Salada Cultural

Marcio Andrade

Este é o Salada Cultural, podcast que aborda tudo que envolve cultura, seja cinema, tevê, música, literatura, quadrinhos ou a mistura disso tudo. Aqui conto histórias e curiosidades que talvez você já ouviu, mas não custa reforçar. Muito bem-vinda e muito bem-vindo! Gostou do conteúdo? Então seja membro do financiamento coletivo do Salada Cultural: https://catarse.me/saladacultural

  1. Sep 29

    SC #65: Chaplin e a arte de não somente rir em O Grande Ditador

    Existem obras que são registros históricos da época que foram feitas, mas ao mesmo tempo, tem um impacto tão forte que acabam se tornando produções atemporais. “O Grande Ditador”, filme de 1940 escrito, dirigido, produzido e protagonizado por Charles Chaplin, é um exemplo desse tipo. Sua primeira obra totalmente sonora e uma das sátiras políticas mais ousadas já feitas contra Adolf Hitler, o nazismo e o fascismo antes do ápice da Segunda Guerra Mundial, é um filme que além do registro do período em que foi filmado, também é um aviso do cuidado que devemos ter com o presente, não importa em qual época estamos vivendo. Neste episódio vou falar sobre o contexto mundial que fez Charlie Chaplin criar essa obra, o processo de criação e filmagem do longa e como o discurso final, bem como a obra inteira, ecoam até hoje num mundo ainda atravessado por autoritarismo exacerbado. Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ou no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

    SC #65: Chaplin e a arte de não somente rir em O Grande Ditador
  2. Sep 15

    SC #64: 1986 e o BRock em 6 discos

    Assim como em vários períodos em que a arte refletia os acontecimentos históricos que testemunhou, o ano de 1986 no Brasil foi impactante por vários pontos distintos: econômicos, sociais e, claro, culturais. Em 1986, o rock brasileiro se tornou uma das vozes mais fortes de um país ainda tentando compreender a recém conquistada democracia. Entre o fim da ditadura, as incertezas do governo José Sarney, a crise econômica e a expectativa por uma nova Constituição, discos de bandas com poucos anos de carreira traduziram em música as contradições daquele momento. Críticas às instituições, à desigualdade, à violência e à vida urbana se misturavam às angústias de uma juventude que olhava para o futuro sem saber exatamente o que encontraria. Nesse ano se destacam seis álbuns fundamentais para entender aquele ano: “Rádio Pirata ao vivo”, do RPM, “Dois”, da Legião Urbana, “Vivendo e não aprendendo”, do Ira!, “O concreto já rachou”, da Plebe Rude, “Cabeça Dinossauro”, dos Titãs, e “Selvagem?”, de Os Paralamas do Sucesso. Além de sucessos de venda, eles são retratos de um país em transição, de artistas em momentos decisivos de suas carreiras e de uma indústria fonográfica que, por alguns meses, acreditou ter domado a inflação e garantido acesso a música para todo mundo. Neste episódio eu vou falar sobre esses seis álbuns que foram a trilha sonora de um Brasil que mais uma vez tentava se reconstruir à duras penas de inúmeros fracassos e tinha na música uma válvula de escape e, de certa forma, esperança para um país melhor. Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ou no TikTok ⁠⁠⁠para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique aqui, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

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  3. Sep 1

    SC #63: Ted Lasso – A série do abraço quentinho

    Como explicar que uma série norte americana de comédia deste início de década fez tanto sucesso nos Estados Unidos, além do resto do mundo, tendo como pano de fundo um esporte que o americano médio nunca deu a mínima? Em 2020, enquanto o mundo enfrentava hospitais lotados, confinamento e manchetes diárias sobre mortes por COVID‑19, uma comédia sobre um técnico de futebol americano perdido na Inglaterra começou discretamente na Apple TV e acabou virando um dos maiores fenômenos de conforto emocional da pandemia. Ted Lasso nasceu de um comercial para promover transmissões do futebol inglês em um canal a cabo estadunidense, mas cresceu até se tornar uma narrativa sobre gentileza, empatia e liderança em um cenário competitivo, conquistando fãs, prêmios e espaço na cultura pop em vários países. Neste episódio eu vou contar em detalhes como nasceu essa história: da propaganda à série da Apple TV. Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ou no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

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  4. Aug 18

    SC #62: 25 fatos sobre os 25 anos de Os Normais

    Há 25 anos estreava Os Normais, uma das séries mais inventivas da televisão brasileira. Estrelada por Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres, que interpretavam o casal de eternos noivos Rui e Vani, que em suas desventuras semanais tirou a aura moral que a televisão brasileira tantas vezes colocava sobre o amor romântico, e decidiu mostrar, com uma crueldade engraçada e, de certa forma, com uma elegância rara, que a vida a dois é também feita de egoísmo, paranoia, superstição, burrice momentânea, tesão, vergonha, afeto torto e uma quantidade praticamente inesgotável de conversa errada e pensamentos intrusivos, muito antes dessa ideia fazer parte do nosso vocabulário.   Neste episódio eu vou fazer um miniflashback e contar 25 fatos sobre a série, que até hoje é considerada uma forma de olhar para o ridículo íntimo do Brasil urbano, mas em situações engraçadas que poderiam ser em qualquer país. Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ou no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

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  5. Aug 3

    SC #61: Salada Cultural apresenta Buster Keaton

    No cinema e na televisão do século 21 tudo pode ser feito em relação a espetáculos visuais.  Com efeitos especiais milionários e até uso da inteligência artificial, um homem pode voar, pular com seu carro de um prédio a outro sem um mísero arranhão ou explodir esses mesmos prédios, além de simular outras catástrofes naturais de uma forma que pareça real. No cinema do início do século 20 a pessoa podia até querer fazer algo semelhante a isso, mas tinha ciência que seria um árduo trabalho em criar efeitos práticos e truques de câmera. O cinema mudo tinha um homem que fazia tudo isso e muito mais, e o nome dele é Buster Keaton, um dos maiores gênios da comédia física e do cinema, cuja vida mistura infância em circo, glória absoluta em Hollywood, queda brutal e uma lenta redescoberta de crítica e público que o transformou em lenda. Neste episódio vou passar por todas as fases da vida desse artista que merece ficar no Olimpo dos grandes arquitetos do cinema, ao lado de Charles Chaplin, Alfred Hitchcock, Steven Spielberg e muitos outros. Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ou no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

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  6. Jul 21

    SC #60: The Office – A série que quase foi demitida

    Apesar de vivermos em um mundo onde as fronteiras culturais estão diminuindo, produções de alguns países quando adaptadas para a realidade de outras regiões, devido ao seu sucesso no país de origem, as chamadas "versões", muitas vezes não acontece aquela afinidade e a versão genérica acaba não correspondendo às expectativas. Por pouco isso acontece com a série The Office norte-americana, adaptação de mesmo nome de uma série britânica, que foi necessário um esforço de todos os envolvidos para que a versão estadunidense vingasse, e isso eu incluo além dos produtores, os roteiristas, diretores e até os atores, para que se tornasse de um possível fracasso de apenas 6 episódios, para um fenômeno de 201 episódios e arroz de festa de praticamente todos os serviços de streaming do Brasil. Neste episódio conto como a série foi adaptada para o gosto ianque e conseguiu fugir do cancelamento precoce. Uma trajetória que envolve a ajuda de um filme protagonizado pelo ator Steve Carrell, a transformação de caráter de personagens enquanto o bonde estava andando e o início do que hoje conhecemos como maratonar uma série. Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ou no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

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  7. Jun 23

    SC #58: Pixar – Do prejuízo ao sucesso

    Atualmente nos cinemas mundiais temos um exemplo de série cinematográfica que mantém sua qualidade e consegue fazer o quase inimaginável: Toy Story. Seu primeiro filme lançado há 30 anos levou muitos dos pais ainda crianças, que hoje levam seus filhos para assistir aventuras dos mesmos personagens que os cativaram e com a mesma intensidade. Não há estúdio no mundo que não queira essa renovação de público. Por trás daquele sucesso existe uma empresa que tinha passado quase dez anos no vermelho, vendendo computadores caríssimos que ninguém queria, fazendo comerciais de TV para sobreviver e dependendo do bolso e, de certa forma, da teimosia de Steve Jobs. Neste episódio, eu volto no tempo para entender como um pequeno grupo dentro da Lucasfilm, o estúdio de George Lucas, virou a Pixar, um estúdio de animação que hoje é referência em filmes animados que apresentam grandes qualidades tanto de animação quanto de histórias que envolvem da criança ao adulto que vai levar ela para o cinema.  Gostou? Odiou? Curtiu, mas tem ressalvas sobre esse episódio? Me chama no⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ou no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ para falar. Quer participar do financiamento coletivo do podcast? Então ⁠⁠clique ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠aqui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, faça sua contribuição e ganhe mimos dependendo da faixa que resolver apoiar. Salada Cultural é um podcast independente com pesquisa, roteiro, produção, edição e apresentação de Marcio Andrade.

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