Curioso por Ciência - USP

Jornal da USP

O conhecimento gerado na Universidade, a partir dos resultados dos mestrados e doutorados dos programas de pós-graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, de maneira simples, direta e para todos os públicos

  1. 2d ago

    Curioso por Ciência #123: Proteínas modificadas podem melhorar a produção de etanol de segunda geração

    Restos de plantas, como palha de cana e bagaço, podem ser utilizados na produção do etanol de segunda geração. Esse processo permite aproveitar resíduos agrícolas como matéria-prima para a fabricação de combustível. Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabelle Rodrigues apresenta uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da que analisou maneiras de melhorar o aproveitamento dos açúcares encontrados nos resíduos vegetais. Na produção do etanol de segunda geração, leveduras transformam os açúcares presentes nas plantas em álcool. Entretanto, nem todos esses açúcares são aproveitados com a mesma eficiência, o que pode reduzir o rendimento do processo. A pesquisa modificou proteínas responsáveis pelo transporte dos açúcares para o interior das células. O objetivo foi desenvolver transportadores capazes de reconhecer melhor a xilose, um açúcar encontrado em grande quantidade nos resíduos vegetais, e diminuir a preferência pela glicose. Os resultados mostraram que os novos transportadores apresentaram maior reconhecimento da xilose e menor preferência pela glicose. Segundo o estudo, essa característica pode contribuir para ampliar o aproveitamento da matéria-prima disponível e melhorar a eficiência da produção de etanol de segunda geração. A pesquisa é parte do doutorado Desenvolvimento racional e caracterização funcional de novos transportadores de açúcar de Trichoderma reesei com insensibilidade para glicose, de Iasmin Cartaxo Taveira, orientada pelo professor Roberto do Nascimento Silva, no Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da FMRP, concluído em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  2. Aug 24

    Curioso por Ciência #122: Restrição de crescimento intrauterino está associada a maior risco de hipertensão na vida adulta

    A saúde na vida adulta pode começar a ser definida ainda durante a gravidez. Quando o bebê não recebe nutrientes e oxigênio suficientes e cresce abaixo do esperado, dentro do útero, ocorre uma condição chamada restrição de crescimento intrauterino. Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabelle Rodrigues apresenta os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que investigou se essa condição pode aumentar o risco de hipertensão arterial décadas depois do nascimento. Os pesquisadores avaliaram quase 1.600 pessoas nascidas em Ribeirão Preto no fim da década de 1970. Os participantes tinham entre 38 e 39 anos quando foram analisados. Os resultados mostraram que as pessoas que nasceram com restrição de crescimento intrauterino apresentaram pressão arterial um pouco mais elevada e maior frequência de hipertensão em comparação com aquelas que tiveram crescimento adequado durante a gestação. A associação não significa que o desenvolvimento da hipertensão seja inevitável. Alimentação equilibrada, prática de atividade física, acompanhamento médico regular e cuidados como evitar o cigarro continuam sendo importantes para a prevenção da doença. Conhecer o risco pode contribuir para que o acompanhamento da saúde comece mais cedo. O estudo reforça ainda a importância do pré-natal e dos cuidados durante a gravidez, que podem trazer benefícios não apenas para o nascimento, mas também para a saúde da criança ao longo da vida. A pesquisa é parte do doutorado Restrição de crescimento intrauterino e risco de hipertensão arterial na vida adulta: um estudo de coorte de nascimento da cidade de Ribeirão Preto, de Paulo Cesar Lopes, orientado pelo professor Eduardo Barbosa Coelho no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da FMRP, concluído em 2025.

  3. Aug 17

    Curioso por Ciência #121: Placenta ajuda a proteger o bebê contra o coronavírus durante a gestação

    A placenta desempenha funções essenciais durante a gestação. Além de transportar oxigênio e nutrientes, o órgão atua como uma barreira natural contra infecções e ajuda a controlar a resposta do organismo materno, mantendo o equilíbrio necessário ao desenvolvimento do bebê. Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabelle Rodrigues apresenta os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que investigou como a placenta reage à presença do coronavírus. Os pesquisadores analisaram 71 placentas de mulheres que deram à luz durante a pandemia de covid-19, incluindo mães que não tiveram a doença e outras que foram infectadas. Em parte dos casos, o vírus também foi identificado na placenta. As análises mostraram que as placentas nas quais o coronavírus estava presente apresentavam uma resposta inflamatória mais intensa. Também foram encontradas alterações capazes de prejudicar a circulação sanguínea no órgão e uma redução na quantidade de algumas proteínas envolvidas na manutenção do equilíbrio entre a mãe e o bebê. Apesar dessas alterações, a transmissão do coronavírus da gestante para o bebê permaneceu rara. Segundo os pesquisadores, a própria resposta da placenta pode criar um ambiente menos favorável à multiplicação do vírus, dificultando que ele atravesse o órgão e alcance o feto. Os resultados contribuem para ampliar a compreensão sobre os mecanismos utilizados pela placenta para proteger o bebê durante infecções. Esse conhecimento também pode auxiliar no desenvolvimento de novas estratégias de acompanhamento e cuidado durante a gestação. A pesquisa é parte do doutorado Impacto da infecção materna por sars-cov-2 nas atividades inflamatória e imunotolerogênica placentárias, de Jessica Cristina Leme, orientada pelo professor Fernando Silva Ramalho, no Programa de Pós-Graduação em Patologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  4. Aug 10

    Curioso por Ciência #120: Organização integrada pode reduzir custos no atendimento de pessoas com autismo

    Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) frequentemente necessitam do acompanhamento de diferentes profissionais, como psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. Organizar esses atendimentos de maneira integrada é um dos desafios enfrentados pelos serviços de saúde, especialmente diante da necessidade de garantir continuidade do cuidado e, ao mesmo tempo, administrar os custos envolvidos. Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabelle Rodrigues apresenta os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que analisou como uma cooperativa médica do interior de São Paulo reorganizou o atendimento terapêutico oferecido a beneficiários com TEA. Em vez de encaminhar os pacientes para diferentes clínicas, a cooperativa passou a concentrar os serviços em um centro próprio, reunindo profissionais de diferentes áreas. O estudo mostrou que a mudança esteve associada à redução dos custos com os atendimentos e das ações judiciais relacionadas aos tratamentos, além de favorecer maior integração entre os profissionais. Segundo os gestores ouvidos na pesquisa, o modelo também permitiu organizar melhor os serviços e ampliar o controle sobre a qualidade do atendimento. Embora os resultados sejam referentes ao estudo de caso de uma única cooperativa médica, a pesquisa indica que a integração dos serviços pode contribuir para tornar o atendimento às pessoas com autismo mais eficiente. Ao reunir diferentes profissionais e facilitar o compartilhamento de informações sobre os pacientes, o modelo favorece o acompanhamento das necessidades individuais e o planejamento dos tratamentos. O episódio apresenta a dissertação de mestrado Análise da estrutura vertical no atendimento terapêutico de beneficiários portadores de TEA à luz da teoria dos custos de transação – estudo de caso de uma cooperativa médica, de Helena Villela Rosa, orientada pelo professor Carlos Alberto Gabrielli Barreto Campello, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Saúde da FMRP e defendida em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  5. Aug 3

    Curioso por Ciência #119: Pesquisa investiga comportamento sexual de mulheres que fazem sexo com mulheres

    Mulheres que fazem sexo com mulheres também podem contrair infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), mas ainda existem muitos mitos sobre esse tema. A falsa percepção de que o risco é inexistente faz com que medidas importantes de prevenção sejam pouco conhecidas e pouco utilizadas. Neste episódio do Curioso por Ciência, Isabele Rodrigues traz os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que investigou as características do comportamento sexual de mulheres que fazem sexo com mulheres e seus cuidados com a saúde sexual. O estudo analisou as respostas de 371 participantes de diferentes regiões do Brasil e mostrou que apenas uma pequena parcela utiliza métodos de barreira durante o sexo oral, embora esses recursos ajudem a reduzir o risco de transmissão de ISTs. Por outro lado, muitas participantes relataram estar vacinadas contra o HPV e a hepatite, importantes medidas de prevenção. A pesquisa também identificou que cerca de um terço das mulheres apresentou sinais de possível dificuldade na função sexual. No entanto, esse risco não esteve associado à idade, escolaridade, orientação sexual ou identidade de gênero. A principal conclusão é que toda mulher deve receber informações adequadas sobre saúde sexual e ter acesso a um atendimento ginecológico acolhedor, independentemente da orientação sexual. O episódio apresenta a dissertação de mestrado Características do comportamento sexual das mulheres que fazem sexo com mulheres (MSM), de Débora Aiesha Leite Cantelli, orientada pela professora Lucia Alves da Silva Lara, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia da FMRP, defendida em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  6. Jul 20

    Curioso por Ciência #118: Pesquisa investiga efeitos de medicamento em homens com dificuldades para ter filhos

    Neste episódio do Curioso por Ciência, Rafael Appel traz os resultados de uma pesquisa que avaliou o uso do medicamento clomifeno para tratar a infertilidade masculina. Quando um casal encontra dificuldades para ter filhos, é comum que a atenção se volte primeiro para a saúde da mulher. Mas os homens também podem enfrentar problemas que dificultam a fertilidade, como no caso daqueles com hipogonadismo, condição em que o organismo produz níveis baixos de testosterona, um hormônio importante para diversas funções do corpo, incluindo a produção de espermatozoides. Esses pacientes podem apresentar a azoospermia, quando não são encontrados espermatozoides no sêmen. Embora seja mais conhecido por seu uso em tratamentos relacionados à fertilidade feminina, o clomifeno também pode ser utilizado para estimular a produção natural de testosterona nos homens. Assim, o estudo acompanhou 47 pacientes atendidos em um ambulatório especializado em infertilidade ao longo de dez anos. Os pesquisadores analisaram exames hormonais e parâmetros seminais antes e depois do tratamento com o medicamento. Os resultados mostraram que o clomifeno aumentou de forma significativa os níveis de testosterona dos pacientes. Ou seja, o medicamento conseguiu melhorar a produção desse hormônio no organismo, mas quando os pesquisadores avaliaram a quantidade de espermatozoides produzidos os resultados não foram tão claros. O tratamento não demonstrou um aumento consistente na produção de espermatozoides, e ainda são necessários mais estudos para entender melhor quais pacientes podem se beneficiar dessa estratégia. Essas descobertas são importantes porque ajudam médicos e pacientes a terem expectativas mais realistas sobre o tratamento. Além disso, contribuem para ampliar o conhecimento sobre as opções disponíveis para homens que enfrentam dificuldades para ter filhos. Esse trabalho é parte do mestrado, Avaliação do impacto do clomifeno nos parâmetros seminais de pacientes com hipogonadismo laboratorial do ambulatório de infertilidade do HC-FMRP-USP nos últimos 10 anos, de João Manoel Santos Botelho, orientado pelo professor Carlos Augusto Fernandes Molina, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Medicina da Faculdade de Medicina de Ribeirão Pretoe concluído em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  7. Jul 6

    Curioso por Ciência #117: Estudo aponta proteína como aliada no controle da dor pós-operatória

    Você sabia que o próprio organismo possui mecanismos que ajudam a controlar a dor após uma cirurgia? Neste episódio, o Curioso por Ciência, traz os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP sobre o papel da proteína elastase 2 no controle da dor durante a recuperação pós-operatória. Em experimentos com camundongos, os pesquisadores investigaram o que acontecia quando essa proteína era bloqueada ou estava ausente. Os resultados mostraram que os animais apresentavam maior sensibilidade à dor e permaneciam doloridos por mais tempo após a cirurgia. O estudo também identificou alterações em moléculas ligadas à inflamação e ao funcionamento dos neurônios, indicando que a elastase 2 pode contribuir para manter o equilíbrio dos mecanismos envolvidos na resposta à dor. As descobertas ampliam o conhecimento sobre a dor pós-operatória e apontam novos caminhos para o desenvolvimento de futuras estratégias terapêuticas, embora ainda sejam necessários estudos para confirmar esses mecanismos em seres humanos. O estudo, Participação da quimotripsina tipo-elastase 2 na sensibilidade dolorosa e resposta inflamatória pós-operatória em camundongos, parte do doutorado de Thaís Caroline Prates Costa, orientada pela professora Evelin Capellari Cárnio, foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisiologia da FMRP, concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  8. Jun 29

    Curioso por Ciência #116: Estudo identifica sinais que ajudam a prever casos graves de picadas de escorpião em crianças

    O número de acidentes com escorpiões tem crescido no Brasil, e as crianças estão entre as principais vítimas de complicações graves. Mas será que é possível identificar, logo na chegada ao hospital, quais pacientes têm maior risco de evoluir com quadros mais graves? Neste episódio, o Curioso por Ciência traz os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que analisou o atendimento de 730 crianças e adolescentes vítimas de acidentes escorpiônicos entre 2016 e 2022 na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da FMRP. O estudo identificou sinais clínicos, alterações em exames de sangue e achados no ecocardiograma que podem indicar, logo nas primeiras horas de atendimento, quais pacientes apresentam maior risco de desenvolver complicações graves e necessitar de cuidados intensivos. Entre os principais fatores estão a taquicardia, alterações cardíacas e edema agudo de pulmão. As informações podem contribuir para que equipes médicas reconheçam precocemente os casos mais graves e iniciem o tratamento adequado o quanto antes, aumentando as chances de recuperação das crianças. A pesquisa é resultado da dissertação de mestrado, Fatores preditores de gravidade em crianças internadas por acidente escorpiônico na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, de Gabriel Bordin Martin, orientado pela professora Ana Paula de Carvalho Panzeri Carlotti, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Medicina da FMRP e concluída em 2025.

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