Em 1998, numa fita VHS, Fritz Springmeier disse uma frase que soava como delírio: a guerra foi desenhada perto das fontes de droga porque eles queriam criar uma cultura de drogas, e o povo viciado se governa mais fácil. Um homem de óculos grandes diante de uma parede sem graça, falando de entorpecimento como projeto. Vinte e oito anos depois, vale assistir a esse trecho com o jornal de hoje aberto ao lado. Não para concordar. Para reparar. Em 28 de maio de 2026, o Departamento de Estado, pela boca de Rubio, designou o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, etiqueta plena em vigor em 5 de junho. A medida aciona o suporte material, que criminaliza qualquer cadeia que alimente as facções. Dias antes, Flávio Bolsonaro estivera no Salão Oval e contou que fora ali pedir exatamente isso. Lula reagiu contra. Esse é o lado da repressão, com data, nome e número de lei. Do outro lado da mesa, a Open Society, de George Soros e hoje do filho Alexander, não esconde o que faz. No próprio site, com orgulho, declara ser há trinta anos a maior financiadora do mundo da reforma da política de drogas. A cifra que ela mesma assume passa de 300 milhões de dólares desde 1990. Bancou a Drug Policy Alliance, a descriminalização total no Oregon, a lei de Gana, a distribuição de cachimbos e seringas em nome da redução de danos. A Ford caminha no mesmo trilho com o desencarceramento. Repare no desenho, sem que eu precise costurá-lo. De um lado, a profecia de 98: criar uma cultura de drogas. Do outro, a autodeclaração de 2026: trinta anos e 300 milhões para descriminalizar a substância. A fundação chama de compaixão. Springmeier chamaria de método. As duas frases falam dos mesmos cheques. O que muda é o nome dado à intenção, e a intenção é o único pedaço que nenhum documento entrega, nem o dele nem o deles. Há quem grite “teoria da conspiração” ao ver esse vídeo abaixo. Mas Springmeier parecia estar 40% certo quando falou, está uns 80% certo agora, e falta pouco para estar 100% certo. Será? A pergunta que o documentário deixa não é se ele tem razão. É outra, mais desconfortável: por que tanta gente poderosa, com tanto dinheiro, quer exatamente a mesma coisa que um preso federal anônimo disse, em 1998, que eles iam querer? Não tenho a resposta, e quem te oferecer uma fechada está te vendendo algo. Tenho os fatos, as datas, as cifras e o desconforto. Fato é que Trump está lutando em muitas frentes. E quanto mais analisamos materiais como este, mais entendemos que o verdadeiro inimigo de Trump não são apenas alguns países comunistas, mas sim bilionários globalistas que conduzem esse processo de poder utilizando instituições e políticas públicas, pesquisas e agenda setting. Controlam, há tempos, como as pessoas pensam, perderam a mão e querem retomar o controle de que nunca abdicaram. Marina Abramovic disse que Trump era um mago. Sem dúvida: é preciso um mago para quebrar magia alheia e é exatamente por isso que Trump, assim como George Washington, sofreu várias tentativas de assassinato. Faz sentido? Talvez. Chapéu de alumínio? Possível. Mas a história tem dessas coisas que só se mostram com clareza com o tempo. Assista ao documentário abaixo. Ele revela um pouco como funciona o mundo. Quer dizer, alguns irão dizer que isso é só teoria da conspiração. Mas há chances razoáveis de se tratar de prática da constatação. Deixo a conclusão para você. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe