No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a mansão alugada por um ex-sócio da Fictor no Lago Sul, em Brasília, que foi palco de encontros com ministros do governo Lula e de montagem de dossiê fraudulento contra testemunha em CPI. A Fictor era uma relativamente desconhecida empresa do mercado financeiro que ganhou algum holofote por patrocinar o Palmeiras. Mas ficou famosa, mesmo, em novembro de 2025, quando anunciou um acordo para a compra do Master em consórcio com investidores dos Emirados Árabes - até hoje desconhecidos. No dia seguinte a esse anúncio, porém, o Master foi liquidado, o dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal e investigadores entraram no rastro da Fictor. Antes disso tudo, a empresa vinha tentando se aproximar de políticos em Brasília para fazer negócios. Em um dos episódios descobertos pelo Estadão, um consultor da Fictor, Felipe Alcântara, reuniu o deputado federal Paulo Pimenta (PT), líder da bancada do PT na CPMI, e o ex-policial civil Rogério Giglio, que havia gravado o advogado Eli Cohen e o acusou, na CPMI, de cobrar dinheiro da bancada bolsonarista para prestar um depoimento, também na comissão, contra o governo federal. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan Pagliarusi See omnystudio.com/listener for privacy information.