MULHERES DE 50

Maria Tereza Gomes

Um dos três podcasts de saúde e bem-estar mais admirados do país pelo Prêmio Einstein 2023. Somos quatro irmãs que discutem o que significa ter 50 anos hoje: Tereza, 60, é jornalista e mora em São Paulo, capital; Lúcia, 58, é médica ginecologista e obstetra em Toledo, no Paraná; Marilza, ou Mel, 56 anos, é veterinária em Naviraí, no Mato Grosso do Sul; e Sandra, 53 anos, é advogada em Curitiba, Paraná. Uma vez por semana, as quatro se reúnem virtualmente para uma conversa descontraída sobre os desafios da idade, relembrar os ícones de sua geração e dar dicas Maduras.

  1. 3d ago

    T 18 : EPS 02 - Depressão e tristeza passageira: qual a diferença | Saúde mental na maturidade

    Você sabe a diferença exata entre uma tristeza natural da vida e um quadro clínico de depressão? 🛑 No segundo episódio da 18ª Temporada do Podcast Mulheres de 50 — dedicada à Saúde Mental na Maturidade —, as irmãs Gomes (Tereza, Lúcia, Mel e Sandra) recebem a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo (Instituto do Casal, Doutora pela PUC-SP) para um diálogo franco sobre por que o adoecimento emocional atinge as mulheres com quase o dobro da frequência em relação aos homens. No Brasil, pesquisas apontam que 45% das mulheres já receberam diagnóstico de algum transtorno mental, sendo 17% de depressão. Neste episódio, você vai ouvir: Por que sofremos o dobro? O cruzamento entre vulnerabilidades biológicas (ciclos hormonais, menopausa, puerpério) e a sobrecarga social da tripla jornada e da cobrança por perfeição.Tristeza x depressão clínica: Como diferenciar a tristeza (que tem motivo e é temporária) da depressão (doença orgânica de código CID F32, que afeta o sono, o apetite e "faz morada").Nem toda depressão é cama e choro: O alerta sobre sintomas atípicos como pavio curto, irritabilidade crônica e agressividade.Doenças que imitam a depressão: Por que alterações da tireoide (hipotireoidismo), falta de ferro (anemia), declínio de estrogênio no climatério e fases iniciais de demências (Alzheimer e Parkinson) podem ser confundidas com depressão.O impacto no casamento e na família: A anedonia, a perda da libido e como o cônjuge pode atuar como rede de apoio sem cobranças destrutivas.Saindo da inércia: A importância de valorizar o simples, os estímulos externos para acalmar a mente e o lema vital: "Sofrimento não pode ser morada, sofrimento é passagem".✨ Acompanhe o Mulheres de 50: Siga o podcast no Spotify e ative o sininho 🔔 para ser avisada dos novos episódios todas as terças-feiras!Deixe sua avaliação de 5 estrelas ⭐ para fortalecer o nosso projeto.Converse com as irmãs Gomes no Instagram: @mulheresde50_.

    T 18 : EPS 02 - Depressão e tristeza passageira: qual a diferença | Saúde mental na maturidade
  2. Oct 20

    T 18 : EPS 01 | O Perigo Silencioso da Solidão | Saúde Mental na Maturidade

    Você sabe a diferença entre apreciar a própria companhia e sentir uma solidão dolorosa que adoece o corpo? Na estreia da 18ª Temporada do Podcast Mulheres de 50 — totalmente dedicada à Saúde Mental na Maturidade —, as irmãs Gomes (Tereza, Lúcia, Mel e Sandra) recebem a psicóloga Solange Ramounoulou, especialista em psicopatologia, antroposofia e fundadora da Clínica VIR, para uma conversa necessária e profunda sobre o impacto do isolamento social pós-50. Neste episódio de abertura, desmistificamos a ideia de que a maturidade precisa ser solitária ou cheia de cobranças e discutimos como construir laços reais de afeto e vitalidade. Neste episódio, você vai ouvir: A epidemia invisível: Por que a solidão crônica já é tratada como questão de saúde pública global e como ela afeta a imunidade, o sono e o coração.Solitude x Solidão: A linha que divide a escolha saudável de estar só (para contemplação e descanso) da dor do desamparo e do isolamento involuntário.Aposentadoria e o cérebro: O perigo de "parar de vez" e a importância biológica de manter rotina, ritmo e utilidade para proteger o córtex pré-frontal.Ninho vazio e convivência: Por que a dedicação exclusiva ao cuidado do outro cobra uma conta alta na maturidade e como a armadilha da queixa e da autocrítica afasta as pessoas queridas.Afeto e intimidade sem regras: Desconstruindo cobranças sobre vida amorosa e sexual aos 50+ e a importância de cultivar amizades no dia a dia.Sinais clínicos de alerta: Como identificar quando a dor emocional exige acompanhamento médico e psicoterapia.✨ Gostou do episódio? Não se esqueça de seguir o Mulheres de 50 aqui no Spotify e ativar o sininho 🔔 para não perder nenhum lançamento da nossa temporada de saúde mental.Avalie o podcast com 5 estrelas ⭐ para que nossa comunidade continue crescendo!Compartilhe este episódio com uma amiga querida que precisa desse abraço em forma de conversa.

    T 18 : EPS 01 | O Perigo Silencioso da Solidão | Saúde Mental na Maturidade
  3. May 5

    T 17 : EPS 08 - Nutrição estratégica | Saúde e bem-estar depois dos 50

    Neste episódio, entrevistamos a nutricionista Claudia Gladis, 44 anos, sobre nutrição para a longevidade. Ela explica que o ganho de peso após os 50, apesar de a gente comer “a mesma coisa”, ocorre devido à queda do estrogênio, que reduz a sensibilidade à insulina e faz o corpo estocar gordura abdominal, enquanto perde massa muscular. A solução é a nutrição estratégica: - Não restrinja, mude a qualidade. Faça uma dieta anti-inflamatória, priorizando alimentos naturais ("desembalar menos e descascar mais") e mantendo proteínas, carboidratos e gorduras em equilíbrio. - Foco no cérebro: a "neblina mental" causada pela queda hormonal exige "combustível de elite": Ômega 3 (nozes, linhaça, salmão). Claudia diz que o suplemento de Ômega 3 é uma prescrição diária para mulheres 40+. Afirma também que é crucial evitar picos de açúcar, que são "veneno para o cérebro". - Foco no músculo : a proteína é essencial para nutrir músculos contra a sarcopenia. A meta é consumir de 1.2 a 1.5g de proteína por quilo de peso diariamente, distribuindo essa ingestão ao longo do dia para absorção eficiente. - Ajustes de digestão: para facilitar a digestão, fracione as refeições em porções menores e prefira alimentos cozidos. - Jejum intermitente : O JI de 12 horas não traz prejuízo, mas jejuns mais longos (14h) devem ter acompanhamento especializado. Segundo ela, perder refeições após os 50 significa perder oportunidades de consumir nutrientes essenciais para uma vida saudável. - Álcool: o consumo diário não é recomendado, pois causa inflamação e retenção de líquidos. É melhor obter antioxidantes de frutas roxas (uva, amora). Quer saber como fazer uma dieta para uma vida longa e saudável? Ouça o episódio completo. e não deixe de compartilhar com aquela amiga que você sabe que precisa ouvir.

    T 17 : EPS 08 - Nutrição estratégica | Saúde e bem-estar depois dos 50
  4. Apr 21

    T 17 : EPS 06 - Demências | Saúde e bem-estar depois dos 50

    Quais são os sinais de demência? Trocar o nome dos filhos ou esquecer o nome de um ator, mas lembrar dois dias depois? Não, isso ainda não é sintoma de demência. Trata-se de um processo natural do envelhecimento, pois agora o cérebro demora um pouco mais para encontrar a informação. No entanto, ir ao supermercado e comprar muitos itens do mesmo produto, deixando outros de fora, ou pagar o mesmo boleto várias vezes, são sinais de preocupação. “Devemos nos preocupar quando essas pequenas coisas começam a impactar a independência e a autonomia”, diz a neurologista Raquel Molina, professora da Universidade Federal Fluminense. “Nunca é um episódio isolado; são coisas que acontecem de forma recorrente”. Nossa entrevistada falou de forma clara e objetiva sobre diagnóstico precoce – que o tratamento ainda não leva à cura – e enfatizou que sim, podemos atuar na prevenção. Segundo ela, a idade é um fator de risco não modificável, mas há fatores modificáveis que respondem por quase 50% do quadro. Esses riscos estão no início da vida (não ter acesso a educação de qualidade), no meio da vida (depressão, diabetes, obesidade, hipertensão, sedentarismo e perda auditiva) e no fim da vida (isolamento social, perda visual e surdez não tratadas). Em todas essas fases, a poluição do ar também é um risco. “As duas mais cruéis, porque não temos controle, são a educação e a poluição do ar”, diz a médica, que é doutora em Neurologia pela Faculdade de Medicina da USP. Ouça e compartilhe com uma amiga.

    T 17 : EPS 06 - Demências | Saúde e bem-estar depois dos 50

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