Dona Ana

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Ferramentas terapêuticas através de histórias contadas pela Dona Ana, psicóloga clínica integrativa, palestrante e produtora de conteúdo. DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 https://anapaulalima.com.br/bio

  1. 57m ago

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro.

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro. “Mas eu já dou atenção!” Você sabe disso. Talvez até consiga listar tudo o que mudou na sua vida depois que essa pessoa chegou. Só existe um pequeno problema: A pessoa consegue perceber isso? No vídeo, a solução foi quase infantil de tão simples. Pegamos a agenda antiga e comparamos com a atual. De repente, aquilo que uma pessoa tentava explicar virou algo que a outra conseguiu enxergar. E veio o: “Nossa... agora eu entendi.” Relacionamentos vivem desses pequenos desencontros. Um pensa: “eu demonstro”. O outro sente: “eu não recebo”. Quando existe apego ansioso, sinais de distância podem ativar o sistema emocional com mais facilidade. Nesse estado, a pessoa pode prestar mais atenção ao que parece faltar do que ao que já existe. Isso não significa que toda cobrança seja justa. Significa que discutir sobre quem está certo costuma ajudar menos do que descobrir o que cada um está tentando comunicar. Às vezes, o amor precisa de legenda. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar estilos de apego, compreender padrões emocionais, entender como o Corpo de Dor atua, desenvolver comunicação ativa e construir conexões mais leves e seguras. Me conta: qual coisa você considera óbvia no seu relacionamento, mas que talvez nunca tenha explicado claramente? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro.
  2. 2d ago

    Existe amizade verdadeira entre homem e mulher?

    Existe amizade verdadeira entre homem e mulher? “Quem está em um relacionamento pode ter amizade com alguém do sexo oposto?” Pode. Mas existe uma palavra importante nessa conversa: transparência. Amizade saudável não possui de mensagens escondidas, brincadeiras com segunda intenção ou situações que a pessoa sabe que precisaria esconder de você. Mas existe o outro lado. Você tentar eliminar qualquer risco controlando amizades, celular, roupa ou lugares não cria segurança em você. Você consegue criar apenas uma sensação temporária de controle. Quando o cérebro percebe ameaça numa relação, ele tende a ficar mais atento aos sinais de perigo. Para quem já teme rejeição ou traição, até situações neutras podem parecer ameaçadoras. É aí que vale diferenciar: Você conversar sobre limites, diz ao outro o que você aceita e o que faz diante disso. Você querer controlar o outro, é tentar decidir o que o outro deve fazer para diminuir a sua ansiedade e insegurança. E sabe o pior? Mesmo com todo o controle, você dificilmente irá se sentir seguro ou segura. Relacionamento maduro precisa de confiança, acordos, transparência e responsabilidade dos dois. Na imersão “Saindo da Turbulência do Apego”, eu te ensino a identificar o padrão emocional que te faz ser inseguro e ter a necessidade do controle, e como voltar para o lugar de tranquilidade e segurança. Porque segurança emocional não nasce de vigiar alguém. Nasce também de saber que você consegue cuidar de si, qualquer que seja a escolha do outro. Me conta, no seu relacionamento você tenta controlar o outro ou você conversa sobre limites? Para mais informações sobre a imersão “Saindo da Turbulência do Apego” clique no link da bio 👇 https://pay.hotmart.com/S97998035M?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Existe amizade verdadeira entre homem e mulher?
  3. 4d ago

    Cinco coisas caras no autoconhecimento que valem o investimento

    Cinco coisas caras no autoconhecimento que valem o investimento Autoconhecimento tem um preço. E nem sempre ele chega no cartão de crédito. Passar a dizer “não” irá te custar descobrir que algumas pessoas só gostavam do seu “sim”. Parar de viver preocupado com o que os outros vão pensar, pode te custar a presença algumas pessoas que irão se afastar. Deixar de ser a boa menina ou o bom menino que agrada todos para receber amor, aprovação ou evitar conflitos, pode custar ser o “vilão” ou a “vilã” na vida de alguém. Fazer terapia, além do valor financeiro, irá custar encarar partes suas que seria bem mais confortável continuar ignorando. E talvez o mais caro: Para ter a paz que você tanto deseja, vai custar abrir mão da necessidade de ter razão o tempo todo. Nosso cérebro aprende comportamentos que trazem segurança, aceitação ou alívio. Por isso, abandonar um padrão antigo pode causar desconforto, mesmo quando ele já não faz bem. Autodomínio não é controlar tudo o que você sente. É perceber o que sente sem deixar que toda emoção decida por você. É justamente esse caminho que ensino no Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor: princípios de autodomínio para reconhecer padrões reativos, diminuir a dependência emocional e construir relacionamentos mais saudáveis. Porque algumas mudanças parecem caras no começo. Mas quanto está custando continuar nesse sofrimento emocional? Me conta nos comentários: qual foi o preço mais alto que o seu autoconhecimento já te cobrou? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/U77835314W?off=390edhhw&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

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  4. 6d ago

    A pessoa Evitativa pode voltar?

    A pessoa Evitativa pode voltar? Talvez a pessoa volte. Mas essa nunca foi a pergunta mais importante. A pergunta é: A pessoa volta diferente? Porque alguém pode voltar por saudade, solidão, culpa ou porque uma outra relação não funcionou. E nada disso significa que aprendeu a sustentar intimidade. Quando existe apego ansioso, a esperança do retorno pode virar recompensa para o cérebro. Uma mensagem anima. Um silêncio derruba. Uma aproximação reacende tudo. E, sem perceber, você deixa sua vida esperando uma resposta. Por isso, troque: “A pessoa vai voltar?” por: “Se voltar, conseguimos construir uma relação segura, recíproca e saudável?” Essa pergunta tira você da espera e devolve você para suas escolhas. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, compreender o Corpo de Dor, lidar com diferentes padrões e desenvolver comunicação ativa para construir conexões mais leves e duradouras. Porque não basta alguém escolher voltar. Você também precisa aprender a escolher o relacionamento que merece viver. Me conta: você espera a volta da pessoa ou uma mudança na relação? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo

    A pessoa Evitativa pode voltar?
  5. Aug 12

    Não transforme o contato do(a) EX em promessa de reconciliação

    Não transforme o contato do(a) EX em promessa de reconciliação A pessoa terminou com você. Mas manda mensagem. Curte seus Stories. Pergunta como você está. Manda um “bom dia” aqui, uma brincadeirinha ali... E seu cérebro começa: “Será que a pessoa quer voltar?” É compreensível. Quando existe vínculo, pequenos sinais podem reacender esperança. E quando esses sinais aparecem com certa frequência, nosso cérebro tende a prestar ainda mais atenção neles, esperando o próximo. Mas contato não é compromisso. Uma mensagem pode significar carinho, saudade, hábito, solidão ou vontade de manter proximidade. Sozinha, ela não prova intenção de reconstruir a relação. Por isso, pare de tentar descobrir o futuro analisando cada curtida. Observe ações claras. Existe conversa sobre voltar? Existe responsabilidade pelo que aconteceu? Existe intenção acompanhada de atitude? Porque viver interpretando sinais mantém você emocionalmente disponível para uma relação que, no presente, não existe. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, compreender seus padrões e o Corpo de Dor, desenvolver comunicação ativa e construir relações com mais segurança e menos adivinhação. Me conta: você já transformou uma mensagem de ex em esperança de reconciliação? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

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  6. Aug 10

    Você chama de apego evitativo um comportamento que pode ser outra coisa?

    Você chama de apego evitativo um comportamento que pode ser outra coisa? “A pessoa invalida o que eu sinto.” “Tudo vira minha culpa.” “Quando peço alguma coisa, a pessoa transforma isso num ataque.” “Mas a pessoa é evitativa…” Calma. Conhecer a teoria do apego é importante. Usá-la para explicar qualquer comportamento pode deixar você com mais dúvidas sobre essa relação. Uma pessoa com padrão de apego evitativo pode se afastar quando a intimidade aumenta. Pode ter dificuldade para mostrar vulnerabilidade e interpretar cobranças como sinais de que não está sendo suficiente no relacionamento. Mas isso não significa que frieza, ironia, desinteresse ou invalidação emocional seja “apego evitativo”. E existe outro cuidado importante: um comportamento isolado não permite diagnosticar alguém como narcisista. O narcisismo só pode ser diagnosticado por profissionais capacitados para isso. É importante observar padrões repetidos, contexto e, principalmente, como essa relação afeta você. Porque dar o nome errado para uma dinâmica de relacionamento, pode fazer você gastar meses tentando “entender” aquilo que está te machucando. Foi por isso que nasceu o e-book Evitativo, Desinteressado ou Narcisista? Um guia para entender o sistema nervoso de maneira simples, reconhecer as diferenças entre medo, desinteresse e comportamentos manipulativos e observar sinais emocionais e relacionais com mais clareza. Você já tentou justificar um comportamento pensando: “é só o estilo de apego da pessoa”? Para mais informações sobre o e-book “Evitativo, Desinteressado ou Narcisista?” clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/D103426284Q?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

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  7. Aug 8

    E se você convidasse todas as suas versões pra tomar um chá...

    E se você convidasse todas as suas versões pra tomar um chá... Hoje eu quero fazer um convite diferente. Imagine uma mesa. Nela estão todas as versões de você. A criança que sonhava sem medo. O adolescente que tentou se encaixar. O adulto que aprendeu a ser forte. A versão que já chorou escondido. A que deu risada bem alto. A que teve medo de se decepcionar. A que teve medo de decepcionar o outro. Agora imagine que todas elas estão tomando um chá com você. O que você perguntaria? Eu faria uma pergunta só: "Como eu posso honrar cada uma de vocês hoje?" E, sinceramente... Acho que a resposta seria muito mais simples do que imaginamos. “Nada. Seja apenas quem você é.” Ao longo da vida, muitas vezes diminuímos nossa alegria, escondemos nossas lágrimas ou silenciamos partes de quem somos para caber na expectativa de alguém. Mas nosso cérebro guarda essas experiências. E, quando negamos quem somos por muito tempo, a sensação de desconexão cresce. Eu gostaria de te lembrar que florescemos quando vivemos de forma mais autêntica, respeitando nossos valores e nossa história. Talvez honrar suas versões não seja mudar quem você é. Seja apenas permitir que elas existam sem vergonha. Agora quero te fazer o mesmo convite: se todas as suas versões estivessem sentadas à sua mesa hoje, qual delas você abraçaria primeiro? Se esse vídeo tocou você de alguma maneira, salve para reler em um dia difícil, compartilhe com alguém que anda precisando ser mais gentil consigo mesmo e me conte nos comentários qual versão sua está mais pedindo para ser vista. Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    E se você convidasse todas as suas versões pra tomar um chá...
  8. Aug 6

    O problema não são os Rótulos. É a falta de clareza.

    O problema não são os Rótulos. É a falta de clareza. Você já percebeu quantos nomes surgiram, nos últimos anos, para definir um relacionamento? Crush. Ficante. Ficante premium. Situationship. Relacionamento pantufa... Parece engraçado. E, às vezes, até é. Mas existe uma pergunta importante por trás de tudo isso: Será que estamos criando novos nomes... pelo fato de estar cada vez mais difícil criar acordos? Nosso cérebro gosta de previsibilidade. Quando sabemos onde estamos, o sistema nervoso tende a se sentir mais seguro. Quando tudo fica indefinido, muitas pessoas passam a viver tentando interpretar sinais. "Será que a pessoa gosta de mim?" "Será que estamos em um relacionamento sério?" "Será que posso perguntar ou vou assustar a pessoa?" O sofrimento nem sempre nasce da falta de um rótulo. Ele nasce quando duas pessoas vivem expectativas diferentes e ninguém conversa sobre isso. Relacionamentos saudáveis não dependem de um nome perfeito. Dependem de clareza, comunicação e coragem para alinhar expectativas. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar seu estilo de apego, entender como o Corpo de Dor influencia suas relações, lidar com diferentes padrões de apego e desenvolver uma comunicação mais segura para construir vínculos leves, conscientes e duradouros. Agora me conta: você acha que hoje existem rótulos demais... ou conversas de menos? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    O problema não são os Rótulos. É a falta de clareza.

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