CASOS POLICIAIS

Casos Policiais

Investigações criminais e interrogatórios intensos. Documentários que colocam você em linha direta com o caso, acompanhando o trabalho dos detetives para desvendar crimes reais. Com depoimentos e análises forenses, você será levado para dentro da investigação.

Episodes

  1. Do UFC para Prisão Perpétua

    08/08/2023

    Do UFC para Prisão Perpétua

    Jon Koppenhaver, também conhecido como War Machine (máquina de guerra), é um ex-lutador profissional de MMA (artes marciais mistas) que ganhou notoriedade não apenas por sua carreira nos esportes de combate, mas também por seu envolvimento em um caso criminal de grande repercussão. Em agosto de 2014, Jon Koppenhaver foi acusado de uma série de crimes, incluindo agressão, sequestro, tentativa de homicídio e estupro. Os eventos ocorreram entre 8 e 10 de agosto de 2014, quando Koppenhaver atacou brutalmente sua ex namorada, Christy Mack, uma atriz pornô, e um amigo dela chamado Corey Thomas. Segundo relatos, Koppenhaver invadiu a casa de Mack, encontrando-a na cama com Thomas. Ele então iniciou um ataque violento, espancando e estrangulando ambos. Durante o ataque, Mack sofreu uma série de lesões graves, incluindo fraturas faciais, dentes quebrados, um fígado rompido e lesões genitais. Thomas também foi espancado, sofrendo ferimentos significativos. Após o ataque, Koppenhaver fugiu e tornou-se um fugitivo. No entanto, alguns dias depois, ele foi localizado pela polícia em um hotel em Simi Valley, Califórnia, e foi preso. Durante o julgamento, Mack deu um depoimento emocional sobre os eventos traumáticos que sofreu nas mãos de Koppenhaver, descrevendo a brutalidade do ataque e o impacto duradouro em sua vida. Em março de 2017, Jon Koppenhaver foi considerado culpado de 29 acusações, incluindo tentativa de homicídio com arma mortal, agressão sexual e agressão com grande lesão corporal. Em junho do mesmo ano, ele foi condenado a passar de 36 anos a prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

    15 min
  2. Os Nobres Também Matam

    08/08/2023

    Os Nobres Também Matam

    George Huguely V era um estudante e jogador de lacrosse na Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, e Yeardley Love era uma estudante e também jogadora de lacrosse na mesma universidade. Os dois tinham tido um relacionamento anteriormente, mas haviam se separado. Na noite de 2 de maio de 2010, George Huguely foi até o apartamento de Yeardley Love. Segundo relatos, ele invadiu o quarto dela e ocorreu uma discussão intensa e violenta. Durante o confronto, Huguely agrediu Love, resultando em lesões graves na cabeça dela. Huguely deixou o apartamento, deixando Love inconsciente e gravemente ferida. Na manhã seguinte, Yeardley Love foi encontrada morta em seu quarto. A autópsia revelou que ela morreu devido a um trauma contuso na cabeça. Poucas horas após o incidente, George Huguely foi preso e acusado de assassinato em segundo grau. Durante o julgamento, foi revelado que Huguely tinha um histórico de comportamento agressivo e abusivo. Testemunhas afirmaram que ele havia ameaçado Yeardley Love anteriormente e que havia sido violento com ela em outras ocasiões. Foram apresentadas evidências de mensagens de texto e e-mails que demonstravam o comportamento abusivo de Huguely. A defesa de George Huguely alegou que a morte de Yeardley Love foi um acidente trágico, alegando que ele estava sob a influência do álcool e que sua intenção não era matá-la. No entanto, a promotoria argumentou que o comportamento de Huguely foi intencional e que ele demonstrava um padrão de violência e raiva em relação a Love. Em fevereiro de 2012, George Huguely foi considerado culpado de assassinato em segundo grau. Ele foi condenado a 23 anos de prisão.

    9 min
  3. Duas Prisões Perpétuas, E Foi Pouco

    08/08/2023

    Duas Prisões Perpétuas, E Foi Pouco

    Alex Murdaugh matou sua esposa e filho e foi condenado à prisão perpétua. O juiz Clifton Newman o sentenciou a 54 anos e duas prisões perpétuas consecutivas. Alex Murdaugh insistia que não havia matado sua esposa e filho, mas foi encontrado um vídeo de celular filmado por seu filho que colocava Alex Murdaugh na cena do crime. Os promotores disseram que o vídeo foi filmado cerca de cinco minutos antes dos assassinatos acontecerem. Dois amigos de Paul testemunharam que o vídeo continha as vozes de Paul, Maggie e Alex. No entanto, Alex Murdaugh afirmou que não estava no canil no momento dos assassinatos. “Eu não matei Maggie e não matei Paul. Eu nunca machucaria Maggie e nunca machucaria Paul - nunca - sob nenhuma circunstância ”, disse Murdaugh. Enquanto Paul foi baleado duas vezes com uma espingarda, a esposa de Alex, Maggie, foi baleada várias vezes com um rifle Blackout no pavilhão de caça do condado de Colleton em 7 de junho de 2021. Cartuchos de balas de rifle Blackout foram encontrados perto do corpo de Maggie e cartuchos correspondentes encontrados em outras partes do propriedade. A espingarda desapareceu. A tenente da Divisão de Execução da Lei Estadual, Britt Dove, especialista em recuperação e análise de dados de celulares, examinou os registros de chamadas, vídeos, passos dados e localizações de GPS nos telefones de Maggie, Paul e Alex Murdaugh. A câmera do celular de Paul Murdaugh foi ligada uma última vez às 20h 44mi. Um vídeo foi gravado por menos de um minuto. Os promotores alegam que Alex os matou para desviar a atenção dos vários crimes financeiros que cometeu nos últimos anos. O diretor financeiro de seu escritório de advocacia testemunhou que confrontou Alex Murdaugh sobre a falta de fundos na manhã de 7 de junho de 2021. Mais tarde naquele mesmo dia, após os assassinatos, a investigação financeira foi colocada em segundo plano. O processo de Mallory Beach, marcado para 10 de junho de 2021, também poderia ter exposto seus erros financeiros. Mallory Beach morreu após um acidente de barco em 2019, envolvendo seu filho Paul. Em 23 de fevereiro de 2019, Paul Murdaugh dirigiu um barco com outras cinco pessoas a bordo no rio Beaufort, na Carolina do Sul. Mallory Beach, Anthony Cook, Morgan Doughty, Miley Altman e Connor Cook estavam com ele no barco. Ao retornar às 2h da manhã de domingo, o barco bateu na ponte Archer's Creek, perto de Parris Island, jogando Mallory Beach ao mar. Mais tarde, descobriu-se que Paul tinha alto nível de álcool no sangue. A família jurídica de alto perfil da Carolina do Sul teve três membros atuando como promotores distritais de 1920 a 2006. As pessoas na área até chamam o distrito de cinco condados de "Murdaugh Country". Eles fundaram um escritório de advocacia de litígios civis em Hampton, Carolina do Sul, especializado em litígios de danos pessoais. Randolph Murdaugh Sr. formou-se em direito na Universidade da Carolina do Sul (USC) em 1910 e fundou um escritório de advocacia em Hampton. Ele se tornou advogado no 14º circuito judicial em 1920. Randolph "Buster" Murdaugh Jr. o sucedeu, que serviu de 1940 a 1986. Seu filho, Randolph Murdaugh III, o sucedeu como advogado em 1986. Ele teve quatro filhos com Elizabeth Alexander , três deles filhos. Alex Murdaugh era um de seus filhos. Ele se formou na University of South Carolina em 1990 e na University of South Carolina School of Law em 1994. Randolph IV e John Marvin eram seus outros dois filhos.

    15 min
  4. Coronel de Cacinha

    08/08/2023

    Coronel de Cacinha

    O caso do coronel Russell Williams ocorreu no Canadá. Russell Williams era um oficial da Força Aérea Real do Canadá. Ele nasceu em 1963, 46 anos na época em que foi descoberto. Ele entrou na força aérea canadense em 1987, em pouco tempo foi promovido a capitão, era conhecido como um piloto de elite, e a carreira o levou ao cargo de coronel em 2004 Ele também assumiu o cargo de oficial comandante da maior base aérea do canadá, com mais de 7 mil homens sob seu comando A última vítima que levou à descoberta de seus crimes foi Marie-France Comeau, uma jovem de 37 anos. Ele vivia na cidade de Tweed, na província de Ontário, Canadá. Russell havia servido por um período de tempo significativo na Força Aérea Real do Canadá. Ele tinha uma carreira militar de sucesso e atuou em vários locais, incluindo a Base das Forças Canadenses de Trenton, em Ontário. Ao longo de sua série de crimes, Russell Williams cometeu múltiplos crimes e agressões sexuais, sendo responsável pela morte de duas mulheres e invasões em residências. Russell foi condenado à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional. As investigações no caso do coronel Russell Williams foram conduzidas por meio de um trabalho conjunto entre a polícia local, a Polícia Provincial de Ontário e a Polícia Montada do Canadá. Um dos principais fatores que levaram à suspeita de Russell Williams foi o fato de haver uma série de crimes semelhantes ocorrendo na região de Tweed, Ontário. As vítimas relataram invasões em suas casas, onde o perpetrador roubava objetos pessoais, incluindo roupas íntimas, e tirava fotografias delas usando as roupas roubadas. Durante a investigação, os detetives descobriram evidências físicas nos locais dos crimes, como pegadas e impressões digitais. Essas evidências foram coletadas e comparadas com as de suspeitos em potencial, incluindo Russell Williams. Os detetives analisaram os registros do GPS do veículo de Russell Williams, que revelaram que ele tinha visitado regularmente as residências de algumas das vítimas antes dos crimes ocorrerem. A combinação desses elementos de investigação, incluindo as evidências físicas nos locais dos crimes, a análise do GPS e a construção de um perfil detalhado de Russell Williams, permitiu que os detetives estabelecessem uma forte suspeita contra ele. Com base nessas evidências e informações, as autoridades obtiveram um mandado de busca para a casa de Russell Williams. Durante a busca, encontraram provas substanciais, como roupas íntimas roubadas, fotografias e registros que vinculavam diretamente Russell Williams aos crimes. Essas evidências foram cruciais para sua prisão e posterior condenação. Além disso, sua conexão com crimes anteriores foi estabelecida por meio de evidências físicas, como pegadas e impressões digitais encontradas nas cenas dos crimes.

    20 min
  5. A Fúria de Jodi

    08/08/2023

    A Fúria de Jodi

    A história é baseada em fatos reais, envolvendo um crime real, e ocorreu em Mesa, Arizona, nos Estados Unidos. No dia 4 de junho de 2008, o corpo de Travis Alexander foi descoberto em sua casa em Mesa, Arizona. Travis foi vítima de um crime real, sofrendo múltiplos ferimentos por faca e um tiro na cabeça. A cidade de Mesa, no estado do Arizona, foi abalada por esse crime e passou a ser palco de uma investigação. A história real de Jodi Arias começou a ser desvendada quando a polícia iniciou uma investigação minuciosa. Durante esse processo, as autoridades descobriram evidências e pistas que levaram a suspeitar do envolvimento de Jodi no crime. No decorrer da investigação, Jodi Arias negou qualquer participação no assassinato de Travis Alexander. No entanto, conforme as evidências começaram a se acumular, incluindo provas forenses, registros telefônicos e depoimentos de testemunhas, as autoridades começaram a suspeitar que Jodi estava ocultando informações. Após um interrogatório, Jodi Arias mudou sua versão e alegou ter agido em legítima defesa. Ela afirmou que Travis Alexander a havia agredido fisicamente e que ela havia reagido com violência para se proteger. O julgamento de Jodi Arias, um dos crimes reais mais notórios da história, começou em janeiro de 2013. Durante o processo judicial, os advogados de defesa e os promotores apresentaram seus argumentos e evidências. Os promotores, Juan Martinez e Esteban Flores, apresentaram uma série de provas contra Jodi Arias, incluindo fotografias e registros de mensagens de texto que sugeriam um relacionamento conturbado entre Jodi e Travis. Ao longo do julgamento, foram revelados fatos desconhecidos sobre o relacionamento de Jodi Arias e Travis Alexander. Durante o interrogatório, Jodi Arias admitiu ter assassinado Travis Alexander, mas alegou que agiu em autodefesa. No entanto, a promotoria argumentou que o crime foi premeditado e apresentou provas para sustentar essa alegação. Após um longo e intenso julgamento, Jodi Arias foi considerada culpada pelo assassinato de Travis Alexander. A sentença inicial foi de prisão perpétua, mas houve um impasse na decisão sobre a aplicação da pena de morte. Em 2015, ocorreu um segundo julgamento para determinar a sentença de Jodi Arias. Apesar dos apelos de sua defesa, o júri não conseguiu chegar a um consenso sobre a aplicação da pena de morte. Portanto, a sentença final de Jodi Arias permaneceu como prisão perpétua. O caso de Jodi Arias continua sendo uma história real de crime que desperta grande interesse público e tem sido objeto de vários documentários e análises desde então. Sua história é repleta de detal

    9 min

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