ABC (Associação Brasileira de Cinematografia)

ABC

A Associação Brasileira de Cinematografia (ABC) reúne profissionais do audiovisual brasileiro com o objetivo de incentivar a troca de ideias e informações para democratizar e multiplicar o aperfeiçoamento técnico e artístico da categoria. Vinheta de abertura criada por Laura Mayumi.

  1. 04/12/2021

    Sessão ABC - Cinema Indígena na Spcine Play

    Entre os dias 05 até o dia 08 de abril, a ABC, em parceria com a Spcine Play, exibiu uma mostra especial da Sessão ABC.   A programação destes quatro dias trouxe cinco filmes de cineastas indígenas de diferentes etnias e migram da narrativa documental à mais experimental. Os temas abordados vão desde a crítica a imposição a língua pelo invasor europeu à relação com a terra e a espiritualidade. Entre as produções, estão selecionados para a mostra “Kunhangue - Universo de um Novo Mundo” (Graciela Guarani), “Bicicletas de Nhanderú” (Patrícia Ferreira Pará Yxapy), “Kaapora - O Chamado das Matas” (Olinda Yawar Wanderley), “O verbo se fez carne” (Ziel Karapotó) e “Ywy Nhe'ē Porã - Palavras da Terra” (Alberto Alvares).   Ainda como parte da programação, na quinta-feira (08), a Spcine transmitiu em seu Facebook um debate, com os diretores dos filmes, mediado pelo articulador do Cineclube Spcine, Rosa Caldeira.   Ficha técnica   - Bicicletas de Nhanderú (2014)  Direção: Ariel Ortega | Patricia Ferreira Sinopse: O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.   - Kaapora - O Chamado das Matas (2020)  Direção: Olinda Muniz Silva Wanderley  Sinopse: Uma narrativa da ligação dos Povos Indígenas com a Terra e sua Espiritualidade, do ponto de vista de Olinda, que desenvolve um projeto de recuperação ambiental nas terras de seu povo. Tendo a cosmovisão indígena como lente, a Kaapora e outros personagens espirituais são a linha central da narrativa e argumento do filme.   - Kunhangue - Universo de um Novo Mundo (2020)  Direção: Graciela Guarani  Sinopse: Nos tempos pandêmicos, várias reflexões são conectadas e despertas, desde o modo de refletir até a maneira como se vive e deseja. Neste sentido, Kunhangue apresenta o modo transcendente das mulheres indígenas Guarani de SP, que subverte e dinamiza vários atravessamentos para o fortalecimento de suas existências como originárias. Sabedoria Milenar Guarani que acessa um universo de um novo mundo.   - O verbo se fez carne (2019)  Direção: Ziel Karapotó  Sinopose: A invasão dos europeus em Abya Yala nos deixou cicatrizes. Ziel Karapotó utiliza seu corpo para denunciar cinco séculos de colonização.   - Ywy Nhe'ē Porã - Palavras da Terra (2020) Direção: Alberto Alvares  Sinopse: O documentário Ywy Nhe'e Porã - Palavras da Terra apresenta narrativas e depoimentos de lideranças Guarani da aldeia Potrero Guassu (MS) sobre a Terra, assim como o seu estilo de vida.

    1h 30m
  2. 03/12/2021

    Inclusão de profissionais com deficiência no audiovisual com Gabe Maruyama e Djalma Scartezini

    Live sobre inclusão de profissionais com deficiência no audiovisual com Gabe Maruyama e Djalma Scartezini. Gabe Maruyama é Diretora, Roteirista, Fotógrafa e Montadora, parte da dupla ANGRY @angryfilms. Em seu ano de lançamento foi indicada como Melhor Direção pelo Festival de Clipes e Bandas. Tem em seu portfólio diversos trabalhos voltados para questões sociais, como o curta “Vidas Negras Importam”, a campanha “URL Indesejada” para o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, e também videoclipes que falam sobre futurismo indígena e meio ambiente. Gabe acredita que a arte pode transformar a sociedade, e é a primeira diretora PCD (pcd – pessoa com deficiência) de publicidade no Brasil. Dirigiu campanhas para marcas como Samsung, Mercedes Benz, Nestlê, J&J, Skol, Shell, entre outras. Trabalha atualmente no desenvolvimento de uma série teen de sua autoria. Seu último projeto lançado “Xondaro Ka’aguy Reguá” foi selecionado por diversos festivais pelo mundo, sendo exibido em países como Inglaterra, Dinamarca, EUA, Canadá, Espanha, India, Argentina, Colombia, além de ser destaque na mídia mundial. Djalma Scartezini é Vice-presidente do Instituto EY, Gerente Sênior da Consultoria de D&I da EY I para América Latina, e, sponsor da frente PcD. – EY Able. Psicólogo de formação, é comunicador e palestrante. Possui MBA em Recursos Humanos pela FGV/SP. É docente do MBA Executivo Estratégico e Econômico de Recursos Humanos da FGV; É professor da FDC – Fundação Dom Cabral, em diversidade e cultura; Professor da HSM University e Escola de Comunicação ABERJE. É membro do grupo diretor da REIS – Rede Empresarial de Inclusão Social, um grupo de empresas em favor da empregabilidade e inclusão da pessoa com deficiência, que possui a chancela da OIT – Organização Internacional do Trabalho/ONU, do qual a EY faz parte. Representa o Brasil anualmente na conferência internacional da OIT em Genebra sobre inclusão da pessoa com deficiência e o futuro do trabalho. É membro do Conselho da Disability: IN Latam para região América Latina. Passou por multinacionais no varejo (Walmart), serviços (Sodexo) e indústria (Vivo) liderando cases de sucesso em Diversidade e, construiu um dos maiores cases de inclusão de pessoas com deficiência do país.

    1h 38m
  3. 11/20/2020

    Conversa sobre Som com Guile Martins e Julia Zakia

    sobre som com Guile Martins e Julia Zakia.  Guile Martins é formado em Audiovisual pela ECA-USP, mestre em Arte e Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás e professor no Bacharelado de Cinema do Instituto Federal de Goiás. Sound designer e mixador desde 2005 assina o desenho de som de filmes como o premiado “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queiroz, e dedica sua vida e profissão a ouver imagens.   Julia Zakia estudou cinema na escola de comunicações e artes da universidade de são paulo (ECA-USP), tendo se formado com especialização em direção e cinematografia. Desde 2004 trabalha alternadamente nas duas funções, tendo dirigido e fotografado curtas e longas-metragens, exibidos em importantes festivais nacionais e internacionais. É mestranda em meios e processos audiovisuais na eca- usp, e está finalizando seu segundo longa- metragem: citrotoxic. Como fotógrafa assina a direção de fotografia de diversos curtas, longas e séries, tendo trabalhado dos diretores: Caco Ciocler, Carla Gallo, Carol Jabor, Carol Rodrigues, Claudia Priscila, Daniel Salaroli, Fernanda Faya, Gal Amrtins, Guile Martins, Guilherme Cesar, Helio Villela, Helo Passos, Hilton Lacerda, Igor Stoimenov, Izabel Teixeira, Jessica Queiroz, Joaquim Castro, Juliana Vicente, Kiko Goifman, Laura Mansur, Luciana Barreto, Lufe Steffen, Marcelo Caetano, Maria Ribeiro, Mariana Lacerda, Monica Palazzo, Otavio Cury, Patricia Cornils, Pedro Marques, Raissa Gregori, René Guerra, Sabrina Fidalgo, Sara Oliveira, Tata Amaral, Vera Egito. Teve sua estreia na direção de longas metragens com o filme Rio Cigano, co-produzido pela superfilmes e gato do parque, produtora da qual é sócia fundadora, e onde desenvolvem projetos para cinema e TV.

    1h 48m

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