O EVA CAST, podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), chega ao seu 49º episódio com uma edição especial do Setembro em Flor 2026 dedicada às transformações que estão tornando a oncologia cada vez mais personalizada e ao papel do cuidado humano diante dos avanços tecnológicos. Conduzida pelo jornalista e doutor em Oncologia, Moura Leite Netto, a conversa reúne Andreza Souto, oncologista clínica do Hospital Santa Lúcia/Oncoclínicas, com foco em tumores femininos, oncogenética e oncologia de precisão, mestre em Oncologia, membro da diretoria do Grupo EVA, do comitê de apoio a pacientes do Grupo Gbecam, do comitê científico da Rebrach e do comitê de oncogenética da SBCO; Luciana Landeiro, oncologista clínica do Grupo Oncoclínicas, membro do comitê de ética do Grupo EVA e do comitê de relações institucionais da SBOC e doutora em Ciências pela USP-SP; e Rafael Salim, médico patologista pela Unifesp/EPM, com atuação em ginecopatologia no Einstein Hospital Israelita e no Grupo DASA. O episódio discute o que significa, na prática, personalizar o tratamento dos cânceres ginecológicos. Características da paciente, como idade, condições clínicas, funcionalidade, desejo de preservar a fertilidade e preferências individuais, precisam ser consideradas em conjunto com informações sobre o tumor para definir a estratégia mais adequada para cada caso. A conversa mostra ainda como a patologia passou a fornecer informações cada vez mais detalhadas sobre os tumores. Classificação molecular, características histológicas e biomarcadores podem diferenciar doenças antes agrupadas sob um mesmo diagnóstico e, em determinadas situações, orientar a escolha do tratamento. Entre os temas estão também o uso de novas tecnologias, como cirurgia robótica, radioterapia de alta precisão, terapias-alvo e imunoterapia e a necessidade de avaliar quais pacientes realmente podem se beneficiar de cada estratégia. O episódio aborda ainda as limitações de acesso aos testes moleculares e biomarcadores e os desafios para que a oncologia de precisão não fique restrita aos grandes centros. A inteligência artificial ganha espaço na discussão sobre o presente e o futuro da oncologia. Os convidados explicam como ela pode auxiliar na análise de exames, no processamento de grandes volumes de informações, na integração de dados clínicos, patológicos e moleculares e na identificação de pacientes para estudos clínicos. Ao mesmo tempo, discutem seus limites e reforçam que essas ferramentas devem apoiar (e não substituir) a decisão médica. O episódio também destaca que personalizar o cuidado vai além das características moleculares do tumor. Medos, prioridades, sexualidade, fertilidade, trabalho, independência e outros aspectos da vida da paciente precisam entrar nas decisões. Mesmo diante de exames, algoritmos e tratamentos cada vez mais sofisticados, a escuta, o acompanhamento e a decisão compartilhada permanecem fundamentais. O especial do Setembro em Flor reforça que a tecnologia pode ampliar a capacidade de personalizar o tratamento, mas as decisões continuam sendo construídas entre paciente, médico e equipe de saúde. Ouça, compartilhe e nos ajude a fazer o EVA CAST com seus comentários e sugestões de temas. Siga o EVA nas redes sociais: @gbtumoresginecologicos. Ficha técnica Realização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA). Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de ConteúdoRoteiro e apresentação: Moura Leite NettoCaptação e edição de som: J. BenêTema de abertura e encerramento: Gui GrazziotinDireção: Luciana OnckenApoiadores do Setembro em Flor 2026: Libbs, AbbVie, AstraZeneca, GSK e MSD. #setembroemflor #câncer #evacast #cancerginecologico #oncologiadeprecisao #inteligenciaartificial