VDCast com Victor Damásio

Victor Damásio

Victor Damásio há anos lidera e facilita Grupos de Empreendedores Digitais do bem. Apaixonado por marketing Digital, ajuda consistentemente seus clientes a alcançarem e ultrapassarem o marco de 7 dígitos de faturamento com programas e serviços online. Meu Instagram: @victordamasiooficial

  1. 6d ago

    Ele mudou de carreira aos 40 e hoje posiciona 50 empresários | VDCast #315 - Rodrigo Bacellar

    Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Rodrigo Bacellar, fundador da Dominium 50 e estrategista de posicionamento e comunicação. Depois de 20 anos de carreira executiva, ele mudou de vida aos 40 e hoje acompanha a comunicação de 50 empresários. A conversa vai de autoridade e posicionamento aos três tipos de Instagram e à viralização que derrubou o engajamento. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Rodrigo passou 20 anos como executivo, entre o mercado financeiro e a tecnologia. Aos 40, foi realizar o sonho de trabalhar com audiovisual e marketing. Todo mundo disse que ele era maluco, e ele respondeu que a diferença entre o maluco e o excêntrico é a conta bancária. Em 2017, aceitou que teria de virar especialista em Instagram. Montou uma agência de publicidade e descobriu que agência funciona para marca, mas não para o especialista, porque terceiriza a voz dele. Testou o próprio método com dez clientes, oito tiveram resultado, e dali nasceu a Dominium 50, um grupo de 50 pessoas em que ele atua como um personal de comunicação de cada cliente. A tese dele é direta: autoridade é um atributo da vida real, posicionamento é do digital, e ele não constrói fantoche. O Instagram é uma empresa, e quem investe tempo, dinheiro e recursos tem retorno. O cliente dele tem mais de 45 anos e 20 anos de mercado, e quer entrar no meio de uma conversa, porque as pessoas estão sozinhas. Em 2009, trabalhando no Citibank em Brasília, ele era DJ e perguntou a um DJ famoso por que ninguém o chamava para tocar. Ouviu que tocava para outros DJs e que precisava criar uma cena em volta de si. Montou um after de domingo no Lago Paranoá e, com público próprio, passou a ser chamado. Rodrigo descreve os três tipos de Instagram, institucional, conversacional e comercial, explica por que o conversacional privilegia quem tem repertório e por que tanta gente conversa bem e cai na amizade sem venda. Reels atrai, carrossel gera consideração e stories fecha. Um perfil com só duas postagens derruba até uma indicação. Com 50 mil seguidores, público médico, ele publicou um conteúdo aberto e foi a 75 mil. O engajamento caiu, o tráfego desconfigurou e ele levou mais de um ano e meio para arrumar. Quando um nome gigante do digital entrou no tema dele, a mensagem diluiu. Leu os dados, deslocou a tese e o engajamento voltou. A regra: seu futuro cliente ainda não te segue. A estrutura mínima é celular, tripé, microfone e ChatGPT por voz. O Victor fala da turma do Vida de Mentor em espanhol e do post sobre eleição em que apanhou dos dois lados. Aos 49, Rodrigo trabalha de casa, quer escrever um livro e passar metade do tempo fazendo conteúdo. A mensagem final: o digital é a metralhadora. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ Por que a agência funciona para marcas e terceiriza a voz do especialista ✅ Autoridade é da vida real, posicionamento é do digital ✅ O que muda quando você trata o Instagram como uma empresa ✅ A lição do DJ que só tocava para outros DJs ✅ Os três tipos de Instagram: institucional, conversacional e comercial ✅ Reels atrai, carrossel considera e stories fecha ✅ A viralização que trouxe 25 mil seguidores e derrubou o engajamento ✅ O que fazer quando um gigante entra no seu tema ✅ Seu futuro cliente ainda não te segue ✅ Celular, tripé, microfone e ChatGPT por voz

    Ele mudou de carreira aos 40 e hoje posiciona 50 empresários | VDCast #315 - Rodrigo Bacellar
  2. Oct 19

    Ele aprendeu a vender com Elton John e movimentou R$ 1,5 bilhão | VDCast #314 - Renato Beiriz

    Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Renato Beiriz, o artista dos consórcios. Empreendedor desde os 16 anos, sem nunca ter tido carteira assinada, ele soma mais de R$ 1,5 bilhão em operações de consórcio e mais de 8 mil reuniões de vendas. A conversa vai da música ao método de vendas e à empresa que funciona sem o dono. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Filho e neto de médicos, Renato cresceu ouvindo que o caminho era medicina, engenharia ou direito. Aos 16, montava bicicletas para vender. Depois vieram o violão e o piano. Parou de estudar na oitava série para viver de música e passou dez anos como tecladista. Foi na música que descobriu que vendia. Sem ser o mais virtuoso, vendia mais shows do que os amigos e, ainda garoto, tirava em alguns meses mais do que os pais deles. Dos shows vieram a empresa de eventos e a casa de festa. Elton John, ele diz, o ensinou a vender sem querer: ritmo, pausa, silêncio e dinâmica são os mesmos elementos de uma reunião de vendas. O consórcio chegou aos 42 anos, quando uma administradora do Sul decidiu abrir no Rio de Janeiro. Renato produziu a inauguração das lojas e negou três convites para entrar no negócio. Foi a Curitiba conhecer a empresa, gostou do modelo baseado em pessoas e disse sim. Em dois anos foi de vendedor autorizado a licenciado da marca. Fechou a maior operação da companhia: R$ 80 milhões para um único cliente. Em 2020, a casa de festa e a empresa de eventos pararam. O consórcio cresceu 42% e segurou as outras empresas. Hoje o produto responde por um terço do patrimônio dele, e a tese para a audiência é "sempre um mais outro, não é um ou outro": renda e patrimônio juntos, porque ele viu fortunas só de dinheiro acabarem em uma geração. Renato se define como formador. A porta do escritório fica aberta para quem não sabe nada, como ele quando entrou. Na casa de festa, 95% da equipe está com ele há 15 anos. Sociedade, para ele, acaba por ego, e a saída foi deixar de querer a cadeira de ninguém para abrir uma cadeira nova ao lado. Da música veio o método Orquestra de Venda, em cinco movimentos: posicionar, conectar, conduzir, decidir e multiplicar. Antes de comprar o produto, o cliente compra a pessoa. Quem conduz é o maestro, que rege mesmo com um instrumento desafinado. Na decisão, ele defende dizer não, oferecer três ou quatro caminhos e nunca atender cliente ao volante. Quando operou o coração, Renato ficou dois meses sem pegar no celular e a empresa seguiu. Ele explica por que chama de presídio a empresa que prende o fundador, fala do preço da renúncia de não ter visto os filhos crescerem e presenteia o Victor com o livro "Qual é a tua obra?", de Mario Sergio Cortella. O Victor conta por que fez o Renato entrar um degrau abaixo do programa que pediu e por que o poder de um grupo está em quem fica de fora. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ Por que venda é música: ritmo, pausa, silêncio e dinâmica ✅ Como um músico sem dom vendia mais do que os virtuosos ✅ Negócio baseado em produto e negócio baseado em pessoas ✅ Por que o consultor age como um médico na consulta ✅ Por que um milhão na conta pode ser nada ✅ Como a falta de liquidez protege você de você mesmo ✅ Os cinco movimentos do método Orquestra de Venda ✅ O cliente compra você antes do produto ✅ Quando dizer não para um cliente e para uma reunião ✅ Como fazer a empresa funcionar sem o fundador

    Ele aprendeu a vender com Elton John e movimentou R$ 1,5 bilhão | VDCast #314 - Renato Beiriz
  3. Oct 12

    Ele deixou uma empresa de 50 milhões por mês para recomeçar do zero | VDCast #313 - Max Satiro

    Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Max Satiro, fundador da Sócio Estratégico. Ele vendeu queijo na rua dos 9 aos 15 anos, entrou na V4 quando a empresa faturava 300 mil por mês e saiu, em 2026, com ela em 50 milhões por mês e mais de 200 pessoas lideradas por ele. A conversa vai da decisão de recomeçar do zero ao funil do currículo, que o Victor cria ao vivo.🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube🤖 CONGRESSO IA PARA MENTORES: entre na lista e receba o acesso antecipado 👉 https://congressodementores.com.br/congresso-ia📹 SOBRE O EPISÓDIO:Max nasceu em Itanhandu, cidade pequena no interior de Minas. Foi ajudante de padeiro e, aos 18, operador de higienização e de estação de tratamento de água. Ainda em Minas, conheceu o mercado de afiliados e lançou o Max Produtividade, que faturou 1.392 reais.Em 2018, ele escreveu para vários nomes do digital. O Victor, a quem pediu conselho sobre uma fábrica de produtos de limpeza, foi um dos poucos que responderam sem tentar vender nada. Outra resposta veio da V4, e o Max pediu para trabalhar lá. Com 19 ou 20 anos, uma filha de 10 meses e dinheiro emprestado para a passagem, mudou para o Rio Grande do Sul sem nunca ter visto uma escada rolante.Na V4, passou um ano e meio na pré-venda e só foi promovido depois de deixar a barba crescer com minoxidil. Depois fechou vendas, liderou o time comercial por uns seis meses e, em 2020, assumiu o marketing, com a missão de ligar o sonho da empresa à operação. Em 2023, ficou também com as vendas. Quando saiu, 25 dos cerca de 40 líderes da empresa tinham sido liderados dele.Ali aprendeu sobre o significado do trabalho. Um vendedor do time queria um Punto T-Jet. A foto do carro virou proteção de tela, o time se dedicou para ele chegar lá e o primeiro passeio foi junto. Durante esses anos, anotou tudo num Notion chamado Virtude e Fortuna, que está virando livro.Em fevereiro de 2026, com 1,89% de participação no negócio, ele saiu atrás da liberdade de empreender. Passou março em casa, de chinelo, com remorso e recusando propostas para ser executivo. Foi a esposa quem deu nome ao que ele faz: um sócio estratégico, alguém que resolve o curto prazo enquanto constrói valor no longo prazo.Em março, foi comprar a Mentoria e pediu direto um programa mais avançado. O Victor recusou e propôs um exercício de humildade: quem fatura zero entra no grupo de quem fatura zero. Fez um lançamento, que deu errado, e devolveu o dinheiro porque não era o produto que queria vender. Depois pegou o telefone, ligou para a própria lista de contatos e fez os primeiros 100 mil com Mentoria.Mesmo assim, o Max conta que ainda não acredita muito no formato. O Victor responde que falta repertório, explica por que vende para quem fatura mais do que ele, mostra a diferença entre coach, Mentor, conselheiro e consultor e desenha para o Max uma escada até virar sócio do cliente.💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE:✅ O papel de quem resolve o curto prazo sem sacrificar o longo prazo✅ A resposta de 2018 que o Victor deu sem vender nada✅ A trajetória do Max na V4, de 300 mil a 50 milhões por mês✅ O significado do trabalho e a história do Punto T-Jet✅ A teoria das restrições e o único gargalo de cada empresa✅ O exercício de humildade de entrar no grupo de quem fatura zero✅ O lançamento que deu errado e as ligações que renderam 100 mil✅ A diferença entre coach, Mentor, conselheiro e consultor✅ Como montar uma escada de serviço até virar sócio do cliente✅ O funil do currículo, criado ao vivo no episódio

    Ele deixou uma empresa de 50 milhões por mês para recomeçar do zero | VDCast #313 - Max Satiro
  4. Oct 5

    Ele acertou a quina da Mega-Sena e deu o prêmio para o banco | VDCast #312 - Delano Zonta

    Neste episódio do VDCast, você vai conhecer Delano Zonta, um ex-endividado que já negociou mais de 300 milhões de reais em dívidas. Ele quebrou três vezes, chegou a ter 42 reais de patrimônio e hoje ajuda pequenas e médias empresas a sair das dívidas. A conversa vai da quina da Mega-Sena que ele entregou ao banco até a virada que levou o negócio dele a mais de 1 milhão por ano. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Filho e neto de empresários, Delano sempre empreendeu e as empresas dele sempre faturaram, mas ele deixava o dinheiro sem cuidado. Quebrou três vezes. Na última, em 2016, tinha 42 reais de patrimônio líquido, consertava computadores numa loja dividida com um amigo e teve síndrome do pânico por causa das cobranças. Numa segunda-feira, depois de umas 47 ligações do banco, o amigo o chamou até a loja com o jogo da Mega-Sena na mão: cinco números certos. Ele tinha jogado o 59, e saiu o 60. Em vez de cerca de 27 milhões, vieram 35 mil reais. Ele pegou o prêmio numa quarta de manhã e, às duas e meia da tarde, já não tinha um real, sem ter quitado nenhuma dívida. Hoje ele diz que, com os 27 milhões, estaria devendo 9. Naquele dia veio o basta. Pela primeira vez, ele levantou tudo o que devia: 216.583 reais e 37 centavos. Foi estudar como os bancos funcionam e pagou a última dívida em janeiro de 2020, um mês depois do nascimento da filha. Para o Delano, a dívida é sintoma, e tratar só dela é como baixar a febre sem procurar a causa. Ele explica por que começar pela dívida de maior juros é o erro mais comum, já que o juro mede o risco do banco, e mostra o que leva ao endividamento: doença, divórcio, desemprego e, principalmente, gastar mais do que se ganha. Em 2020 ele fez a formação de educador financeiro com a Aline Soaper, pegou o primeiro cliente quinze dias depois, por 300 reais, e seis meses depois já estava na equipe dela. Antes de virar Mentorado, atendeu um caso a pedido do Victor: uma dívida de 1 milhão e 422 mil, com penhora, negociada por 398 mil. Quando entrou na Mentoria, em 2023, ele cobrava 5 mil reais de qualquer cliente. O Victor mostrou o tamanho do valor que ele gerava, e o Delano passou a atender empresas, cobrando um percentual sobre a economia do cliente. O faturamento foi de 214 mil em 2022 para 751 mil em 2023, 858 mil em 2024 e 1 milhão e 216 mil em 2025. Os dois explicam ainda por que quem deve 10 milhões costuma ser mais fácil de atender do que quem deve 10 mil. No fim, Delano fala da esposa, Gabi, da fé que o segurou no dia mais difícil e deixa um recado para quem guarda conhecimento por medo: dê o próximo passo. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ A quina da Mega-Sena que ele entregou inteira ao banco ✅ Por que a dor da dívida vai além do dinheiro ✅ O dia do basta e o levantamento de tudo o que se deve ✅ Como o banco ganha com quem está endividado ✅ Por que pagar primeiro a dívida de maior juros é um erro ✅ Os quatro motivos que levam ao endividamento ✅ Dívida boa e dívida ruim, na pessoa física e na empresa ✅ Da primeira Mentoria, de 300 reais, ao contrato de 240 mil ✅ Por que quem deve 10 milhões pode ser mais fácil de atender ✅ Como cobrar um percentual sobre a economia do cliente ✅ Por que guardar conhecimento por medo é egoísmo

    Ele acertou a quina da Mega-Sena e deu o prêmio para o banco | VDCast #312 - Delano Zonta
  5. Sep 28

    De 300 reais em anúncio a um evento de 3 milhões | VDCast #311 - Moreno Comini e Denis Gustavo

    Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Moreno Comini e Denis Gustavo, sócios da Impulse, que há cerca de seis anos lança experts no digital, entre eles a Giovanna Antonelli. Os dois vieram da publicidade, começaram na pandemia com 300 reais de anúncio e chegaram a um evento de 3 milhões. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Os dois trabalharam juntos na Leo Burnett. O Denis está no digital desde 1998 e cuidava da produção; o Moreno vinha da criação e dirigia comerciais nos fins de semana. Na pandemia, o Denis lembrou do mercado de lançamentos e sugeriu dois amigos, uma nutricionista e um fisioterapeuta. Hoje eles são sócios de todos os experts com quem trabalham. O primeiro lançamento teve uma semana de lives, 300 reais de anúncio e um e-book de 29 reais, tudo gravado no celular, sem microfone. Voltaram 8 mil. Com 5 mil desse dinheiro, o lançamento seguinte fez 160 mil. Na visão deles, se não der certo no pequeno, não vai dar certo no grande. Victor conta a própria versão dessa história: dizia que dava para fazer tudo com o celular enquanto gravava num estúdio com telão de LED, grua e vinte pessoas. Se sentiu uma fraude. O lançamento seguinte foi feito de um quarto de hotel, com o abajur como luz, e a conversão foi igual. Com a Giovanna Antonelli, que eles lançam há quase cinco anos, as primeiras gravações também foram no celular. Depois de dois encontros pequenos veio o ELAS, o evento proprietário dela, para milhares de mulheres. Os ingressos iam da plateia ao diamante, com direito a um jantar com ela. O evento custou 3 milhões, e o objetivo dele, desde o começo, era a Mentoria vendida no fim. É aqui que o Victor entra: a Hotmart o apresentou a menos de uma semana do evento, para revisar o pitch. Eles queriam vender a Mentoria por 10 mil, subiram para 15 e venderam mais de cem vagas. Na Mentoria seguinte, da Mônica, pensavam em 25 mil e foram a 45. Para o Victor, muitas vezes o limite do preço está no que a gente acredita ser possível cobrar. Victor explica ainda por que o jantar tem a maior margem do evento, onde está o lucro de empresas pequenas, médias e grandes e como vender Mentoria entre um evento e outro com uma página de aplicação e quatro perguntas. No fim, sugere aos dois uma Mentoria própria, que funcione como um tubo de ensaio para escolher os próximos experts que eles vão lançar. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ Como 300 reais de anúncio viraram o primeiro lançamento ✅ Como dois publicitários da Leo Burnett viraram sócios de experts ✅ Por que o celular muitas vezes converte mais que a superprodução ✅ O estúdio de LED que fez o Victor se sentir uma fraude ✅ Como um evento de 3 milhões começou com encontros pequenos ✅ A escada de ingressos, da plateia ao diamante com jantar ✅ Por que o jantar tem a maior margem do evento ✅ Onde está o lucro de empresas pequenas, médias e grandes ✅ Como o preço de uma Mentoria foi de 25 para 45 mil ✅ As quatro perguntas que fazem o cliente disputar a vaga ✅ Por que uma Mentoria que se renova precisa de tempo

    De 300 reais em anúncio a um evento de 3 milhões | VDCast #311 - Moreno Comini e Denis Gustavo
  6. Sep 21

    5 anos para o primeiro milhão, e hoje ele faz isso todo mês | VDCast #310 - Gleison Muzzo

    Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Gleison Muzzo, fundador do Alerta de Voos, a empresa que manda alertas de passagem aérea abaixo do preço médio e que está chegando em cinquenta mil clientes. Gleison levou cinco anos para fazer o primeiro milhão acumulado. O segundo veio em três ou quatro meses. Hoje o negócio fatura um milhão por mês. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Gleison começou no digital há oito anos, ao lado do Rafa, amigo de infância e sócio em todas as empresas até hoje. Os primeiros anos foram lentos, e ele conta por quê: enquanto gente que começou depois dele crescia mais rápido aceitando vender qualquer coisa, ele segurou o que chama de uma trava boa, uma trava de princípios e valores. A frase que resume a postura dele é antiga: eu não quero vender o almoço para pagar a janta. Foi essa visão de longo prazo que atravessou os anos de resultado pequeno, e sem ela, nas palavras dele, nada ia dar certo. Em 2020, no meio desses anos, ele entrou no Maestria. O coração do episódio é o modelo que o Victor chama de genial. Desde a segunda semana de novembro de 2023, o Alerta de Voos faz um lançamento por semana, com o mesmo produto. Nesse caminho melhorou o produto, melhorou a oferta e subiu o preço, e nenhuma semana ficou no negativo. Começou como um lançamento montado com peças de vários métodos, sem live e sem vídeo gravado, só com texto no WhatsApp. Gleison abre a estrutura da semana: de quarta a sexta, foco na dor do cliente e na prova de que existe passagem barata; no fim de semana, o produto; na segunda, as vagas abrem às sete da noite e fecham à meia-noite. Mostra também a operação que sustenta isso, com mais de trezentos e trinta grupos de WhatsApp ativos todos os dias. Victor explica por que insistir na mesma oferta é uma vantagem que o mercado despreza, e desenha a esteira fractal que existe dentro de uma base de cinquenta mil clientes: uma parte sempre quer ir mais fundo, e o próximo produto nasce dessa parte. O episódio passa ainda pelos eventos presenciais do outro negócio dele, na área de consórcio, pelo Executive Club e pelo curso de milhas que está saindo do forno, e termina numa mensagem sobre fé, família e não abrir mão dos próprios valores. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ Por que ele levou cinco anos para o primeiro milhão, e só três ou quatro meses para o segundo ✅ A trava de princípios que atrasou o começo e sustenta o negócio hoje ✅ O que significa não vender o almoço para pagar a janta ✅ Como funciona um lançamento por semana com o mesmo produto, sem nenhuma semana no negativo ✅ A estrutura da semana: dor de quarta a sexta, produto no fim de semana, vagas na segunda ✅ A operação por trás de mais de trezentos e trinta grupos de WhatsApp ativos ✅ Por que insistir na mesma oferta é uma vantagem ✅ A esteira fractal dentro de uma base de cinquenta mil clientes ✅ Como cada evento presencial subiu o valor da mentoria ✅ Por que o ambiente em que você anda define para onde você vai ✅ Por que produzir conteúdo acelerou todos os projetos dele ✅ O que muda quando o trabalho deixa de ser por necessidade

    5 anos para o primeiro milhão, e hoje ele faz isso todo mês | VDCast #310 - Gleison Muzzo
  7. Sep 14

    Ele trouxe para o lado do bem o que só golpista dominava | VDCast #309 - Thiago Roas

    Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Thiago Roas, uma das principais referências do país em venda para público frio. A conversa começa com ele corrigindo a própria apresentação, dizendo que não criou nada, e termina numa tese sobre janela histórica. No meio, um mapa completo de como vender para quem nunca ouviu falar de você. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL! Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Thiago abre com uma correção. O Victor o apresenta como o pai do formato no Brasil, e ele devolve dizendo que não inventou nada. A analogia é o Henry Ford: não criou o automóvel, organizou a linha de produção de um jeito que a indústria nunca mais foi a mesma. O trecho mais desconfortável vem em seguida. Há cinco anos, quando alguém perguntava com quem aprender aquilo, a resposta honesta era procurar um bandido. Quem dominava a técnica vendia nutracêutico que não entregava resultado, vendia golpe, vendia toque de celular para idoso. A técnica funcionava, e estava toda na mão de quem não merecia. A partir daí ele constrói a distinção que dá nome ao episódio. Explica por que estuda linguagem, e como a palavra que você usa autoriza ou desautoriza o que você faz. Conta que levantou a bandeira do marketing digital do bem pelo mesmo motivo que o Victor levantou a do mentor que mentora. E entrega um critério simples para separar os dois lados: se isso que você faz crescer dez vezes, cem vezes, o mundo fica melhor? Se sim, é do bem. Na parte técnica, a conversa vira aula. Onde a empresa pequena, a média e a grande realmente lucram. Por que o mercado nunca copia o funil inteiro, só o que é fácil de copiar. Como escolher o processo de venda certo para cada faixa de ticket, e por que webinário, ligação e até carta impressa são processos de venda. Por que o Pix virou o assassino do produto barato. O jogo de funil do Russell e a recorrência que funciona nos Estados Unidos e ainda não pegou aqui. Por que a oferta extra tem que sair da tela de pagamento. E como dar desconto reduzindo tempo de acesso, sem desonrar quem pagou o preço cheio. Tem ainda o caso do Wendel, que ganhou oito dígitos a mais no ano seguinte por causa de um ajuste, e o momento em que Thiago enquadra o próprio trabalho como uma alforria moderna. No fim, ele libera de graça uma palestra que até agora só existia dentro do programa dele, abrindo por dentro um lançamento que passou de cem milhões em três dias vendendo um livro. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ Por que organizar o que já existe vale mais do que inventar do zero ✅ Como a técnica de vender para público frio ficou anos na mão errada ✅ O critério simples que separa o trabalho do bem do trabalho do mal ✅ Como a linguagem autoriza ou desautoriza o que você faz ✅ Onde a empresa pequena, a média e a grande realmente lucram ✅ Por que o mercado nunca copia o funil inteiro ✅ Como escolher o processo de venda certo para cada faixa de ticket ✅ Por que o Pix virou o assassino do produto barato ✅ Por que a oferta extra na tela de pagamento derruba a conversão ✅ Como dar desconto sem desonrar quem pagou o preço cheio ✅ O ajuste que rendeu oito dígitos a mais no ano seguinte ✅ Por que o digital é uma janela que talvez não exista para sempre

    Ele trouxe para o lado do bem o que só golpista dominava | VDCast #309 - Thiago Roas
  8. Sep 7

    5 mil alunos e uma meta que o clima não muda | VDCast #308 - Matheus Barbasso

    Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Matheus Barbasso, sócio fundador da Raiz da Solução, o negócio que já ensinou mais de 5 mil produtores a bater 100 sacos por hectare mesmo com clima adverso. A conversa passa por método, prova de mercado, esteira de produto, o abismo entre o curso de 5 mil e a mentoria de 100 mil e o desafio de escalar uma entrega que depende de mentor humano. 🚀 DO ZERO AOS 100 MIL NO DIGITAL!  Descubra como levar sua autoridade e resultados para a internet, construindo um negócio lucrativo 👉 https://lp.victordamasio.com.br/youtube 📹 SOBRE O EPISÓDIO: Matheus é agrônomo e fundou a Raiz da Solução ao lado de Leandro e João, também agrônomos. A promessa da marca é direta: 100 sacos por hectare mesmo com clima adverso. A tese é básica em teoria e difícil em execução — fazer raízes profundas de um a dois metros para a planta buscar água quando a chuva falta. A prova é externa. Existe um campeonato nacional, o Sesab (Comitê Estratégico Soja Brasil), que audita a produtividade em áreas amostrais. A Raiz da Solução já tem mais de 100 alunos que colheram acima de 100 sacos por hectare dentro do campeonato. Um deles, na Bahia, bateu a marca fazendo média de 100 sacos na fazenda inteira, 2.800 hectares, dois anos seguidos. A esteira tem três degraus. O gratuito, com mais de 100 mil seguidores somando os perfis dos três sócios. O curso principal, de aproximadamente R$ 5 mil, com mais de 5 mil alunos. E a mentoria R100, com cerca de 80 fazendas ativas e algo entre 4 e 5 milhões de hectares mapeados. O que trava o crescimento é o vão entre R$ 5 mil e R$ 100 mil. A partir daí Victor abre a conversa em modo consultoria. Sugere um produto intermediário, testa a hipótese do semestral (que não cabe, porque a safra é anual) e aterrissa a distinção entre negócio escalável e negócio escalonável. A proposta contraintuitiva: criar uma formação para agrônomos que hoje estão fora da profissão, transformando cada agrônomo formado em mentor certificado. A Empiricus formando copywriters e o modelo de certificação do Brendon Burchard entram como referência. Victor conta a história do Master Plus. Nasceu no Maestria ao Vivo, olhando para o Diogo Mafra e para os veteranos que assistiam ano após ano sem migrar para a mentoria. A oferta: R$ 1 mil por mês, com crédito acumulado que vira entrada na mentoria de R$ 60 mil. O Mafra migrou em cinco meses e está lá até hoje. Fecha com o método de venda em evento presencial: menção rápida do programa no segundo dia, almoço qualificado com quem fatura acima de R$ 5 milhões por ano, mentoria vendida à tarde e oferta de fechamento no último dia. Matheus sai com pauta pronta para o evento de Passo Fundo em setembro e para o Mato Grosso em dezembro. 💡 VOCÊ VAI DESCOBRIR E APRENDER SOBRE: ✅ Como transformar promessa técnica em posicionamento inequívoco ✅ Por que ser específico é a maneira mais rápida de construir autoridade ✅ Como usar prova externa para blindar o método ✅ Por que o vão entre o produto de entrada e o premium trava o crescimento ✅ A distinção entre negócio escalável e negócio escalonável ✅ Como formar mentores dentro do próprio ecossistema em vez de recrutar por fora ✅ O modelo ABC de esteira que o Victor usa há mais de dez anos ✅ Como usar crédito acumulado para transformar espectador em cliente ✅ Por que oferecer opções demais confunde o cliente e o time ✅ A regra de correr com quem quer correr e andar com quem quer andar ✅ Como construir uma mentoria em que o dono continua sendo o mentor

    5 mil alunos e uma meta que o clima não muda | VDCast #308 - Matheus Barbasso

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Victor Damásio há anos lidera e facilita Grupos de Empreendedores Digitais do bem. Apaixonado por marketing Digital, ajuda consistentemente seus clientes a alcançarem e ultrapassarem o marco de 7 dígitos de faturamento com programas e serviços online. Meu Instagram: @victordamasiooficial

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