Estudos Medievais

Laboratório de Estudos Medievais (LEME)

“Estudos Medievais” é um podcast do Laboratório de Estudos Medievais da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual de Campinas, cujo objetivo é produzir conteúdo para professores, alunos e demais interessados pela história da Idade Média.

  1. Estudos Medievais 53 - O Antigo Reino do Kongo

    12/15/2025

    Estudos Medievais 53 - O Antigo Reino do Kongo

    No quinquagésimo terceiro episódio do Estudos Medievais, recebemos Marcos Abreu Leitão de Almeida, professor de História da África na Universidade de São Paulo, para falar sobre o Antigo Reino do Kongo. No mais novo episódio, conversamos sobre a formação desse Estado diante da tradição oral; sobre a sua relação com demais povos, particularmente com os europeus; sobre a escravidão no Kongo e as questões que esta implica na investigação histórica; entre outros tópicos relevantes ao seu estudo. Essas questões nos possibilitaram tratar de importantes discussões na historiografia africanista, a exemplo da decisão de incluir ou não a África no que chamamos de “Idade Média” e da necessidade de trabalhar com fontes não escritas, especialmente a linguística histórica. Participantes Emília França Marcos Abreu Leitão de Almeida Membros da equipe Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Emília França (roteiro) Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Tamires Porfiro (edição e ilustração) Sugestões bibliográficas BOSTOEN, Koen; BRINKMAN, Inge (Orgs.). The Kongo kingdom: The origins, dynamics and cosmopolitan culture of an African polity. Cambridge University Press, 2018 VANSINA, Jan M. Paths in the rainforests: toward a history of political tradition in equatorial Africa. University of Wisconsin Press, 1990. Em português, recomenda-se a produção bibliográfica do professor José Rivair Macedo, que também já gravou um episódio no Estudos Medievais, chamado “A África Antes da Era Moderna”.

    51 min
  2. Estudos Medievais Perfil 13 - Procópio de Cesareia

    10/15/2025

    Estudos Medievais Perfil 13 - Procópio de Cesareia

    No décimo terceiro episódio da série Perfil, o Estudos Medievais recebe Renato Viana Boy, professor da Universidade Federal da Fronteira Sul, para falar sobre um dos autores mais importantes da Alta Idade Média: Procópio de Cesareia. Neste episódio, conversamos sobre a trajetória pessoal de Procópio e a sua presença na corte de Justiniano I, tratando ainda de diversas implicações da sua produção literária. A discussão das suas obras nos leva a abordar o posicionamento de Procópio diante das políticas imperiais; a sua conturbada relação com as figuras do Império; a influência que recebe dos autores clássicos e demais tópicos relevantes ao seu estudo. Participantes Emília França Renato Viana Boy Membros da equipe Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Tamires Porfiro (edição e ilustração) Sugestões bibliográficas BAPTISTA, Lyvia Vasconcelos. O Logos da Guerra pérsica : uma análise da perspectiva histórica da obra de Procópio de Cesareia (VI d.c.). Orientador: Anderson Zalewski Vargas, 2013. Tese de Doutorado (Pós-graduação em História) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/69805. Acesso em 15 out. 2025. CAMERON, Averil. Procopius and the sixth century. Londres: Duckworth, 1985. KALDELLIS, Anthony. Procopius of Caesarea: Tyrannny, History and Philosophy at the End of Antiquity. Filadélfia: University of Pennsylvania Press., 2004. KALLI, Maria K. The manuscript tradition of Procopius' Gothic Wars: a reconstruction of family y in the light of a hithero unkown manuscript (Athos, Lavra H-73). Beiträge zur Altertumskunde ; Bd. 205. München-Leipzig: Saur, 2004. TREADGOLD, Warren. The early Bizantine Historians. Nova Iorque: Palgrave Macmillan. 2007.

    1h 21m
  3. Estudos Medievais Perfil 12 - Marco Polo

    08/21/2025

    Estudos Medievais Perfil 12 - Marco Polo

    No décimo segundo episódio da série Perfil, o Estudos Medievais recebe a Professora Andréa Doré, da Universidade Federal do Paraná, para falar sobre uma das figuras mais conhecidas do período medieval: o viajante Marco Polo. Neste episódio, discutimos seu trajeto até a China e sua presença na corte de Kublai Khan, assim como a escrita do seu relato de viagem (conhecido como Il Milione, O Livro das Maravilhas ou As viagens de Marco Polo) por Rusticiano de Pisa. Por fim, não deixamos de debater a circulação da obra no continente europeu e sua influência nos navegadores dos séculos posteriores, como Cristóvão Colombo. Participantes Marina Sanchez Andréa Doré Membros da equipe Cecília Silva (edição e ilustração) Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Sugestões bibliográficas DORÉ, Andréa. Marco Polo In: NASCIMENTO, Renata Cristina de Sousa; SOUZA, Guilherme Queiroz de (Orgs.). Dicionário: Cem Fragmentos Biográficos. A Idade Média em Trajetórias. Goiânia: Editora Tempestiva, 2020. DORÉ, Andréa. Encontros no cativeiro entre o Mediterrâneo e o Oceano Índico (sécs. XIII-XVII), Revista Diálogos Mediterrânicos, 8, p. 305-319, 2015. DORÉ Andréa. Relações entre Oriente e Ocidente (séc. XIII-XVII): mercadores, missionários e homens de armas, Biblos, 21, p. 105-124, 2008. PINTO, Otávio Luís. A Rota da Seda. São Paulo: Contexto, 2023.

    30 min
  4. Estudos Medievais 52 - Circulação de Boatos

    08/07/2025

    Estudos Medievais 52 - Circulação de Boatos

    No quinquagésimo segundo episódio do Estudos Medievais, recebemos o professor Julio Cesar Magalhães de Oliveira, do Departamento de História da USP, para discutir a Circulação de Boatos nas Sociedades Antigas. Nosso convidado explica o que são os boatos e qual a relação entre eles e os rumores, as notícias falsas e as notícias clandestinas. Oliveira também nos apresenta os seus estudos mais recentes sobre a propagação de boatos de cunho político no Império Romano Tardio. Em particular, ele se interessa pela relação entre a circulação dos rumores e a percepção de oportunidades políticas pelos grupos sociais. O entrevistado reflete sobre por que os boatos são criados, quais fatores lhes dão credibilidade e por que eles se propagam. Ao fim, ele também comenta sobre a especificidade do fenômeno contemporâneo de circulação de notícias falsas por meio das redes sociais. Participantes Isabela Alves Silva Julio Cesar Magalhães de Oliveira Membros da equipe Cecília Silva (edição e ilustração) Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Sugestões bibliográficas ALDRIN, Philippe. Sociologie politique des rumeurs. Paris: Presses universitaires de France, 2005. AUTUN, Louis. Sur les lèvres de la foule: sociologie politique des rumeurs et écriture de l'histoire chez Tacite. Bordeaux: Ausonius, 2025. BLOCH, Marc. Reflexões de um historiador sobre as falsas notícias da guerra. In: História e Historiadores. Textos reunidos por Étienne Bloch. Trad. Telma Costa. Lisboa: Editorial Teorema, 1998, p. 177-197. LEFEBVRE, Georges. O Grande Medo de 1789. Petrópolis: Vozes, 2020. MAGALHÃES DE OLIVEIRA, Julio Cesar. Do boato à lenda. Comunicação informal e fronteiras identitárias nas origens da controvérsia donatista. Antíteses, v. 8, n. 16, p. 111-129, 2015. MAGALHÃES DE OLIVEIRA, Julio Cesar. Boatos, crises e oportunidades políticas na Antiguidade Tardia. História (São Paulo) v.35, e89, 2016.

    1h 26m
  5. Estudos Medievais 51 - Jogos Históricos

    07/14/2025

    Estudos Medievais 51 - Jogos Históricos

    No quinquagésimo primeiro episódio do Estudos Medievais, recebemos Vinicius Marino Carvalho, pesquisador de Pós-Doutorado na UNICAMP e doutor em História Econômica pela USP, para explorar como jogos podem ser ferramentas metodológicas na pesquisa histórica. Discutimos a definição dos Game Studies frente às Humanidades Digitais, seu potencial para investigar processos históricos, os desafios do campo e critérios para um 'bom jogo histórico'. Também refletimos sobre o futuro dos estudos de jogos e caminhos iniciais para pesquisadores interessados. Participantes Gabriel Cordeiro Vinicius Marino Carvalho Membros da equipe Cecília Silva (edição e ilustração) Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Sugestões bibliográficas ARISE. Arqueologia Interativa e Simulações Eletrônicas. São Paulo: MAE/USP, 2017. Disponível em: https://arise.mae.usp.br. Acesso em: 14 jul. 2025. MAMG. The Middle Ages in Modern Games. St Andrews: University of St Andrews, 2018. Disponível em: https://middleagesinmoderngames.net. Acesso em: 14 jul. 2025. McCALL, Jeremiah. Gaming the Past: Using Video Games to Teach Secondary History. Cincinnati, 2011. Disponível em: https://gamingthepast.net. Acesso em: 14 jul. 2025. HGN. Historical Games Network. Reino Unido, 2017. Disponível em: https://www.historicalgames.net. Acesso em: 14 jul. 2025. REINHARD, Andrew. Archaeogaming: Archaeology in and of Video Games. Nova Iorque, 2013. Disponível em: https://archaeogaming.wordpress.com. Acesso em: 14 jul. 2025.

    53 min
  6. Estudos Medievais 50 - Escravidão Antiga

    06/15/2025

    Estudos Medievais 50 - Escravidão Antiga

    No quinquagésimo episódio do Estudos Medievais, recebemos Fábio Duarte Joly, professor titular de História Antiga da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), para discutirmos a escravidão Antiga. Com ênfase na escravidão romana, discutimos as fontes escritas utilizadas pelos historiadores para o estudo do fenômeno da escravidão, bem como suas origens, seus impactos sociais e econômicos, a condição das pessoas escravizadas e libertas e a transição da escravidão antiga para o período medieval. Participantes José Francisco Sanches Fonseca Fábio Duarte Joly Membros da equipe Cecília Silva (edição e ilustração) Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Sugestões bibliográficas CARDOSO, Ciro Flamarion. Trabalho compulsório na Antiguidade. Rio de Janeiro: Graal, 2003. JOLY, Fábio Duarte. A escravidão na Roma antiga: política, economia e cultura. São Paulo: Alameda Editorial, 2005. JOLY, Fabio Duarte. Liberdade e escravidão no pensamento estóico romano. Uma leitura da Consolatio ad Polybium, de Sêneca. Revista de História, Nº 176, 2017, p. 1-20. JOLY, Fabio Duarte. Libertate opus est: escravidão, manumissão e cidadania à época de Nero (54-68 d.C.). Curitiba: Editora Progressiva, 2010. JOLY, Fábio Duarte. Tácito e a metáfora da escravidão: um estudo de cultura política romana. São Paulo: EDUSP, 2004. JOLY, Fábio Duarte; KNUST, José Ernesto. Escravidão antiga em perspectiva mediterrânica: uma proposta de abordagem global. Esboços: Histórias em Contextos Globais, Vol. 31, Nº 58, p. 355–375. BATHRELLOU, Eftychia; VLASSOPOULOS, Kostas. Greek and Roman Slaveries. Hoboken: Wiley Blackwell, 2022. BRADLEY, Keith; CARTLEDGE, Paul (Org.). The Cambridge World History of Slavery, Volume 1: The Ancient Mediterranean World. Cambridge: Cambridge University Press, 2010. HARPER, Kyle. Slavery in the Late Roman World, AD 275-425. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. HUNT, Peter. Ancient Greek and Roman Slavery. Malden: Wiley Blackwell, 2018. RIO, Alice. Slavery after Rome, 500-1100. Oxford: Oxford University Press, 2017. VLASSOPOULOS, K. Historicising Ancient Slavery. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2021. GUARINELLO, Norberto Luiz. Escravos sem senhores: escravidão, trabalho e poder no mundo romano. Revista Brasileira de História, Nº 52, 2006, p. 227-246. MOURITSEN, Henrik. The Freedman in the Roman World. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. SILVA, Felipe Noé. De escravos a benfeitores: os libertos e a munificência cívica na Hispânia Romana. São Carlos: Pedro & João Editores, 2021.

    1h 8m
  7. Estudos Medievais 49 - Livros de Horas

    05/24/2025

    Estudos Medievais 49 - Livros de Horas

    No quadragésimo nono episódio do Estudos Medievais, recebemos Maria Izabel Escano Duarte de Souza, doutora do Programa de Pós Graduação em História Social da USP, para discutirmos os Livros de Horas. Produzidos entre os séculos XIII e XVI, os livros de horas foram o tipo de livro mais popular durante a Baixa Idade Média, com sua produção chegando a ultrapassar a de Bíblias nesse período. Esses livros voltados para a leitura e devoção individual foram também os manuscritos medievais que chegaram em maior número até os dias de hoje, inclusive com alguns deles em bibliotecas brasileiras. Neste episódio, a convidada aborda as origens dos Livros de Horas, suas funções, seu processo de produção, suas múltiplas camadas de texto e imagem, sua circulação e a sua presença em acervos brasileiros. Participantes Cecília Souza Silva Maria Izabel Escano Duarte de Souza Membros da equipe Cecília Silva (edição e ilustração) Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Sugestões bibliográficas BERGE, Damião. Livros de horas manuscritos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. [1973?]. Datiloscrito (FBN/Divisão de Manuscritos). BROWN, Michelle P. Understanding illuminated manuscripts : a guide to technical terms. J. Paul Getty Museum In Association With The British Library. Malibu, California. 1994. DE HAMEL, Christopher. Scribes and Illuminators. University of Toronto Press. Toronto. 1992. FAILLACE, Vera Lúcia Miranda. Catálogo Dos Livros De Horas Da Biblioteca Nacional Do Brasil. 2009. LEROQUAIS, Victor. Les livres d'heures manuscrits de la Bibliothèque nationale. 1927. MARKL, Dagoberto. Livro de Horas de D. Manuel. Estudo introdutório de Dagoberto Markl. Coleção presenças da imagem. Crédito Predial Português. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa. 1983. SOUZA, Maria Izabel Escano Duarte de. O livro de horas 50,1,016 da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (Paris, c. 1460). 2022. Tese (Doutorado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. SOUZA, Maria Izabel Escano Duarte de. Orações pintadas: iconografia mariana, práticas devocionais e funções das iluminuras dos livros de horas da Real Biblioteca Portuguesa. 2015. Tese (Mestrado em História Social) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil. SOUZA, Maria Izabel Escano Duarte de. O ciclo iconográfico da vida da Virgem Maria nos livros de horas da real biblioteca portuguesa. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 9, p. 242–251, 2013. SOUZA, Maria Izabel Escano Duarte de. O Livro De Horas 50,1,16 Da Biblioteca Nacional Do Rio De Janeiro. Anais do XXIX Simpósio Nacional de História, 2017. SOUZA, Maria Izabel E. D. O livro de horas 50,1,1 da Real Biblioteca Portuguesa. In: V EPHIS Encontro de Pesquisa em História da UFMG: Brasil em perspectiva: passado e presente , 2017 , Belo Horizonte. Anais Eletrônicos do V EPHIS Encontro de Pesquisa em História da UFMG: Brasil em perspectiva: passado e presente, 2017. WIECK, Roger S. Painted prayers: The Book of Hours in Medieval and Renaissance Art. George Braziller. Nova Iorque. 1997. WIECK, Roger S. Time Sanctified: The Book of Hours in Medieval Art and Life. George Braziller. Nova Iorque. 2001.

    57 min
  8. Estudos Medievais Perfil 11 - Avicena

    04/28/2025

    Estudos Medievais Perfil 11 - Avicena

    No décimo primeiro episódio da série Perfil, o Estudos Medievais recebe o Dr. Jamil Ibrahim Iskandar, professor sênior do Departamento de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de São Paulo, para discutir a vida e obra de um dos principais intelectuais medievais islâmicos: Ibn Sina ou, como também é conhecido, Avicena. O convidado trata da trajetória de Avicena, sua formação e sua atuação como filósofo e como médico. Além disso, abordamos os preconceitos em relação à fé e ao pensamento islâmico medieval e contemporâneo. Participantes Rafael Bosch Jamil Ibrahim Iskandar Membros da equipe Cecília Silva (edição e ilustração) Diego Pereira (roteiro)⁠⁠ Eric Cyon (edição) ⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠ Isabela Silva (roteiro)⁠ ⁠José Fonseca (roteiro)⁠ Marina Sanchez (roteiro) Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠ Sara Oderdenge (roteiro) Sugestões bibliográficas AFNAN, Soheil M. Avicenna. His Life and Works.  London: Routledge, 1958. ATTIE FILHO, Miguel. Falsafa: A filosofia entre os árabes. São Paulo: Palas Athena, 2002. AVICENA. A origem e o retorno. São Paulo: Martins Fontes, 2022. Tradução por Jamil Ibrahim Iskandar. AVICENA. Livre des Directives et Remarques. Paris: VRIN, 1961. Tradução por Amélie-Marie Goichon. HERNÁNDEZ, Miguel Cruz. Historia del pensamiento en el mundo islámico. Desde las orígenes hast el siglo XII en Oriente. Madrid: Alianza Editorial, 2011.

    42 min

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“Estudos Medievais” é um podcast do Laboratório de Estudos Medievais da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual de Campinas, cujo objetivo é produzir conteúdo para professores, alunos e demais interessados pela história da Idade Média.