da ideia à luz

Camila Tiago e Marcelo Augusto

O “da ideia à luz” é o maior canal, no Brasil, de diálogos entre áreas técnicas teatrais e de criação artística das artes cênicas. É um espaço de compartilhamento de processo da criação, de conhecimento das pesquisas realizadas sobre Artes Cênica e de intercâmbio entre profissionais, pesquisadores e pesquisadoras dos bastidores do Brasil e de outros países. Cada convidado expõem seu trabalho em um bate-papo descontraído e aconchegante, proporcionando uma troca de experiência a cada programa que vai ao ar. Sejam todas e todos muito bem-vindos. Esse canal também é seu ;)

  1. Férias - 26/01/2026 - Bastidores do som: o trabalho de engenharia de áudio e a experiência na AES Show 2025

    FEB 13

    Férias - 26/01/2026 - Bastidores do som: o trabalho de engenharia de áudio e a experiência na AES Show 2025

    Gabriel VilelaEngenheiro de áudio e professor, com formação em Engenharia Elétrica, Licenciatura em Música e graduação sanduíche em Engenharia de Sistemas Audiovisuais. Atua há mais de 15 anos em estúdio, com foco em captação, mixagem e masterização. É sócio fundador do Tempo Audiolab, estúdio voltado à pós-produção de áudio para música, cinema e artes sono-ras. Atua também como educador na área do áudio, lecionando disciplinas técnicas e de carreira ligadas à produção sonora, escuta crítica, softwares musicais e práticas de estúdio. Desenvolve pesquisas e práticas em áudio imersivo, síntese sonora e arte interativa, integrando tecnologia, criação e ensino.Audio Engineering Society (AES)A Audio Engineering Society (AES) é a principal organização profissional internacional dedicada ao avanço da do áudio em todas as suas dimensões. Fundada em 1948, a AES tem como missão promover o desenvolvimento técnico, científico e artístico do áudio, oferecendo um espaço de troca, pesquisa e inovação para profissionais da área.Reconhecida como a única sociedade profissional voltada exclusivamente para a tecnologia de áudio, a AES ocupa uma posição única na comunidade global. Reúne engenheiros, pesquisadores, artistas, fabricantes, educadores e estudantes de todo o mundo em torno de um objetivo comum: elevar os padrões da prática e do conhecimento em áudio.Desde sua fundação, a AES tornou-se uma referência global, com atuação que vai muito além da publicação de artigos científicos e do desenvolvimento de normas técnicas. A sociedade organiza grandes convenções internacionais, simpósios temáticos e encontros locais, fomentando a atualização profissional, a integração entre áreas e o surgimento de novas tecnologias. Sua contribuição é fundamental tanto para a evolução da indústria quanto para o reconhecimento do áudio como campo interdisciplinar que une ciência, arte e engenharia.

    2h 49m
  2. Férias – 20/01/2026 - O trabalho de cenografia no Acre

    FEB 12

    Férias – 20/01/2026 - O trabalho de cenografia no Acre

    Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Acre para compor essa “mesa” de diálogos. Dani MiriniArtista, pesquisadora e gestora cultural. É Artista das Artes Ajuremadas e ayahuasqueira, de Rua e Floresta Decoloniais, Cabocla Yubã. Com sólida formação acadêmica, Dani é Mestra e Doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, bacharela em Artes Visuais e graduanda em Música, com especialização em Gestão Pública da Cultura (UFAC). Dani conta que é a mente por trás do Grupo Experimental de Teatro de Rua e Floresta Vivarte, onde exerce a direção artística. Sua investigação foca na ancestralidade feminina, na cultura popular e nas artes do corpo e da voz como ferramentas de cura. Écio Rogério da CunhaAcreano, atua no Teatro e na Música desde 1979 em vários grupos, como: Grupo Brazinha, Fragmentos, Cirkistilo. Esquadrão da Vida, Orquestra de Violões de Brasília, O Barulho do Acre, Cia Visee & Versa. Em todos estes grupos, atua como ator e como diretor musical com várias dramaturgias sonoras. Em 2023 participou da exposição brasileira na Quadrienal de Praga - República Tcheca, que ganhou o Prêmio de Melhor Trabalho em Equipe. É compositor, arranjador e dramaturgo, tem 16 peças de Teatro, todas com dramaturgia sonora acentuada. Participou dos Audiovisuais Andrelino Caetano, o poeta da 6, Mauani, o silêncio de Maria, Rio Torto. É professor do ABI Teatro da Universidade Federal do Acre e é pesquisador das dramaturgias sonoras no teatro no Acre e diretor do Grupo Macaco Prego da Macaca Colorida.Marilia BomfimArte-educadora e atriz. Mestra em Artes Cênicas pela UFAC, é também especialista em Pedagogia do Lazer e Recreação no Tempo Livre pela Universidade Federal do Acre (UFAC, 1999) e em Ensino, Arte e Cultura pelo NACE/NUPAE da ECA-USP (2001), além de graduada em Pedagogia pela UFAC (2001) e licenciada em Teatro pela UAB/UNB (2011). É integrante fundadora do Grupo do Palhaço Tenorino (GPT), em Rio Branco-AC, desde 1991, onde trabalha como atriz, dramaturga e diretora teatral. Como contadora de histórias, dedica-se à valorização da tradição oral acreana, além de atuar como mediadora de oficinas para professores.Yuri Montezuma Ator, diretor e dramaturgo. Fundador da Cia Tanto de Lá Quanto de Cá. É licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e mestre em Artes – Teoria e Prática pela mesma instituição. É criador e diretor do Festival Internacional do Circuito Amazônico de Teatro (FICATE). Atualmente, desenvolve pesquisas em teatro voltadas para a vida contemporânea.

    2h 22m
  3. Férias – 13/01/2026 - O trabalho de cenografia no Ceará

    FEB 11

    Férias – 13/01/2026 - O trabalho de cenografia no Ceará

    Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Ceará para compor essa “mesa” de diálogos.Caroline Holanda Diretora-coreógrafa de coisas, espaços e pessoas; construtora de cenografias e objetos coreografáveis. Articula artes cênicas, artes técnicas e tecnologias mecatrônica e multimedial. Investiga metodologias de encenação cênicas-instalativas, além de estratégias técnicas-tecnólogicas, na invenção de zonas poéticas desenhadas por ecosistemas horizontais da matéria. Foi docente no curso de Teatro da Universidades de Fortaleza, e nos cursos de Dança, da Universidade Federal do Ceará, bem como em outros espaços públicos de formações em arte.Ana Vitória AlmeidaAtriz, pesquisadora e cenógrafa. Nas suas formações realizou cursos livres de teatro em Fortaleza, está concluindo Licenciatura em Teatro no IFCE e realizou sua primeira graduação em Arquitetura e Urbanismo, a qual permitiu trabalhar com cenografia no meio da dança e do teatro. Em 2023 recebeu o prêmio Encena de melhor cenografia com o espetáculo “Rainha de paus”. Em 2024 criou a cenografia do espetáculo “Bando” da montagem do IFCE. Em 2025 colaborou com artista visual Céu realizando a expografia da sua instalação para exposição do projeto "Aleijar o corpo, vislumbrar um mundo"; e criou o cenário do espetáculo "Amigo Imaginário" do Grupo Espiral.Klebson AlbertoAtor, artista plástico, empreendedor cultural, cenógrafo e cenotécnico, artista polímata da cena criativa técnica. Atuante na técnica cultural, pesquisador e articulador político de cultura, mobilizador do Fórum das Áreas Técnicas do Ceará e do Fórum Nacional, é associado da Grafias da Cena Brasil, representando a instituição na CNIC, Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - Artes Cênicas. Pesquisador e desenvolvedor de estratégias para políticas públicas voltado à cultura técnica e às artes técnicas. Gestor do espaço Labor, um espaço de Técnicas Criativas, um Ponto de Cultura que desenvolve ações técnicas que transversalizam a economia criativa, as linguagens por meio do acesso gratuito ao seguimento.Rodrigo FrotaCenógrafo, diretor de arte, figurinista, ator, professor e ilustrador. Éprofessor doutor, efetivo da Universidade Regional do Cariri (URCA) e líder do grupo de pesquisa VISUCCA (Visualidades da cena - Cariri). Nos últimos 14 anos criou mais de 150 cenografias para teatro, shows musicais, expografias, e espetáculos de dança. No audiovisual, assinou 7 direções de arte; “Pacarrete” e “Filhos do mangue” e “O melhor Amigo” são os últimos. Possui 11 prêmios na área da cenografia e direção de arte, incluindo prêmios nacionais e regionais. Os últimos deles; Troféu Grande Otelo (Grande prêmio do Cinema Brasileiro) e prêmio Guarani (associação de críticos do cinemabrasileiro), melhor direção de arte de 2021 pelo filme Pacarrete. Em 2025 ganhou melhor direção de arte em longas metragens no festival Tela Cariri pelo “Filhos do mangue” de Eliane Caffé.

    2h 50m
  4. Debate Ep#21 - 16/12/2025 - A criação do espetáculo “O Céu da Língua” sob o olhar das linguagens técnicas criativas

    FEB 2

    Debate Ep#21 - 16/12/2025 - A criação do espetáculo “O Céu da Língua” sob o olhar das linguagens técnicas criativas

    Espetáculo: “O Céu da Língua”Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria, mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal, a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por quê? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o “Céu da Língua”: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade. O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética.Ficha Técnica:Interpretação e Texto: Gregorio DuvivierDireção e Dramaturgia: Luciana PaesAssistência de Direção e projeções: Theodora DuvivierDireção Musical e Execução da Trilha: Pedro AuneCenografia: Dina Salem LevyAssistente de Cenografia: Alice CruzFigurino: Elisa Faulhaber e Brunella ProvvidenteIluminação: Ana Luzia de SimoniDiretor Técnico: Lelê Siqueira Diretor de Palco: Feee AlbuquerqueVisagismo: Vanessa AndreaFotos de Divulgação: Demian JacobFotos de Cena: Joana Calejo Pires e Raquel PellicanoIdentidade Visual Divulgação: Laercio LopoAdministração: Fernando Padilha e Lucas LentiniProdução Executiva: Lucas LentiniDireção de Produção: Clarissa Rockenbach e Fernando PadilhaRede social do trabalho: @‌ceudalinguaIntegrantes:Brunella Provvidente é uma artista multidisciplinar com experiência no Brasil e no exterior. Possui mestrado em Performance Design pela Arizona State University (2015), bacharelado em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009) e formação técnica em Artes Circenses pela Escola Nacional de Circo (2009). Iniciou sua trajetória no teatro em 2003, no Tablado, e desde então tem se destacado na cenografia, figurino e design gráfico. Assinou a cenografia de mais de 30 produções e instalações cênicas no Brasil e no exterior. Atualmente, assina o figurino das produções do canal Porta dos Fundos.@‌brunellaprovvidente Dina Salem Levy é Cenógrafa e Diretora de Arte, com formação em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela École d’Architecture de Versailles, na França. Em 2012, concluiu o Master Scenography na The Royal Central School of Speech and Drama, em Londres. Como cenógrafa, colaborou em concertos de renomados artistas brasileiros e no teatro com grandes diretores. No cinema colaborou com diversos diretores, como Lucia Murat, Anita Rocha da Silveira, entre outros.@‌dinasalemlevy Pedro Aune é músico, baixista. Iniciou os estudos musicais aos 13 anos de idade, tocando primeiramente baixo elétrico, mais tarde, especializando-se no contrabaixo acústico, tendo concluído o curso de bacharelado em música, especialização contrabaixo, pela UniRio. Como instrumentista atuou em shows e gravações com diversos artistas. Em 2011, integrando o grupo Camerata Brasilis, lançou, pela gravadora Acari Records o álbum homônimo, no qual atuou em todas as faixas como baixista. Neste mesmo ano, integrando o grupo Camerata Brasilis.@‌pedroauneTheodora Duvivier é formada em Design pela PUC-Rio, tendo concluído seus estudos em 2018, após realizar um intercâmbio em Artes Visuais na Universidade do Quebec, em Montreal. Como designer, colaborou com a produtora Uns Produções e Filmes, participou do Festival Agora e desenvolveu sites para diversas marcas e artistas. Na área de fotografia, atuou na divulgação de peças de teatro e em shows de artistas. Durante a pandemia, passou a trabalhar no programa de televisão Greg News (HBO), no qual seguiu sendo segunda assistente de câmera. Nos últimos anos, tem se dedicado à edição de vídeo, assinando a montagem de curtas-metragens no Canadá e colaborando como freelancer em diversos projetos, incluindo videoclipes e vídeos para marcas e coletivos independentes.@‌theoduv

    2h 9m
  5. Atualizar Criação Ep#201 - 09/12/2025 -Thelma Bonavita: Trânsito e confluências - modos de criar figurino

    JAN 14

    Atualizar Criação Ep#201 - 09/12/2025 -Thelma Bonavita: Trânsito e confluências - modos de criar figurino

    Thelma Bonavita é uma artista de dança cujo trabalho se situa na intersecção entre coreografia, artes visuais e moda. Desde 2014, ela vive e trabalha em São Paulo e Berlim. Foi cofundadora do estúdio NOVA DANÇA, plataforma DESABA com Cristian Duarte, e Como clube. Bonavita teve formação clássica de 1972 a 1989, o Método LABAN na Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Comunicação e Artes, de 1989 a 1991, e como aluno convidado na escola holandesa SNDO (School for New Dance Development), de 1997 a 1999. Integra o CED (Centro de Estudos de Dança), um grupo de estudos orientado por Helena Katz na PUC (Pontifícia Universidade Católica), desde 1998. Atualmente, Bonavita tem desenvolvido figurinos para dança, tanto em Berlim como São Paulo.Caderno de Artista com Thelma Bonavita: http://youtube.com/watch?v=kepAiTJyN8M@‌trajo_bonavitaNesta conversa Thelma Bonavita fala sobre suas práticas, pesquisas e produções que são o resultado de processos interdisciplinares de longo prazo com o corpo como premissa. O resultado utiliza diferentes formatos, como performances, festas conceituais, clubes artísticos, vídeo, roupas e figurinos, como dispositivos coreográficos.Links falados na conversa:COMO clubehttps://terremoto.mx/revista/36923/comoclube?lang=enArtigohttps://issuu.com/thelmabonavita/docs/queer_feminist_brazilian_puzzleFERVOhttps://vimeo.com/70602944?fl=pl&fe=shFALSO RITUAL BIENAL SÃO PAULO 2014https://youtu.be/IZQ9XJLMhzY?si=pmQPMK5HeRjZdoGEEu sou uma fruta gogoia em três tendências (solo)https://vimeo.com/64487157?fl=pl&fe=shPlataforma DESABAhttps://z0na.hotglue.me/?DESABAarqueologia do futuro (estudo)https://issuu.com/thelmabonavita/docs/caderno_arqueologiaNOVA DANÇAhttps://www.instagram.com/novadancaestudio?igsh=MTRmdzYwdXIzZWFuaw==Helena Katzhttps://www.instagram.com/triz_plataforma?igsh=MWZsa2pkNmZjdGhzZA==magazines:I HAVE A TAIL TO TELLhttps://issuu.com/thelmabonavita/docs/i_have_a_tail_to_tell_reducedTROPICAL DELLUSIONhttps://issuu.com/thelmabonavita/docs/tropical_delusion_mag._001Plataforma Triz:https://www.plataformatriz.com.br/#:~:text=Helena%20Katz%20aposta%20na%20educa%C3%A7%C3%A3o,cultural%20(1977%2D2017).Fleshion [aparências]the politics and poetics of appearances:https://www.youtube.com/watch?v=-dz0qPMaBBQ&t=8sSite Michelle Moura:http://michellemoura.comCONTATO:thelbonavita@gmail.com

    1h 53m
  6. Férias - 02/12/25 – O trabalho de cenografia no Distrito Federal

    12/19/2025

    Férias - 02/12/25 – O trabalho de cenografia no Distrito Federal

    Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Distrito Federal para compor essa “mesa” de diálogos. Heloisa Lyra Bulcão Cenógrafa e figurinista, desde 1982, com atuação em teatro, dança, cinema e exposições. É pesquisadora e professora independente, com 2 pós-doutorados em educação (UERJ/CNPq e UERJ/Faperj) e doutorado em artes cênicas (UNIRIO). Autora dos livros Luiz Carlos Ripper para além da cenografia (FAPERJ, 2014) - indicado a prêmios APTR e Questão de Crítica - e Luiz Carlos Ripper: poesia e subversão (FUNARTE, 2016). Foi uma das curadoras da exposição brasileira na Quadrienal de Praga 2023, que recebeu o prêmio de Melhor Trabalho em Equipe na Mostra dos Países e Regiões. Maria Carmen É cenógrafa e figurinista há 53 anos, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Criou cenários e figurinos para mais de 100 peças teatrais e megaespetáculos de rua. Trabalhou no Rio com Aderbal Freire F.º, Cecil Thiré e Domingos de Oliveira, organizou o Departamento de Figurino da TVE e traduziu o livro "Espaço–Teatro" de Bepi Pastore. Especializou-se em arquitetura cênica na Itália, revitalizando 33 teatros históricos. Em Brasília, fundou o NAC, coordenou cursos do ESTEC, projetou o Teatro Goldoni e fundou o Atelier Cenográfico. Atuou como Coordenadora de Difusão Cultural da FUNARTE (2007-2009). Maíra Carvalho É diretora de arte, produtora e pesquisadora desde 2002. Em seu currículo, tem cerca de cinquenta produções de conteúdo audiovisual, dentre longas-metragens, séries, telefilmes, curtas, além de dezenas de produções publicitárias, espetáculos teatrais e cenografias de eventos. Em maio de 2025, foi agraciada com a Sigla da Associação Brasileira de Cinematografia, assinando a partir de então como Maíra Carvalho, ABC. De 2006 a 2015, foi professora de audiovisual e direção de arte em faculdades do DF. É graduada em História e Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, especialista em História e Estética do Cinema pela Universidad de Valladolid (Espanha) e em História da Arte pela Faculdade Dulcina de Moraes. É sócia criadora da produtora Quartinho Direções Artísticas e sócia da BRADA (Coletivo de Diretoras de Arte do Brasil) e da API (Associação das Produtoras Independentes) da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia). Cyntia Carla Figurinista, diretora, professora, circense, atriz, cenógrafa e maquiadora.  É professora efetiva na UnB- Universidade de Brasília, lecionando disciplinas em diferentes áreas com ênfase em maquiagem e figurino. Graduou-se como bacharel em artes cênicas e é mestra na linha de pesquisa poéticas contemporâneas com a dissertação “O Livro de Lilitt: a construção de um corpo performático”, ambos pela UnB – Universidade de Brasília. Doutora pela Universidade de Lisboa - Doutoramento em Artes (Artes Performativas e da Imagem em Movimento), com a tese “De Ponta-cabeça: Percursos Feministas No Circo”. Como figurinista, cenógrafa e maquiadora atuou principalmente na cidade da Brasília assinando mais de 60 projetos incluindo; dança, cinema, circo, teatro e ópera. Foi integrante e membro fundadora do grupo de teatro-circo “Trupe de Argonautas” no Brasil e do grupo Soul Circus Almada em Portugal. Roustang Carrilho É multiartista, Mestre em Artes Cênicas pela UnB e Técnico em Canto Popular pela Escola de Música de Brasília. Referência como cenógrafo e figurinista no Distrito Federal, reúne mais de 25 anos de atuação em projetos de dança, música, cinema e teatro. Sua pesquisa articula estética, performance e processos colaborativos de criação. Atua também como diretor de palco e ator. Integra a Andaime Cia. de Teatro (desde 2008) e o Coletivo Antônia (desde 2010). Realizou trabalhos em Portugal, Nova York, Chile, México e Praga.

    2h 52m
  7. Criação Ep#199 - 11/11/2025 - Diogo Vanelli e a criação da trilha sonora para o espetáculo “Depois do Silêncio”

    12/10/2025

    Criação Ep#199 - 11/11/2025 - Diogo Vanelli e a criação da trilha sonora para o espetáculo “Depois do Silêncio”

    Diogo Vanelli é músico, compositor e sound designer, formado em Música e mestre em Audiovisual pela UnB. Recebeu prêmio de Melhor Sonoplastia com a Ópera de Três Vinténs (direção de Hugo Rodas), Melhor Trabalho em Equipe com o projeto Encruzilhadas na 15ª Quadrienal de Praga, e foi indicado a Best Sound Design no T.O. Webfest (Toronto) com a trilha de Planetelle. Compôs trilhas de espetáculos de teatro como Ve(ne)nus, Depois do Silêncio, Outro Lear e Sopro de Liberdade. Atuou como sound designer em animações e compôs a trilha sonora do curta metragem Ikini. A peça é baseada em fatos reais da vida da menina americana Helen Keller (1880-1968), que perde a visão e a audição ainda na primeira infância, vivendo em um mundo totalmente apartado até a chegada da professora Anne Sullivan. A mestra ensina a língua de sinais tátil para fazer com que Helen aprenda a se comunicar com o mundo. Em cena, as atrizes e dançarinas Camila Guerra e Naira Carneiro interpretam Anne Sullivan e Helen Keller, respectivamente, e a atriz surda Renata Rezende traz ao palco um contexto autobiográfico, criando um diálogo paralelo entre o período em que viveram as personagens — os anos 1890 — e os dias atuais. Ficha Técnica:Direção: Eliana Carneiro e Rogero TorquatoCoreografias: Eliana CarneiroIntérpretes: Camila Guerra, Naira Carneiro e Renata RezendeTrilha Sonora Original: Diogo VanelliCenografia: Rodrigo LélisDesenho de Luz: Camilo SoudantRoteiro: Os BuritiFigurinos: Os Buriti Site/Rede social do trabalho: @‌depois.do.silencio.espetaculo Gênero: Dança-teatro

    2h 32m

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O “da ideia à luz” é o maior canal, no Brasil, de diálogos entre áreas técnicas teatrais e de criação artística das artes cênicas. É um espaço de compartilhamento de processo da criação, de conhecimento das pesquisas realizadas sobre Artes Cênica e de intercâmbio entre profissionais, pesquisadores e pesquisadoras dos bastidores do Brasil e de outros países. Cada convidado expõem seu trabalho em um bate-papo descontraído e aconchegante, proporcionando uma troca de experiência a cada programa que vai ao ar. Sejam todas e todos muito bem-vindos. Esse canal também é seu ;)