Deixa eu cortar aqui, já o Expedition 33 não é jogo do ano pra mim, porque não foi um jogo que eu falei, nossa, meu Deus, mudou minha vida, que jogo maravilhoso, socorro, o que rolou é assim como nos filmes do Oscar, eu vejo alguns filmes e falo, isso aqui tem cara de Oscar, são filmes que eu acho bons, competentes e tal, mas não necessariamente explodem a minha cabeça, sabe? E o Expedition pra mim é bem isso, pra mim é bem jogo de Game Awards, sabe? Não sei se ganha jogo do ano, mas certamente vai competir, vai estar nas categorias lá, mas eu acho que o jogo tem uma cara de Game of the Year, pelo visual mesmo, pela narrativa e tudo mais, pelo barulho que ele fez, e eu acho que ele ocupa um espaço interessante ali entre o AAA e o indie, sabe? Ele é um jogo que tem muita cara de AAA, mas no fundo ele é indie, e ele conta essa história no Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli2 analógicos