Curioso por Ciência - USP

Jornal da USP

O conhecimento gerado na Universidade, a partir dos resultados dos mestrados e doutorados dos programas de pós-graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, de maneira simples, direta e para todos os públicos

  1. 6h ago

    Curioso por Ciência #118: Pesquisa investiga efeitos de medicamento em homens com dificuldades para ter filhos

    Neste episódio do Curioso por Ciência, Rafael Appel traz os resultados de uma pesquisa que avaliou o uso do medicamento clomifeno para tratar a infertilidade masculina. Quando um casal encontra dificuldades para ter filhos, é comum que a atenção se volte primeiro para a saúde da mulher. Mas os homens também podem enfrentar problemas que dificultam a fertilidade, como no caso daqueles com hipogonadismo, condição em que o organismo produz níveis baixos de testosterona, um hormônio importante para diversas funções do corpo, incluindo a produção de espermatozoides. Esses pacientes podem apresentar a azoospermia, quando não são encontrados espermatozoides no sêmen. Embora seja mais conhecido por seu uso em tratamentos relacionados à fertilidade feminina, o clomifeno também pode ser utilizado para estimular a produção natural de testosterona nos homens. Assim, o estudo acompanhou 47 pacientes atendidos em um ambulatório especializado em infertilidade ao longo de dez anos. Os pesquisadores analisaram exames hormonais e parâmetros seminais antes e depois do tratamento com o medicamento. Os resultados mostraram que o clomifeno aumentou de forma significativa os níveis de testosterona dos pacientes. Ou seja, o medicamento conseguiu melhorar a produção desse hormônio no organismo, mas quando os pesquisadores avaliaram a quantidade de espermatozoides produzidos os resultados não foram tão claros. O tratamento não demonstrou um aumento consistente na produção de espermatozoides, e ainda são necessários mais estudos para entender melhor quais pacientes podem se beneficiar dessa estratégia. Essas descobertas são importantes porque ajudam médicos e pacientes a terem expectativas mais realistas sobre o tratamento. Além disso, contribuem para ampliar o conhecimento sobre as opções disponíveis para homens que enfrentam dificuldades para ter filhos. Esse trabalho é parte do mestrado, Avaliação do impacto do clomifeno nos parâmetros seminais de pacientes com hipogonadismo laboratorial do ambulatório de infertilidade do HC-FMRP-USP nos últimos 10 anos, de João Manoel Santos Botelho, orientado pelo professor Carlos Augusto Fernandes Molina, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Medicina da Faculdade de Medicina de Ribeirão Pretoe concluído em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  2. Jul 6

    Curioso por Ciência #117: Estudo aponta proteína como aliada no controle da dor pós-operatória

    Você sabia que o próprio organismo possui mecanismos que ajudam a controlar a dor após uma cirurgia? Neste episódio, o Curioso por Ciência, traz os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP sobre o papel da proteína elastase 2 no controle da dor durante a recuperação pós-operatória. Em experimentos com camundongos, os pesquisadores investigaram o que acontecia quando essa proteína era bloqueada ou estava ausente. Os resultados mostraram que os animais apresentavam maior sensibilidade à dor e permaneciam doloridos por mais tempo após a cirurgia. O estudo também identificou alterações em moléculas ligadas à inflamação e ao funcionamento dos neurônios, indicando que a elastase 2 pode contribuir para manter o equilíbrio dos mecanismos envolvidos na resposta à dor. As descobertas ampliam o conhecimento sobre a dor pós-operatória e apontam novos caminhos para o desenvolvimento de futuras estratégias terapêuticas, embora ainda sejam necessários estudos para confirmar esses mecanismos em seres humanos. O estudo, Participação da quimotripsina tipo-elastase 2 na sensibilidade dolorosa e resposta inflamatória pós-operatória em camundongos, parte do doutorado de Thaís Caroline Prates Costa, orientada pela professora Evelin Capellari Cárnio, foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisiologia da FMRP, concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  3. Jun 29

    Curioso por Ciência #116: Estudo identifica sinais que ajudam a prever casos graves de picadas de escorpião em crianças

    O número de acidentes com escorpiões tem crescido no Brasil, e as crianças estão entre as principais vítimas de complicações graves. Mas será que é possível identificar, logo na chegada ao hospital, quais pacientes têm maior risco de evoluir com quadros mais graves? Neste episódio, o Curioso por Ciência traz os resultados de uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que analisou o atendimento de 730 crianças e adolescentes vítimas de acidentes escorpiônicos entre 2016 e 2022 na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da FMRP. O estudo identificou sinais clínicos, alterações em exames de sangue e achados no ecocardiograma que podem indicar, logo nas primeiras horas de atendimento, quais pacientes apresentam maior risco de desenvolver complicações graves e necessitar de cuidados intensivos. Entre os principais fatores estão a taquicardia, alterações cardíacas e edema agudo de pulmão. As informações podem contribuir para que equipes médicas reconheçam precocemente os casos mais graves e iniciem o tratamento adequado o quanto antes, aumentando as chances de recuperação das crianças. A pesquisa é resultado da dissertação de mestrado, Fatores preditores de gravidade em crianças internadas por acidente escorpiônico na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, de Gabriel Bordin Martin, orientado pela professora Ana Paula de Carvalho Panzeri Carlotti, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Medicina da FMRP e concluída em 2025.

  4. Jun 23

    Curioso por Ciência #115: Pesquisa compara quimioterapia hospitalar e domiciliar em pacientes com câncer

    O episódio desta semana do podcast Curioso por Ciência,  traz os resultados de uma pesquisa que avaliou os impactos clínicos e econômicos da quimioterapia domiciliar para pacientes com câncer colorretal atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O estudo mostrou que o uso de um dispositivo portátil para infusão contínua de medicamentos pode manter a segurança do tratamento e reduzir significativamente os custos em comparação à internação hospitalar. A pesquisa analisou pacientes com câncer colorretal metastático submetidos aos dois modelos de tratamento e verificou que a frequência e a gravidade dos efeitos adversos foram semelhantes. Já a análise econômica apontou uma economia média de quase R$ 2,8 mil por ciclo de tratamento realizado em casa, principalmente pela redução dos gastos com internação e estrutura hospitalar. O episódio apresenta a dissertação de mestrado Análise de custo minimização da incorporação de dispositivo para infusão domiciliar de quimioterapia ao protocolo de tratamento do câncer colorretal em um hospital universitário do Sistema Único de Saúde, de Leida Mara de Lima Almeida, orientada pela professora Fernanda Maris Peria, no Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Saúde da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  5. Jun 15

    Curioso por Ciência #114: Estudo mostra proteção preservada contra febre amarela após retirada do timo em crianças

    A retirada do timo durante cirurgias cardíacas realizadas nos primeiros anos de vida pode provocar alterações no sistema imunológico. Mas será que isso compromete a proteção oferecida pelas vacinas? Essa foi a pergunta investigada em trabalho de pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, apresentado no episódio desta semana no podcast Curioso por Ciência. O timo é um órgão fundamental para o desenvolvimento do sistema imunológico, especialmente na infância. É nele que amadurecem os linfócitos T, células responsáveis por coordenar a defesa do organismo contra vírus, bactérias e outros agentes infecciosos. Em algumas cirurgias cardíacas realizadas em bebês, entretanto, a retirada total ou parcial do timo é necessária para permitir o acesso ao coração. A pesquisa avaliou se essa remoção poderia comprometer a resposta à vacina contra a febre amarela, uma das principais ferramentas de prevenção contra a doença. Para isso, os cientistas estudaram pacientes entre 2 e 24 anos com diagnóstico de transposição das grandes artérias, submetidos à cirurgia cardíaca antes dos 2 anos de idade e vacinados contra a febre amarela. Os pesquisadores analisaram diferentes componentes da resposta imunológica, incluindo células de defesa, moléculas envolvidas na regulação do sistema imune e a produção de anticorpos contra o vírus. Os resultados mostraram que, embora os pacientes timectomizados apresentassem redução em alguns tipos de células imunológicas, a resposta à vacina permaneceu adequada. O organismo continuou produzindo anticorpos capazes de reconhecer e combater o vírus da febre amarela, sem evidências de deficiência imunológica clinicamente relevante. Segundo os pesquisadores, os achados reforçam a segurança e a eficácia da vacinação contra a febre amarela nesse grupo de pacientes e fornecem informações importantes para médicos e famílias que acompanham crianças submetidas a esse tipo de cirurgia. O trabalho é parte da tese Avaliação da resposta imune à vacinação contra a febre amarela em pacientes timectomizados após cirurgia cardíaca neonatal, de Milene de Oliveira Reis, orientada pelo professor Paulo Henrique Manso no Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da FMRP. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  6. Jun 8

    Curioso por Ciência #113: Terapia hormonal pode ajudar a preservar a saúde óssea de mulheres com insuficiência ovariana prematura

    Algumas mulheres podem entrar em uma espécie de menopausa antes dos 40 anos. Conhecida como insuficiência ovariana prematura, a condição provoca a redução da função dos ovários e dos níveis de estrogênio, hormônio que desempenha papel fundamental na manutenção da saúde óssea. A queda hormonal pode acelerar a perda de massa óssea e aumentar o risco de osteoporose. Neste episódio, o Curioso por Ciência traz os resultados de uma pesquisa que avaliou a saúde óssea de mulheres com insuficiência ovariana prematura submetidas a diferentes regimes de terapia hormonal. O estudo comparou os efeitos de tratamentos realizados por via oral e por adesivos transdérmicos e investigou fatores como alimentação, atividade física e suplementação de cálcio. Os resultados mostraram que os dois principais tipos de terapia hormonal apresentaram resultados semelhantes na preservação da massa óssea. A pesquisa também destacou a importância do consumo de cálcio e apontou o escore de osso trabecular como uma ferramenta promissora para identificar precocemente alterações na qualidade óssea. A dissertação Avaliação da massa óssea em mulheres com insuficiência ovariana prematura: um estudo de corte transversal comparativo entre usuárias de diferentes regimes de terapia hormonal, de Livia Viana Trevisan Paluan, orientada pela professora Ana Carolina Japur de Sá Rosa Silva no programa de Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, foi defendida em 2024. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

  7. Jun 2

    Curioso por Ciência #112: Trabalho em equipe é fundamental para a reabilitação de pessoas com anomalias craniofaciais

    Pessoas com anomalias craniofaciais, condições que afetam a formação do rosto e podem comprometer funções como fala, alimentação e respiração, dependem de um acompanhamento especializado que frequentemente se estende da infância à vida adulta. Mas, para que esse cuidado seja efetivo, não basta a atuação isolada de um único profissional. No episódio desta semana, o Curioso por Ciência, traz os resultados de um estudo que analisou como diferentes profissionais da saúde atuam de forma integrada na atenção especializada, compartilhando conhecimentos e participando conjuntamente das decisões relacionadas ao tratamento. Segundo a pesquisa, a colaboração entre médicos, dentistas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e outros especialistas contribui para um cuidado mais completo, humano e eficiente. A integração das equipes favorece uma abordagem centrada nas necessidades do paciente e amplia as possibilidades de sucesso no processo de reabilitação. O trabalho também destaca a importância da formação dos profissionais para o desenvolvimento de competências colaborativas. Nesse contexto, os programas de residência multiprofissional desempenham papel relevante ao promover a aprendizagem conjunta entre profissionais de diferentes áreas da saúde. Apesar dos avanços, a pesquisa aponta desafios para a consolidação desse modelo de atenção, indicando a necessidade de fortalecer políticas públicas, ampliar estratégias de formação profissional e incentivar práticas colaborativas desde o início da trajetória acadêmica. O trabalho é parte do doutorado A colaboração interprofissional como fundamento para a reabilitação das pessoas com anomalias craniofaciais: análise na perspectiva da atenção especializada em saúde, de Rayanne Meyer Barduzzi Galvani, orientada pelo professor José Rodrigues Freire Filho, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e concluída em 2025.

  8. May 25

    Curioso por Ciência #111: Pesquisa revela que vírus respiratório encontra barreiras para se multiplicar em células de defesa do corpo

    Neste episódio, o Curioso por Ciência  traz uma investigação sobre o vírus sincicial respiratório (VSR), um dos principais causadores de infecções respiratórias em bebês e crianças pequenas, mas que também pode afetar idosos e pessoas com a saúde fragilizada. O episódio mostra como o vírus tenta invadir células de defesa do organismo e revela por que, em muitos casos, ele encontra dificuldades para se multiplicar. A pesquisa analisou o comportamento do VSR em linfócitos T, células importantes do sistema imunológico responsáveis pelo combate a infecções. Os experimentos mostraram que o vírus consegue entrar nessas células, mas não encontra as condições ideais para se reproduzir com eficiência. Os pesquisadores descobriram que falta nessas células uma espécie de estrutura interna necessária para organizar a produção das proteínas virais. Sem esse suporte, o processo de multiplicação do vírus se torna desorganizado e pouco eficiente. O estudo também identificou o papel de uma proteína chamada M2-1, fundamental para a replicação viral. Quando os cientistas modificaram as células para produzir essa proteína, o vírus passou a se multiplicar de forma mais eficiente, formando estruturas maiores e mais organizadas no início da infecção. As descobertas ajudam a compreender melhor como o VSR interage com o sistema imunológico e podem contribuir, futuramente, para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento contra o vírus. O trabalho A expressão heteróloga da proteína M2-1 do Vírus Sincicial Respiratório restaura etapas da infecção em linfócitos T da linhagem A3.01 é parte do doutorado de Rosa Maria Mendes Viana, orientada pelo professor Eurico de Arruda Neto, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e concluída em 2025. Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar - Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.   Curioso por Ciência é uma coprodução entre a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, startup Dr. Fisiologia e Rádio USP Ribeirão Preto e São Paulo. Vai ao ar toda segunda-feira, no Jornal da USP no Ar na Rádio USP em São Paulo, 93,7 MHz, a partir das 7h30, e no Jornal da USP no Ar – Edição Regional na Rádio USP Ribeirão Preto, 107,9 MHz, a partir das 12h. Estará disponível na home de Ribeirão Preto do Jornal da USP, basta navegar em ribeirao.usp.br.

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