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Oi, somos a Medway! Oferecemos cursos preparatórios para a residência médica mas, mais do que isso, queremos estar ao seu lado por toda sua jornada na Medicina. Nossos podcasts são o lugar perfeito para você aprender sobre os assuntos mais importantes nesse momento de preparação para a residência, desde técnicas de estudo até dicas de carreira. Nosso objetivo é te ajudar durante todo esse processo, por isso vamos conversar também sobre fatores emocionais e escolhas importantes. Então se você quer saber mais sobre residência, estudos e carreira, solta o play! Vem com a gente que vamos caminhar juntos. Nossos episódios saem sempre às quintas-feiras de manhã. Atualmente, estamos postando a quinta temporada do Finalmente Residente, nosso programa focado em residência e carreira.

  1. Aug 30

    Da Santa Casa à USP: a trajetória de Carlos Resende até a Fisiatria | FINALMENTE RESIDENTE

    Carlos entrou na faculdade certo de que faria Ortopedia assim como o pai, o tio, os primos. Saiu com uma escolha que ninguém da família tinha feito antes. Neste episódio do Finalmente Residente, Djon recebe Carlos Resende, R2 de Fisiatria na USP, pra contar a trajetória da Santa Casa de São Paulo até uma das especialidades ainda pouco conhecidas no Brasil, mas com um leque de atuação que surpreende quem descobre. A preparação foi intensa. Dois anos com a Medway, um volume de questões que ele mesmo hoje considera exagerado, e um momento crítico dentro da prova da USP que quase virou o jogo no sentido oposto. Uma conversa pra estudante que sente pressão familiar sobre especialidade, pra quem tá em preparação achando que precisa fazer mais questões do que já faz, ou pra quem simplesmente quer entender o que é Fisiatria e por que ela pode ser resposta pra quem procura uma medicina que junta técnica, humanização e ampla atuação clínica. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Inscreva-se na Lista de Espera dos nossos Extensivos:  https://tr.ee/rAkT50n9yz ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se Mentoria Incisivas: https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ #FinalmenteResidente #Medway #CarlosResende #Fisiatria #MedicinaFisicaEReabilitacao #ResidenciaMedica #ResidenciaUSP #USP #Medicina #R1 #R2 #EspecialidadesMedicas #Reabilitacao #Dor #MedicinaEsportiva #ProvaDeResidencia #PreparacaoParaResidencia #BancoDeQuestoes #Medbrain #AprovacaoResidencia

    Da Santa Casa à USP: a trajetória de Carlos Resende até a Fisiatria | FINALMENTE RESIDENTE
  2. Aug 25

    Ela passou na USP, Unifesp, Einstein e São Bernardo para Medicina de Família | Projeto R1

    USP. Unifesp. Einstein. São Bernardo. Quatro provas prestadas, quatro aprovações. Em uma das especialidades que mais ganhou peso nos últimos anos. Neste episódio do Projeto R1, Daniel Haber e João Vitor recebem a médica que atravessou essa preparação em um ano, trabalhando, estudando 9.585 questões, e ainda descobrindo qual especialidade fazia sentido pra ela. A escolha, aliás, foi surpresa até pra ela mesma. Considerou pelo menos três outras especialidades antes de encontrar aquela que casava com a forma como ela queria exercer medicina. E foi um contato específico durante a graduação que virou a chave. Uma conversa pra estudante que ainda está descobrindo especialidade, pra quem trabalha e estuda ao mesmo tempo, ou pra quem quer entender como direcionar a preparação pra prestar várias instituições sem perder foco. Porque preparação bem direcionada não é sobre estudar tudo, é sobre estudar o que cada prova pede.  ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  https://www.medway.com.br/cursos/?utm_source=Social&utm_medium=Spotify&utm_campaign=Extensivos%ProjetoR1&utm_term=Podcast ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  #ProjetoR1 #Medway #EllenQueiroz #ResidenciaMedica #Medicina #MedicinaDeFamilia #MedicinaDeFamiliaEComunidade #MFC #USP #USPSaoPaulo #ResidenciaUSP #Unifesp #Einstein #ProvaDeResidencia #PreparacaoParaResidencia #EstudosMedicina #BancoDeQuestoes #Medbrain #CadernoDeErros #AprovacaoResidencia

    Ela passou na USP, Unifesp, Einstein e São Bernardo para Medicina de Família | Projeto R1
  3. Aug 9

    Como é a residência de Pediatria na USP Ribeirão? | FINALMENTE RESIDENTE

    Desde o início da faculdade, Guilherme já tinha uma certeza: queria fazer Pediatria. Formado pela UNAERP no fim de 2024, ele traçou um objetivo muito claro durante o internato: conquistar uma vaga na residência de Pediatria da USP Ribeirão Preto, instituição que sempre foi o seu grande sonho. Neste episódio do Finalmente Residente, Guilherme conversa com Lucas Padilha sobre toda a sua trajetória até a aprovação, desde a escolha da Medicina, passando pela construção do currículo durante a graduação, até a preparação intensa para uma das provas mais concorridas do país. Durante a faculdade, participou de ligas acadêmicas, desenvolveu iniciações científicas, apresentou trabalhos em congressos e aproveitou o período da pandemia para fortalecer o currículo. Mas foi no quinto e no sexto ano que a preparação ganhou outro ritmo. No primeiro ano de preparação, com o Extensivo Base, o foco esteve na construção da teoria e no entendimento dos grandes temas da Medicina. Já no sexto ano, com o Extensivo R1, a prioridade passou a ser resolver questões, fazer provas antigas e entender profundamente o perfil das bancas que pretendia prestar. Ao longo da preparação, Guilherme resolveu aproximadamente 7 mil questões no quinto ano e cerca de 24 mil questões no sexto ano. Além disso, realizou provas antigas semanalmente, revisou os temas mais recorrentes da USP Ribeirão e utilizou o MedBrain para direcionar os estudos de acordo com as instituições escolhidas. Ele também compartilha como foi enfrentar a primeira fase da USP Ribeirão, a ansiedade antes da divulgação do resultado e toda a preparação para a prova prática, responsável por 40% da nota final. O episódio traz detalhes sobre a dinâmica da segunda fase, as estações práticas, os tipos de casos cobrados e a importância de conhecer o perfil da instituição. Já aprovado, Guilherme conta como é a rotina da residência de Pediatria na USP Ribeirão Preto. Ele explica a carga horária intensa do R1, os plantões na Unidade de Emergência, a experiência na Neonatologia, na Maternidade, nos ambulatórios e na atenção primária, além dos principais diferenciais da formação oferecida pelo serviço. Ao longo da conversa, também fala sobre ansiedade durante a preparação, rede de apoio, fé, organização da rotina, equilíbrio entre vida pessoal e residência e reforça a principal mensagem para quem está estudando: conhecer a banca, fazer muitas questões e manter constância durante toda a preparação. Um episódio para quem sonha com Pediatria, quer conhecer a residência da USP Ribeirão Preto e busca entender, na prática, como construir uma preparação consistente até a aprovação. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se Mentoria Incisivas: https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ #FinalmenteResidente #ResidênciaMédica #Pediatria #USPRibeirão #Medway

    Como é a residência de Pediatria na USP Ribeirão? | FINALMENTE RESIDENTE
  4. Aug 5

    Como usar IA para escrever prontuários médicos com segurança? | IA na MEDICINA

    A inteligência artificial pode transformar a documentação médica, reduzir tarefas burocráticas e devolver ao profissional mais tempo para conversar com o paciente. Mas o uso dessas ferramentas também pode gerar prontuários prolixos, informações desnecessárias e uma confiança excessiva em textos produzidos automaticamente. Neste episódio do IA com Evidência, Alexandre Remor e Rodrigo Carneiro analisam dois artigos científicos que apresentam perspectivas diferentes sobre o uso de grandes modelos de linguagem na produção de prontuários médicos. Um dos artigos discute o risco de degradação do prontuário. Com a facilidade de gerar textos extensos e aparentemente bem elaborados, o médico pode acabar produzindo documentos enormes, difíceis de consultar e repletos de informações que pouco ajudam na tomada de decisão. Por outro lado, a realidade de muitos serviços de saúde envolve médicos responsáveis por dezenas de pacientes, prontuários incompletos, cópias de evoluções anteriores e registros feitos horas depois do atendimento. Nesse cenário, uma inteligência artificial capaz de transcrever a consulta e organizar corretamente as informações pode melhorar a continuidade do cuidado. Alexandre e Rodrigo debatem por que o problema não está necessariamente no uso da IA, mas na maneira como ela é configurada e utilizada. Ferramentas padronizadas nem sempre conseguem reproduzir o estilo de documentação de diferentes médicos, especialidades e ambientes de trabalho. A personalização dos prompts pode determinar o tamanho do prontuário, o formato da anamnese, as informações sociais que devem ser preservadas e os pontos clínicos que precisam receber maior destaque. Quanto melhor for a orientação oferecida ao modelo, mais próximo o resultado ficará da rotina real do profissional. Ainda assim, nenhum texto produzido por IA deve ser aceito automaticamente. O médico continua responsável por revisar as informações, corrigir possíveis erros e garantir que o prontuário represente fielmente o que aconteceu durante o atendimento. O episódio também apresenta o conceito de pajama time, utilizado para descrever o período em que médicos precisam terminar prontuários em casa, depois do expediente. A inteligência artificial pode reduzir esse tempo, mas o ganho de produtividade nem sempre significa mais descanso. Em alguns serviços, profissionais mais produtivos simplesmente passam a receber um número maior de pacientes. Os hosts ainda discutem o risco de deskilling, a perda de determinadas habilidades causada pela dependência excessiva da tecnologia. A IA pode assumir tarefas burocráticas, mas o médico precisa continuar sabendo entrevistar, examinar, raciocinar e avaliar criticamente os resultados apresentados pela ferramenta. Além da análise dos artigos, Alexandre e Rodrigo apresentam um caminho prático para começar a testar a inteligência artificial na documentação médica: gravar uma consulta com autorização do paciente, enviar o áudio para uma ferramenta de IA, fornecer exemplos de prontuários próprios e ajustar progressivamente o prompt até encontrar um formato adequado. Um episódio sobre prontuários eletrônicos, escribas de IA, personalização, produtividade, senso crítico e o papel do médico em uma realidade na qual a inteligência artificial já faz parte da prática clínica. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  https://www.medway.com.br/cursos/?utm_source=Social&utm_medium=Spotify&utm_campaign=Extensivos%IA&utm_term=Podcast ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  #IAComEvidência #InteligênciaArtificial #IAMedicina #ProntuárioMédico #SaúdeDigital #Medway

    Como usar IA para escrever prontuários médicos com segurança? | IA na MEDICINA
  5. Aug 3

    Como Arthur passou direto em Clínica Médica na Unifesp? | Projeto R1

    Arthur Pereirinha começou a se preparar para a residência médica ainda no quinto ano da faculdade. Graduado pela própria Escola Paulista de Medicina, ele sabia que permanecer na Unifesp para fazer Clínica Médica exigiria muito mais do que apenas conhecer a instituição. Neste episódio do Projeto R1, Arthur conta como organizou dois anos de preparação, conciliou os estudos com o internato e utilizou a sincronização do MedBrain para acompanhar os conteúdos das áreas em que estava rodando. No quinto ano, o objetivo era construir uma base sólida e passar pelos principais assuntos. No sexto, a prioridade passou a ser resolver questões, revisar os pontos fracos, fazer simulados e repetir provas antigas. Ao longo dessa jornada, foram 19.392 questões e aproximadamente 1.587 horas registradas de estudo. Arthur também revela como definia quais aulas precisava assistir, usando uma meta de desempenho entre 70% e 75%, e como criava trilhas extras quando percebia que ainda não dominava determinados temas. Uma das estratégias mais particulares da preparação era estudar explicando o conteúdo para o espelho. Para Arthur, conseguir apresentar definição, diagnóstico, exames e características clínicas sem consultar o material era uma forma de confirmar que o assunto realmente estava consolidado. O episódio também aborda a importância de simular o dia da prova, resolver cerca de uma prova completa por semana, estudar pelas avaliações anteriores das instituições desejadas e aceitar que a preparação não acontece de maneira linear. Alguns temas exigem mais revisões, mais questões e mais contato até serem dominados. Arthur ainda conta como foi enfrentar as provas da Unicamp, do HC e da Unifesp, o nervosismo diante da instituição que sempre foi seu principal objetivo e a importância da terapia, das técnicas de respiração e dos momentos de descanso durante a preparação. Na segunda fase da Unifesp, o estudo em grupo foi essencial para treinar estações práticas, revisar checklists, simular procedimentos e se preparar para a prova multimídia. Depois de todo o esforço, a notícia da aprovação chegou pelas mãos da namorada, que pegou o celular e conferiu o resultado antes dele. Além da preparação, Arthur fala sobre a escolha pela Clínica Médica, as possibilidades profissionais da especialidade e a realidade de quem tenta permanecer na própria instituição. Dos 52 residentes de Clínica Médica da turma, apenas sete haviam se formado na Escola Paulista, mostrando que a aprovação exige dedicação independentemente da faculdade de origem. Um episódio sobre constância, autoconhecimento, provas antigas, milhares de questões e a construção de uma preparação que começou no quinto ano e terminou com a tão sonhada vaga na Clínica Médica da Unifesp. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  https://www.medway.com.br/cursos/?utm_source=Social&utm_medium=Spotify&utm_campaign=Extensivos%ProjetoR1&utm_term=Podcast ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  #ProjetoR1 #ResidênciaMédica #ClínicaMédica #Unifesp #EscolaPaulistaDeMedicina #Medway

    Como Arthur passou direto em Clínica Médica na Unifesp? | Projeto R1
  6. Aug 2

    É possível conciliar Medicina, família e qualidade de vida? | FINALMENTE RESIDENTE

    Dá para conciliar Medicina, família e qualidade de vida? Ou tem hora em que algo precisa ceder? Neste Especial Dia dos Pais do Finalmente Residente, Lucas Padilha recebe Henry Fucuda — ortopedista, cirurgião de ombro e cotovelo, professor da Medway e coordenador do curso preparatório para o TEOT — pra uma conversa sobre paternidade, propósito e o que a residência ensina além da técnica. Prestes a viver uma virada pessoal grande, Henry compartilha o que aprendeu na sua trajetória pelo HC-FMUSP, como suas prioridades foram mudando ao longo da carreira, e por que ele acredita que ninguém precisa estar 100% pronto pra viver as grandes mudanças da vida. Uma conversa pra quem tá construindo carreira em Medicina, pensando em construir família, ou revisitando o equilíbrio entre as duas coisas. Porque a vida médica se sustenta melhor quando faz sentido também fora do hospital. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se Mentoria Insicivas: https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ #FinalmenteResidente #ResidênciaMédica #GinecologiaEObstetrícia #Ginecologia #Obstetrícia #PérolaByington #SaúdeDaMulher #ResidênciaEmGO #VidaDeResidente #RotinaDeR1 #RotinaDeR2 #AprovaçãoNaResidência #PreparaçãoParaResidência #QuestõesDeResidência #CarreiraMédica #EspecialidadesMédicas #Medicina #EstudantesDeMedicina #LucasPadilha #Medway

    É possível conciliar Medicina, família e qualidade de vida? | FINALMENTE RESIDENTE
  7. Jul 28

    Quem cuida da médica quando alguém da família adoece? | PROTAGONISTAS

    Quando alguém da família adoece, a médica ainda pode ser apenas filha? Neste episódio do PROTAGONISTAS, Marina Viana e Thaís Sardinha recebem Lara Cochete — cirurgiã geral, cirurgiã de cabeça e pescoço, professora da Medway, e também co-host desse podcast, agora do outro lado da mesa. A conversa é sobre o diagnóstico grave do pai dela, e sobre tudo que ela precisou carregar depois disso. Nas primeiras 24 horas após a notícia, Lara não teve tempo pra ser filha. Foi imediatamente colocada no papel de médica da família, a que interpreta o exame, escolhe o cirurgião, explica o prognóstico, prepara todo mundo pro que pode vir. E o que veio, veio de forma que ela também não pôde escolher. Uma conversa sobre o peso de ser médica dentro de casa, sobre luto antecipatório, sobre comunicação de más notícias, e sobre como uma experiência assim muda a forma de exercer a profissão. Porque cuidar do outro exige, também, alguém que cuide de quem cuida. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se Mentoria Insicivas: https://campanhas.medway.com.br/medway-incisivas#inscreva-se ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~  Faça parte do nosso time de embaixadores: https://bit.ly/45qeDoq Conheça mais sobre a Medway e nossos cursos: Site: https://bit.ly/45E3mj1 Instagram: https://bit.ly/3UVa6UZ TikTok: https://bit.ly/3HJ37eu Facebook: https://bit.ly/4oJ8c7n ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ #Protagonistas #MulheresNaMedicina #LaraCochete #MedicinaHumanizada #CuidadosPaliativos #Glioblastoma #HumanizaçãoNaMedicina #MulheresMédicas #Medway

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