Conversa de Câmara: podcast sobre música clássica!

Conversa de Câmara

O melhor podcast sobre música clássica do Brasil! Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort e Arthur Muhlenberg. #musicaclassica #músicaerudita #podcastdemúsica #podcastdemúsicaclássica #orquestra #quartetodecordas #sinfonias #mozart #beethoven #chopin

  1. Seis acordes monumentais, enigmáticos e arrebatadores de Sibelius na Quinta Sinfonia

    1d ago

    Seis acordes monumentais, enigmáticos e arrebatadores de Sibelius na Quinta Sinfonia

    Poucas obras na história da música conseguem unir natureza, espiritualidade e inovação como a Quinta Sinfonia de Jean Sibelius. Composta entre 1914 e 1919, em meio às turbulências da Primeira Guerra Mundial e ao aniversário de 50 anos do compositor, esta sinfonia tornou-se um marco da música finlandesa e mundial. O ponto culminante está nos seis acordes finais: monumentais, separados por silêncios que parecem suspender o tempo. Não são apenas notas — são golpes de eternidade, ecos de paisagens nórdicas, respirações cósmicas que deixam o ouvinte em estado de contemplação. Sibelius descreveu sua inspiração como se “Deus lançasse mosaicos do céu” e ele tivesse que descobrir o padrão. A sinfonia nasce da visão de cisnes voando sobre os lagos de Ainola, sua casa. O tema das trompas, majestoso e expansivo, traduz esse voo em música. É a natureza transformada em som, um hino à vida e à liberdade. Ao mesmo tempo, a obra dialoga com o restante do ciclo sinfônico de Sibelius: contrasta com a sombria Quarta, antecipa a clareza da Sexta e a síntese da Sétima. A Quinta é, portanto, um portal — uma ponte entre o desespero e a transcendência, entre o humano e o eterno Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

    1h 25m
  2. Water Concerto, ou Concerto da Água, do compositor chinês Tan Dun

    May 30

    Water Concerto, ou Concerto da Água, do compositor chinês Tan Dun

    Hoje vamos falar sobre uma das obras mais inovadoras da música contemporânea: “Water Concerto”, ou “Concerto da Água”, do compositor chinês Tan Dun. E ao longo desta apresentação, não vamos apenas explicar a obra — vamos mergulhar nela. No final, o convite é simples: ouvir a peça completa com uma nova escuta, muito mais consciente. Tan Dun, nascido em 1957 na China, é um dos compositores mais importantes do cenário global. Vencedor de Oscar, Grammy e também embaixador cultural da UNESCO, ele construiu uma linguagem musical única, que une tradição chinesa, música clássica ocidental e uma forte relação com a natureza. Para ele, a música não é apenas som organizado no tempo — é uma extensão do mundo natural. Como o próprio compositor diz: “a música é a arquitetura do tempo, e a natureza é minha eterna inspiração”. Essa ideia se materializa de forma radical em “Water Concerto”. Composta no final dos anos 1990, a obra rompe com um princípio básico da música ocidental: o instrumento deixa de ser algo fixo, tradicional, e passa a ser… a própria água. Sim — neste concerto, a água não é só tema, não é só inspiração. Ela é o instrumento principal. O solista utiliza bacias, recipientes e diferentes volumes de água, explorando sons através de impacto, movimento, respingos, fricção e gotejamento. Cada gesto produz um resultado sonoro diferente: desde sons delicados, quase silenciosos, até explosões percussivas intensas. A água, aqui, não é controlada como um violino ou um piano. Ela reage, responde, resiste. Existe um grau de imprevisibilidade. O intérprete não apenas toca — ele dialoga com a matéria. Por isso, essa obra foi descrita como um verdadeiro “banquete entre água e som”. E não apenas no sentido musical. Trata-se de uma experiência sensorial completa, quase um ritual. Ao ouvir, não estamos apenas percebendo notas — estamos ouvindo texturas, movimentos, energia. Estamos ouvindo a natureza em ação. A estrutura da obra também foge completamente do modelo tradicional de concerto. Em vez de movimentos bem definidos, com começo, desenvolvimento e conclusão clara, o que temos aqui é uma forma orgânica, inspirada no próprio ciclo da água. Podemos entender a peça em três grandes momentos. Primeiro, uma espécie de gênese sonora, em que a água é apresentada. Os sons são sutis, espaçados, quase como gotas ou pequenas correntes. Não há pressa — é um convite à escuta. Depois, entramos em uma fase de desenvolvimento, onde a orquestra ganha força, a densidade aumenta e o diálogo entre solista e conjunto se intensifica. Aqui surgem contrastes extremos: momentos de calmaria absoluta e outros de grande energia, com impactos fortes e massas sonoras complexas. Por fim, temos uma dissolução. Os sons voltam a se tornar rarefeitos, o espaço aparece novamente, e a música não termina de forma conclusiva — ela se dispersa, como água voltando ao seu estado natural. Essa estrutura não é linear, nem narrativa no sentido tradicional. Ela é cíclica. É quase como observar a água em seus estados: fluxo, turbulência e calmaria. Do ponto de vista técnico, a obra coloca o timbre no centro da linguagem musical. Aqui, o mais importante não é melodia ou harmonia, e sim a qualidade do som. Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

    1h 5m
  3.  Heitor Villa-Lobos, brutal, com a Sinfonia nº 10 – Sumé Pater Patrium: Sinfonia Ameríndia: mais de uma hora da maior epopeia musical feita no Brasil

    May 23

     Heitor Villa-Lobos, brutal, com a Sinfonia nº 10 – Sumé Pater Patrium: Sinfonia Ameríndia: mais de uma hora da maior epopeia musical feita no Brasil

    Imagine o Brasil dos anos 1950. O país vivia um momento de afirmação cultural, e Heitor Villa-Lobos já era reconhecido como o grande embaixador da música brasileira no mundo. Nesse contexto, ele recebe uma encomenda especial: compor uma obra monumental para celebrar os 400 anos da fundação da cidade de São Paulo. O resultado foi a Sinfonia nº 10 – Sumé Pater Patrium: Sinfonia Ameríndia, escrita entre 1952 e 1953. Essa sinfonia não é uma peça comum. Villa-Lobos a concebeu como um oratório, misturando vozes solistas, coro e uma orquestra gigantesca. É uma obra que ultrapassa os limites da forma sinfônica tradicional, aproximando-se de criações como a Oitava Sinfonia de Mahler ou a Missa Glagolítica de Janáček. O texto que sustenta a obra vem dos escritos do padre José de Anchieta, jesuíta que participou da catequização dos povos indígenas e da fundação da cidade de São Paulo. Anchieta aparece como figura mística, protetora, mas também como símbolo do encontro – e do choque – entre culturas. Villa-Lobos constrói a sinfonia em cinco movimentos, cada um com uma função narrativa e simbólica. Vamos percorrer juntos esse caminho. Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

    2h 15m
  4. Einojuhani Rautavaara prova que a Finlândia é mais que Jean Sibelius com seu Concerto para Piano nº 2

    May 9

    Einojuhani Rautavaara prova que a Finlândia é mais que Jean Sibelius com seu Concerto para Piano nº 2

    Einojuhani Rautavaara foi uma das figuras mais fascinantes da música erudita do século XX. Considerado o grande sucessor de Jean Sibelius, o compositor finlandês construiu uma linguagem profundamente pessoal, unindo modernismo, espiritualidade e lirismo em obras que parecem existir entre o sonho e a contemplação metafísica. Seu Concerto para Piano nº 2, composto em 1989, representa uma das expressões mais intensas dessa maturidade artística. Distante do concerto virtuoso tradicional, a obra transforma o piano em um protagonista psicológico: um indivíduo em confronto com forças invisíveis, cercado por paisagens sonoras misteriosas e orquestrações de rara profundidade emocional. Dividido em três movimentos conectados — In Viaggio, Sognando e libero e Uccelli sulle passioni — o concerto conduz o ouvinte por uma jornada de tensão, introspecção e transcendência. O primeiro movimento apresenta um piano inquieto e quase percussivo, mergulhado em atmosferas dramáticas. No centro da obra surge um dos momentos mais contemplativos de Rautavaara: uma música suspensa no tempo, espiritual e silenciosa, marcada por harmonias modais e delicadas camadas orquestrais. Já o movimento final dissolve a tensão em figuras que evocam pássaros e ecos da natureza, tema recorrente na produção do compositor. Ao unir ecos do serialismo moderno, do romantismo nórdico e do misticismo contemplativo, Rautavaara cria uma obra profundamente humana, ambígua e emocionalmente poderosa. O Concerto para Piano nº 2 não oferece respostas definitivas: ele convida o público a atravessar uma experiência sonora de sonho, conflito e revelação interior. #Rautavaara #MusicaClassica #ConcertoParaPiano #MusicaErudita #Piano #Orquestra #Finlandia #MusicaContemporanea #NeoRomantismo #ConcertosClassicos Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

    1h 6m
  5. Franz Liszt largou a "Lisztmania", meteu um triângulo no Concerto para Piano nº 1  e entrou para a eternidade musical

    May 2

    Franz Liszt largou a "Lisztmania", meteu um triângulo no Concerto para Piano nº 1 e entrou para a eternidade musical

    Em 1847, Franz Liszt faz algo que poucos artistas no auge teriam coragem: ele simplesmente abandona a carreira de pianista virtuose. Depois de quase três décadas dominando palcos por toda a Europa — de cidades como Dublin até Constantinople — Liszt decide virar a chave. E isso muda tudo. Durante sua fase como performer, ele não só encantou multidões com técnica impressionante, mas também mergulhou profundamente na música de gigantes como Ludwig van Beethoven e Hector Berlioz. Ao transcrever obras como as nove sinfonias de Beethoven e a Sinfonia Fantástica, Liszt praticamente absorveu toda a linguagem musical do seu tempo. Mas é só quando ele se estabelece em Weimar, como diretor musical, que o verdadeiro compositor emerge. Ali, ele abandona o palco e começa a construir algo muito maior: uma nova forma de pensar música. É nesse contexto que nasce o seu Concerto para Piano nº 1 em Mi bemol maior — uma obra que não surge de uma vez, mas é lapidada ao longo de anos, até estrear em 1855 sob a regência do próprio Berlioz. E aqui está o ponto central do episódio: Esse concerto não é um concerto comum. Liszt quebra completamente o modelo tradicional estabelecido por nomes como Wolfgang Amadeus Mozart e até o próprio Beethoven. Em vez de alternar entre piano e orquestra, ele cria uma integração total. Tudo é diálogo. Tudo se transforma. A obra funciona como um grande fluxo contínuo, dividido internamente em quatro partes que se conectam o tempo inteiro. Temas reaparecem, se transformam, mudam de caráter — o que começa como melodia lírica pode terminar como marcha triunfal. É música em constante mutação. Ao longo do episódio, você vai perceber como cada seção da obra carrega ecos das anteriores: o drama inicial, o lirismo quase operístico, os momentos leves e até experimentais, e finalmente uma conclusão que amarra tudo de forma orgânica e poderosa. No fim das contas, Liszt não cria apenas um concerto. Ele cria algo à frente do seu tempo. Uma obra que mistura virtuosismo, estrutura sinfônica, influência operística e uma visão quase cinematográfica de transformação musical. Isso aqui não é só música. É evolução em tempo real. #FranzLiszt #MusicaClassica #ConcertoParaPiano #HistoriaDaMusica #Beethoven #Berlioz #Romantismo #PodcastMusical #AnaliseMusical #MusicaErudita Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

    1h 17m
  6. Descobrindo a Sinfonia nº 2 “Uirapuru”, de Mozart Camargo Guarnieri.

    Apr 25

    Descobrindo a Sinfonia nº 2 “Uirapuru”, de Mozart Camargo Guarnieri.

    Vamos ver qual é a força sonora da música brasileira em um episódio dedicado à grandiosa Sinfonia nº 2 “Uirapuru”, de Mozart Camargo Guarnieri. Composta em 1945, a obra revela um Brasil moderno, intenso e sofisticado, unindo energia rítmica, lirismo profundo e exuberância orquestral. Neste podcast, mergulhamos na trajetória de Guarnieri, um dos maiores sinfonistas do país, e analisamos como essa composição se tornou símbolo de identidade cultural e afirmação artística no século XX. Uma viagem entre tradição e inovação, onde o canto mítico do uirapuru ecoa em forma de sinfonia. Imperdível para amantes da música clássica, da cultura brasileira e das grandes obras do repertório universal. #MozartCamargoGuarnieri #Guarnieri #Uirapuru #Sinfonia2 #MusicaClassica #MusicaBrasileira #PodcastCultural #CompositorBrasileiro #Orquestra #Sinfonia #VillaLobos #ArteBrasileira #HistoriaDaMusica #Concerto #MusicaErudita #BrasilCultural #Classicos #PodcastMusical #Cultura #GrandesCompositores Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.

    1h 8m
  7. Concerto para Piano nº 21, K. 467 de Mozart: é incrível ou magistral??

    Apr 18

    Concerto para Piano nº 21, K. 467 de Mozart: é incrível ou magistral??

    Existe uma contradição fascinante na história da música. Um homem cercado por preocupações banais, vaidades cotidianas e irritações comuns… foi capaz de escrever algumas das obras mais elevadas já criadas pelo espírito humano. Esse homem era Wolfgang Amadeus Mozart. E hoje vamos falar de uma de suas criações mais luminosas: o Concerto para Piano nº 21 em Dó Maior, K. 467 — uma obra que parece tocar algo além das palavras. Poucos artistas foram tão cercados por exageros quanto Mozart. Desde criança, era apresentado por seu pai, Leopold Mozart, como um prodígio quase sobrenatural. E realmente era fácil acreditar nisso. Como explicar que alguém tão jovem fosse capaz de escrever música de tamanha perfeição? Mas talvez o mais curioso seja outro ponto: quando analisamos sua vida pessoal, encontramos um homem comum. Vaidoso com os cabelos, preocupado com aplausos, irritado com atrasos do correio, incomodado com pequenos problemas domésticos. Nada disso combina com a dimensão espiritual de sua música. Apresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan e Danilo Coelho

    1h 27m
  8. Tabuh-Tabuhan , de Colin McPhee, é a semente de tudo que é moderno na música ocidental do século passado

    Apr 4

    Tabuh-Tabuhan , de Colin McPhee, é a semente de tudo que é moderno na música ocidental do século passado

    Composta durante uma visita de Colin McPhee ao México em 1936, Tabuh-Tabuhan é uma toccata orquestral para dois pianos solo. Logo após McPhee ter terminado de escrever a obra, Carlos Chávez e a Orquestra Nacional da Cidade do México a apresentaram pela primeira vez. O nome incomum e as origens da obra são explicados por McPhee em suas notas de programa: “Tabuh-Tabuhan foi composta depois de eu já ter passado quatro anos em Bali envolvido em pesquisa musical, e é amplamente inspirada, especialmente em sua orquestração, pelos vários métodos que aprendi da técnica do gamelão balinês. O título da obra deriva da palavra balinesa 'Tabuh', que originalmente significava o martelo usado para tocar um instrumento de percussão, mas cujo significado foi ampliado para incluir golpe ou batida – o tambor, um gongo, xilofone ou metalofone. Tabuh-Tabuhan é, portanto, um substantivo coletivo balinês que engloba diferentes ritmos de tambor, formas métricas, pontuações de gongo, gamelões e música essencialmente percussiva. Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan e Danilo Coelho

    52 min

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O melhor podcast sobre música clássica do Brasil! Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada. Seja nosso padrinho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://apoia.se/conversadecamara⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort e Arthur Muhlenberg. #musicaclassica #músicaerudita #podcastdemúsica #podcastdemúsicaclássica #orquestra #quartetodecordas #sinfonias #mozart #beethoven #chopin

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