Teologia Pra Gente

Pr. Fabiano Almeida

Devocionais bíblicos diários que nos ajudam a conhecer a palavra de Deus e o Deus da palavra.

  1. 19h ago

    COMO PROVAR DA ALEGRIA DO SENHOR

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 19/08/2026                                                                                  TÍTULO COMO PROVAR DA ALEGRIA DO SENHOR TEXTO O Salmo 126, dentre os salmos de romagem, é aquele que tem como liçãocentral a forma como o filho de Deus pode provar constantemente da alegriaconcedida pelo Senhor, mesmo em um mundo dominado pelo mal. O fato históriconarrado neste salmo, o retorno dos judeus do cativeiro babilônico, é declaradologo em seu primeiro verso, “Quando oSenhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião”. Quando o retornoocorreu os judeus encontraram sua terra ocupada por outras nações, e issoresultou em grandes dificuldades. É neste contexto que o salmista revela agrande lição deste cântico: é possível aos filhos de Deus provarem de alegria econtentamento mesmo em meio as lutas e tribulações deste mundo. A reação dosjudeus ao retornarem à sua pátria é descrita de forma vivida pelo salmista “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os quevoltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu deriso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandescoisas fez o Senhor a estes. Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quaisestamos alegres” (versos 1 a 3). O retorno à terra prometida é comparado aum sonho, como algo tão maravilhoso ao ponto de parecer irreal. Risos ecânticos acompanham os que retornam, assim como o testemunho das naçõesgentias, reconhecendo que algo tão esplendoroso só podia ter sido produzido porDeus, como que concordavam os próprios judeus ao dizer “Grandes coisas fez o Senhor por nós”.   O retorno à terra prometida se deu em meio a necessidade também derestauração espiritual da nação. É neste contexto que o salmista revela suaconfiança de que o Senhor, que os havia restaurado como nação, também erapoderoso para restaura-los em sua adoração. A linguagem usada pelo salmista fazreferência a fenômenos naturais bem conhecidos dos judeus ao dizer “Traze-nos outra vez, ó Senhor, do cativeiro,como as correntes das águas no Sul” (verso 4). Havia naquela regiãoribeiros completamente secos, que aguardavam que a chuva caísse sobre osmontes, formando correntes que desciam sobre seus leitos. O salmista aplicaesta questão a certeza de que, à semelhança destes ribeiros que pareciam mortos,mas eram vivificados pelas águas que desciam das montanhas, a espiritualidadede seu povo seria também restaurada pelo Senhor, razão pela qual explana suaesperança ao dizer “Os que semeiam emlágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando echorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos” (versos5,6).  A base da alegria e esperança dosalmista é clara, ele recorda daquilo que o Senhor já havia feito, reconhece oque Ele está fazendo e demonstra confiança naquilo que o Senhor ainda fará. Quão preciosa é esta verdade também aos filhos de Deus hoje, que, damesma forma que os judeus no passado, enfrentam toda sorte de lutas etribulações em sua jornada. Como um salvo, a semelhança dos judeus no passado,encontra alegria e esperança para enfrentar suas lutas? Primeiro, jamais seesquecendo da benção concedida no calvário, o perdão de seus pecados pelosangue precioso sangue de Jesus. Também reconhecendo o que deus tem feito emsua vida hoje, libertando seu coração do poder do pecado pela ação da palavra edo Espírito. Finalmente, deve o salvo ter em mente que sua salvação está agoramais próxima do que quando alcançou a fé, mantendo seus olhos firmes naiminente manifestação e seu Salvador. Lembrar do que o Senhor já fez, daquiloque Ele tem feito e daquilo que prometeu fazer, é a forma como os salvos provamda verdadeira alegria em meio as lutas e tribulações.

    COMO PROVAR DA ALEGRIA DO SENHOR
  2. 1d ago

    O DESAFIO DE VERDADEIRAMENTE ANDAR COM JESUS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 18/08/2026                                                                                  TÍTULO O DESAFIO DE VERDADEIRAMENTE ANDAR COMJESUS TEXTO O atento leitor das Escrituras encontra no quinto capítulo do evangelhodo Senhor segundo Marcos uma viva narrativa do encontro entre Jairo e o SenhorJesus. O que encontramos aqui, talvez da forma mais profunda que possa serencontrada nos evangelhos, é uma perfeita ilustração do que significa umencontro verdadeiro com Cristo. Em sua narrativaMarcos nos apresenta pessoas e dificuldades que marcaram o encontro entre Jairoe Jesus. Após citar os desencorajadores que se dispuseram a dissuadir Jairo deseu propósito, assim como a ação do Senhor em permitir que apenas seusdiscípulos mais próximos o acompanhassem ao lugar onde jazia a filha de Jairo,Marcos revela o ambiente encontrado por eles quando da chegada aquele lugar “E, tendo chegado àcasa do principal da sinagoga, viu o alvoroço, e os que choravam muito epranteavam. E, entrando, disse-lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? A meninanão está morta, mas dorme. E riam-se dele; porém ele, tendo-os feito sair,tomou consigo o pai e a mãe da menina, e os que com ele estavam, e entrou ondea menina estava deitada” (Marcos 5:38 a 40). Jesus encontrou a casa de Jairo mergulhada nointenso lamento pela morte de sua filha. O alvoroço citado por Marcos revela aperspectiva humana quanto a morte, focada na tragédia imediata que sobre eleshavia se abatido, sem nenhuma perspectiva de consolo ou mudança desta situação.A resposta de Jesus demonstra que sua perspectiva quanto aquele acontecimentoera absolutamente diferente da perspectiva sem esperança daquelas pessoas, oque pode ser visto em suas palavras “Por que vos alvoroçais e chorais? Amenina não está morta, mas dorme” (Marcos 5.39). Para aquelas pessoas amenina estava morte, algo irremediável e trágico, para Jesus, ela apenasdormia; para a multidão aquilo era um fim absoluto, para Jesus uma situaçãotemporária submissa a seu poder. A reação da multidão revela uma faceta trágicade sua incredulidade “E riam-se dele”, uma demonstração de escárnio diantedaquele que já havia demonstrado seu poder sobre a morte. Aquelas pessoas, mesmo após saberem dosgrandes milagres que Jesus havia realizado, não temeram ridiculariza-lopublicamente, fato que ensina uma preciosa lição aqueles que verdadeiramente játiveram pela fé um encontro pessoal com Jesus: se a multidão não se conteve emdemonstrar seu desprezo e escárnio diante do próprio Filho de Deus, não devemseus discípulos esperar uma ação diferente de parte deste mundo. Em suaprimeira epístola encontramos o apóstolo Pedro exortando os salvos quanto àforma como devem reagir a tais circunstâncias, que devem ser encaradas pelosservos de Cristo como uma marca daqueles que verdadeiramente encontraram aJesus   “Porque é coisa agradável, quealguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendoinjustamente. Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados esofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável aDeus. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós,deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” (1 Pedro 2:19 a21). Caroamigo que vive está triste circunstância de ser escarnecido por causa de seutestemunho cristão, possivelmente por parte de pessoas de sua própria família,ou por parte daqueles de quem você não esperava tal atitude, não desanime! Háum precioso encorajamento por parte do Mestre dirigido a você no quintocapítulo do evangelho segundo Mateus, quando nos diz “Bem-aventurados sois vós, quando vosinjuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minhacausa” (Mateus 5:11). Siga firme, o Mestre sabe muito bem o quesignifica ser desprezado.

    O DESAFIO DE VERDADEIRAMENTE ANDAR COM JESUS
  3. 2d ago

    COMO UM SALVO DEVE ENFRENTAR AS ADVERSIDADES DESTA VIDA

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 17/08/2026                                                                                  TÍTULO COMO UM SALVO DEVE ENFRENTAR ASADVERSIDADES DESTA VIDA TEXTO  Os chamados salmos de romagem sãoimportantes a vida do salvo no sentido em que demonstram como Deus deseja queestes enfrentem as circunstâncias que também fizeram parte da experiência dossalvos no Antigo testamento. As expressões usadas no salmo 125 nos permitemsaber que ele se refere a um período de adversidade vivida pela nação deIsrael, provavelmente debaixo da opressão de uma nação inimiga, como pode serentendido na linguagem utilizada no verso 3 “Porque o cetro de impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos,para que o justo não estenda as suas mãos para a iniquidade”. Estareferência ao domínio de uma nação estrangeira sobre Israel nos permiteconjecturar a respeito de várias narrativas no livro de Juízes, período em queIsrael sofreu invasões tanto por parte dos filisteus como de outras naçõescananitas, além dos períodos em que tanto assírios como babilônicos dominaram anação. Houveram também momentos onde o povo de Deus sofreu debaixo do reinadode seus próprios reis ímpios, como Jeroboão e Acabe. Desta forma temosentão neste salmo a descrição de servos de Deus vivendo debaixo da opressão dehomens ímpios por um período possivelmente prolongado. Isto se torna importantepara a igreja de Cristo uma vez que esta mesma condição se estendeu a ela em seusprimeiros anos e em diferentes períodos de sua história. Assim, este salmo esuas preciosas promessas falam também aos salvos que vivem debaixo da opressãodeste mundo, tentados a abrir mão de sua fé diante do poder de seus inimigos,os convidando a confiarem no Senhor. Aprimeira grande promessa encontra-se no verso 1 “Os que confiam no Senhor serão como omonte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”. Reconheçamos que aqui a promessa não se refere a não sofremos ainvestida por parte de inimigos que buscam nosso mal, mas sim que estasinvestidas não nos destruirão. A razão para isso é apresentada no verso 2 “Assim como estão os montes à roda deJerusalém, assim o Senhor está em volta do seu povo desde agora e para sempre”.Nossa firmeza diante dos ataques inimigos não se deve a nossa própria força oucapacidade, mas unicamente a presença do Senhor conosco. É baseado nestacerteza que o salmista declara sua confiança no verso 3 “Porque o cetro de impiedade nãopermanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as suas mãospara a iniquidade”. Mesmo que os períodos debaixo daopressão inimiga fossem difíceis, o Senhor promete que são passageiros eincapazes de nos destruir. O trecho final deste cântico revela a forma comoDeus deseja que seus filhos reajam a tais circunstâncias. Ao invés de ódio eamargura diante do sofrimento, Deus espera de seus filhos que estes busquem aEle em oração, que intercedam por aqueles que se encontram debaixo da opressão,como lemos no verso 4 “Faze bem, ó Senhor, aos bons e aos que são retos decoração”. Finalmente, o salmista demonstra sua confiança noSenhor tanto em relação a seus malfeitores quanto em relação a sua nação “Quanto àqueles que se desviam para osseus caminhos tortuosos, levá-los-á o Senhor com os que praticam a maldade; pazhaverá sobre Israel”. É inegável que circunstâncias que geram ansiedade e uma sensação deinjustiça e maldade estarão sempre à espreita dos salvos neste mundo. É em meioaos momentos de instabilidade que experimentam nesta vida que o salmo 125 servecomo um precioso lembrete quanto à necessidade de fortalecerem sua fé econfiança no Deus inabalável.

    COMO UM SALVO DEVE ENFRENTAR AS ADVERSIDADES DESTA VIDA
  4. 3d ago

    O DESPREZO A SANTIDADE DO MATRIMÔNIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS: O DESPREZO AOS VOTOS MATRIMONIAIS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 16/08/2026                                                                                  TÍTULO O DESPREZO A SANTIDADE DO MATRIMÔNIO E SUASCONSEQUÊNCIAS: O DESPREZO AOS VOTOS MATRIMONIAIS TEXTO O atento leitor dassagradas Escrituras encontra no décimo terceiro capítulo da epístola aoshebreus uma solene exortação quanto a santidade do matrimônio “Veneradoseja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos fornicadores, eaos adúlteros, Deus os julgará” (Hebreus13:4). O que possivelmente poucos salvos fazem é questionar a estreita ligaçãoentre a decadência espiritual tanto de igrejas quanto de salvos em particularcom a desobediência deliberada a exortação encontrada na epístola aos hebreus. Creioser necessário indagarmos com sinceridade esta questão. Serou não um bom marido ou uma boa esposa afeta a vida espiritual dos salvos emCristo? Háligação entre o desprezo pela fidelidade aos votos matrimoniais e a fraquezaespiritual vista tão abundantemente em nossos dias? Em sua primeira epístola oapóstolo Pedro, falando aos maridos, os exortando quanto as consequências dodesprezo aos votos maritais “Igualmente vós, maridos, coabitai com elascom entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós osseus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossasorações” (1 Pedro 3:7).  A expressão usada por Pedro “coabitai comelas com entendimento” tem o sentido de compreender e satisfazer osdesejos, objetivos e frustrações, as forças e fraquezas, sejam físicas,emocionais ou espirituais da esposa. Quando Pedro fala a respeito do maridohonrar sua mulher, ele se refere a honra concedida por meio de palavras, tempoe bens materiais. Porém, Pedro acrescenta a sua exortação um solene aviso: casoo marido não cumpra com seus deveres matrimoniais, Deus promete disciplina-loimpedindo suas orações, ou seja, deus não o abençoará enquanto ele não conduzircom sabedoria e seriedade seu relacionamento matrimonial. Nenhum homempode pensar que provará das bênçãos de Deus se não der atenção e cuidado paracom a esposa e também pela família. Não pensem as mulheres que o mesmo não éverdade em relação a elas. O papel da esposa é muito claro nas Escrituras,começando por uma ordem repetida três vezes no Novo Testamento: a esposa deveser sujeita a seu marido. No mesmo texto onde fala aos homens Pedro tambéminstrui as mulheres, utilizando-se da figura veterotestamentária de Sara,esposa de Abraão “Porque assim se adornavam tambémantigamente as santas mulheres que esperavam em Deus, e estavam sujeitas aosseus próprios maridos; como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor; daqual vós sois filhas, fazendo o bem, e não temendo nenhum espanto” (1 Pedro3:5,6). Oprincípio utilizado aqui é de que a humilde confiança em Deus produz na mulhera capacidade de se submeter sabendo que esta atitude não será prejudicial a seubem-estar ou personalidade. Por isso, da mesma forma que para com o marido,também para a esposa a causa da falta de bênçãos em seu lar pode ser seudesprezo pelos votos matrimoniais, a falta de respeito pelo seu marido. Éinteressante recordar a forma como o livro de Provérbios por reiteradas vezesalerta as mulheres a respeito de seu comportamento no lar, que tanto podem serde benção como também geradores de grandes dificuldades, como é alertado nocapítulo 21 “É melhor morar numaterra deserta do que com a mulher rixosa e irritadiça” (Provérbios 21:19), e no capítulo 19 “O filho insensato é uma desgraça para o pai, e um gotejarcontínuo as contendas da mulher” (Provérbios 19:13). Sejamcientes então tanto maridos como esposas, que sua atitude para com o matrimônioestá intimamente ligada a condição espiritual de cada um.

    O DESPREZO A SANTIDADE DO MATRIMÔNIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS: O DESPREZO AOS VOTOS MATRIMONIAIS
  5. 4d ago

    A COMPANHIA DAQUELES QUE VERDADEIRAMENTE ENCONTRAM A JESUS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 15/08/2026                                                                                  TÍTULO A COMPANHIA DAQUELES QUE VERDADEIRAMENTE ENCONTRAM AJESUS TEXTO O atento leitor das Escrituras encontra no quinto capítulo do evangelhodo Senhor segundo Marcos uma viva narrativa do encontro entre Jairo e o SenhorJesus. O que encontramos aqui, talvez da forma mais profunda que possa serencontrada nos evangelhos, é uma perfeita ilustração do que significa umencontro verdadeiro com Cristo. Como resultado de seuverdadeiro encontro com Jesus, Marcos sofreu o ataque de pessoas que procuraramlhe desencorajar de seu intuito, assim como foi fortalecido pela intercessão deJesus diante do ataque a sua fé. Uma vez desvencilhado de tais questões, anarrativa de Marcos nos revela que, finalmente, eles seguiram em direção aolocal onde jazia a filha de Jairo. Porém,ao chegarem à casa de Jairo, quando certamente o interesse da multidão eraenorme, Jesus toma uma atitude “E não permitiu que alguém o seguisse, a não ser Pedro, Tiago, e João,irmão de Tiago” (Marcos 5:37). É importante observarmosque não era incomum que Jesus reprimisse o anúncio de seus feitos. O próprioMarcos narra no primeiro capítulo de seu evangelho o caso de um homem leproso aquem Jesus curou e impediu que o noticiasse abertamente “E,advertindo-o severamente, logo o despediu. E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém;” (Marcos 1:43–44). A não obediência aesta ordem trouxe dificuldades ao ministério de Jesus, como bem Marcos narra “Mas, tendo ele saído, começou aapregoar muitas coisas, e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus jánão podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugaresdesertos; e de todas as partes iam ter com ele” (Marcos 1:45). É visívelque Jesus não busca popularidade, anunciar seus feitos geraria uma propagandaem massa, mas este não era seu interesse. Por isso, quando Jesus chega à casade Jairo, ele permite que apenas três de seus discípulos mais próximos oacompanhem, juntamente com os pais da menina, e isto nos ensina uma preciosalição: aqueles que verdadeiramente encontraram a Jesusdevem estar cientes que a companhia nesta caminhada é escassa. Jesus deixouisto claro em seu ensino registrado no sétimo capítulo do evangelho segundoMateus “Entraipela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz àperdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, eapertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mateus7:13,14). Verdadeiramente o caminho espaçoso é bem frequentado, não faltacompanhia aqueles que o escolhem, porém, no caminho apertado que conduz a vidahá pouca companhia, e constantemente aqueles que seguem por ele tem osentimento de andar sós. É por causa deste falso sentimento de solidão que oautor da epístola aos hebreus nos diz, “PORTANTO nós também, pois que estamos rodeados deuma tão grande nuvem de testemunhas” (Hebreus 12:1). Há uma multidão desalvos que já completaram sua carreira e aguardam os fiéis de hoje completaremtambém as suas. Caroamigo que verdadeiramente já encontrou pela fé a Jesus Cristo, não se deixeabater pela pouca companhia em sua jornada cristã. Elias também permitiu estáfalsa noção em seu coração, o que permitiu seu desencorajamento e solidão, atéque o Senhor lhe revelasse que lhe acompanhavam outros sete mil fiéis que nãose dobraram a idolatria. A companhia no caminho da fé é escassa, porém valiosa,há Pedro e Paulo, João e Tiago, Timóteo e Barnabé, assim como uma multidão dehomens e mulheres que anonimamente tiveram um verdadeiro encontro com Jesus.

    A COMPANHIA DAQUELES QUE VERDADEIRAMENTE ENCONTRAM A JESUS
  6. 5d ago

    O VALOR DA PRESENÇA DE DEUS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 14/08/2026                                                                                  TÍTULO O VALOR DA PRESENÇA DE DEUS TEXTO Em nossas meditações nos salmos de romagem, chegamos agora ao Salmo 124.Nosso interesse maior ao examinar este conjunto de salmos é demonstrar comonosso Deus deseja que enfrentemos as circunstâncias que também fizeram parte davida de seus filhos no Velho Testamento. A circunstância histórica deste salmo nos leva a reconhecer Davi comoautor deste salmo, tendo por pano de fundo pelo menos três ocasiões onde alição apresentada aqui bem se encaixa. A primeira delas é seu confronto com ogigante Golias, a segunda hipótese é sua fuga de diante do rei Saul, descritano primeiro livro de Samuel, e a terceira os desdobramentos da rebelião de Absalão,também descritos por Samuel. Não há como determinarmos qual destas narrativasrepresenta a ocasião utilizada por Davi ao escrever este salmo, porémreconhecemos que qualquer uma das três citadas bem se encaixa no propósito doautor. Davi inicia seu cântico citando por duas vezes “Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado” (v. 1,2). Ametáfora utilizada aqui era bem conhecida por ele, uma vez que utiliza a figurade um exército que tem ao seu lado o mais forte guerreiro, aquele que decidi abatalha em seu favor. Davi continua a utilizar metáforas ao dizer que, se oSenhor não fosse para Israel este poderoso guerreiro “Eles então nos teriam engolido vivos” (v. 3), comparando seusinimigos a um terremoto que os consumiria definitivamente. Outra metáforapresente é a de um terrível incêndio, que não poupa nada em seu redor, comparadoa ira de seus oponentes. O conjunto de metáforas é finalizado pela imagem deuma devastadora enchente “Então as águasteriam transbordado sobre nós e a corrente teria passado sobre a nossa alma” (v.4). Até aqui Davi descreveu a imagem do que teria ocorrido com a nação deIsrael caso o Senhor não tivesse interferido em favor deles, de forma que osúltimos versos deste salmo exaltam o poder e a presença de Deus “Bendito seja o Senhor, que não nos deu porpresa aos seus dentes. A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dospassarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos” (v. 6,7). Davi aqui seutiliza novamente de metáforas, a primeira delas do ataque de um predadorselvagem, a segunda de um pássaro que cai na armadilha. Ambas conduzem aconclusão do salmista ao reconhecer que fora a presença de Deus que impediu quefossem destruídos “O nosso socorro estáno nome do Senhor, que fez o céu e a terra” (v. 8). Há verdades preciosas neste salmo aos salvos em Cristo. Assim como ofora a Israel, o Senhor continua sendo a causa de seu povo não ser destruído,como bem nos lembra João em sua primeira epístola “Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o queestá em vós do que o que está no mundo” (1 João 4.4). Da mesma forma que osalmista, os salvos em Cristo devem estar cônscios que o inimigo de suas almasnão desiste de seus planos maléficos, como bem descreve o apóstolo Pedro “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo,vosso adversário, anda ao derredor, como leão bramando, buscando a quem possatragar” (1 Pedro 5:8). Finalmente, e acima de tudo, assim como salmista, osalvo em Cristo deve viver consciente do que representa a presença de Deus emsua vida, de forma que seu clamor seja o mesmo que fortaleceu o salmista emsuas dificuldades “O nosso socorro estáno nome do Senhor, que fez o céu e a terra” (v. 8).

    O VALOR DA PRESENÇA DE DEUS
  7. 6d ago

    O DESPREZO A SANTIDADE DO MATRIMÔNIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS: A PRÁTICA DO DIVÓRCIO COMO ALGO ACEITÁVEL

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 13/08/2026      TÍTULO O DESPREZO A SANTIDADE DO MATRIMÔNIO E SUAS CONSEQUÊNCIAS:A PRÁTICA DO DIVÓRCIO COMO ALGO ACEITÁVEL TEXTO O atento leitor dassagradas Escrituras encontra no décimo terceiro capítulo da epístola aoshebreus uma solene exortação quanto a santidade do matrimônio “Veneradoseja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos fornicadores, eaos adúlteros, Deus os julgará” (Hebreus13:4). Ao observarmos a visível decadência espiritual tanto de igrejas como dossalvos em Cristo em particular, questionamos a ligação desta decadência com aforma como a santidade do matrimônio tem sido desprezada. Creioser mais uma vez necessário indagarmos com sinceridade esta questão. Aponto como causa destavisível decadência espiritual a naturalização com a qual a questão do divórciotem sido tratada nas igrejas. Se em décadas passadas era de certa forma incomumencontrar salvos que tenham desfeito seu compromisso de casamento, nos dias éde certa forma comum encontrar entre os salvos aqueles que já contraíram novasnúpcias por segunda ou terceira vez. Não pense que isto é um problemaexclusivamente moderno, já no antigo testamento Deus usou o profeta Malaquias afim de denunciar os graves pecados da nação de Israel após o exílio babilônico:práticas comerciais injustas, retenção dos dízimos, apatia espiritual e,conforme vemos no segundo capítulo de seu livro, a prática desordenada dorepúdio entre os filhos de Deus, que haviam normalizado algo que Deusreprovava, e não sentiam remorso algum pelo que estavam fazendo, em um dosperíodos de maior decadência espiritual provado por eles, “Porque o Senhor,o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência coma sua roupa, diz o Senhor dos Exércitos; portantoguardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais” (Malaquias 2.16).Vemos o mesmo acontecendo nos evangelhos entre os fariseus, que oficializavamseu divórcio simplesmente declarando-o por três vezes diante das autoridades” eentregando a mulher uma carta de repúdio, sendo que na maior parte das vezes amulher não teria de onde tirar seu sustento e ficava a mercê de circunstânciaque a denegriam na sociedade, o que levou Jesus a declarar “Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser porcausa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com arepudiada comete adultério” (Mateus 5:32). Também entre as igrejas do períodoapostólico vemos como o desprezo a santidade do matrimonio era um sinal defraqueza espiritual. Uma das principais razões que levou o apóstolo Paulo aescrever a igreja em Corínto foi o desprezo pela seriedade do matrimônio, tãocomum naquela cidade e copiado pela igreja do Senhor.  Foi necessário que Paulo instruísselongamente aqueles irmãos dizendo, “Mas aos outros digoeu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente emhabitar com ele, não a deixe. E se alguma mulher tem marido descrente, e eleconsente em habitar com ela, não o deixe” (1 Coríntios 7:12,13).Não é sem causa que, entre as igrejas descritas no Novo Testamento a igreja emCorínto seja colocada como a de mais débil poder espiritual. Desta forma verificamosque em todos os tempos e condições onde o povo de Deus se mostrou fracoespiritualmente a marca do desprezo pela santidade do matrimônio estavapresente. Isso não é mera coincidência. Vemos assim que é urgentemente necessáriauma reaproximação dos salvos e igrejas de um padrão bíblico quanto a santidadedo matrimônio a fim de serem restauradas ao antigo poder espiritual que antesdemonstravam, dando ouvidos a solene exortação de hebreus “Veneradoseja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos fornicadores, eaos adúlteros, Deus os julgará” (Hebreus13:4).

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  8. Aug 12

    A ATITUDE DE JESUS PARA COM AQUELES QUE VERDADEIRAMENTE O ENCONTRAM

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 12/08/2026                                                                                  TÍTULO A ATITUDE DE JESUS PARA COM AQUELES QUE VERDADEIRAMENTE OENCONTRAM TEXTO O atento leitor das sagradas Escrituras encontra no quinto capítulo doevangelho de Jesus segundo Marcos uma preciosa e singular narrativa que serveperfeitamente a fim de demonstrar o que verdadeiramente significa encontrar aJesus Cristo. É maravilhosa forma como Marcos apresenta está verdade, iniciandopela apresentação sincera de Jairo quanto a sua desesperadora condição,prosseguindo pela atitude graciosa de Jesus em ir com ele ao encontro de suafilha enferma, do angustiante teste causado pela questão da mulher que foicurada ao tocar em Jesus, pelo surgimento de homens que procuraram desencorajarJairo de seu intento, e agora, da atitude graciosa de Jesus a, mais uma vez,colocar-se como um escudo a fé de Jairo. O objetivo dos homensdesencorajadores foi detido em uma atitude simples, porém cheia de significado,tomada por Jesus. Assim que é anunciada a morte da filha de Jairo, os homensque vieram a ele procuraram dissuadi-lo de continuar ao lado do Mestre, dizendo“A tua filha está morta; para que enfadasmais o Mestre? ”. Seria natural que o próprio Jairo lhesrespondesse, uma vez que era um homeminstruído, com autoridade de ser um dos principais da sinagoga. Mas antes queele respondesse é Jesus que toma a frente, como bem nos faz ver a narrativa deMarcos “E Jesus,tendo ouvido estas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crêsomente” (Marcos 5:36). O casonão era mais com Jairo, agora a questão era com Jesus Cristo. Quão precioso éobservar nas Escrituras esta graciosa atitude do Mestre para com aqueles que verdadeiramenteo encontram, Ele não os deixa a mercê de suas próprias capacidades ou forças,nem os abandona a sua própria sorte, mas intercede poderosamente em favordeles. Quando verdadeiramente encontramos a Jesus, é Ele que toma a frente denossas questões, Ele está sempre pronto a nos defender, a preservar nossa fé.Veja o caso de Pedro no capítulo 22 do evangelho segundo Lucas. Nesta ocasiãoJesus celebrou pela última vez a páscoa com eles, alertando-os de que haviaentre eles um traidor. Além de indagar quem entre eles seria aquele que trairiao Mestre, os discípulos começaram também um debate a respeito de quem deles erao maior, momento em que Jesus lhes exorta quanto ao verdadeiro serviço paraDeus. A seguir, Jesus diz algo impactante diretamente a Pedro “Simão, Simão,eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; mas eu roguei por ti,para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teusirmãos” (Lucas 22:31,32). O Mestre era ciente das fraquezas edificuldades de Pedro, assim como da ânsia de satanás em destruir uma dasprincipais lideranças entre seus discípulos. O termo rogar tem o sentido deexpressar uma petição baseada em uma necessidade real. Satanás desejava colocarPedro em uma condição em que desistir da fé seria a mais atraente das opções, eele não estava ciente deste fato. Caroamigo que verdadeiramente encontrou a Jesus, o inimigo de tua alma desejaabalar tua fé no Salvador. Suas estratégias e artifícios são engenhosos, porvezes nos passam até desapercebidos, mas não a Cristo. Ele sabe de nossafraqueza e intercede por nós! Quão preciosa é a verdade exposta por João em suaprimeira epístola “MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, sealguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1João 2:1). Assim como o foi a Jairo, Jesus é aquele que responde pelos seus.

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