito crescer 75%. O parcelado sem juros, que representa 43% do volume total transacionado no cartão, carrega dois riscos que os vendedores nunca mencionam: você começa a usar o crédito como renda sem perceber, e quando não consegue pagar o fechamento, cai numa taxa de 192% ao ano. As três regras que o Ramiro usa pessoalmente para cartão são simples e vêm com exemplo de passagem de lua de mel em Qatar Airways K-Suite por R$ 462 de taxa. O episódio fecha com uma análise detalhada sobre consórcio, reagindo a um vídeo que faz a conta que os vendedores escondem. A taxa de administração média de 20,84% sobre o valor da carta, num prazo médio de 217 meses, já coloca quem assina um consórcio de 400 mil pagando 483 mil antes de qualquer reajuste. Some o aluguel que continua correndo enquanto a contemplação não vem, o fato de que 78,3% das contemplações imobiliárias em 2024 aconteceram por lance e não por sorteio, e o custo de oportunidade do dinheiro que não está rendendo, e a vantagem do consórcio sobre o financiamento some entre 10 e 11 anos na simulação apresentada. Tem cenário em que faz sentido, o Ramiro admite, mas é uma minoria muito específica, e ele deixa claro por que escolheu não vender consórcio mesmo podendo embolsar 3 a 4% de comissão por carta. Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=d1VDaHwyDzE

    'Dívida': desenho, dados e embalagens
  5. Oct 7

    Meu CONSELHO HONESTO pra qualquer um que queira alcançar a LIBERDADE FINANCEIRA

    Faça uma SESSÃO CONSULTORIA GRATUITA dos SEUS INVESTIMENTOS conosco: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep6-19922436 Todo mundo quer liberdade financeira, mas pouquíssima gente para pra calcular o que isso significa de verdade. Nesse episódio, a conversa começa com uma provocação direta: qual é o conselho mais honesto pra quem quer chegar lá? A resposta não é sobre rentabilidade nem sobre a ação certa — e isso já diz muito sobre o que vem a seguir. Um dos pontos centrais é a diferença entre o 'número da aposentadoria' e o 'número da liberdade'. O segundo é bem mais simples: soma o custo de moradia, transporte, comida, seguro e lazer. No Brasil, a habitação representa 36,6% das despesas de consumo das famílias, o que significa que zerar ou reduzir esse gasto pode adiantar anos no seu caminho. A pergunta que fica é: faz mais sentido cortar o maior gasto fixo ou criar uma renda extra escalável primeiro? Os dados mostram que só 33% dos brasileiros conseguiram economizar algum dinheiro em 2025, e 36% têm qualquer tipo de aplicação financeira. Ou seja, a maioria ainda está no estágio zero. A discussão aqui vai fundo em qual movimento tem mais retorno real para quem está começando, e o resultado não é o que o mercado financeiro costuma vender. O ponto mais polêmico do episódio é sobre a meta em si. Todo mundo sonha em parar de trabalhar, mas há evidências de que parar completamente pode ser uma armadilha. A pergunta que divide a dupla é: liberdade financeira deveria significar 'parar de trabalhar' ou 'poder escolher o trabalho'? A resposta muda completamente o plano de quem está construindo esse caminho. No fechamento, a conversa converge para três movimentos concretos: calcular o seu número da liberdade, atacar o maior gasto fixo e testar uma renda extra escalável por três a seis meses. Simples no papel, mas a execução é onde quase todo mundo trava — e é exatamente aí que o papo fica mais interessante. Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=CgAxmX_wqo8

    Meu CONSELHO HONESTO pra qualquer um que queira alcançar a LIBERDADE FINANCEIRA
  6. Sep 30

    Se você ouvir esse podcast, você vai alcançar a LIBERDADE FINANCEIRA

    Acesse o MESTRES DO CAPITALISMO - Edição Final: https://mestresdocapitalismo.com.br/edicao-final/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep5-19889155 Nesse episódio, Ramiro Gomes Ferreira e João Miller, sócio do Clube do Valor e planejador CFP, vão direto ao ponto sobre o que é liberdade financeira de verdade: ter um patrimônio cujo retorno acima da inflação cubra o seu custo de vida. A conta de referência é simples: cada R$ 1 milhão investido, com retorno de 6% ao ano acima da inflação, gera uma renda mensal estimada de cerca de R$ 5.200. O primeiro erro que eles apontam é confundir renda com patrimônio: quem ganha R$ 20 mil por mês está quase entre os 1% mais ricos do Brasil, mas 70% dos brasileiros com renda acima de 10 salários mínimos estão endividados. Num simulador, eles mostram quanto tempo leva para chegar a uma renda passiva igual à renda ativa, com retorno real de 6% ao ano, que descrevem como uma estimativa moderada, já arrojada. Poupando 15% da renda, são cerca de 35 anos; com 25%, cerca de 27 anos e meio; com 33%, de 23 a 24 anos. No exemplo de quem ganha R$ 20 mil por mês, 15% são R$ 3.000 por mês, o que forma cerca de R$ 4 milhões em dinheiro de hoje ao fim dos 35 anos, o bastante para render R$ 20 mil por mês. Na sequência, reagem a um vídeo de um empresário que, depois de ganhar os primeiros milhões de dólares, percebeu que virar milionário não resolvia todos os seus problemas. Ramiro cita Warren Buffett como exemplo de quem não enriqueceu com juros compostos, e sim empreendendo. Os três erros de quem ganha bem e não acumula patrimônio, segundo eles: confundir renda com patrimônio; buscar aprovação; e a falta de um método simples para construir riqueza, já que regras com muitos percentuais, como as de 50/30/20, acabam atrapalhando. A saída que defendem é automatizar uma taxa de poupança. O episódio termina com sete contas que todo mundo deveria saber fazer: o custo efetivo total das suas dívidas; a reserva de emergência, de 6 a 12 meses da sua remuneração; o número e o prazo da sua liberdade financeira, pela regra dos 4% ou dos 6%; quanto aportar por mês para chegar lá; quanto custa se algo der errado, com o seguro que repõe a renda da família; o custo da própria ignorância; e quanto você deve doar da sua renda. Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=uhD6FA2zeLw

    Se você ouvir esse podcast, você vai alcançar a LIBERDADE FINANCEIRA
  7. Sep 23

    A forma MAIS PODEROSA de se pensar sobre DINHEIRO

    Ramiro e Felipe Almeida, sócio do Clube do Valor e planejador CFP, partem de uma frase: você pode comprar qualquer coisa, mas não tudo. Por maior que seja a renda, os recursos são finitos e as opções, infinitas. Daí vem um dado da ANBIMA que incomoda: só 12% de quem conseguiu poupar em 2025 transformou esse dinheiro em investimento. E uma conta simples: uma família com renda de R$ 20 mil que poupa 20% dos 35 aos 65 anos, investindo a 6,2% acima da inflação, chega a cerca de R$ 3,9 milhões em dinheiro de hoje — o bastante para uma renda passiva de R$ 19,6 mil por mês, praticamente a renda que tem hoje. Depois, a polêmica de que renda passiva não existe como te venderam. Eles separam a promessa de ganhar dinheiro dormindo, que é golpe, do que de fato funciona — e mostram por que nem o canal do Clube do Valor no YouTube é renda passiva. A regra que fica: renda ativa vem antes da passiva. Na sequência, reagem a um vídeo sobre três marcos de patrimônio (R$ 10 mil, R$ 100 mil e o primeiro milhão) e refazem as contas com inflação: aportando R$ 2.500 por mês, os primeiros R$ 100 mil levam uns 3 anos, e o milhão, uns 19. No fim, contam os atalhos que tentaram e não funcionaram — Ramiro com day trade aos 18 anos, atrás de 1% ao dia; Felipe, que passou pelas opções binárias e perdeu uns R$ 30 mil em quase um ano de day trade — e o que realmente mudou a vida deles: no jogo dos juros compostos, o que mais pesa é quanto você aporta, e para aportar mais é preciso aumentar a renda. Fecham reagindo a um vídeo que diz que a classe média alta está quebrada: sete em cada dez famílias com renda acima de 10 salários mínimos estão endividadas. Conheça os serviços do Clube do Valor: https://clubedovalor.com.br/consultoria-de-investimentos/mkt/podcast-cdv?utm_source=podcast-cdv&utm_medium=p0&utm_campaign=cdv-geracao-leads&utm_content=podcast-ep4-19850332 Assista em vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=TgQFq7re-tQ

    A forma MAIS PODEROSA de se pensar sobre DINHEIRO

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Clube do Valor Podcast é o podcast em que Ramiro Gomes Ferreira, cofundador do Clube do Valor, senta com amigos, investidores e empreendedores para conversas sem roteiro sobre dinheiro, investimentos e vida rica. A cada episódio, decisões reais: os acertos, os erros e o raciocínio por trás delas, sobre construir patrimônio e viver bem no Brasil. Sem fórmula mágica e sem discurso pronto: a conversa que a gente teria na mesa de um bar, agora gravada.

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