Direitos Humanos em Ação

Monitoramento DH Brasil

🔍 Conheça o podcast "Direitos Humanos em Ação"! Na nossa primeira temporada, denunciamos 17 casos de violações de direitos humanos que ocorreram durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Agora, a nova temporada traz as atualizações e os marcos presentes nos 5 casos que mantivemos o acompanhamento. Nos três primeiros episódios que lançaremos ainda esse ano, vamos falar da situação do 4º Distrito de Porto Alegre (RS), de Taquaril dos Fialhos, em Licínio de Almeida (BA) e da Ilha de Maré, em Salvador (BA). Ao todo, serão 6 episódios

  1. Relatório 2025 | Comunidades urbanas do 4º Distrito (4D) de Porto Alegre (RS)

    12/19/2025

    Relatório 2025 | Comunidades urbanas do 4º Distrito (4D) de Porto Alegre (RS)

    Situado ao norte da cidade de Porto Alegre, o 4º Distrito (4D) é uma região urbana histórica que foi o centro da atividade industrial e social até 1970. A partir dessa década, com a intensa desconcentração industrial de POA, o 4D passou a ter um ciclo contínuo de perda de dinamismo socioeconômico-industrial, acompanhado por uma deterioração gradativa de sua infraestrutura e a subutilização de seu ambiente construído. Esse cenário se mantém até hoje entre os bairros que compõem o 4D (Floresta, São Geraldo, Navegantes, Farrapos e Humaitá).  Além de habitar em ocupações informais, marcadas por irregularidade fundiária, insegurança da posse e ausência ou carência de serviços públicos essenciais, a maioria daquela população da porção norte do 4D mora em condições habitacionais inadequadas. Para além disso, trata-se de uma região altamente suscetível a alagamentos e inundações. Esse cenário vivido por quem mora, trabalha e frequenta o 4D faz com que a população da cidade e até o próprio poder público municipal considerem o território do 4D como abandonado. Mas esse estigma, ao mesmo tempo, revela indícios de um descaso intencional, com vista a baixar o valor do metro quadrado no território, para que o setor imobiliário, que tem grande interesse na região do 4D, adquira terrenos. Estima-se que sejam mais de 10,5 mil pessoas vivendo em condições de extrema vulnerabilidade socioeconômica, quase 20% da população total do território do 4D. Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Este episódio é a versão em áudio de um dos casos relatados no documento “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025 e que é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país. A ação é uma realização da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios que trazem, essencialmente, a segunda parte do documento (leia a íntegra AQUI). Além do episódio de apresentação do documento, há seis casos denunciados. >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    48 min
  2. Relatório 2025 | Violência abusiva e letal da polícia contra jovens em comunidades periféricas (SC)

    12/10/2025

    Relatório 2025 | Violência abusiva e letal da polícia contra jovens em comunidades periféricas (SC)

    No Brasil, é histórico e rotineiro reportar que policiais extrapolam as determinações legais e cometem práticas abusivas e/ou de violência extrema empregando diferentes métodos (agressões físicas, verbais e morais, desrespeito, ameaças, extorsão, discriminação por classe, raça ou condição social e tortura). Não raro, essas práticas ilegais resultam em violência letal, tanto que vem se constatando um explícito aumento de intervenções policiais que terminaram em atos de letalidade. Em Santa Catarina, a violência policial, incluindo a letalidade das intervenções policiais, vem num crescente, sobretudo em cidades litorâneas e na capital do estado. Apesar de Florianópolis ser, entre as capitais nacionais, a que ostenta midiaticamente o posto de mais segura do país, tem ocorrido um aumento exponencial violência letal da Polícia Militar. No estado catarinense, as mortes por intervenções policiais (MDIP) aumentaram 115% no primeiro semestre de 2023 em comparação com o mesmo período no ano de 2022. A maioria das mortes resultantes de operações policiais acontece em áreas periféricas. É de conhecimento público que a população desse território sofre com a constante presença de policiais militares por meio do Batalhão de Operações Especiais (BOE), da cavalaria e de outras unidades da Polícia Militar de Santa Catarina (PM-SC). Em situação de extrema vulnerabilidade social e econômica, as vítimas da letalidade das intervenções policiais são adolescentes e jovens pobres, e majoritariamente negros. A violência policial abusiva e letal afeta também os familiares das vítimas, os quais, além da dor da perda, do luto e do medo, sentem-se desalentados, ignorados, incapazes de obterem respostas satisfatórias que apontem para investigações que possam de maneira confiável apurar as responsabilidades pelas mortes de seus filhos, tampouco para uma reparação. Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Este episódio é a versão em áudio de um dos casos relatados no documento “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025 e que é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país. A ação é uma realização da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios que trazem, essencialmente, a segunda parte do documento (leia a íntegra AQUI). Além do episódio de apresentação do documento, há seis casos denunciados. >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    50 min
  3. Relatório 2025 | Comunidade Indígena Laklãnõ Xokleng na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC)

    12/10/2025

    Relatório 2025 | Comunidade Indígena Laklãnõ Xokleng na Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ (SC)

    O povo Laklãnõ Xokleng é parte da grande nação indígena que habitava originalmente vastas áreas do sul do Brasil, incluindo partes de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A história desse povo é atravessada por um intenso processo de colonização, opressão e usurpação de suas terras, que se iniciou no século XIX. Localizada no Estado de Santa Catarina, a Terra Indígena (TI) Ibirama-Laklãnõ tem cerca de 70% de sua área situados dentro dos limites dos municípios de José Boiteux e Doutor Pedrinho, estendendo-se também pelos municípios de Itaiópolis e Vitor Meireles. Além da insegurança jurídica decorrente da não finalização do processo de demarcação, a comunidade Laklãnõ Xokleng sofre impactos e violações aos seus direitos pela construção da Barragem Norte dentro da TI. Para além das inundações recorrentes, constatou-se que as ações emergenciais tomadas pelos órgãos públicos foram atrasadas, insuficientes e episódicas. E, em que pesem as condenações judiciais, permanecem sem serem resolvidos os problemas estruturais, assim como sem serem garantidas as condições de vida digna da população Laklãnõ Xokleng. Ao contrário, o que houve foi o agravamento das condições de vulnerabilidade social e das violações de direitos humanos. Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Este episódio é a versão em áudio de um dos casos relatados no documento “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025 e que é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país. A ação é uma realização da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios que trazem, essencialmente, a segunda parte do documento (leia a íntegra AQUI). Além do episódio de apresentação do documento, há seis casos denunciados. >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    56 min
  4. Relatório 2025 | Comunidades rurais da bacia hidrográfica do rio Formoso (TO)

    12/10/2025

    Relatório 2025 | Comunidades rurais da bacia hidrográfica do rio Formoso (TO)

    Em área de convergência dos biomas Amazônia e Cerrado, a bacia hidrográfica do rio Formoso está localizada predominantemente no sudoeste do Tocantins, um dos estados que compõem a região do Matopiba, conhecida como uma das principais fronteiras agrícolas brasileiras. Na conjunção da expansão agrícola, está inserida nessa bacia o berço do maior projeto agrícola de áreas irrigadas contínuas do estado do Tocantins, chamado de “Projeto Rio Formoso”. Na prática, verdadeiras transposições dos rios, para servirem, exclusivamente, às necessidades de irrigação de grandes extensões de lavouras de monocultivos. E, num ambiente de maior expansão agrícola e crescente demanda por água para empreendimentos do agronegócio, acentua-se a grave e persistente crise hídrica (escassez na disponibilidade de água nos rios) da bacia do Rio Formoso. Tal “Projeto Rio Formoso” se concentra nas mãos de poucos produtores do agronegócio e deixou de lado os primeiros moradores da região, os povos indígenas e os tradicionais, camponeses e ribeirinhos.  Os povos indígenas dessa região, que dependem dos rios para sua subsistência, têm sido severamente afetados pela mortandade e desaparecimento de peixes, pela escassez da água potável devido à degradação ambiental e à contaminação dos recursos hídricos por produtos químicos usados nas lavouras irrigadas, sendo que muitos povos perderam seus territórios tradicionais, a exemplo dos Krahô-Takaywrá. As pequenas comunidades rurais, que vivem nas proximidades e às margens dos rios da bacia do Formoso, igualmente, são intensamente afetadas.  Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Este episódio é a versão em áudio de um dos casos relatados no documento “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025 e que é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país. A ação é uma realização da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios que trazem, essencialmente, a segunda parte do documento (leia a íntegra AQUI). Além do episódio de apresentação do documento, há seis casos denunciados. >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    1h 2m
  5. Relatório 2025 | Comunidade rural de Taquaril dos Fialhos (BA)

    12/10/2025

    Relatório 2025 | Comunidade rural de Taquaril dos Fialhos (BA)

    No sudoeste do estado da Bahia, na região denominada Alto Sertão Baiano, há um vale com rica biodiversidade e com abundante disponibilidade hídrica e terra fértil, onde está localizada a comunidade rural de Taquaril dos Fialhos, que faz parte do município de Licínio de Almeida. Com uma forte conexão com o território, formada por uma população de aproximadamente 85 habitantes distribuídos em 33 famílias nucleares, Taquaril dos Fialhos é uma comunidade centenária. Nessa região, as nascentes da Serra do Salto, as práticas de subsistência e os modos de vida dessa comunidade estão sofrendo ameaças e riscos por conta das ofensivas dos projetos e das atividades das empresas mineradoras para explorar minérios de manganês e de ferro. Diante desse cenário, por saber que a pesquisa mineral é o ponto de partida para uma sucessão de impactos e de violações maiores, a população de Taquaril dos Fialhos vem se mobilizando e resistindo a todas as pressões externas das empresas de mineração. Seguem fazendo o enfrentamento contra esses projetos impostos de exploração mineral, em prol da preservação dos recursos hídricos, da garantia de continuidade do modo de vida e das práticas agrícolas sustentáveis da comunidade. Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Este episódio é a versão em áudio de um dos casos relatados no documento “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025 e que é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país. A ação é uma realização da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios que trazem, essencialmente, a segunda parte do documento (leia a íntegra AQUI). Além do episódio de apresentação do documento, há seis casos denunciados. >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    43 min
  6. Relatório 2025 | Comunidades quilombolas, pesqueiras e marisqueiras de Ilha de Maré (BA)

    12/10/2025

    Relatório 2025 | Comunidades quilombolas, pesqueiras e marisqueiras de Ilha de Maré (BA)

    Ouça agora o caso das violações dos direitos humanos sofridas pelas comunidades quilombolas, pesqueiras e marisqueiras de Ilha de Maré, situada dentro da Baía de Todos-os-Santos e próxima à baía de Aratu, em Salvador (BA).  Ela abriga uma população que vêm sofrendo impactos socioambientais e violações a seus direitos humanos desde a década de 1950, a partir do avanço de grandes empreendimentos do complexo portuário, industrial, petrolífero, petroquímico e imobiliário.  A maioria dos cerca de 10 mil habitantes vivem da pesca e da coleta de mariscos, atividades diretamente prejudicadas pela destruição de hábitats naturais, degradação de manguezais, poluição do ar e contaminação do solo, das águas e dos pescados consumidos pela população local.  Além de a Ilha de Maré ser cercada por atividades portuárias e industriais, no seu território há 13 poços de petróleo. E agora sofre ainda com a especulação imobiliária, a partir do aumento do interesse na instalação de pousadas e resorts, que resultaram em obras provocando eliminação e modificação da fauna e flora local (desmatamento, aterramento de manguezais) e até em tentativa de privatização de praias. Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Este episódio é a versão em áudio de um dos casos relatados no documento “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025 e que é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país. A ação é uma realização da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios que trazem, essencialmente, a segunda parte do documento (leia a íntegra AQUI). Além do episódio de apresentação do documento, há seis casos denunciados. >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    52 min
  7. Ouça o relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil” (2025)

    12/10/2025

    Ouça o relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil” (2025)

    Está no ar a versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações”, publicado em 2025. Ele é resultado da ação de monitoramento de casos de violações dos direitos humanos no país, realizada pela Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), sob coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH Brasil), do Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil (PAD) e do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT Brasil). Conta com participação direta de cerca de 100 organizações, coletivos e movimentos sociais que atuam com direitos humanos.  Neste episódio, ouça o capítulo de “Apresentação” do relatório e entenda por que este documento não é um fim, mas, sim, caminho em construção, como são as lutas por direitos humanos. Esta construção, ao longo de quase três anos, possibilitou muitos encontros, visitas, diálogos, interlocuções, escutas, trocas, elaborações, com uma diversidade de organizações e sujeitos/as de alguma forma envolvidos/as no seguimento dos casos documentados, o que resulta num processo muito rico e que permanece a caminho.  Nunca é demais reafirmar que o Estado brasileiro possui as obrigações de respeitar, proteger e promover políticas e ações para a realização de todos os direitos para todas as pessoas e, havendo, violações, realizar a devida apuração, a responsabilização dos perpetradores e a reparação às vítimas. À sociedade civil organizada cabe a tarefa permanente de monitorar a situação dos direitos humanos e dar visibilidade ao que se constitui como violações ou como omissão e anuência do Estado com relação ao não cumprimento das suas responsabilidades, a exemplo de muito do que ocorre com os casos de violações aqui documentados. Para ler o relatório na íntegra, em formato pdf, clique AQUI. >>> Saiba mais:  Ao todo, a versão em áudio do relatório está disponível em sete episódios. Além do capítulo de “Apresentação”, você pode ouvir nesta série a íntegra da segunda parte do documento, que traz seis casos denunciados:  violações dos direitos humanos sofridas pelas comunidades quilombolas, pesqueiras e marisqueiras de Ilha de Maré (Salvador/BA); violações de direitos humanos sofridas pela comunidade rural de Taquaril dos Fialhos, no município de Licínio de Almeida (BA); violações dos direitos humanos sofridas por populações indígenas e comunidades rurais na região da bacia hidrográfica do rio Formoso (TO); violações dos direitos humanos sofridas pela comunidade indígena Laklãnõ Xokleng, na terra indígena Ibirama-Laklãnõ (SC); violência abusiva e letal cometida pela polícia contra jovens nas comunidades periféricas no Estado de Santa Catarina; violações de direitos humanos sofridas pelas comunidades urbanas em situação de extrema vulnerabilidade socioeconômica do 4° Distrito (4D) de Porto Alegre (RS). >>> Ficha técnica Versão em áudio do relatório “Violações dos direitos humanos no Brasil - Relatório de casos com denúncias e recomendações” (2025), produzida pela Rádio Tertúlia, em parceria com a AMDH - sob coordenação de Eneias da Rosa, Manoela Nunes e Gilnei da Silva.  Direção criativa, locução, edição e sonorização: Beatriz Pasqualino.  Edição e apoio de locução: Rafael Garcia.

    7 min
  8. genocídios.BR | Nova temporada de podcast estreia em 5 de agosto

    SEASON 3, EPISODE 1 TRAILER

    genocídios.BR | Nova temporada de podcast estreia em 5 de agosto

    Em 5 de agosto chega mais uma temporada especial: genocídios.BR! O assunto que vai guiar os 6 episódios é genocídio no Brasil e seus fatores de risco. Vamos falar aqui sobre as violências sistemáticas no nosso território contra povos indígenas, população negra, LGBTQIAPN+, mulheres, de intolerância e extremismo religioso. Esta série é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção é da Rádio Tertúlia. A publicação dos episódios será quinzenal, às segundas-feiras, no canal do Guilhotina nos tocadores de áudio. Esta nova temporada foi pensada para ampliar o debate sobre várias questões: o que é genocídio, quais os fatores de risco para o genocídio, quem sofre esse crime atroz, o que tem sido feito na justiça, qual o debate político em torno deste conceito. Nem toda violência extrema e recorrente é enquadrada como genocídio, seja por questão legal, opinião ideológica ou por outras questões políticas. E para ser considerado genocídio, não é nem necessário haver morte, sabia? É por tudo isso que refletir sobre este tema é urgente! No primeiro episódio, em 5/8, você vai saber mais sobre o primeiro caso de condenação pelo crime de genocídio pela justiça brasileira: o Massacre de Haximu, cometido contra indígenas Yanomami em 1993, em Roraima. Ficha técnica Apresentação: Bianca Pyl e Luís Brasilino. Roteiro, produção, reportagem e edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva - da AMDH - e Beatriz Pasqualino.  Identidade visual e artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil).A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil.

    3 min

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