Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte

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Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte. Culto domingo às 10h e sábado às 19h. R. das Canárias, 50 - Santa Branca, Belo Horizonte - MG, 31560-050. Instagram: @batistareformadabh Aqui são disponibilizadas todas as pregações expositivas do Evangelho, ministradas em nossa igreja. Que essas mensagens possam abençoar a sua vida.

  1. 2d ago

    Culto – Filipenses 4:4-9 – Não Andem Ansiosos: A Paz de Deus Como Antídoto da Ansiedade

    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa concluiu a série sobre oração pregando sobre Filipenses 4.4-9, tratando de como a Bíblia nos chama a lidar com a ansiedade. Ele mostrou o contexto da igreja de Filipos — uma colônia romana leal ao imperador, onde os cristãos viviam sob perseguição, com Paulo preso e muitos irmãos sob ameaça de perderem bens, família e a própria vida —, esclarecendo que Paulo trata teologicamente da falta de confiança em Deus, não de um transtorno patológico. Traçando um paralelo com os dias atuais, o pastor apresentou dados da OMS (o Brasil é o país mais ansioso do mundo) e apontou causas como o "império secular" que impõe métricas que não são as do reino de Deus, a urbanização, a sobrecarga de informação das telas e das redes sociais, a violência e a insegurança econômica. Fez ainda um forte apelo aos homens, lembrando que as mulheres sofrem o dobro de ansiedade em parte pela omissão espiritual dos maridos no lar. Como antídoto, percorreu as orientações de Paulo: alegrar-se sempre no Senhor (e não nas circunstâncias, o que seria uma alegria pagã), lembrar que o Senhor está perto e cuida dos seus filhos como cuida das aves e dos lírios, romper com a "mente dividida" substituindo os pensamentos por tudo o que é verdadeiro, nobre e puro, e apresentar a Deus os pedidos por oração, súplica e ações de graças — recordando com gratidão o que Deus já fez. Ele destacou que terapia e medicação não são o problema, mas não podem estar desassociadas da oração, e alertou que o falso ensino sobre Deus (como um "caixa eletrônico" ou "gênio da lâmpada") produz idolatria e frustração. Por fim, chamou a igreja a levar todas as dores à cruz de Cristo, onde está a paz que excede todo o entendimento e a certeza da esperança eterna.Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Filipenses 4.4-9Marcadores de Tempo:0:00 - Introdução: A Série Sobre Oração e o Tema da Ansiedade3:05 - Leitura de Filipenses 4.4-95:38 - Contexto: A Igreja de Filipos Sob Perseguição9:54 - Filipos, Colônia Romana Leal ao Imperador11:18 - A Ansiedade Movida Pelo Medo e Insegurança13:54 - Vivemos Também em um Império Secular15:38 - Dados da OMS: O Brasil, País Mais Ansioso do Mundo18:21 - As Causas: Urbanização e a Cultura de Nunca Parar21:50 - A Sobrecarga das Telas e Redes Sociais27:18 - Fatores Sociais: Violência e Insegurança Econômica30:38 - Um Apelo aos Homens: A Omissão Espiritual no Lar34:02 - O Antídoto: Alegrem-se Sempre no Senhor36:35 - Perto Está o Senhor: O Deus Que Cuida39:22 - A Ansiedade Como Mente Dividida40:18 - Pensar nas Coisas Puras, Nobres e Amáveis43:28 - A Paz Por Oração, Súplica e Ações de Graças44:29 - Ansiedade É Excesso de Futuro: Lembrar o Passado49:45 - Oração e Terapia: Nunca Desassociadas54:45 - O Falso Ensino Produz Idolatria e Frustração57:01 - Leve as Suas Dores à Cruz de Cristo

  2. 2d ago

    Escola de Novos Membros (Aula 3) – O Que Cremos Sobre o Evangelho: A Boa Notícia e a Centralidade da Cruz

    Nesta terceira aula da Escola de Membros — descrita pelo próprio pregador como talvez a mais importante das oito —, o Pastor Fabricio Corrêa ensinou o que a igreja crê sobre o evangelho, a partir de Lucas 4.16-21, quando Jesus lê Isaías na sinagoga de Nazaré e declara que a profecia se cumpriu nele. Ele explicou que "evangelho" significa boa notícia, mas que ela só faz sentido quando se entende a má notícia que a antecede: o problema do pecado. Citando John Piper, destacou que o maior presente do evangelho não são as bênçãos secundárias, mas o próprio Deus, e advertiu que todos os que buscam a salvação por outros meios que não a fé exclusiva em Cristo — seja pela vida moralmente boa, pelos atos religiosos ou pelas obras sociais — são, segundo as Escrituras, incrédulos (Gálatas 2.16). A aula percorreu os quatro atos da obra da redenção: a criação (ato livre de Deus, do nada, para a sua glória, culminando no homem feito à sua imagem), a queda (a desobediência que começou na incredulidade, trazendo morte espiritual, física e eterna, e o pecado original que torna todo homem radicalmente corrompido e espiritualmente morto), a redenção (Cristo, o segundo Adão, perfeito e sem pecado, substitui o pecador, paga o resgate com seu próprio sangue e cancela a escrita de dívida pregando-a na cruz) e a consumação (a ressurreição como prova de que Deus aceitou o pagamento e prelúdio da ressurreição dos que creem). O ponto central foi a centralidade da cruz: nenhuma outra religião ensina um Deus que sangra e se humilha, e ninguém conhece verdadeiramente a Deus sem se colocar de joelhos diante da cruz, pois era da ira de Deus — e não de Satanás — que precisávamos ser salvos. O pastor encerrou lembrando, com Jonathan Edwards, que a suprema felicidade dos salvos no céu será contemplar a glória de Cristo face a face.Preletor: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Lucas 4.16-21

  3. 2d ago

    Encontro de Homens – O Sacerdócio do Lar: O Homem Como Pastor da Própria Casa

    Neste Encontro de Homens, o Pastor Fabricio Corrêa tratou da responsabilidade espiritual do homem como sacerdote e pastor do próprio lar, a partir de Efésios 5.25-29. Ele apresentou um diagnóstico social e eclesiástico da omissão masculina — o desaparecimento dos "heróis", o crescimento das igrejas com maioria feminina e a transferência, por parte de muitos homens, da sua responsabilidade dada por Deus para as esposas e até para os filhos. O ponto central é que o homem não é um sujeito passivo cuja única função é prover financeiramente, mas tem uma responsabilidade pastoral, sacerdotal e profética: santificar a esposa pelo lavar da palavra (corrigindo com amor o que ela consome e pensa, como fez ao apontar erros numa pregação que a esposa ouvia), proteger o lar como um "para-raios" e um "jardineiro" que cuida do que entra, e ensinar os filhos no caminho do Senhor com coerência entre quem se é na igreja e quem se é em casa — alertando que a hipocrisia e a dualidade são veneno para os filhos. Apoiando-se em Richard Baxter, Thomas Manton e Douglas Wilson (autor de "Marido Federal"), ele mostrou o conceito puritano do lar como "pequena igreja" e advertiu que o movimento de discipulado individual, embora bom, muitas vezes esconde a omissão dos homens, gerando esposas espiritualmente frágeis e até divórcios. A parte prática ensinou como conduzir o culto familiar com três marcas puritanas — brevidade, regularidade e simplicidade — numa estrutura de cinco passos (oração, cânticos, leitura bíblica, catecismo e oração final), lembrando que "a constância vence a perfeição" e que o que falta ao lar cristão não é capacidade intelectual, mas coragem sacerdotal. O pastor encerrou com um apelo: assumir essa responsabilidade com alegria, temor e tremor, pois numa cultura secular e neopagã que discipula filhos e esposas através das telas, se o homem não preencher a mente dos seus com a verdade de Deus, o mundo o fará com suas mentiras.Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Efésios 5.25-29

  4. Sep 22

    Escola de Novos Membros (Aula 2) – O Que Cremos Sobre Deus: Atributos e a Doutrina da Trindade

    Nesta segunda aula da Escola de Membros, o Pastor Fabricio Corrêa ensinou o que a igreja crê sobre Deus, a partir da Confissão de Fé de New Hampshire e de Atos 17.22-28. Ele iniciou com a tese de A.W. Pink de que quem não conhece a Deus vive num mundo estranho, e com o ensino de Calvino de que o homem só se conhece plenamente ao contemplar a face do seu Criador — a crise de identidade da sociedade é reflexo do distanciamento do conhecimento de Deus. O pastor destacou que não definimos Deus por experiências ou pela cultura, mas pela revelação que ele faz de si mesmo nas Escrituras. Ele explicou os atributos incomunicáveis (que só Deus possui e definem quem ele é): eternidade, imutabilidade, infinitude, onipresença (sem confundir com panteísmo, pois Deus é imanente e transcendente), liberdade (limitada apenas pela própria natureza santa — Deus não pode pecar, mentir nem criar outro Deus), onipotência, onisciência e simplicidade (Deus é espírito, não composto de partes). Em seguida tratou dos atributos comunicáveis (amor, justiça, santidade, bondade, misericórdia), que o homem reflete de forma quebrada e desequilibrada, mas que em Deus são perfeitos e equilibrados. O ponto central foi a doutrina da Trindade: há um só Deus que existe eternamente em três pessoas distintas — Pai, Filho e Espírito Santo — coiguais, coeternos e da mesma essência. O pastor mostrou a atuação conjunta e distinta das três pessoas nas obras da criação, da redenção (ilustrada no batismo de Jesus) e da consumação — o Pai designa, o Filho realiza e o Espírito aplica. Por fim, aplicou a Trindade à vida prática da igreja: assim como as três pessoas vivem em perfeita unidade na diversidade, amando-se e exaltando-se mutuamente, a igreja é chamada a viver em amor, unidade e dignidade uns para com os outros, contra uma cultura egoísta e egocêntrica. Preletor: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Atos 17.22-28

  5. Sep 22

    Escola de Novos Membros (Aula 1) – O Que Cremos Sobre a Bíblia: Revelação, Inspiração e Autoridade

    Nesta primeira aula da Escola de Membros, o Pastor Fabricio Corrêa apresentou a estrutura do curso (oito aulas, com participação mínima de sete, seguidas de entrevista com um presbítero antes da recepção como membro) e ensinou o que a igreja crê sobre a Bíblia, a partir de 2 Timóteo 3.16-17. Ele explicou o princípio reformado do sola scriptura — somente a Escritura é a regra de fé e prática — e distinguiu a revelação geral (Deus se revela a toda a humanidade pela natureza, pela história e pela consciência, tornando o homem indesculpável, mas de forma não salvífica) da revelação especial (Deus se revela de forma escrita através dos profetas, apóstolos e supremamente pelo seu Filho, Jesus Cristo, que é a revelação perfeita do Pai e o centro das Escrituras). O pastor tratou da inspiração divina (do grego theopneustos, "soprado por Deus", a mesma raiz do fôlego de vida soprado sobre Adão), mostrando que o Espírito Santo influenciou sobrenaturalmente cerca de 40 autores ao longo de 1500 anos, de modo que a Bíblia é plenamente divina e plenamente humana. Destacou ainda que a Escritura é inerrante e infalível (embora nossa interpretação possa errar, alertando contra o anacronismo e o uso indevido de promessas dadas a contextos específicos, como Jericó), evidenciada pelas profecias cumpridas em Cristo e pela precisão histórica e arqueológica comprovada. Por fim, tratou do cânon protestante (39 livros do Antigo Testamento e 27 do Novo) e da autoridade da Escritura, que testemunha de si mesma ("assim diz o Senhor") e deve conduzir todo o pensamento, a prática e o governo da igreja. Preletor: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: 2 Timóteo 3.16-17

  6. Sep 22

    Culto – Daniel 9:1-19 – A Oração de Daniel: Confissão Coletiva e Súplica Por Amor de Deus

    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa leu a Confissão de Fé 1689 (capítulo 5, artigo 4, sobre a providência e o problema do mal) e deu continuidade à série sobre oração pregando sobre Daniel 9.1-19. Antes do sermão, ele tratou do aspecto coletivo da adoração — Deus age e restaura o seu povo de forma comunitária, não individualista — e do problema do mal, explicando, com Agostinho, que o mal não é criação de Deus, mas corrupção do bem (como o buraco na folha ou a ferrugem no ferro), permitido pela providência divina para fins santíssimos, como na história de José. Sobre Daniel, o pastor fez um panorama de sua vida: levado cativo à Babilônia por volta dos 14 anos, treinado na cultura babilônica, interpretou sonhos, governou sob vários impérios e permaneceu fiel por cerca de 70 anos, sem nunca retornar a Jerusalém. Já idoso, lendo as profecias de Jeremias sobre os 70 anos do cativeiro, Daniel percebe que a promessa estava prestes a se cumprir e se volta ao Senhor com oração, jejum e pano de saco. O ponto central é que Daniel — um homem justo — não aponta o dedo aos ímpios, mas confessa "nós pecamos", assumindo o pecado do povo com senso de coletividade, algo que nos falta hoje, quando somos rápidos em nomear os pecados alheios e lentos em nos envergonhar como um só povo de Deus. Por fim, a oração de Daniel não se apoia em mérito próprio, mas na misericórdia de Deus e "por amor de ti" — assim como nossa oração é mediada pelos méritos de Cristo — e revela um coração que ora por gerações futuras que talvez nem veria, com a certeza de que Jesus Cristo é o vencedor que edifica a sua igreja. Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Daniel 9.1-19

  7. Sep 22

    Culto – Neemias 1:1-11 – A Oração de Neemias: Compaixão, Confissão e Coragem

    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa leu a Confissão de Fé 1689 (capítulo 5, sobre a divina providência) e deu continuidade à série sobre oração pregando sobre Neemias 1.1-11. Ele mostrou que Neemias, copeiro do rei persa em Susã, cerca de cem anos após o cativeiro babilônico, chora e lamenta ao ouvir que os muros de Jerusalém estavam destruídos e o povo em humilhação — mesmo nunca tendo visto a cidade, sofrendo por algo que conhecia apenas pela tradição dos antepassados. O ponto central é que, antes de agir, Neemias reagiu com compaixão, lamento, jejum e oração, ensinando que o lamento é parte da piedade cristã, contra uma cultura de exibicionismo e "coaching" que evita demonstrar tristeza e prefere a indiferença diante do sofrimento alheio. A oração de Neemias segue a mesma estrutura do Pai Nosso: adoração (recordando os atributos de Deus — grande, temível, fiel à aliança, misericordioso), confissão (assumindo os pecados "eu e o meu povo", de forma humilde e específica) e petição (pedidos claros e ousados, aliançados às promessas de Deus). O pastor destacou que oração e responsabilidade andam juntas — Neemias sabia exatamente o que pedir porque tinha um planejamento detalhado — e encerrou com três aplicações: confessar os pecados e colocar a vida em ordem, ter coragem para orar mesmo aquilo que tememos que Deus atenda, e não ter medo de colocar em prática quando Deus abrir as portas. Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Neemias 1.1-11

  8. Sep 22

    Culto – Mateus 6:5-15 – Senhor, Ensina-nos a Orar: A Oração do Pai Nosso

    Neste culto, o Pastor Fabricio Corrêa abriu uma série de quatro sermões sobre oração pregando sobre Mateus 6.5-15, a oração do Pai Nosso. Como introdução, ele expôs o déficit de oração da nossa geração — que busca corpos sarados mas descuida da alma, enxerga Deus como tese e não como pessoa, e tem resposta imediata para tudo (Google, IA), reduzindo a dependência do Senhor. Ele corrigiu a ideia de que reformados não oram, lembrando que Calvino, Lutero e Jonathan Edwards foram homens de oração. Jesus, ao ser pedido "ensina-nos a orar" (Lucas 11.1), oferece uma estrutura: adoração (santificar o nome, vir o reino, fazer a vontade de Deus), petição (o pão, o perdão, o livramento da tentação) e confissão. O pastor advertiu contra a oração dos hipócritas (feita para ser vista) e dos pagãos (repetições vãs), esclarecendo que oramos não para informar a Deus, que já sabe do que precisamos, mas para que o nosso coração seja alinhado ao dele — muitas vezes a oração não muda a circunstância, mas muda a nós. Ele destacou chamar Deus de "Pai" como marca de intimidade, a prioridade da adoração e da vontade de Deus acima dos nossos pedidos, a confiança no sustento do pão de cada dia contra a ansiedade, e a necessidade de pedir livramento da tentação. Por fim, tratou do perdão como prova de quem experimentou o perdão da cruz: quem se recusa a perdoar demonstra nunca ter entendido o perdão recebido, e devemos perdoar enquanto há tempo, partindo sempre do mais maduro. Pregador: Pastor Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto base: Mateus 6.5-15

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