RÁDIO CAFÉ

Leonardo Dias

Política, ciência, tecnologia, empreendedorismo, educação, filosofia, história e opinião. Um editorial de direita. www.oeditorial.co

  1. RÁDIO CAFÉ #522 - Príncipe Andrew é preso como bode expiatório no caso Epstein

    11H AGO

    RÁDIO CAFÉ #522 - Príncipe Andrew é preso como bode expiatório no caso Epstein

    ECONOMIA 1. Livre Mercado em campo, Ibovespa avança e dólar recua. Petrobras puxa alta da bolsa enquanto Amazon derruba Walmart em vendas globais. 2. Desgoverno Lula: contas tortas, bancos liquidados e supersalários. IBC-BR desacelera, Correios afundam e funcionalismo devora o contribuinte brasileiro. 3. Agro brasileiro enfrenta greve, frete caro e invasões. Supersafra recorde pressiona logística enquanto USDA projeta perda de mercado. 4. Andrew preso, Epstein e o capitalismo de compadres global. Príncipe vira bode expiatório enquanto a IA redefine quem manda no mundo. BRASIL 1. Carnaval 2026: crime e caos nas ruas do Brasil. Mortes nas estradas, furtos, tráfico e violência marcam o feriado nacional. 2. STF implode por dentro enquanto Moraes avança. Crise no Supremo expõe rachadura interna e fim anunciado de uma era. 3. Lula na Sapucaí: a maior derrota do carnaval petista. Escola rebaixada, TSE acionado e Janja reage com frase de efeito. 4. Câmara: armas, facções e segredos da FAB. Legislativo avança em pauta de segurança enquanto Master, INSS e STF dominam agenda. 5. Oposição se une: 1º de março é a data. MPF arquiva genocídio falso, Carol Solberg suspensa e Piquet veste Bolsonaro. MUNDO 1. Greve trava Argentina, Milei oferece paz ao mundo. Enquanto sindicatos paralisam Buenos Aires, presidente voa para reunião histórica em Washington. 2. Príncipe Andrew preso: o bode expiatório da rede Epstein. Primeiro membro da realeza britânica preso em 400 anos, no próprio aniversário. 3. Ásia em ebulição: Yoon preso, nova premiê no Japão. Coreia do Sul condena ex-presidente à perpétua enquanto Tóquio elege primeira-ministra conservadora. 4. MAGA destrói redes das elites, Andrew é o sacrifício. Trump atinge 10 mil prisões em Washington enquanto a aristocracia globalista desmorona. 5. IA, Lua e Alzheimer: ciência avança enquanto o mundo arde. Da NASA ao Viagra, descobertas que mudam o que sabemos sobre saúde. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    2h 39m
  2. RÁDIO CAFÉ #521 - Congresso destitui presidente do Peru; Brasil em cinzas; furacão Epstein assola o mundo

    1D AGO

    RÁDIO CAFÉ #521 - Congresso destitui presidente do Peru; Brasil em cinzas; furacão Epstein assola o mundo

    ECONOMIA 1. Quarta de Cinzas: Ibovespa sobe e Banco Pleno cai. Liquidação do Pleno, guerra das mídias e economia americana marcam o retorno pós-Carnaval. 2. Banco Pleno liquidado: a conta do Master bate R$ 58 bi. Sexta instituição ligada a Vorcaro cai, FGC sangra e PT tem culpa no cartório. 3. Agro não para: Show Rural bate R$ 7,5 bi em negócios. Carne recorde, tornados no Sul, crise na Raízen e Mato Grosso concentrando 15% do campo. 4. IA engole o mundo: Pentágono quer Claude e Musk solta o Grok. Bilhões em rodadas, guerra dos titãs e a nova era dos agentes autônomos. BRASIL 1. Carnaval de sangue, PCC digital e crime sem fronteiras. Crime organizado avança com corregedoria própria e aliados chineses. 2. Supremo Balcão de Negócios implode em pleno Carnaval. Toffoli, Moraes e venda de sentenças expõem Juristocracia em decomposição. 3. Lula samba na Sapucaí e o Brasil paga a conta. Desfile pró-Lula provoca ações judiciais e o desgoverno segue fora do compasso. 4. Xadrez eleitoral esquenta e o Congresso joga pesado. Penduricalhos vetados e articulações para 2026 dominam o Legislativo. 5. Dinastia Bolsonaro avança e o PT admite o medo. Articulações eleitorais, saúde do ex-presidente e o fenômeno Nikolas. MUNDO 1. América Latina acorda do Carnaval com revoluções e cocaína. Peru destitui mais um presidente, Venezuela renasce e El Salvador bate recorde antidrogas. 2. Irã provoca, Europa desmorona e Epstein assombra lordes. Khamenei ameaça os EUA, Europa ensaia suicídio civilizacional e caso Epstein chega a Londres. 3. China avança, Japão se alinha a Trump e Epstein derruba hotel. Tensão sobre Taiwan, teste nuclear chinês e presidente da Hyatt renuncia após caso Epstein. 4. EUA vivem guerra cultural, Epstein explode e Trump redesenha o poder. Trezentos nomes caem dos arquivos Epstein, governo paralisa e atirador trans choca Rhode Island. 5. Céu alinhado, asteroides assassinos e Wegovy turbinado. Seis planetas desfilam no céu, NASA perde o sono e Europa aprova dose tripla do emagrecedor. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    2h 6m
  3. RÁDIO CAFÉ #520 - Carnaval na sexta-feira 13; Toffoli fora do caso Master

    5D AGO

    RÁDIO CAFÉ #520 - Carnaval na sexta-feira 13; Toffoli fora do caso Master

    ECONOMIA 1. Sexta-feira 13 na Bolsa, Carnaval nos mercados. Ibovespa cai antes do feriadão, Vale derrete, mas gringo despeja bilhões no Brasil. 2. Brasileirização fiscal assombra o mundo rico. The Economist cunha termo para o pesadelo fiscal que países ricos importaram do Brasil de Lula. 3. Agro em ano difícil, mas Show Rural movimenta bilhões. Fávaro admite juros descalibrados enquanto crédito freia e Raízen amarga prejuízo recorde. 4. IA engole o mundo e Anthropic vale US$ 380 bilhões. Microsoft prevê automação em 18 meses enquanto fusão nuclear avança e OpenAI aposenta modelos. BRASIL 1. Sexta-feira 13 de Carnaval e o Brasil vira filme de terror. Fuzis na Raposo Tavares, chacina em padaria, facção legislando e cão-robô patrulhando bloco. 2. Toffoli cai do caso Master e o STF tenta blindar a orgia. Mendonça assume por sorteio e a CPI já mira Moraes. 3. Lula vai ao Carnaval de camarote e o MST vai de dinheiro público. Planalto tenta conter estrago eleitoral enquanto escola recebe R$ 250 mil para homenagear sem-terra. 4. Congresso mira Toffoli e Vorcaro enquanto camaleões trocam de pele. CPMI fecha o cerco sobre o Master e parlamentares fingem oposição para 2026. 5. Bolsonaros candidatos em peso e a direita convoca o 1.º de março. Família anuncia chapas para Senado, Câmara e Presidência enquanto Tarcísio tenta costurar o impossível. MUNDO 1. Venezuela cede ao dólar e Trump promete visita histórica. Operação Maduro rende homenagens em Fort Bragg enquanto petroleiras retomam negócios com Caracas. 2. Trump despacha dois porta-aviões ao Irã, a ONU premia Teerã e Zelensky ouve ultimato. Porta-aviões no Golfo, míssil Flamingo na Ucrânia e Greta navegando rumo a Gaza. 3. China cerca o mundo enquanto CIA recruta espiões em mandarim. EUA fecham acordo com Taiwan a 15%, expandem presença militar nas Filipinas e Japão apreende barco chinês. 4. Epstein derruba poderosos enquanto ICE encontra 3 mil crianças desaparecidas. Newsom e AOC fazem turismo político em Munique, Tulsi completa um ano e salários reais sobem US$ 1.400 sob Trump. 5. RFK Jr. completa um ano e a medicina descobre que emagrecer dá escorbuto. Treino cerebral reduz demência, Anvisa caça suplementos fantasma e a IA faz Hollywood processar a China. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    1h 59m
  4. RÁDIO CAFÉ #519 - Desgoverno quer Toffoli fora do caso Master; tragédia em Itumbiara

    FEB 13

    RÁDIO CAFÉ #519 - Desgoverno quer Toffoli fora do caso Master; tragédia em Itumbiara

    ECONOMIA 1. Ibovespa recua após recorde e mercado corrige. Bolsa cai 1% com realização, dólar volta a R$ 5,20 e gringo segue comprando. 2. Desgoverno trava o Brasil e Master vira escândalo. BB sangra com agro, PF quer Toffoli fora do caso Master e indústria despenca. 3. Agro segura o Brasil, mas inadimplência acende alerta. Show Rural bate recorde, Bradesco avança no crédito rural e safra recua levemente. 4. IA acelera tudo e ninguém fica para trás. Spotify não escreve código desde dezembro, OpenAI lança chip dedicado e caminhões autônomos superam humanos. BRASIL 5. Tragédia em Itumbiara e PCC com sócios chineses. Secretário mata os próprios filhos em Goiás e facção lava bilhões com o PCC. 6. Toffoli na berlinda e o Desgoverno quer salvá-lo. PF liga ministro ao Banco Master e Senado prepara impeachment de Toffoli. 7. Lula reprovado em SP e Carnaval vira palanque. Pesquisa mostra rejeição recorde do petista em São Paulo enquanto PT transforma folia em comício. 8. Congresso mira em pautas populares e caso Master. PEC da jornada 6x1 avança na Câmara e Senado prepara ofensiva contra Daniel Vorcaro. 9. Tarcísio articula por Bolsonaro e Flávio cresce. Governador admite ter levado questão humanitária ao STF e pré-candidatura de Flávio ganha força. MUNDO 10. Cuba colapsa e Rússia desafia Trump com petróleo. Ilha afunda sem combustível e Moscou anuncia envio de óleo à América Latina. 11. Europa acorda, Irã massacra e Rússia censura WhatsApp. Bloqueios navais na Itália, milhares de mortos no Irã e o Velho Mundo em crise. 12. Kim escolhe filha de 13 anos como sucessora. Ditadura norte-coreana prepara quarta geração dinástica enquanto China avança e Trump reage. 13. Epstein exposto, DHS fecha e Trump avança sem parar. Arquivos revelam horrores, democratas bloqueiam segurança nacional e juízes ativistas testam limites. 14. IA muda tudo, ciência avança e Big Tech censura. Robôs com pele quente e proteínas que rejuvenescem o cérebro batem à porta. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    2h 5m
  5. RÁDIO CAFÉ #518 - Tragédia no Canadá; Pesquisa Quaest abala o establishment brasileiro

    FEB 12

    RÁDIO CAFÉ #518 - Tragédia no Canadá; Pesquisa Quaest abala o establishment brasileiro

    ECONOMIA 1. Ibovespa fura 190 mil pontos e renova recorde histórico. Capital estrangeiro puxa bolsa em dia de emprego forte nos EUA e Galípolo cauteloso. 2. Escândalo Master devora governo e Galípolo pede serenidade. BC promete corte em março, TCU eleva sigilo e PT quer rever autonomia monetária. 3. Agro resiste sozinho enquanto governo trava exportações. Café despenca 31%, China impõe cotas à carne e Suzano freia produção com dólar fraco. 4. Bolha da IA estoura e xAI perde cofundadores. Ellison e Bezos sangram, robôs humanoides captam quase 1 bilhão e Google lança Android 17. BRASIL 5. Segurança pública escancara o caos brasileiro. PF bate recordes, facções ousam e violência desafia o país inteiro. 6. Juristocracia se blinda e Tarcísio peregrina pelo STF. Governador visita quatro ministros enquanto Supremo caminha para tornar-se poder sem freios. 7. Quaest abala o establishment e Lula finge normalidade. Flávio a cinco pontos de Lula e desaprovação do governo bate 49%. 8. Congresso empurra pautas e tira quinze dias de folga. Senado esvazia plenário antes do Carnaval enquanto Câmara aprova urgências e Lira anuncia candidatura. 9. Flávio acena ao mercado e Bolsonaro luta pela liberdade. Pré-candidato promete “tesouraço” no BTG enquanto defesa reitera pedido de domiciliar humanitária. MUNDO 10. América Latina entre drones, petróleo e paranoia. Cuba agoniza sem combustível enquanto Trump aperta o cerco continental contra o socialismo. 11. Trump e Netanyahu planejam xeque-mate ao Irã. Mísseis no Catar, OTAN no Ártico e escândalo Epstein devora a França. 12. Indonésia prepara tropas para Gaza e China vira rota. Pequim recebe líderes do mundo inteiro enquanto Taiwan denuncia plano chinês de aniquilação. 13. Massacre no Canadá e o legado autopen de Biden. Atirador transgênero mata nove em escola canadense enquanto Trump reescreve a história presidencial. 14. FDA rejeita vacina da Moderna e ciência desafia velhos mitos. De escorbuto por Ozempic a meteoritos marcianos, o giro final surpreende. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    2h 3m
  6. RÁDIO CAFÉ #517 - Lula chama janja de Marisa, fala em "dedada" e está "pronto" para 2026

    FEB 12

    RÁDIO CAFÉ #517 - Lula chama janja de Marisa, fala em "dedada" e está "pronto" para 2026

    ECONOMIA 1. Ibovespa bate recorde e ouro mira seis mil. Bolsa renova máxima histórica pela décima vez em 2026 enquanto ouro dispara. 2. Haddad faz turnê e IPCA divide o mercado. Ministro defende legado fiscal enquanto inflação de janeiro reacende debate sobre Selic. 3. Agro brasileiro acelera crédito, inovação e liderança. Bradesco projeta alta de 25% no crédito rural enquanto defensivos batem recorde. 4. IA consumirá 2,5 trilhões e redesenhará o mercado. Gastos mundiais com inteligência artificial disparam 44% enquanto startups captam bilhões. BRASIL 5. Caso Orelha mobiliza PEC e maioridade penal. MP pede exumação do corpo enquanto Congresso discute reduzir a maioridade penal. 6. Juristocracia em chamas no caso Master e além. Congresso reprova atuação do STF, Tagliaferro desafia Moraes e STJ afasta ministro por assédio. 7. Lula chama Janja de Marisa e fala em “dedada”. Presidente confunde primeira-dama com ex-mulher em discurso, enquanto rejeição atinge 51,3%. 8. Motta domina pauta e desafia Planalto e oposição. Presidente da Câmara assume protagonismo na escala 6x1, enquanto CPMI do Master pressiona Alcolumbre. 9. Flávio lidera pesquisas e leva direita ao exterior. Senador vence Lula no segundo turno, denuncia ruptura democrática na França e propõe “tesouraço”. MUNDO 10. Cuba sem petróleo e América Latina em chamas. México corta combustível, Haiti dissolve conselho e Venezuela descarta eleições enquanto cartéis avançam. 11. Irã cava trincheiras nucleares e Europa se desintegra. Netanyahu vai aos EUA discutir ataque ao Irã enquanto Farage prepara eleições no Reino Unido. 12. China prende Jimmy Lai e hackers atacam Singapura. Jimmy Lai condenado a 20 anos, Japão reelege Takaichi e Coreia distribui Bitcoin por acidente. 13. Epstein abala Washington e ICE enfrenta democratas furiosos. Lutnick admite visita à ilha, Maxwell se cala e Trump drena o pântano. 14. Robôs humanoides encolhem e IA desafia médicos. Fraudes digitais explodem, Novo Nordisk processa concorrente e exercício intenso combate ataques de pânico. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    2h 16m
  7. RÁDIO CAFÉ #516 - Arquivos do Epstein abalam o mundo; piloto pædophilo é preso no Brasil

    FEB 10

    RÁDIO CAFÉ #516 - Arquivos do Epstein abalam o mundo; piloto pædophilo é preso no Brasil

    ECONOMIA 1. Semana decisiva nos mercados e o Brasil na encruzilhada. Dados de emprego e inflação nos EUA, balanços, queda do Bitcoin e o domínio mineral chinês no radar. 2. Banco Master, Fictor e o carnaval de horrores do desgoverno Lula. Galípolo agradece a Deus por Lula, Haddad defende Marx, PT ataca autonomia do BC e os penduricalhos do Judiciário. 3. Brasil debaixo d’água e o agro batendo recorde de empregos. Chuvas intensas castigam Sudeste e Sul enquanto o agronegócio brasileiro atinge 28,6 milhões de trabalhadores. 4. Anthropic mira US$ 20 bi, SpaceX troca Marte pela Lua e a IA devora o software. Rodada bilionária da Anthropic, Discord exige verificação facial, Uber compra a Getir e a China militariza o DeepSeek. BRASIL 1. Piloto pædophilo é preso dentro de avião em Congonhas. Operação Apertem os Cintos desmonta rede de exploração sexual de crianças que agia há oito anos. 2. Toffoli, Moraes e a juristocracia que devora o Brasil. Caso Master, código de ética e escândalos conjugais expõem o colapso moral do Judiciário. 3. Lula declara guerra, compra evangélicos e abraça a China. PT completa 46 anos em meio a crise interna, enquanto ministros desviam verbas para redutos eleitorais. 4. Congresso trava CPI do Master e gasta milhões em turismo. Motta e Alcolumbre seguram investigação enquanto diárias parlamentares disparam 78%. 5. Bolsonaro resiste, anistia marcha e a direita aprende. Caminhada percorre o Sul, Flávio detalha plano de governo e padre politiza a Eucaristia. MUNDO 1. América Latina em chamas: ditaduras tremem e Trump avança. Venezuela sequestra opositor, Cuba colapsa e região redesenha alianças sob pressão dos EUA. 2. Epstein derruba gabinetes e o Irã desafia os Estados Unidos. Crise britânica se aprofunda, Ucrânia pede paz sob bombas e Europa vive semana de caos. 3. Japão renasce conservador e China prende voz da liberdade. Takaichi conquista supermaioria histórica, Jimmy Lai é condenado a 20 anos, e EUA caçam petroleiro. 4. Epstein assombra Washington, Nancy Guthrie e o caos democrata. Musk oferece pagar advogados de vítimas, Ghislaine invoca a Quinta Emenda e Trump avança no Congresso. 5. Cães detectam câncer e a ciência reescreve os livros de Júpiter. Anvisa investiga mortes por canetas emagrecedoras, Meta vai a julgamento e a Lua espera astronautas. Get full access to O Editorial at www.oeditorial.co/subscribe

    2h 12m
  8. Ressonância Cognitiva #13 - A Revolta dos Cordeiros

    FEB 9

    Ressonância Cognitiva #13 - A Revolta dos Cordeiros

    Existe uma cena na entrevista de Jeffrey Epstein a Steve Bannon que deveria ser exibida em todas as escolas do mundo ocidental. Não a cena em que o predador explica o sistema bancário fracionário com a fluência de quem conhece a engenharia do dinheiro por dentro. Não a cena em que descreve, sem um tremor de autoconsciência, a experiência de negociar a compra do Bear Stearns pelo JPMorgan a cobrar, de uma cela de dois metros e meio por três, vestindo um macacão marrom com a palavra trustee grafada errada nas costas. A cena decisiva é outra. Quando Bannon menciona Jesus de Nazaré, que também nunca escreveu nada, que também falava e outros registravam, Epstein responde: “Achei que ele fosse carpinteiro.” E sorri. Não é um sorriso de humor. É o sorriso de quem olha para baixo. O sorriso do homem que jantou com reis, geneticistas e presidentes, que administrava fortunas sem contrato verificável, que operou a maior rede de abuso sexual documentada da história moderna e que, diante da menção ao filho de um carpinteiro que dividiu a história em antes e depois, oferece um deboche. Um deboche reflexo, automático, desprovido de elaboração. Ali está o diagnóstico inteiro. Ali está a revelação de que tipo de alma habita o centro dessas estruturas de poder. E ali, precisamente ali, começa a revolta dos cordeiros. I. A democracia da informação, ou: quando o rebanho aprende a ler Quando o governo americano liberou os documentos do caso Epstein, não o fez por virtude. Fez porque foi obrigado. E fez do modo mais desonesto que a burocracia permite: milhões de páginas em PDFs não indexados, sem mecanismo de busca funcional, sem contexto, sem cruzamento. Era o equivalente a jogar uma biblioteca inteira de Alexandria no chão de um ginásio e dizer ao público: “Está tudo aí. Boa sorte.” O tom era de generosidade. A intenção era de sepultamento. O site justice.gov/epstein permite pesquisar documentos com a eficiência e a velocidade de quem não quer que você encontre nada. Os arquivos são enormes, a navegação é tortuosa, a relação entre documentos é opaca. Para um jornalista tradicional, munido de um notebook e boa vontade, seria necessária uma vida inteira para cruzar todas as informações relevantes. Era esse o plano. A inteligência artificial mudou a equação. Com ferramentas de análise de dados, indexação via Elasticsearch e um grafo de conexões em Neo4j, os milhões de documentos foram transformados em algo inteligível. O resultado: 1,3 milhão de entidades nomeadas. Pessoas, organizações, locais, valores monetários. 5,5 milhões de relacionamentos mapeados entre essas entidades. 190 mil endereços de email extraídos, muitos dos quais não foram censurados pelas autoridades. Porque quando se joga uma biblioteca no chão de um ginásio, confiando que ninguém vai ler, esquece-se de que alguém pode ensinar uma máquina a ler por você. Claude, modelo de inteligência artificial da Anthropic, operou como um assistente de investigação incansável: buscando padrões, cruzando nomes, lendo documentos inteiros, identificando conexões que nenhum ser humano teria tempo ou estômago de estabelecer sozinho. O modelo de capacidade máxima conduziu subinvestigações autônomas sobre a linguagem codificada de Epstein, as conexões brasileiras, o programa de eugenia e a rede científica que orbitava o predador. Pela primeira vez na história, um cidadão comum, munido das ferramentas certas, de uma conexão com a internet e de vontade, pôde fazer o que governos, promotores e órgãos de inteligência se recusaram a fazer durante duas décadas. A democratização da informação deixou de ser promessa e virou fato consumado. Os poderosos que se beneficiaram do sigilo deveriam estar prestando atenção. Mas como são poderosos e não inteligentes (a distinção é crucial), provavelmente não estão. Há um detalhe que merece registro cuidadoso. Após a publicação do primeiro artigo e a disponibilização do repositório público no GitHub, aproximadamente 1392 arquivos foram removidos do servidor oficial de documentos. Alguns diriam que é coincidência. Outros diriam que, quando cidadãos começam a ler o que o governo publicou, o governo descobre que publicou demais. O repositório permanece aberto aqui. Os dossiês completos estão disponíveis para qualquer pessoa que queira verificar, expandir ou contestar as conclusões apresentadas aqui. A verdade, ao contrário do que pensam seus inimigos, não precisa de proteção. Precisa apenas de hospedagem. II. A ciência que ninguém ensina: quando os psicopatas governam Existe um livro que deveria ser leitura obrigatória em todas as faculdades de ciência política, direito e administração pública do planeta. Não é. Pelas mesmas razões que o fazem necessário. O livro é Ponerologia: Psicopatas no Poder, do psicólogo polonês Andrew Lobaczewski. O termo vem do grego poneros, que significa mal, perverso. Lobaczewski escreveu-o durante o regime comunista na Polônia e publicou-o sob circunstâncias quase tão sombrias quanto seu conteúdo. É o tipo de obra cuja existência o sistema considera inconveniente, o que é sempre um bom sinal de que merece ser lida. A tese central é elegante na sua simplicidade e aterradora nas suas implicações. Em qualquer sistema de poder suficientemente grande e suficientemente antigo, os psicopatas tendem a migrar para o topo. Não porque sejam mais inteligentes. Porque são desprovidos dos freios morais que impedem a maioria das pessoas de mentir, manipular, trair e destruir para obter vantagem. Em democracias saudáveis, os filtros institucionais, a imprensa livre, o judiciário independente, a sociedade civil vigilante mantêm os psicopatas em xeque. Quando esses filtros falham, o resultado é o que Lobaczewski chama de patocracia: o governo dos patológicos. O caso Epstein não é uma aberração. É um sintoma. Considere a sequência. Um homem sem diploma ensina numa escola de elite. Entra num dos maiores bancos do mundo sem credenciais. Administra a fortuna de um bilionário sem contrato formal verificável. Opera uma rede de tráfico sexual por duas décadas. Recebe, ao ser finalmente preso, uma sentença de treze meses com privilégios de saída diária. Quando a operação é finalmente desmantelada, os cúmplices recebem imunidade, as vítimas não são informadas e o acusado principal morre na prisão antes de poder falar. Em nenhum ponto dessa cadeia um único adulto em posição de autoridade fez a coisa certa na hora certa. Isso não é incompetência. É sistema. A corrupção que permeia essas redes de poder não é primariamente financeira. É moral. A corrupção financeira é consequência; a corrupção moral é causa. E funciona por sinalização. Quando o presidente dos Estados Unidos tem um caso extraconjugal com uma estagiária na Casa Branca e a nação responde com um encolher de ombros coletivo, a mensagem que chega à classe dirigente é inequívoca: está tudo bem. O desvio é normal. A transgressão não tem custo. A libertinagem sexual, longe de ser fraqueza privada, torna-se moeda de troca e mecanismo de controle. Quem participa entra no círculo. Quem se recusa fica de fora. Epstein entendeu isso melhor do que ninguém. Sua genialidade, se é que podemos profanar a palavra, não estava nas finanças. Estava na compreensão de que, num mundo onde os poderosos têm apetites que não podem satisfazer publicamente, o homem que fornece a satisfação em ambiente controlado se torna indispensável. E o homem que filma tudo se torna intocável. III. “Achei que ele fosse carpinteiro.” A alma do sistema, desnuda Voltemos à entrevista. Epstein descreve, com a familiaridade de quem frequenta o clube, seu ingresso no conselho da Rockefeller University. Conta que David Rockefeller o apresentou à Comissão Trilateral. Que na ficha de inscrição, ao lado de presidentes e laureados do Nobel, escreveu: “Jeffrey Epstein. Just a good kid.” Achava engraçado. Ninguém mais achou. Ele fala sobre o sistema bancário de reservas fracionárias com a clareza de quem explica a um aluno lento como o mundo funciona. Descreve a crise de 2008 como quem descreve um experimento de laboratório que deu errado, com a mesma frieza clínica, a mesma distância emocional. Bannon pergunta repetidamente, quase implorando por um lampejo de humanidade: “Você nunca teve um momento de autoconsciência? Nunca se perguntou como chegou àquela cela?” Epstein responde que não. Que a cela e a mansão são “dois lados da mesma moeda”. Que ele se considera um eremita, não um estoico. Que os estoicos não são muito felizes. É o retrato perfeito do que Lobaczewski descreveu. A ausência total de remorso disfarçada de sofisticação filosófica. A falta de empatia embalada em linguagem de salão. E então vem o momento. Bannon compara Epstein ao Satanás de Milton, o arcanjo que preferiu reinar no Inferno a servir no Céu. Epstein diz que o diabo lhe dá medo. E Bannon, num raro momento de sinceridade brutal, diz: “Você tem todos os atributos. É incrivelmente inteligente. O diabo é brilhante.” Minutos depois, quando Bannon menciona que Sócrates, Platão e Jesus nunca escreveram nada, que apenas falavam e outros registravam, Epstein interrompe: “Achei que ele fosse carpinteiro.” É preciso pausar aqui e pesar cada grama desse momento. O homem que armazenou esperma num banco de criopreservação na Califórnia. O homem que encomendou trinta kits de DNA da 23andMe num único pedido. O homem que planejava inseminar vinte mulheres simultaneamente num rancho no deserto do Novo México. O homem cujos documentos registram a expressão “premies we are breeding”, pronunciada por um neurocientista que ele financiava. O homem em cuja residência foi encontrado um quadro de Bill Clinton vestido de mulher. Esse homem, diante da menção ao Cristo, o ú

    2h 23m

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