45 do Primeiro Tempo

Jovem Pan

Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal com pessoas que se reinventaram, que foram em busca de mais propósito e que tem muito a nos ensinar.

  1. 2d ago

    Carlos Aragão - “Precisamos sacralizar o cotidiano”

    Carlos Henrique de Aragão Neto está certo de que uma vida bem vivida não se constrói apenas nos grandes acontecimentos, mas principalmente na maneira como habitamos os nossos dias comuns. Talvez por isso ele tenha escolhido dedicar sua vida profissional justamente a momentos em que as certezas desaparecem: o luto, a perda, o sofrimento, o vazio existencial e a experiência de quem, em algum momento, já não encontra sentido para continuar. Sua própria trajetória também é marcada por uma mudança profunda. Depois de quase 20 anos no mundo corporativo, como executivo da Coca-Cola e empresário franqueado do McDonald’s, decidiu, aos 37 anos, entrar para a Psicologia. Hoje, é psicólogo e psicoterapeuta, mestre em Antropologia pela UFPI, doutor em Psicologia Clínica e Cultura pela UnB, professor e palestrante. Atua especialmente com luto, comportamento suicida e autolesão sem intenção suicida e participa de projetos e expedições humanitárias no Brasil e no exterior. É também criador da Pastoral da Saúde Mental, do projeto Tarefas Existenciais e do InnerTrip — uma proposta de levar pessoas a lugares especiais para viver experiências que possam provocar reconexão, reflexão e transformação. Uma trajetória que começou no mundo dos negócios e acabou levando-o para um território muito mais difícil e profundo: o território da existência humana. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Carlos Aragão contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Precisamos sacralizar o cotidiano”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  2. Sep 25

    Rodrigo Leão: “O que existe depois do sucesso?”

    Rodrigo Leão está certo de que, por mais que a gente acumule experiências, conquistas e resultados, chega uma hora em que a vida começa a fazer perguntas que o currículo não consegue responder. Porque talvez o maior desafio não seja construir uma carreira de sucesso, mas entender quem estamos nos tornando enquanto fazemos isso. Certo de que negócios são feitos por pessoas, ele construiu uma trajetória de mais de três décadas no mundo corporativo, passando por marketing, vendas, tecnologia, inovação e liderança de grandes equipes. Empreendeu, criou produtos, participou de processos de crescimento e chegou a viver de perto o momento em que uma empresa abre seu capital. Uma trajetória marcada por desafios, decisões e resultados. Mas, talvez, o mais interessante esteja no que veio depois: o movimento de ampliar esse olhar para aquilo que muitas vezes fica escondido por trás dos negócios — as pessoas, as relações, os padrões que se repetem e a dimensão humana de tudo isso. Sem abandonar nada do que construiu, foi atravessando mudanças — algumas profundas, no nível pessoal — que, de algum modo, ampliaram seu olhar. Para a vida, para si mesmo e para dimensões da existência que talvez antes não estivessem tão visíveis. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Rodrigo Leão contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e provocou: “O que existe depois do sucesso?”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  3. Sep 18

    Bernardo Hiragami: “A experiência não está apenas no que vivemos, mas naquilo que aprendemos a enxergar”

    Bernardo Hiragami defende uma ideia simples, mas poderosa: “Não é o cenário que precisa mudar. Muitas vezes somos nós que precisamos aprender a enxergar de outro jeito.” Talvez por isso ele fale tanto sobre experimentar, questionar os modelos que seguimos no automático e encontrar novas possibilidades para problemas antigos. Porque inovar nem sempre significa criar alguma coisa que nunca existiu. Às vezes, significa simplesmente conseguir olhar para aquilo que já existe com outros olhos. Foi assim que ele transitou por diferentes empresas e negócios, como empreendedor, consultor, mentor, investidor e conselheiro. Sempre diante de pessoas tentando descobrir como fazer diferente, como sair de uma crise ou como transformar uma ideia em alguma coisa real. E talvez seja aí que sua história fique mais interessante: na fronteira entre negócios e vida, entre estratégia e propósito, entre aquilo que sabemos e aquilo que ainda precisamos descobrir. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o empreendedor, mentor, investidor e conselheiro de negócios, alguém que fez da experiência — inclusive dos erros e fracassos — uma maneira particular de enxergar pessoas, empresas e possibilidades, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórico: “A experiência não está apenas no que vivemos, mas naquilo que aprendemos a enxergar”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  4. Sep 11

    Clarissa Medeiros - “A fronteira final é sempre você mesmo”

    Clarissa Medeiros não tem dúvida em afirmar que não adianta mudar o cenário se a gente continua reagindo à vida do mesmo jeito. Porque é possível largar o emprego, mudar de cidade, começar tudo de novo e, seis meses depois, descobrir que a inquietação continua ali. Só mudou o endereço. Certa de que existe um espaço entre aquilo que acontece e a maneira como respondemos, ela passou a investigar justamente esse lugar. O espaço entre o impulso e a escolha. Entre o automático e a consciência. Entre sobreviver e, de fato, viver. Foi assim que sua trajetória profissional, construída ao longo de 25 anos entre grandes empresas, liderança, comunicação e desenvolvimento humano, foi ganhando uma nova dimensão: a busca por uma forma de desempenho que não cobre da gente a própria saúde para existir. Empresária, mentora, palestrante, pesquisadora da consciência e praticante de meditação há 30 anos, ela hoje trabalha com liderança consciente, inteligência emocional, saúde mental e desenvolvimento de pessoas. Fundadora da Clarity Global e pioneira no desenvolvimento de lideranças femininas, já conduziu centenas de palestras e grupos de mentoria e impactou milhares de profissionais. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Clarissa Medeiros contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “A fronteira final é sempre você mesmo”. Garanta sua cortesia para o evento! As 5 primeiras pessoas que enviarem um e-mail garantem a cortesia. Acesse: cortesia@insearchtalks.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  5. Aug 28

    Luciano Pires: “Pensar dá trabalho. Por isso tanta gente terceiriza”

    Luciano Pires parece ter escolhido uma tarefa ingrata — e cada vez mais necessária: fazer as pessoas pensarem antes de concordar. E talvez seja justamente por isso que ele tenha feito da provocação uma espécie de método. Ele pergunta, cutuca, ironiza, contraria o senso comum e, muitas vezes, nos coloca diante de uma ideia que preferíamos não examinar. Não necessariamente para nos convencer de outra coisa, mas para nos obrigar a sair do automático. Talvez por isso Luciano tenha passado boa parte da vida provocando. Com humor, inteligência e uma certa dose de inconformismo, ele gosta de mexer justamente naquele lugar em que normalmente preferimos ficar confortáveis: nossas certezas. E essa inquietação não ficou apenas nas ideias. Ela aparece nas escolhas que fez ao longo da vida. Passou pelo jornalismo, pela publicidade e por quase duas décadas no mundo corporativo, chegou à direção de marketing de uma multinacional e, depois, decidiu mudar de rota. Em outro momento, levou essa mesma disposição para uma experiência bem mais literal de sair do lugar conhecido: em 2001, caminhou até o campo-base do Everest, no Nepal, uma experiência que acabou se transformando em livro. Virou escritor, cartunista premiado, palestrante e comunicador. Criou o Café Brasil e o LíderCast e, há anos, usa esses espaços para falar de comportamento, ética, inovação, negócios, filosofia e, principalmente, das escolhas que fazemos enquanto atravessamos esse mundo. Um sujeito que parece ter entendido que provocar não é necessariamente convencer alguém de alguma coisa. Às vezes, provocar é simplesmente fazer uma boa pergunta e deixar que ela continue trabalhando dentro da cabeça da pessoa. Nesse papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Luciano Pires contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Pensar dá trabalho. Por isso, tanta gente terceiriza.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  6. Aug 21

    Suzi Mariah: “A vida tem dimensões que ainda não aprendemos a perceber”

    uzi Mariah costuma dizer que o invisível não é necessariamente aquilo que não existe — pode ser apenas aquilo que ainda não aprendemos a perceber. Talvez por isso sua própria história seja marcada por uma espécie de travessia entre dois mundos. Desde a infância, ela convive com experiências que não encontravam lugar fácil no universo em que escolheu construir sua vida profissional. Durante mais de quatro décadas, esteve no mundo corporativo, entre metas, resultados, estratégias e decisões, enquanto mantinha em silêncio uma dimensão da própria existência que, naquele ambiente, poderia ser facilmente julgada ou incompreendida. Até que chegou um momento em que já não era possível continuar separando essas duas partes de si. Ela deixou a carreira executiva e passou a dedicar-se profundamente ao estudo da espiritualidade, da mediunidade e da consciência. Viajou por lugares sagrados, estudou diferentes tradições, investigou experiências e buscou compreender, com o olhar de quem também conhecia profundamente o mundo racional, aquilo que durante tanto tempo havia permanecido no território do inexplicável. Uma trajetória que reúne espiritualidade, filosofia, teologia, mediunidade e uma longa experiência no universo corporativo. Uma mulher que transformou uma experiência que poderia ter sido apenas um segredo pessoal em uma busca de conhecimento e em um trabalho de comunicação. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a médium, filósofa independente, numeróloga, escritora e comunicadora, criadora do conceito de Universalismo do Brasil e à frente do projeto Médium Talks, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “A vida tem dimensões que ainda não aprendemos a perceber”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  7. Aug 14

    Cecilia Toledo Leite - “Existe uma lógica por trás do que parece não ter explicação”

    Cecília Toledo Leite não tem dúvida em afirmar que existe uma relação profunda entre o que acontece dentro de nós, o nosso corpo e os símbolos que nos acompanham ao longo da vida. Certa de que o ser humano não pode ser compreendido por uma única linguagem, ela construiu uma trajetória pouco convencional. Primeiro, a Engenharia Civil, formada pela Escola Politécnica de São Paulo. Depois, uma longa investigação por outros caminhos: naturopatia, terapias corporais, Hatha Yoga, fitoterapia, radiestesia e diferentes ferramentas de autoconhecimento. Foi nessa busca que a astrologia ganhou cada vez mais espaço. Vieram formações completas, especialização em Astrologia Psicológica e, principalmente, uma investigação que continua até hoje: o que existe por trás das relações entre os ciclos celestes, a psique, o corpo e a natureza? Porque, para ela, talvez a astrologia não seja apenas uma forma de interpretar o céu. Ela pode ser também uma linguagem para observar a vida. E é aí que essa história fica especialmente interessante. O que um engenheiro procura quando olha para um sistema? Relações, padrões, estruturas, movimentos, forças que atuam umas sobre as outras. Talvez a mudança de caminho dessa minha convidada não tenha sido, afinal, uma mudança tão radical assim. Ela apenas passou a investigar sistemas que não cabem mais apenas naquilo que podemos medir. Ao longo dessa trajetória, foi se aprofundando uma pergunta que parece atravessar seu trabalho: até que ponto aquilo que acontece no corpo também expressa algo que está acontecendo dentro de nós? E até que ponto os símbolos que encontramos — nos ciclos da natureza, no céu, nas nossas histórias e experiências — podem nos ajudar a compreender aquilo que ainda não conseguimos nomear? Hoje, ela dedica-se justamente a investigar essas conexões — entre símbolo e realidade, entre corpo e consciência, entre aquilo que podemos conhecer e aquilo que ainda permanece como mistério. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Cecília Toledo Leite contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “Existe uma lógica por trás do que parece não ter explicação”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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