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O que conecta você à Universidade? Resumo das principais notícias da Minerva elaborado pela Superintendência-Geral de Comunicação Social da UFRJ (SGCOM). Acesse nosso site (www.conexao.ufrj.br) e nos encontre nas redes sociais (https://linktr.ee/ufrj.oficial).

  1. Mar 6

    A pesquisa sobre a Polilaminina, o projeto Diff Twins de Inteligência Artificial e a Casa de Pedra

    No Conexão UFRJ desta edição, a Minerva entra no ritmo do pós-carnaval mostrando que, enquanto a festa passa, a ciência, a cultura e a tradição seguem pulsando na Universidade. O programa destaca pesquisas que conectam inovação tecnológica, sustentabilidade e impacto social. Abrindo a edição, conheça o projeto Diff-Twins, do Instituto de Matemática da UFRJ, que utiliza inteligência artificial generativa para simular fenômenos naturais. Em parceria com a ExxonMobil, a iniciativa desenvolve modelos capazes de reconstruir rochas digitais em três dimensões e prever correntes oceânicas, contribuindo para a redução de riscos ambientais, o armazenamento seguro de CO₂ e a formação de novos pesquisadores em diferentes áreas. O programa também apresenta a Casa da Pedra, polo avançado do Instituto de Geociências da UFRJ em Santana do Cariri (CE), reconhecida pela Unesco MostOST Bridges como exemplo de sustentabilidade. Integrando ciência, humanidades e saberes locais, o espaço se consolida como ponte entre universidade e território, unindo pesquisa, cultura, educação e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Na terceira reportagem, o destaque é a polilaminina, pesquisa desenvolvida pela professora Tatiana Sampaio, da UFRJ, que ganhou projeção nacional e rendeu uma participação da cientista no programa Roda Viva, da TV Cultura. Apelidada de “colar de pérolas”, a substância tem apresentado resultados promissores no tratamento de lesão medular. A entrevista ampliou o debate sobre financiamento científico, universidade pública, patentes, acesso ao tratamento e combate a golpes envolvendo medicamentos experimentais. Fique por dentro! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais. Ficha técnica: Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação-geral: Pâmella Cordeiro Produção e roteiro: Ana Clara Ferreira e Pâmella Cordeiro Revisão: Fabiana Botelho Captação e edição de áudio: Márcia Paulino

    8 min
  2. Feb 13

    Saúde mental na UFRJ, astronomia no céu do Rio de Janeiro e preservação da memória da ditadura militar

    No Conexão UFRJ desta edição, a Minerva retorna ao ar com pautas que reforçam o compromisso da Universidade com o cuidado, a memória e a produção de conhecimento voltada à sociedade. O programa destaca a importância da saúde mental na UFRJ como uma política permanente, com iniciativas que buscam ampliar o acolhimento, a escuta e a promoção do bem-estar de estudantes, técnicos e docentes ao longo de todo o ano.O programa também apresenta o lançamento de um guia inédito para apreciação do céu do Rio de Janeiro, desenvolvido pelo Observatório do Valongo. A publicação aproxima a astronomia do público, incentiva a observação do céu urbano e valoriza a divulgação científica como ferramenta de educação e acesso ao conhecimento. Na pauta da memória e dos direitos humanos, o programa aborda o pedido de diplomação póstuma de estudantes da UFRJ mortos durante a ditadura militar. A iniciativa reafirma o papel da Universidade na preservação da memória, na reparação histórica e na defesa da democracia. Fique por dentro! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais. Ficha técnica: Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação-geral: Pâmella Cordeiro Produção e roteiro: Ana Clara Ferreira e Pâmella Cordeiro Captação de áudio: Marco Brandt Edição de áudio: Márcia Paulino e Vinícius Lyra

    8 min
  3. Feb 6

    Janeiro roxo, tecnologia inédita de captação de carbono no ar e Projeto Fundanga

    No Conexão UFRJ desta edição, a Minerva volta ao ar conectando saúde, ciência e cultura em pautas que mostram o impacto direto da Universidade na sociedade. O programa destaca as ações do Janeiro Roxo, campanha de conscientização sobre a hanseníase, com a atuação de uma equipe multiprofissional do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, referência no diagnóstico e tratamento da doença no estado do Rio de Janeiro. O episódio também apresenta uma tecnologia inédita de captura direta de carbono do ar, desenvolvida por pesquisadores da UFRJ. A iniciativa deu origem à startup Carbonair Energy e une inovação ambiental, economia circular e reaproveitamento de resíduos, reforçando o papel da pesquisa acadêmica no enfrentamento das mudanças climáticas. Na área da cultura e do pensamento, o programa traz o projeto Fundanga, que integra música, filosofia popular e saberes tradicionais, valorizando conhecimentos produzidos nas ruas, nos terreiros e na oralidade. A proposta amplia os limites da filosofia acadêmica e aposta na escuta e na musicalidade como métodos de produção de conhecimento. Fique por dentro! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais. Ficha técnica: Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação-geral: Pâmella Cordeiro Produção e roteiro: Ana Clara Ferreira e Pâmella Cordeiro Revisão: Gisele Schmidt Captação de áudio: Marco Brandt Edição de áudio: Márcia Paulino e Vinícius Lyra.

    8 min
  4. Jan 30

    Revista que orienta estudantes de graduação, pesquisa em restauração do Rio Doce e exposição da Escola de Belas Artes

    Nesta edição do Conexão UFRJ, a Universidade se conecta com o futuro, a ciência e a arte. O episódio apresenta a revista Futuros, nova publicação da UFRJ que orienta estudantes sobre os diferentes caminhos de acesso à graduação, reunindo informações a respeito de cursos, formas de ingresso, políticas de inclusão e ações afirmativas. Em seguida, a ciência ganha destaque com um estudo que analisa os impactos ambientais do rompimento da barragem do Fundão, dez anos após o desastre, em Bento Rodrigues (MG). Pesquisadores apontam o microbioma como um importante indicador para a recuperação ambiental da bacia do Rio Doce e alertam para riscos persistentes à saúde das populações atingidas. O estudo, publicado na revista científica Next Research, reúne pesquisas de cientistas da UFRJ, Ufes, Uerj e Uenf, e analisa os efeitos de longo prazo do desastre e o nível de recuperação dos ecossistemas afetados, a partir de dados físico-químicos e biológicos de ambientes de água doce, estuarinos, marinhos e terrestres. Os resultados indicam altas concentrações de metais nos sedimentos e bioacumulação em organismos aquáticos. A arte fecha o programa com a exposição Interlocuções: Arte, Arquitetura e Restauração, da Escola de Belas Artes da UFRJ, que contém mais de 80 obras do acervo da Universidade restauradas por alunos, egressos e profissionais formados na instituição. O episódio também traz uma dica cultural no Conexão nas Artes, com o filme O Agente Secreto, suspense psicológico que provoca reflexões sobre poder, vigilância e identidade. Coordenação-geral: Pâmella Cordeiro Produção e roteiro: Ana Clara Ferreira e Pâmella Cordeiro Revisão: Gisele Schmidt Captação e edição de áudio: Márcia Paulino Locução: Emilia Teles e Pâmella Cordeiro

    8 min
  5. 12/05/2025

    Crise na pós-graduação, estudos em perícia criminal e ópera moçambicana na UFRJ

    O Conexão UFRJ desta semana apresenta três reportagens que revelam os desafios e as transformações em curso na universidade, da pós-graduação à pesquisa tecnológica. A edição começa com o cenário crítico enfrentado pelos Programas de Pós-Graduação da UFRJ após a perda de 1.300 bolsas do CNPq entre 2018 e 2025. Mesmo sendo a segunda instituição do país em número de PPGs de excelência, a universidade tem visto sua capacidade de formar pesquisadores ameaçada por novos critérios de distribuição da Capes, que reduziram ainda mais o número de benefícios destinados ao Rio de Janeiro. A PR-2 articula medidas emergenciais para evitar que programas de referência percam qualidade e competitividade acadêmica. Na sequência, o programa apresenta uma das frentes de pesquisa que têm fortalecido a presença da UFRJ no campo da ciência aplicada: os estudos em perícia e investigação criminal. Pesquisadores da universidade desenvolvem técnicas, análises e metodologias que apoiam a elucidação de crimes, ampliam a precisão das perícias e contribuem diretamente para políticas públicas de segurança. Da análise de vestígios ao uso de tecnologias avançadas, as iniciativas reforçam o papel da instituição na produção de conhecimento científico com impacto social concreto. Encerrando a edição, o Conexão UFRJ mergulha na experiência cênica oferecida pelo espetáculo “O grito de mueda” que passou pela universidade. A apresentação, marcada por dança, música e narrativas que articulam memória, ancestralidade e resistência, aproximou o público brasileiro das expressões artísticas de Moçambique e de sua relação com as diásporas africanas. O evento reafirma a UFRJ como espaço de circulação de saberes e de fortalecimento do intercâmbio cultural entre países do Sul Global.Fique ligado! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais.Ficha técnica:Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação: Vanessa Almeida Produção, roteiro e coordenação-geral: Vanessa Almeida e Ana Clara Ferreira Revisão: Gisele Schmidt Captação e edição de áudio: Vinicius Lyra, Marcia Paulino e Marco Brandt

    10 min
  6. 11/21/2025

    Primeira turma da Escola Marielle Franco de Comunicação, pesquisa sobre doramas e novas regras para bolsas Pibic

    O Conexão UFRJ desta semana destaca iniciativas que reforçam o papel da universidade na promoção da justiça social, na pesquisa em comunicação e na ampliação do acesso à ciência. A edição começa com a parceria entre a UFRJ, o Instituto Marielle Franco e a organização Narra, que resultou na primeira turma da Escola Marielle Franco de Comunicação: Narra o Futuro. Voltado a jovens negros e periféricos da Região Metropolitana do Rio, o programa reuniu mais de quarenta participantes e ofereceu formação híbrida com oficinas de storytelling, comunicação política, redes sociais, design gráfico e inteligência artificial. Com encontros no IFCS e mentorias on-line, o projeto reafirma o compromisso da universidade com o protagonismo negro e a democratização da comunicação pública. Na sequência, o programa aborda o fenômeno cultural dos doramas, séries asiáticas que se tornaram febre no Brasil. Pesquisadores do Núcleo de Estudos em Teledramaturgia (Neta) analisam como essas produções, marcadas por melodrama, narrativas intensas e temporadas curtas, conquistaram públicos de diferentes gerações. O estudo destaca a influência das plataformas de streaming e aponta que os doramas resgatam elementos tradicionais da teledramaturgia brasileira, ao mesmo tempo em que apresentam novos formatos de consumo. A pesquisa amplia o entendimento sobre mídia, cultura e comportamento digital contemporâneo. Encerrando a edição, o Conexão UFRJ destaca a atualização dos critérios para a concessão das bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). A universidade aprovou o fim da exigência do coeficiente de rendimento mínimo de 6,5 para acesso às bolsas, permitindo que estudantes de todos os cursos sejam avaliados de forma mais justa e contextualizada. A decisão, apoiada pelos conselhos de graduação e pós-graduação, amplia oportunidades e reconhece que o mérito acadêmico não pode ser reduzido a um único indicador. A medida representa um avanço na equidade e na valorização da iniciação científica na UFRJ. Fique ligado! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais.Ficha técnica: Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação: Vanessa Almeida Produção, roteiro e coordenação-geral: Vanessa Almeida e Sarah Sena Gonçalves Revisão: Gisele Schmidt Captação e edição de áudio: Vinicius Lyra, Marcia Paulino e Marco Brandt Locução: Tatiane Alves e Emília Teles

    6 min
  7. 11/14/2025

    Alerta sobre florestas marinhas, mulheres na ciência e estreia de podcast de filosofia

    O Conexão UFRJ desta semana apresenta três destaques que reforçam o compromisso da universidade com a ciência, o meio ambiente e o pensamento crítico. A edição começa com o alerta de pesquisadores da UFRJ sobre os riscos que ameaçam as florestas marinhas brasileiras. Formadas por algas que abrigam uma imensa diversidade de espécies, essas florestas têm papel essencial no equilíbrio climático e na absorção de carbono. No entanto, o aquecimento global, a poluição e a pesca predatória têm acelerado o desaparecimento desses ecossistemas. O estudo chama atenção para a urgência de políticas de conservação e para a importância de proteger o ambiente marinho como forma de enfrentar as mudanças climáticas. Na sequência, o programa destaca a presença feminina na ciência, com as mulheres conquistando os principais prêmios na final do 3 Minutos de Tese (3MT), competição que incentiva a divulgação científica. O evento desafia estudantes de pós-graduação a apresentarem suas pesquisas em apenas três minutos, de forma clara e acessível. As vencedoras desta edição representaram diferentes áreas do conhecimento, demonstrando a força e a diversidade da pesquisa produzida por mulheres no Brasil. A conquista reforça o protagonismo feminino na academia e o papel da UFRJ na promoção da igualdade e da valorização científica. Encerrando o programa, o Conexão UFRJ apresenta o lançamento do livro Para ler Judith Butler e do podcast Filosofia no Tempo do Agora, iniciativas do Laboratório Filosofias do Tempo do Agora (Lafita), do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ. Coordenado pela professora Carla Rodrigues, o projeto celebra os dez anos do laboratório e reúne 16 pesquisadores na análise de 18 obras da filósofa norte-americana. O podcast, transmitido pela Rádio UFRJ, amplia o alcance do debate filosófico e convida o público a refletir sobre temas contemporâneos como gênero, ética, política e violência. A ação reafirma o papel da universidade pública como espaço de produção de conhecimento e de diálogo com a sociedade. Fique ligado! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais. Ficha técnica: Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação: Vanessa Almeida Produção, roteiro: Sarah Sena Gonçalves Edição de áudio: Vinicius Lyra, Marcia Paulino e Marco Brandt Locução: Tatiane Alves e Marcia Paulino

    7 min
  8. 11/07/2025

    Cotas para pessoas trans, diversidade na pós-graduação e Dia Nacional do Livro

    O Conexão UFRJ desta semana celebra conquistas marcantes em prol da inclusão, da educação e do acesso à cultura. A edição começa com uma reportagem sobre o projeto criado por mestrandos e doutorandos da Escola de Comunicação da UFRJ, que tem contribuído para ampliar a diversidade na pós-graduação. A iniciativa surgiu após a ausência de candidatos cotistas aprovados em 2023 e resultou na criação de um curso preparatório voltado a pessoas negras e de baixa renda. O grupo oferece mentorias, revisões e apoio em todas as etapas do processo seletivo, com o objetivo de democratizar o ingresso e fortalecer a presença de grupos historicamente sub-representados nos programas de pós-graduação da universidade. Na sequência, o programa presta homenagem ao Dia Nacional do Livro, celebrado em 29 de outubro, com uma reflexão sobre o cenário da leitura no Brasil. Embora o país conte com a Lei do Livro desde 2003, que garante o direito de acesso à leitura e prevê a criação de bibliotecas públicas e escolares, ainda há grandes desafios a serem enfrentados. A professora Vanessa Teixeira, doutora em Letras pela UFRJ, professora adjunta e supervisora do setor de Literaturas Africanas da Faculdade de Letras AQUI DA UNIVERSIDADE AFIRMA, que o verdadeiro papel da leitura vai além da dimensão didática — ela é uma ferramenta de transformação social, que precisa refletir a diversidade do povo brasileiro. A docente também reforça a importância de políticas públicas contínuas e do incentivo a autores negros, indígenas e periféricos para tornar a literatura mais plural e acessível. E para encerrar, o Conexão UFRJ traz uma notícia histórica: a aprovação das cotas para pessoas trans na graduação e pós-graduação da universidade. A decisão do Conselho Universitário reserva 2% das vagas para esse grupo social e representa um marco de equidade e reparação dentro do ensino superior público. A medida é resultado de um amplo processo de diálogo e construção coletiva conduzido pela Superintendência-Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade da UFRJ, em parceria com a Reitoria e coletivos estudantis. A política começa a valer já no próximo Sisu, com ingresso dos primeiros estudantes em 2026.Fique ligado! Acesse nosso site e acompanhe a Minerva nas redes sociais. Ficha técnica: Realização: Superintendência-Geral de Comunicação Social (SGCOM/UFRJ) Coordenação: Vanessa Almeida Produção, roteiro e coordenação-geral: Vanessa Almeida Edição de áudio: Vinícius Lyra, Márcia Paulino e Marco Brandt Locução: Heloísa Bérenger e Marco Brandt

    11 min

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