Prato de Ciência

Prato de Ciencia

O podcast da Faculdade de Engenharia de Alimentos, a FEA, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Aqui, vamos conversar sobre os alimentos de uma forma acessível e abrangente, misturando conhecimentos de diversas áreas científicas, sem ser muito técnico, para que você e outros curiosos sobre o assunto da alimentação possam matar a fome de informação.

  1. Aug 25

    #104 - Petiscos 46 - Babaçu e castanha-do-Brasil: agregando valor aos produtos da sociobiodiversidade brasileira

    Você sabia que a biodiversidade da Amazônia pode virar ingrediente probiótico com ajuda da fermentação? 🌳🍞 No novo episódio do Prato de Ciência, a pesquisadora Letícia Cruz apresenta um projeto financiado pelo GFI Brasil (Good Food Institute) que uniu inovação tecnológica e valorização de comunidades tradicionais da Amazônia. Letícia é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Unicamp, orientada pelo professor Dr. Ruann de Castro. A partir do conhecimento de cooperativas produtoras de farinha de mesocarpo de babaçu e de castanha-do-Brasil na região de Altamira, no Pará, a equipe aplicou a fermentação com a levedura Saccharomyces boulardii, um micro-organismo probiótico, como ferramenta para transformar essas matérias-primas. O resultado surpreendeu: a levedura se desenvolveu bem em ambas as farinhas, apontando-as como candidatas promissoras para produtos carreadores de probióticos. A fermentação também aumentou aminoácidos essenciais, como lisina, valina e fenilalanina, e manteve ou até potencializou o efeito antioxidante natural das farinhas, importante na proteção contra o envelhecimento celular e doenças crônicas. A pesquisa ainda observou inibição de enzimas ligadas à digestão de carboidratos, especialmente na farinha de babaçu, sugerindo potencial para estratégias de controle glicêmico. E, pensando em aplicações práticas, as farinhas fermentadas mostraram propriedades tecnológicas, como capacidade de emulsão e gelificação, favoráveis ao uso em bebidas vegetais, um mercado em crescimento, com destaque para a castanha-do-Brasil. O estudo já está publicado em acesso aberto (Open Access), garantindo que a ciência chegue a todo mundo. Dê o play e descubra como a fermentação pode transformar produtos da Amazônia em soluções para a saúde e para o mercado! 🔬🌿 ⬇️ Conta pra gente: você conhecia o potencial da farinha de babaçu e da castanha-do-Brasil? ⬇️ Créditos Texto e Voz: Letícia Cruz Revisão: Ana Augusta Xavier Mixagem: Elisa Valderano Música da vinheta: Tavinho Andrade Capa Instagram: Vitor Muricy Contato: 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/ As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #104 - Petiscos 46 - Babaçu e castanha-do-Brasil: agregando valor aos produtos da sociobiodiversidade brasileira
  2. Aug 10

    #103 - Petiscos 45 - Desenvolvimento de sistemas alimentícios para entrega oral de insulina

    Você sabia que pode ser possível tomar insulina sem agulhas, usando apenas ingredientes derivados de alimentos? 💉🌱 No novo episódio do Prato de Ciência, exploramos como a engenharia de alimentos pode transformar o tratamento do diabetes com o pesquisador Fernando Divino, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Unicamp, orientado pela professora Rosiane Lopes da Cunha. A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, regula o nível de açúcar no sangue. Nos casos de diabetes tipo 1 e tipo 2, sua produção ou ação fica comprometida, exigindo tratamento,  hoje feito majoritariamente por injeções, um método eficaz porém invasivo e desconfortável. A via oral seria ideal para mimetizar o caminho natural da insulina no corpo, mas enfrenta um obstáculo: o hormônio se degrada durante a digestão. Fernando compartilha como sua pesquisa desenvolve nanopartículas à base de extrato de feijão branco e quitosana (carboidrato derivado de camarão) para encapsular e proteger a insulina das condições do trato digestivo. Esses materiais possuem propriedades adesivas que aumentam o tempo de permanência do hormônio no intestino, elevando as chances de absorção. Em testes in vitro, as formulações já conseguiram proteger a insulina da digestão e liberar cerca de 17% do hormônio veiculado. Os próximos passos da pesquisa buscam aumentar essa taxa de liberação, aproximando essa tecnologia de uma alternativa real para o controle glicêmico de pacientes diabéticos. Dê o play e descubra como a comida pode se tornar aliada no tratamento do diabetes! 🧪💊 Créditos Texto e Voz: Fernando Divino Revisão: Ana Augusta Xavier Mixagem: Elisa Valderano Música da vinheta: Tavinho Andrade Capa Instagram: Vitor Muricy Capa  Contato: 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝 Transcrição do episódio em: fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #103 - Petiscos 45 - Desenvolvimento de sistemas alimentícios para entrega oral de insulina
  3. Jul 27

    #102 - Direto do Forno 16 - Intoxicação por pizza e os perigos invisíveis das DTHA

    🍕 Você saberia identificar se um alimento está seguro para o consumo apenas olhando para ele? No novo episódio do Direto do Forno, partimos de um caso real ocorrido em Pombal (PB), onde mais de 100 pessoas apresentaram sintomas de contaminação e uma pessoa faleceu após consumir pizzas contaminadas por bactérias. Para entender os riscos das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA), recebemos a médica veterinária Maria Gabriela da Costa Franco Silva, especialista em fiscalização e consultoria para serviços de alimentação. Maria Gabriela desmistifica a falsa ideia de que alimento seguro é aquele com "boa aparência". A especialista explica a diferença fundamental entre qualidade e segurança alimentar, detalhando as classificações das DTHA (intoxicação, infecção e toxinfecção), o papel das bactérias como Staphylococcus aureus e E. coli, a importância da zona de perigo de temperatura e os cuidados essenciais de higienização que devem ser adotados desde os manipuladores até os órgãos fiscalizadores, como a Anvisa. Dê o play e descubra como pequenos cuidados de higiene e exigências do consumidor podem prevenir graves problemas de saúde pública! 🧠✨ Créditos: Produção: Carolina Oliveira Convidada: Maria Gabriela da Costa Franco Silva Edição de Áudio: Elisa Valderano Coordenação: Prof. Eric Tobaruela Administração: Laís Glaser Apoio: FAPESP, SAE Unicamp, PROEEC Unicamp 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia  📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/ As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #102 - Direto do Forno 16 - Intoxicação por pizza e os perigos invisíveis das DTHA
  4. Jul 15

    #101 - Petiscos 44 - Pequenos grãos, grandes efeitos: Nanotecnologia na germinação de grãos de mostarda

    Você sabia que um simples grão de mostarda esconde compostos poderosos para a sua saúde, mas que nem sempre nosso corpo consegue aproveitar tudo? 🧐🌱 No novo episódio do Petiscos, exploramos a fronteira entre a nanotecnologia e a biologia vegetal com a engenheira de alimentos Stefany Nunes, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da FEA-Unicamp. Sob orientação do Prof. Dr. Ruann de Castro, Stefany investiga como potencializar as propriedades bioativas dos grãos de mostarda. A pesquisa foca no processo de germinação, momento em que ocorrem mudanças bioquímicas naturais que aumentam os nutrientes. A inovação está no uso de nanopartículas para modular esse processo. Stefany compartilha como diferentes concentrações dessas partículas podem induzir a síntese de enzimas e aumentar o potencial antioxidante e antidiabético dos brotos. O estudo revela que, na dose certa, a nanotecnologia pode ser uma aliada da sustentabilidade e da saúde, protegendo cultivos de estresses ambientais e entregando alimentos com maior valor funcional ao consumidor. Dê o play e descubra como a ciência dos pequenos detalhes está redesenhando o que chega ao seu prato! 🔬✨ Créditos Texto e Voz: Stefany Nunes Revisão: Ana Augusta Xavier Mixagem: Elisa Valderano Música da vinheta: Tavinho Andrade 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/ As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #101 - Petiscos 44 - Pequenos grãos, grandes efeitos: Nanotecnologia na germinação de grãos de mostarda
  5. Jun 30

    #100 - Arroz com Feijão 21 - Reforma Agrária

    🌾 "Esta cova em que estás Com palmos medida É a conta menor Que tiraste em vida É de bom tamanho Nem largo nem fundo É a parte que te cabe Deste latifúndio" 🧑‍🌾💔 No emblemático episódio de número 100 do Prato de Ciência, o apresentador @gusttorresc abre o programa com os versos profundos de Funeral de um Lavrador, de João Cabral de Melo Neto, para introduzir um debate histórico relacionado à alimentação: a Reforma Agrária no Brasil! Se nosso primeiro tema do podcast foi a fome, o centésimo traz o debate de um dos problemas estruturais do Brasil que a originam de acordo com Josué de Castro: a estrutura agrária brasileira. Mas afinal, o que é Reforma Agrária? Onde aconteceu? Como aconteceu? Para que serve? Para nos ajudar a compreender esse cenário complexo, recebemos a Professora Yamila Goldfarb. Ao longo da conversa, são discutidos os reflexos do latifúndio na sociedade brasileira, os desafios enfrentados pelos trabalhadores rurais e como a distribuição justa da terra se conecta diretamente com a produção sustentável de alimentos e com a segurança alimentar da população. Um episódio especial de celebração do centésimo programa do podcast, que reforça o compromisso da divulgação científica séria em enfrentar tabus e analisar o fenômeno da alimentação por meio de múltiplas áreas do conhecimento. ✨ Será que a justiça social no campo é o ingrediente fundamental para a soberania alimentar do nosso país? Abra o seu tocador favorito e acompanhe esta reflexão indispensável! 🎧✨ Yamila Goldfarb é doutora em ciências humanas pela Universidade de São Paulo. Tem Pós Doutorado em Desenvolvimento Territorial da América Latina e Caribe pelo Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da UNESP. É professora visitante na Universidade Federal do ABC e professora no Programa de Pós Graduação em Economia Política Mundial da UFABC. Desenvolveu pesquisas nos temas de geopolítica, planejamento territorial rural, sistemas agroalimentares, movimentos sociais e segurança alimentar e nutricional com ênfase na financeirização da agricultura no sul global. É Presidente da ABRA (Associação Brasileira de Reforma Agrária), membro da Rede Arandurã - Rede regional de políticas públicas com perspectiva de direitos humanos para enfrentar contextos críticos e de emergência do MERCOSUL e membro do GT CLACSO - Estudios Críticos del Desarrollo Rural. ⬇️ Conta pra gente: você já conhecia a discussão sobre a reforma agrária por esse olhar? ⬇️ 👍 Curta, compartilhe e marque os amigos que vão curtir esse papo! 👍 Créditos Entrevistada: Yamila Goldfarb Locução, Revisão e Edição de Roteiro: Gustavo Torres Produção: Letícia Aristeu Edição de Áudio: Elisa Valderano Coordenação: Prof. Eric Tobaruela Apoio administrativo: Laís Glaser Realização: Programa da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (FEA) 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/ As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #100 - Arroz com Feijão 21 - Reforma Agrária
  6. Jun 15

    #99 - Petiscos 43 - Uma prática de fã: a recriação de comidas de animês no TikTok

    🍜 Você já ficou com água na boca assistindo a um prato sendo preparado em um animê? No novo episódio do Petiscos, mergulhamos na intersecção entre cultura de fã, culinária e redes sociais com a pesquisadora Ayumi Fugie, graduada em Comunicação e Multimeios pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).  Ayumi compartilha os resultados de sua pesquisa que investigou como fãs deixam de ser espectadores passivos para se tornarem produtores culturais ativos.  O estudo focou na análise de vídeos do perfil @issagrill no TikTok, que recria os famosos pratos das animações japonesas.   A pesquisa revela que esses conteúdos vão muito além de simples tutoriais educacionais. Eles proporcionam uma experiência audiovisual que reproduz os movimentos dos personagens e até efeitos sonoros originais dos animês.  O objetivo não é apenas copiar o visual, mas reproduzir o modo de preparo, o sabor e a performance de degustação na vida real.   Dê o play e entenda como a cultura participativa transforma a ficção em pratos muito reais na timeline do seu TikTok! 📱✨ Créditos Texto e Voz: Ayumi Fugie Revisão: Carolina Xavier Mixagem: Elisa Valderano  Música da vinheta: Tavinho Andrade  Capa: Gustavo Torres 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/  As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #99 - Petiscos 43 - Uma prática de fã: a recriação de comidas de animês no TikTok
  7. Jun 1

    #98 - Direto do Forno 15 - Inflação de alimentos

    🛒 Você tem a sensação de que o carrinho de compras está menor, mas o valor no caixa continua pesado? 💸📉 No novo episódio do Prato de Ciência, conversamos com o Prof. Valter Palmieri, economista e doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp, sobre um tema que mexe diretamente com o bolso e a saúde de todos nós: a inflação dos alimentos! O professor é autor de um estudo profundo, realizado pela ACT Promoção de Saúde com apoio da Cátedra Josué de Castro, Instituto Fome Zero e o Gepad/UFRGS, que revela como o preço da comida no Brasil tem subido de forma constante e acima da inflação geral nas últimas duas décadas. Discutimos desde as causas estruturais, como o avanço das commodities (soja, milho e cana) reduzindo o espaço do nosso feijão, até a nossa enorme dependência de fertilizantes químicos importados. 🌾🌎 O papo também traz um alerta importante sobre o conceito de "inflação invisível": quando o preço de um produto de supermercado aparentemente não muda, mas a indústria substitui os ingredientes tradicionais por substitutos muito mais baratos e aditivos artificiais, reduzindo silenciosamente a qualidade nutricional e sensorial do que consumimos. 🍫🕵️‍♂️ 🤔 Em um país que é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, por que comer bem continua sendo um desafio para tanta gente? --------------------------- Créditos Locução, Edição e Revisão do roteiro: Gustavo Torres Edição de Áudio: Elisa Valderano Produção: Letícia Aristeu Coordenação: Prof. Eric Tobaruela Administração: Lais Glaser Apoio institucional: Fapesp, Serviço de Apoio ao Estudante da Unicamp (SAE) e Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura da Unicamp ---------------------------📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/ As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #98 - Direto do Forno 15 - Inflação de alimentos
  8. May 20

    #97 - Petiscos 42 - Como a tecnologia ajuda a turbinar as proteínas do grão mais brasileiro da nossa culinária?

    🌱 Você sabia que o feijão preto vai muito além do clássico feijão com arroz? 🍲🖤 No novo episódio do Prato de Ciência, a pesquisadora Júlia Hoffmann fala sobre como a tecnologia pode transformar o grão mais brasileiro da nossa culinária em um superingrediente para a indústria de alimentos! Ela é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Unicamp, orientada pela professora Ana Carla Sato. Em sua pesquisa de mestrado, a Júlia investigou como "turbinar" as proteínas do feijão preto usando duas tecnologias inovadoras e surpreendentes: o micro-ondas e a microfluidização! 🔬⚡ A pesquisa buscou solucionar um grande desafio: fazer com que as proteínas vegetais do feijão se dissolvam melhor e reduzam os chamados "fatores antinutricionais" (aquelas substâncias que o deixam menos digestível). Os resultados mostram que a ciência pode ajudar o feijão a virar ótimos molhos, espumas e muito mais! 🧪💡 ⬇️ Conta pra gente: você já imaginou o feijão preto fora da panela de pressão? ⬇️ 👍 Curta, compartilhe e marque os amigos que vão curtir esse papo! 👍 Créditos Texto e Voz: Júlia Hoffmann Revisão: Gustavo Torres e Ana Augusta Xavier Mixagem: Elisa Valderano  Música da vinheta: Tavinho Andrade  Capa: Gustavo Torres Contato: 📩 Contato: pdccast@unicamp.br 📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia 📝 Transcrição do episódio em:⁠ ⁠https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/ As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.

    #97 - Petiscos 42 - Como a tecnologia ajuda a turbinar as proteínas do grão mais brasileiro da nossa culinária?

About

O podcast da Faculdade de Engenharia de Alimentos, a FEA, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Aqui, vamos conversar sobre os alimentos de uma forma acessível e abrangente, misturando conhecimentos de diversas áreas científicas, sem ser muito técnico, para que você e outros curiosos sobre o assunto da alimentação possam matar a fome de informação.