EVA CAST - o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos

Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)

EVA CAST é o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), com informação de qualidade sobre prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, bem estar da paciente em tratamento e acompanhamento e inovações científicas sobre pesquisa em câncer de colo do útero, ovário, endométrio, vulva, vacina, dentre outros. Uma produção da SENSU Consultoria de Comunicação e Estúdio Banca de Conteúdo.

  1. EVA CAST #43 - Oncologia de precisão na prática

    May 27

    EVA CAST #43 - Oncologia de precisão na prática

    O episódio 43 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda como a oncologia de precisão vem transformando, na prática, o tratamento do câncer de ovário. Em um cenário marcado pelo avanço da biologia molecular, o episódio discute como testes genéticos, biomarcadores, inibidores de PARP, imunoterapia e novas terapias-alvo passaram a redefinir estratégias terapêuticas e ampliar as possibilidades de cuidado personalizado para as pacientes. Participam da conversa Mariana Scaranti, oncologista clínica da Rede Américas e diretora de pesquisa do EVA; Noele Gomes, oncologista clínica do Hospital São Domingos, no Maranhão; e Andreia Cristina de Melo, oncologista clínica da Oncologia Américas e chefe da Divisão de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Tecnológico do INCA. Ao longo do episódio, as especialistas discutem como a caracterização molecular dos tumores ovarianos mudou a prática clínica nos últimos anos e passou a orientar desde a escolha da manutenção até o sequenciamento terapêutico em doença recorrente. Entre os principais pontos abordados estão os biomarcadores que atualmente impactam a tomada de decisão terapêutica, como BRCA1 e BRCA2, deficiência de recombinação homóloga (HRD), PD-L1, HER2, receptor de folato alfa e deficiência de mismatch repair. O episódio também detalha o momento ideal para realização de testes genéticos e moleculares e explica como essas informações passaram a influenciar diretamente a seleção de terapias-alvo e o manejo individualizado das pacientes. A conversa explora ainda os avanços recentes em diferentes subtipos da doença, incluindo o carcinoma seroso de baixo grau, com destaque para estudos envolvendo hormonioterapia, inibidores de CDK4/6 e drogas direcionadas à via MAP-quinase. Também são discutidos os resultados mais recentes apresentados em congressos internacionais, como estudos com anticorpos droga-conjugados, imunoterapia e novas estratégias para pacientes com doença resistente à platina. Outro eixo importante do episódio é o impacto dos inibidores de PARP na história natural do câncer de ovário, especialmente em pacientes com mutação em BRCA ou HRD positivo, além da discussão sobre como a doença começa a caminhar para um modelo de cuidado mais próximo ao de uma condição crônica, com múltiplas linhas de tratamento personalizadas ao longo do tempo. As especialistas também analisam os desafios de acesso no Brasil e em outros países de baixa e média renda, incluindo desigualdades entre sistemas público e privado e dificuldades na incorporação de testes e terapias inovadoras. Como mensagem final, as convidadas reforçam que a oncologia de precisão já deixou de ser uma perspectiva futura e passou a fazer parte do presente do tratamento do câncer de ovário, embora ainda existam barreiras importantes para garantir acesso amplo e equitativo às pacientes. 🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio. Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Comunicação e Banca de ConteúdoRoteiro e apresentação: Moura Leite NettoCaptação e edição de som: J. BenêTema de abertura e encerramento: Gui GrazziotinDireção: Luciana Oncken

    52 min
  2. EVA CAST #42 - Tumor Board de câncer de ovário: como alinhar cirurgia, oncologia , patologia e genética. Onde surgem os conflitos, quem decide, como construir consenso.

    May 20

    EVA CAST #42 - Tumor Board de câncer de ovário: como alinhar cirurgia, oncologia , patologia e genética. Onde surgem os conflitos, quem decide, como construir consenso.

    O episódio 42 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda o papel do tumor board no cuidado do câncer de ovário, destacando como a integração entre diferentes especialidades é fundamental para a tomada de decisão em cenários clínicos complexos. Em um contexto em que o tratamento da doença é, por definição, multidisciplinar, o episódio discute por que transformar essa colaboração em decisões alinhadas, coordenadas e centradas na paciente ainda é um desafio na prática clínica. Participam da conversa Marcelo Lontra, cirurgião oncológico do Hospital Militar de Área de Porto Alegre e do Hospital Moinhos de Vento; Marcus Corpa, patologista do Hospital Israelita Einstein; Poliana Signorini, oncologista e pesquisadora do Centro Integrado de Pesquisa da Amazônia; e Thaiana Santana, oncologista do Grupo Oncoclínicas, com atuação em oncogenética, survivorship e pesquisa clínica. Ao longo do episódio, os convidados discutem como diferentes áreas (cirurgia, patologia, oncologia clínica e genética) se articulam dentro do Tumor Board para definir estratégias terapêuticas individualizadas. Entre os principais pontos abordados está o papel do tumor board na definição da estratégia cirúrgica, especialmente em casos de doença avançada, em que a possibilidade de ressecção completa, o risco operatório e o sequenciamento do tratamento precisam ser avaliados de forma integrada. O episódio também detalha como a patologia e os marcadores moleculares contribuem para caracterizar o tumor, orientar o tratamento e, muitas vezes, gerar discussões quando há discordância entre dados clínicos, laboratoriais e radiológicos. A discussão inclui ainda os desafios de implementar e manter tumor boards em regiões com limitações de acesso, como fora dos grandes centros, e estratégias para garantir cuidado qualificado mesmo nesses contextos, como comunicação estruturada entre profissionais, protocolos institucionais e uso de interações remotas. Também são abordados os critérios para construção de consenso em situações de divergência, o papel da decisão compartilhada com a paciente e a importância de considerar aspectos como risco genético, planejamento reprodutivo e impacto familiar. O episódio avança para temas contemporâneos, como medicina de precisão, integração de dados clínicos, moleculares e genéticos, além da incorporação de conceitos como survivorship desde o início do tratamento. Também destaca o papel do tumor board na identificação de pacientes elegíveis para pesquisa clínica, ampliando o acesso a novas terapias e contribuindo para a geração de evidência no país. Como mensagem final, o episódio reforça que o cuidado no câncer de ovário não pode ser fragmentado e que o tumor board representa um espaço central para qualificar decisões, reduzir variabilidade de condutas e melhorar desfechos clínicos, especialmente em um país marcado por desigualdades de acesso. 🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio. Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Comunicação e Banca de ConteúdoRoteiro e apresentação: Moura Leite NettoCaptação e edição de som: J. BenêTema de abertura e encerramento: Gui GrazziotinDireção: Luciana Oncken

    1h 4m
  3. EVA CAST #41 - A jornada da paciente além do tratamento: a experiência real da paciente com câncer de ovário no Brasil.

    May 13

    EVA CAST #41 - A jornada da paciente além do tratamento: a experiência real da paciente com câncer de ovário no Brasil.

    O episódio 41 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, amplia o olhar sobre o câncer de ovário ao percorrer a jornada completa da paciente, da suspeita ao seguimento, em um contexto marcado por diagnóstico frequentemente tardio e importantes desafios de acesso no Brasil. Com mais de 8 mil novos casos estimados por ano, a doença segue entre as mais desafiadoras da Oncologia ginecológica, exigindo não apenas avanços terapêuticos, mas uma compreensão mais ampla da experiência das mulheres afetadas. Participam da conversa Daniela de Freitas, oncologista do Hospital Sírio-Libanês e membro da diretoria do EVA; Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e colunista da revista Crescer; e Iaci Ramos, oncologista com atuação no Hospital Leforte, ICESP e Hospital da Mulher, em São Paulo. A partir de suas experiências clínicas, as especialistas discutem por que o câncer de ovário ainda é diagnosticado majoritariamente em fases avançadas, destacando a ausência de rastreamento eficaz e a presença de sintomas inespecíficos que retardam a busca por atendimento. O episódio explora as barreiras estruturais ao diagnóstico e ao tratamento, incluindo desigualdades de acesso, fragmentação do cuidado e limitações na incorporação de tecnologias. Também aborda como fatores culturais e sociais — como o tabu em torno da saúde ginecológica — interferem na percepção dos sintomas e no tempo até o diagnóstico, além de impactarem a participação de pacientes em estudos clínicos e os próprios desfechos terapêuticos. A discussão avança para dimensões frequentemente negligenciadas no cuidado oncológico, como saúde mental, autoestima, sexualidade e relações afetivas. As convidadas detalham como o impacto emocional do diagnóstico, as alterações hormonais e os efeitos dos tratamentos repercutem na qualidade de vida e na adesão terapêutica, reforçando a necessidade de uma abordagem multidisciplinar centrada na paciente, não apenas na doença. O episódio também discute o período de seguimento e os desafios da retomada da vida pessoal e profissional, incluindo estigmas sociais, reconstrução da autoimagem e reintegração nas relações. Como mensagem final, as especialistas destacam que, apesar das limitações, os avanços recentes (especialmente na medicina personalizada) têm ampliado as possibilidades de tratamento e sobrevida, ao mesmo tempo em que reforçam o papel do acolhimento, da informação qualificada e do cuidado integral ao longo de toda a jornada da paciente. A mediação é do jornalista Moura Leite Netto, doutor em Oncologia. O episódio é patrocinado pela AbbVie Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Comunicação e Banca de ConteúdoRoteiro e apresentação: Moura Leite NettoCaptação e edição de som: J. BenêTema de abertura e encerramento: Gui GrazziotinDireção: Luciana Oncken

    29 min
  4. EVA CAST #40 - Cancer de ovário resistente ou refratário à platina, novas perspectivas

    May 5

    EVA CAST #40 - Cancer de ovário resistente ou refratário à platina, novas perspectivas

    O episódio 40 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda o câncer de ovário resistente ou refratário à quimioterapia baseada em platina, um dos cenários mais desafiadores da Oncologia ginecológica. Em um contexto de alta incidência e mortalidade no Brasil, o episódio discute por que muitas pacientes ainda são diagnosticadas em estágios avançados e como isso contribui para recorrência frequente e limitação das respostas terapêuticas. Participam da conversa Alexssandra Lima, oncologista clínica do Grupo Oncoclínicas e pesquisadora do INCA; Lygia Soares, oncologista clínica e professora da UFRN; e Maria Eduarda Meyer, oncologista clínica do Centro Especializado em Oncologia de Florianópolis. As especialistas exploram a heterogeneidade do câncer de ovário, os fatores associados à recorrência e os critérios que definem sensibilidade ou resistência à platina, fundamentais para a organização do tratamento. O episódio detalha os mecanismos biológicos de resistência, como alterações no reparo do DNA e evasão da morte celular, além de discutir como esses processos impactam terapias subsequentes, incluindo os inibidores de PARP. Também apresenta avanços recentes, como terapias-alvo, imunoterapia e o uso de biomarcadores — BRCA, HRD, PD-L1, HER2 e receptor de folato alfa — na personalização do tratamento. A discussão inclui ainda os desafios do manejo clínico em múltiplas linhas de tratamento, o equilíbrio entre eficácia e qualidade de vida e as barreiras estruturais no Brasil, como desigualdade de acesso a diagnóstico, cirurgia especializada e terapias inovadoras. Como mensagem final, o episódio destaca que, apesar das limitações, a medicina de precisão abre caminho para melhores desfechos e maior individualização do cuidado. 🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio. Ficha técnica Realização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA) Produção: SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto Captação e edição de som: J. Benê Tema de abertura e encerramento: Gui Grazziotin Direção: Luciana Oncken Referências bibliográficas do episódio - American Society of Clinical Oncology. ASCO Annual Meeting 2026 Program and Abstracts. 2026. - Arcieri M et al. Cancers. 2025. - Colombo N et al. Lancet. 2026. - da Silva MJS et al. BMC Cancer. 2019. - ESMO Clinical Practice Guidelines Ovarian Cancer. versão mais recente. - Gasimli K et al. Int J Mol Sci. 2022;23:10892. - Giannecchini GV et al. Front Med. 2024;11:1366603. - Graae EEG et al. Diseases. 2026;14:104. - INCA. Estimativa 2026 incidência de câncer no Brasil. 2025. - Macdonald CJ et al. Br J Cancer. 2026. - Makker V et al. Clin Cancer Res. 2026. - Maluf F et al. Front Oncol. 2025. _ Meric-Bernstam F et al. J Clin Oncol. 2023. - Meric-Bernstam F et al. J Clin Oncol. 2024. - Ministério da Saúde. SIM mortalidade por câncer de ovário no Brasil. - Moore K et al. J Clin Oncol. 2023. - Moore KN et al. N Engl J Med. 2023. - NCCN. Ovarian Cancer Including Fallopian Tube Cancer and Primary Peritoneal Cancer. 2026. - NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology Ovarian Cancer. versão mais recente. - Oaknin A et al. Adv Ther. 2024. - Tsunoda AT et al. J Surg Oncol. 2025. - Van Gorp T et al. Lancet Oncol. 2025. - Vanderpuye VD et al. JCO Glob Oncol. 2021.

    45 min
  5. EVA CAST #39 - Retomando a vida após o câncer de colo do útero: corpo, mente e movimento

    Mar 23

    EVA CAST #39 - Retomando a vida após o câncer de colo do útero: corpo, mente e movimento

    O episódio 39 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda um tema central na jornada das pacientes, que é a retomada da vida após o câncer do colo do útero, com foco nas dimensões do corpo, da mente e do movimento. Em um contexto em que a doença segue entre as mais incidentes no Brasil (com cerca de 19 mil novos casos anuais), segundo o INCA, o episódio reforça que, embora altamente prevenível e tratável, o tratamento pode deixar marcas importantes que exigem cuidado contínuo eabordagem multidisciplinar. A conversa reúne Andressa Teixeira, especialista em ginecologia oncológica; Fernanda Pacheco Marini, fisioterapeuta especializada em Oncologia e saúde da mulher e Pedro Almeida, educador físico com atuação dedicada à reabilitação de pacientes oncológicos. Ao longo do episódio, os convidados discutem desde os critérios que orientam a escolha do tratamento (como cirurgia, radioterapia ou abordagens combinadas) até os impactos dessas intervenções na funcionalidade da pelve, na saúde urinária, intestinal, hormonal e sexual das pacientes. Entre os principais pontos abordados estão as possíveis sequelas da histerectomia radical e da radioterapia, incluindo alterações na bexiga, no reto e na vagina, além do risco de linfedema e da insuficiência ovariana. O episódio também detalha como decisões terapêuticas são tomadas de forma individualizada, considerando estadiamento da doença, características tumorais e desejos da paciente, como a preservação da fertilidade. A partir dessa base clínica, o episódio avança para o campo da reabilitação, destacando o papel essencial da fisioterapia oncológica na recuperação funcional. São discutidas alterações frequentes após o tratamento, como fadiga, perda de massa muscular, disfunções urinárias e sexuais, dor pélvica e limitações de mobilidade, além de estratégias terapêuticas que incluem reeducação do assoalho pélvico, uso de dilatadores vaginais, terapias manuais e recursos eletrofísicos. O episódio também aborda a atividade física como ferramenta terapêutica e explora como o movimento, mesmo em pequenas doses e adaptado à realidade de cada paciente, pode reduzir a fadiga oncológica, melhorar a capacidade funcional, proteger o sistema cardiovascular e contribuir para a saúde mental e emocional. A discussão também inclui a importância da individualização da prescrição, da progressão gradual e da integração daatividade física à rotina diária, tornando-a viável mesmo durante o tratamento. Além dos aspectos físicos, o episódio traz uma abordagem sobre a reconexão com o próprio corpo, a retomada da vida sexual e o impacto emocional do pós-tratamento. Os convidados enfatizam a importância do acolhimento, da comunicação com a equipe de saúde e do autoconhecimento como pilares para a reconstrução da autoestima e da qualidade de vida. O episódio também reforça a importância do seguimento a longo prazo, incluindo acompanhamento ginecológico regular, manejo das sequelas e, quando indicado, uso de terapia de reposição hormonal, geralmente segura nesses casos por se tratar de um câncer não hormônio-dependente. Como mensagem final, o episódio destaca que o câncer nãoprecisa ser sinônimo de limitação permanente. Com informação, acompanhamento adequado e estratégias integradas de cuidado, é possível não apenas tratar a doença, mas devolver às pacientes sua funcionalidade, autonomia e qualidade de vida. E, sobretudo, reforça o papel da prevenção (com vacinação contra o HPV e rastreamento adequado) como caminho para reduzir a incidência da doença no futuro. 🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio. Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo. Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto.Captação e edição de som: J. Benê.Tema de abertura e encerramento: Gui Grazziotin.Direção: Luciana Oncken.

    48 min
  6. EVA CAST #38 - Diminuição de radicalidade cirúrgica em câncer ginecológico

    Jan 7

    EVA CAST #38 - Diminuição de radicalidade cirúrgica em câncer ginecológico

    O episódio 38 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, discute os limites e as evidências científicas que sustentam a redução da radicalidade cirúrgica no tratamento dos cânceres ginecológicos, com foco na manutenção da segurança oncológica e na redução de morbidades associadas ao tratamento. A conversa reúne Agnaldo Lopes da Silva Filho, ginecologista e obstetra, professor titular da Faculdade de Medicina da UFMG e diretor científico da FEBRASGO, e Vandré Cabral Gomes Carneiro, cirurgião oncológico e coordenador da Comissão Nacional de Oncogenética da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO). Ao longo do episódio, são analisadas as principais evidências sobre biópsia do linfonodo sentinela, omissão de parametrectomia e desescalonamento cirúrgico no câncer de colo do útero e no câncer de endométrio. Os convidados discutem critérios de seleção de pacientes, o papel da imagem e da patologia, os riscos de falso-negativo e os impactos dessas estratégias na prática clínica. O episódio também aborda qualidade de vida, preservação funcional, fertilidade e a importância de equipes especializadas e multidisciplinares para a tomada de decisão cirúrgica baseada em evidências. 🎧 Ouça o EVA CAST nas principais plataformas de podcast, compartilhe este episódio e acompanhe os conteúdos do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos. 🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio. Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo. Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto.Captação e edição de som: J. Benê.Tema de abertura e encerramento: Gui Grazziotin.Direção: Luciana Oncken.

    43 min
  7. EVA CAST #37 - Como integrar a imunoterapia ao tratamento dos tumores ginecológicos, garantindo benefício real e acesso aos pacientes?

    12/09/2025

    EVA CAST #37 - Como integrar a imunoterapia ao tratamento dos tumores ginecológicos, garantindo benefício real e acesso aos pacientes?

    O EVA CAST, podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), chega ao episódio 37, que traz um dos temas que mais transformaram o tratamento dos tumores ginecológicos nos últimos anos: a imunoterapia. Saiba mais sobre as indicações já consolidadas, os resultados clínicos observados na prática e os desafios persistentes de acesso, especialmente no SUS . Conduzido pelo jornalista e doutor em Oncologia Moura Leite Netto, o episódio reúne: - Henrique Elber, oncologista clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, do HCor e do Hospital Municipal Vila Santa Catarina, além de membro da diretoria do Grupo EVA. - Carla Dias, oncologista clínica do Hospital Sírio-Libanês. Ao longo da conversa, os convidados explicam como a imunoterapia vem sendo integrada ao cuidado de mulheres com câncer de colo do útero, endométrio, ovário e tumores ginecológicos raros. Entre evidências científicas e exemplos do dia a dia, o episódio detalha em quais cenários a imunoterapia já se tornou padrão de tratamento (como no câncer de colo do útero avançado e no câncer de endométrio) e onde ela ainda permanece restrita a protocolos de pesquisa. Os especialistas explicam o impacto real em sobrevida observado em estudos como o Keynote 826 e discutem a importância dos biomarcadores, especialmente o PD-L1 e a instabilidade de microssatélites, na seleção adequada das pacientes. A conversa também aborda, de forma didática, as diferenças entre quimioterapia e imunoterapia, tanto no mecanismo de ação quanto na duração do tratamento e no perfil de efeitos colaterais, além do manejo das toxicidades imunomediadas e da necessidade de atuação multiprofissional. Outro eixo central é a desigualdade de acesso: aprovação regulatória, incorporação pelo SUS, custo das terapias e dificuldade de acesso a exames moleculares são analisados sob a perspectiva clínica, ética e de políticas públicas. Ao final, os convidados destacam as linhas de pesquisa mais promissoras, como combinações terapêuticas, vacinas terapêuticas em tumores HPV relacionados e estratégias de melhor seleção de pacientes, reforçando a importância de decisões baseadas em evidências, discussão multidisciplinar e educação continuada dos profissionais de saúde. O episódio reafirma o compromisso do EVA CAST em traduzir temas complexos da oncologia ginecológica de forma responsável, acessível e conectada à prática clínica, contribuindo para qualificar o cuidado e ampliar o debate sobre equidade no acesso à inovação. Ouça, compartilhe e nos ajude a construir o EVA CAST com seus comentários e sugestões de temas.Siga o EVA nas redes sociais: @gbtumoresginecologicos. Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo. Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto.Captação e edição de som: J. Benê.Tema de abertura e encerramento: Gui Grazziotin.Direção: Luciana Oncken.

    55 min
  8. EVA CAST #36 — O olhar sobre a mulher idosa com câncer ginecológico

    10/14/2025

    EVA CAST #36 — O olhar sobre a mulher idosa com câncer ginecológico

    O EVA CAST, podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), chega ao seu 36º episódio propondo uma reflexão sobre como cuidar das mulheres idosas com câncer ginecológico de forma integral, respeitando suas singularidades e desejos. Conduzida pelo jornalista e doutor em Oncologia Moura Leite Netto, a conversa reúne Larissa Miller Gomes, oncologista clínica do Grupo Oncoclínicas e diretora de Comunicação do EVA e Janine Capobiango Martins, oncologista clínica e cofundadora da Oncogeriatria Brasil. O episódio destaca que o envelhecimento é um processo individual e que, na oncologia, a idade cronológica não deve ser o principal critério para definir o tratamento. Entre dados, experiências clínicas e exemplos do dia a dia, as convidadas abordam o impacto das comorbidades, a importância da avaliação geriátrica ampla e o papel da escuta ativa na construção de planos terapêuticos que preservem autonomia e qualidade de vida. “O foco deixa de ser a idade e passa a ser o perfil funcional, emocional e social da paciente”, resume Larissa. A discussão também percorre dilemas éticos, como o direito da mulher idosa à informação e à decisão compartilhada, o risco de subtratamento e a urgência de incluir essa população nos estudos clínicos. “A gente não trata o tumor, trata pessoas”, lembra Janine, reforçando que a comunicação aberta entre equipe, paciente e família é essencial para garantir um cuidado humanizado. Ao final, as médicas deixam mensagens complementares: Larissa convida os profissionais a “olhar para a pessoa como um todo, e não apenas para a doença”; Janine destaca que o envelhecimento “é fisiológico e pode ser vivido com saúde, autonomia e propósito”. O episódio reforça o compromisso do EVA CAST em trazer temas que ampliam o olhar sobre o câncer ginecológico, conectando ciência, empatia e cuidado em todas as fases da vida. Ouça, compartilhe e nos ajude a fazer o EVA CAST com seus comentários e sugestões de temas.Siga o EVA nas redes sociais: @gbtumoresginecologicos. Ficha técnicaRealização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de ConteúdoRoteiro e apresentação: Moura Leite NettoCaptação e edição de som: J. BenêTema de abertura e encerramento: Gui GrazziotinDireção: Luciana Oncken

    38 min

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EVA CAST é o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), com informação de qualidade sobre prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, bem estar da paciente em tratamento e acompanhamento e inovações científicas sobre pesquisa em câncer de colo do útero, ovário, endométrio, vulva, vacina, dentre outros. Uma produção da SENSU Consultoria de Comunicação e Estúdio Banca de Conteúdo.

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