45 do Primeiro Tempo

Jovem Pan

Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal com pessoas que se reinventaram, que foram em busca de mais propósito e que tem muito a nos ensinar.

  1. 22h ago

    Laíz Latenek - “Nós somos o palco da vida”

    Laíz Latenek não tem dúvida em afirmar que tudo o que está vivo está em movimento. A questão é que nem sempre a gente percebe. Às vezes, para enxergar um movimento, é preciso se mover também. Sair do lugar de quem observa e participar daquilo que está acontecendo. Essa ideia ajuda a entender uma trajetória que começou na dança do ventre, aos 11 anos, e passou pelas artes visuais, pela ilustração, pelo circo, pelo flamenco e por diferentes experiências com o corpo. Durante anos, Laíz investigou movimentos, formas e limites. Mas a busca foi mudando de direção: o que começou como dança se tornou uma investigação sobre a vida que acontece dentro do corpo — e sobre o que pode emergir quando damos espaço a essa experiência. Existe uma frase que ela gosta de usar: o mapa não é o território. Passamos boa parte da vida tentando construir mapas para explicar quem somos e o que sentimos. Mas será que é possível compreender tudo olhando de fora? Ou algumas respostas só aparecem quando entramos no território, sem saber exatamente o que vamos encontrar? Foi nesse caminho que o trabalho com mulheres ganhou força. Desde 2012, Laíz passou a acolher questões ligadas à sexualidade, ao corpo e à experiência feminina. Em 2013, tornou-se doula, acompanhando mulheres durante a gestação e o parto. A própria maternidade também deixou marcas nessa investigação. Não se tratava mais apenas de aprender movimentos, mas de criar condições para que cada mulher pudesse reconhecer os seus. Desse percurso nasceu o Ateliê Pélvico. O nome aponta para a pelve, mas a proposta vai além de uma região do corpo. Para ela, ali existe algo de origem, de começo, de pulsação e de criação. O corpo não é uma máquina que precisa ser corrigida, nem um objeto que carregamos por aí. É um território vivo, cheio de histórias, rigidezes, desejos e possibilidades. E, às vezes, o caminho não é analisar tudo isso, mas dançar com o que aparece. Mesmo quando existe uma estrutura, cada encontro é original. Não há roteiro capaz de antecipar tudo o que vai surgir. Laíz gosta dessa zona de risco, em que não há garantias e a experiência precisa ser construída no presente. Talvez por isso se defina como uma artista criativa do movimento e diga que é do pós-conceito, não do preconceito. No fundo, estamos falando de algo que pode mudar a maneira como nos relacionamos conosco mesmos: e se o corpo não fosse apenas aquilo que vemos no espelho, mas também um lugar de conhecimento? E se, em vez de tentar controlar cada passo, aprendêssemos a escutar o que está pedindo passagem? Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Laíz contou sua história, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando e foi categórica: “Nós somos o palco da vida.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  2. Oct 23

    Cristinna Lima: “A cura começa quando passamos a compreender o que sentimos”

    Cristinna Lima está certa de que, quando aprendemos a cuidar da nossa energia, deixamos de ser reféns daquilo que sentimos e passamos a fazer escolhas mais conscientes. Talvez por isso ela tenha transformado uma história marcada pela intensidade das emoções em uma busca permanente por conhecimento e autoconhecimento. Desde pequena, sentia profundamente a dor alheia, percebia o que acontecia ao seu redor e precisava encontrar momentos de recolhimento para recuperar o equilíbrio. Sentia-se muitas vezes deslocada, encontrava nos animais uma fonte de acolhimento e carregava a sensação de que precisava compreender e até mesmo salvar o mundo à sua volta. Com o tempo, passou a compreender essa sensibilidade a partir daquilo que reconhece como mediunidade e a buscar ferramentas para lidar com ela. Estudou a relação entre corpo, emoções, energia e consciência, aprendendo a distinguir o que sentia do que pertencia ao outro, a estabelecer limites e a cuidar do próprio equilíbrio. Uma jornada que, segundo ela, transformou o que antes era sofrimento em uma capacidade que poderia ser desenvolvida e colocada a serviço de outras pessoas. Hoje, seu trabalho integra conhecimentos da educação, da psicanálise e das terapias energéticas, com o propósito de ajudar pessoas a compreenderem melhor suas emoções, encontrarem clareza e fazerem escolhas mais alinhadas com aquilo que realmente importa. Também compartilha suas reflexões sobre energia, espiritualidade e autoconhecimento no rádio, ampliando uma conversa que passa, necessariamente, pela relação que cada um de nós estabelece consigo mesmo e com o mundo ao redor. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta energética e sistêmica, psicanalista integrativa, mestre em Educação e comunicadora da Rádio Vibe Mundial, onde apresenta o programa Psiquântica, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento e foi categórica: “A cura começa quando passamos a compreender o que sentimos”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  3. Oct 9

    Caroline de Moraes - “Existe uma fronteira delicada entre sofrimento psíquico e despertar”

    Caroline de Moraes está certa de que algumas crises não chegam para nos definir, mas para revelar quem podemos nos tornar. Certa de que existe uma fronteira delicada entre sofrimento psíquico, transformação interior e aquilo que muitas vezes chamamos de espiritualidade, ela decidiu falar sobre uma experiência que, durante muito tempo, não teve nome, linguagem ou compreensão. Uma experiência que mudou sua relação com a fé, com a identidade e com a própria consciência. Foram anos tentando entender o que estava acontecendo. Estados de consciência que fugiam do que ela conhecia, experiências intensas, questionamentos profundos e a sensação de que alguma coisa dentro dela estava mudando — sem saber exatamente como nomear aquilo. O que poderia ter ficado apenas como uma história difícil acabou se transformando em propósito. Ela passou a estudar a relação entre saúde mental e espiritualidade, acompanhar pessoas que vivem experiências semelhantes e criar espaços para falar sobre aquilo que muitas vezes é tratado simplesmente como doença. Há mais de uma década, ela trabalha no Canadá com saúde mental e educação. À frente da Ilumina Mental Health e do Spiritual Emergence Network Brasil, desenvolve atendimentos, formações e projetos educativos que investigam justamente essa fronteira delicada entre saúde mental e espiritualidade. Em 2023, ela esteve aqui no "45 do Primeiro Tempo". Foi naquela conversa que falou, pela primeira vez publicamente, sobre a própria experiência de emergência espiritual. Agora, três anos depois, volta para contar o que aconteceu de lá para cá — e para apresentar um livro que nasceu justamente dessa travessia. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  4. Oct 2

    Carlos Aragão - “Precisamos sacralizar o cotidiano”

    Carlos Henrique de Aragão Neto está certo de que uma vida bem vivida não se constrói apenas nos grandes acontecimentos, mas principalmente na maneira como habitamos os nossos dias comuns. Talvez por isso ele tenha escolhido dedicar sua vida profissional justamente a momentos em que as certezas desaparecem: o luto, a perda, o sofrimento, o vazio existencial e a experiência de quem, em algum momento, já não encontra sentido para continuar. Sua própria trajetória também é marcada por uma mudança profunda. Depois de quase 20 anos no mundo corporativo, como executivo da Coca-Cola e empresário franqueado do McDonald’s, decidiu, aos 37 anos, entrar para a Psicologia. Hoje, é psicólogo e psicoterapeuta, mestre em Antropologia pela UFPI, doutor em Psicologia Clínica e Cultura pela UnB, professor e palestrante. Atua especialmente com luto, comportamento suicida e autolesão sem intenção suicida e participa de projetos e expedições humanitárias no Brasil e no exterior. É também criador da Pastoral da Saúde Mental, do projeto Tarefas Existenciais e do InnerTrip — uma proposta de levar pessoas a lugares especiais para viver experiências que possam provocar reconexão, reflexão e transformação. Uma trajetória que começou no mundo dos negócios e acabou levando-o para um território muito mais difícil e profundo: o território da existência humana. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Carlos Aragão contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Precisamos sacralizar o cotidiano”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  5. Sep 25

    Rodrigo Leão: “O que existe depois do sucesso?”

    Rodrigo Leão está certo de que, por mais que a gente acumule experiências, conquistas e resultados, chega uma hora em que a vida começa a fazer perguntas que o currículo não consegue responder. Porque talvez o maior desafio não seja construir uma carreira de sucesso, mas entender quem estamos nos tornando enquanto fazemos isso. Certo de que negócios são feitos por pessoas, ele construiu uma trajetória de mais de três décadas no mundo corporativo, passando por marketing, vendas, tecnologia, inovação e liderança de grandes equipes. Empreendeu, criou produtos, participou de processos de crescimento e chegou a viver de perto o momento em que uma empresa abre seu capital. Uma trajetória marcada por desafios, decisões e resultados. Mas, talvez, o mais interessante esteja no que veio depois: o movimento de ampliar esse olhar para aquilo que muitas vezes fica escondido por trás dos negócios — as pessoas, as relações, os padrões que se repetem e a dimensão humana de tudo isso. Sem abandonar nada do que construiu, foi atravessando mudanças — algumas profundas, no nível pessoal — que, de algum modo, ampliaram seu olhar. Para a vida, para si mesmo e para dimensões da existência que talvez antes não estivessem tão visíveis. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Rodrigo Leão contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e provocou: “O que existe depois do sucesso?”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  6. Sep 18

    Bernardo Hiragami: “A experiência não está apenas no que vivemos, mas naquilo que aprendemos a enxergar”

    Bernardo Hiragami defende uma ideia simples, mas poderosa: “Não é o cenário que precisa mudar. Muitas vezes somos nós que precisamos aprender a enxergar de outro jeito.” Talvez por isso ele fale tanto sobre experimentar, questionar os modelos que seguimos no automático e encontrar novas possibilidades para problemas antigos. Porque inovar nem sempre significa criar alguma coisa que nunca existiu. Às vezes, significa simplesmente conseguir olhar para aquilo que já existe com outros olhos. Foi assim que ele transitou por diferentes empresas e negócios, como empreendedor, consultor, mentor, investidor e conselheiro. Sempre diante de pessoas tentando descobrir como fazer diferente, como sair de uma crise ou como transformar uma ideia em alguma coisa real. E talvez seja aí que sua história fique mais interessante: na fronteira entre negócios e vida, entre estratégia e propósito, entre aquilo que sabemos e aquilo que ainda precisamos descobrir. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o empreendedor, mentor, investidor e conselheiro de negócios, alguém que fez da experiência — inclusive dos erros e fracassos — uma maneira particular de enxergar pessoas, empresas e possibilidades, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórico: “A experiência não está apenas no que vivemos, mas naquilo que aprendemos a enxergar”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

  7. Sep 11

    Clarissa Medeiros - “A fronteira final é sempre você mesmo”

    Clarissa Medeiros não tem dúvida em afirmar que não adianta mudar o cenário se a gente continua reagindo à vida do mesmo jeito. Porque é possível largar o emprego, mudar de cidade, começar tudo de novo e, seis meses depois, descobrir que a inquietação continua ali. Só mudou o endereço. Certa de que existe um espaço entre aquilo que acontece e a maneira como respondemos, ela passou a investigar justamente esse lugar. O espaço entre o impulso e a escolha. Entre o automático e a consciência. Entre sobreviver e, de fato, viver. Foi assim que sua trajetória profissional, construída ao longo de 25 anos entre grandes empresas, liderança, comunicação e desenvolvimento humano, foi ganhando uma nova dimensão: a busca por uma forma de desempenho que não cobre da gente a própria saúde para existir. Empresária, mentora, palestrante, pesquisadora da consciência e praticante de meditação há 30 anos, ela hoje trabalha com liderança consciente, inteligência emocional, saúde mental e desenvolvimento de pessoas. Fundadora da Clarity Global e pioneira no desenvolvimento de lideranças femininas, já conduziu centenas de palestras e grupos de mentoria e impactou milhares de profissionais. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Clarissa Medeiros contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “A fronteira final é sempre você mesmo”. Garanta sua cortesia para o evento! As 5 primeiras pessoas que enviarem um e-mail garantem a cortesia. Acesse: cortesia@insearchtalks.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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