Filosofia em Meia Hora

Prof. Gabriel Santos

O Podcast “Filosofia em meia hora” oferece resumos e debates e reflexões sobre temas centrais da filosofia, explorando ideias dos maiores pensadores. Em 30 minutos no máximo você sairá sabendo algo novo sobre filosofia Contato/ chave pix : filosofiaemmeiahora6@gmail.com Instagram: filosofiaemmeiahora6

  1. Sep 8

    O DEUS DE SPINOZA: DEUS, OU NATUREZA?

    Quem é Deus para Baruch Spinoza? No pensamento espinosano, Deus não é um ser transcendente, separado do mundo, que cria a natureza, intervém nos acontecimentos, recompensa, pune ou age segundo finalidades humanas. Na Ética, Spinoza apresenta uma concepção radical na qual Deus e Natureza — Deus sive Natura — estão relacionados à única realidade absolutamente infinita e necessária. Neste episódio do Filosofia em Meia Hora, vamos compreender com profundidade a concepção de Deus em Spinoza e suas consequências para a metafísica, a religião, a ética e a liberdade. A partir de trechos da Ética e do Tratado Teológico-Político, discutiremos: • O que Spinoza entende por substância, atributos e modos;
• O significado de “Deus, ou Natureza”;
• Por que Deus não age segundo finalidades;
• A crítica de Spinoza à superstição e ao medo;
• A relação entre necessidade e liberdade;
• Por que o livre-arbítrio tradicional é colocado em questão;
• O conceito de liberdade como compreensão da necessidade;
• O significado do amor intelectual de Deus;
• E por que Spinoza afirma que “o homem livre em nada pensa menos que na morte”. Mais do que perguntar se Spinoza acreditava ou não em Deus, este episódio procura enfrentar uma questão muito mais profunda: O que acontece com a ideia de Deus quando deixamos de pensar Deus como uma pessoa separada da natureza? Acompanhe, comente, questione e compartilhe o episódio. A participação de vocês é fundamental para que o Filosofia em Meia Hora continue levando filosofia para além das respostas fáceis. APOIE O FILOSOFIA EM MEIA HORA Se quiser contribuir financeiramente com o projeto: Pix: filosofiaemmeiahora6@gmail.com Toda contribuição ajuda na continuidade do projeto. Filosofia em Meia Hora — filosofia com profundidade, sem superficialidade.

  2. Sep 1

    Bauman e a Modernidade Líquida — quando tudo muda

    O que acontece quando a estabilidade deixa de ser uma característica da vida social? Neste episódio do Filosofia em Meia Hora, mergulhamos no pensamento de Zygmunt Bauman para compreender a chamada modernidade líquida: uma sociedade marcada pela velocidade, pela instabilidade, pela individualização e pela transformação constante das relações sociais. A partir de obras como Modernidade Líquida, Globalização: as consequências humanas, Amor Líquido, Vida para Consumo, Vidas Desperdiçadas e Em Busca da Política, discutimos liberdade, identidade, trabalho, consumo, relacionamentos, comunidade, globalização e desigualdade. Bauman nos coloca diante de uma questão incômoda: somos realmente mais livres ou simplesmente recebemos mais responsabilidades individuais em uma sociedade cada vez mais instável? E quando tudo pode ser substituído, descartado ou abandonado, o que acontece com o compromisso, a solidariedade e a responsabilidade pelo outro? Ouça o episódio e participe da discussão. E você: a modernidade líquida nos tornou mais livres ou mais inseguros? Deixe sua opinião, compartilhe o episódio e siga o Filosofia em Meia Hora para acompanhar os próximos conteúdos. APOIE O FILOSOFIA EM MEIA HORA O projeto é independente e sua contribuição ajuda na pesquisa e produção dos episódios. PIX: filosofiaemmeiahora6@gmail.com Agradeço a todos que já contribuíram e a todos que acompanham, compartilham e ajudam o projeto a continuar. Filosofia em Meia Hora — filosofia para compreender o mundo em que vivemos. #Bauman #ModernidadeLiquida #Filosofia #Sociologia #FilosofiaEmMeiaHora

  3. Aug 3

    Kafka e a Metamorfose: Quando o Ser Humano Vale Apenas o Que Produz

    Franz Kafka realmente escreveu sobre um homem que virou um inseto? Ou escreveu sobre uma sociedade que deixa de reconhecer a humanidade de quem já não consegue cumprir sua função? Neste episódio do Filosofia em Meia Hora, mergulhamos em uma das obras mais importantes da literatura do século XX: A Metamorfose, de Franz Kafka. A partir da história de Gregor Samsa, refletimos sobre temas centrais da filosofia moderna: dignidade humana, trabalho, alienação, identidade, racionalização da vida e a perigosa tendência de medir o valor das pessoas apenas por sua produtividade. Ao longo do episódio, dialogamos com pensadores como Immanuel Kant, Karl Marx, Max Weber, Michel Foucault e Byung-Chul Han, mostrando como Kafka continua extremamente atual ao denunciar uma sociedade que transforma pessoas em funções e dignidade em desempenho. Se você gosta de filosofia, literatura e reflexões profundas sobre a condição humana, este episódio é para você. Se inscreva no canal, deixe seu comentário e compartilhe este episódio. Seu apoio ajuda o Filosofia em Meia Hora a levar a filosofia para cada vez mais pessoas. Apoie este projeto Se você deseja contribuir para a continuidade do podcast e incentivar a produção de conteúdo filosófico de qualidade, pode fazer uma contribuição via Pix: 📌 Pix: filosofiaemmeiahora6@gmail.com Toda contribuição é muito bem-vinda e ajuda a manter este projeto independente. Muito obrigado pelo apoio e por fazer parte da comunidade do Filosofia em Meia Hora. #Filosofia #FranzKafka #AMetamorfose #Kafka #ImmanuelKant #KarlMarx #MaxWeber #MichelFoucault #ByungChulHan #Literatura #FilosofiaContemporânea #Alienação #Ética #Trabalho #Podcast #FilosofiaEmMeiaHora

  4. Jul 9

    Thomas Hobbes e o Contrato Social | O Leviatã, o Estado e a Guerra de Todos Contra Todos

    O que aconteceria se não existissem leis, governo ou qualquer forma de autoridade? O ser humano viveria em paz ou em conflito permanente? Neste episódio do Filosofia em Meia Hora, exploramos o pensamento de Thomas Hobbes (1588–1679), um dos maiores filósofos políticos da modernidade e autor da clássica obra Leviatã. Analisamos sua teoria do Contrato Social, o conceito de estado de natureza, a famosa ideia da “guerra de todos contra todos” (bellum omnium contra omnes) e as razões que levaram Hobbes a defender a existência de um Estado forte como condição para a paz e a segurança. Além do contexto histórico da Guerra Civil Inglesa, discutimos a natureza humana segundo Hobbes, a função do soberano, as críticas de Locke e Rousseau e a atualidade de suas ideias nos debates sobre segurança pública, liberdade, poder e organização da sociedade. Se você é estudante, professor ou simplesmente gosta de Filosofia, este episódio oferece uma introdução rigorosa e acessível a um dos pensadores mais influentes da história. No episódio anterior, conversamos sobre Nicolau Maquiavel e a formação do pensamento político moderno. No próximo episódio, daremos continuidade à série com John Locke. Gostou do episódio? Deixe seu comentário contando sua opinião: o ser humano precisa de um Estado forte para viver em sociedade ou seria possível uma convivência pacífica sem uma autoridade central? Se este conteúdo contribuiu para seus estudos e você deseja apoiar a continuidade do Filosofia em Meia Hora, faça uma contribuição voluntária via Pix: PIX: filosofiaemmeiahora6@gmail.com Sua colaboração ajuda na compra de livros, na pesquisa e na produção de novos episódios. Acompanhe o Filosofia em Meia Hora e compartilhe este episódio com outros apaixonados por Filosofia. #Filosofia #ThomasHobbes #ContratoSocial #Leviatã #FilosofiaEmMeiaHora #CiênciaPolítica #HistóriaDaFilosofia #Podcast #EnsinoDeFilosofia #ProfessorGabriel.

  5. Jun 29

    Nicolau Maquiavel e O Príncipe: o nascimento da política moderna

    O Após explorarmos o pensamento político de Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino, chegamos ao filósofo que promoveu uma das maiores rupturas da história da Filosofia Política: Nicolau Maquiavel. Neste episódio, analisamos o contexto da Itália renascentista, a trajetória de Maquiavel como diplomata e sua obra mais influente, O Príncipe, considerada um marco na formação da Ciência Política moderna. Você entenderá por que Maquiavel rompe com a tradição medieval, o significado dos conceitos de virtù e fortuna, a famosa discussão sobre ser “amado ou temido”, além de esclarecer um dos maiores equívocos da história da filosofia: afinal, Maquiavel realmente afirmou que “os fins justificam os meios”? Mais do que um suposto defensor da crueldade, Maquiavel buscou compreender como o poder funciona na realidade, separando a análise política dos ideais morais que dominaram o pensamento durante a Idade Média. Apoie o Filosofia em Meia Hora Se este episódio contribuiu para os seus estudos e você deseja apoiar a continuidade deste projeto, considere fazer uma contribuição espontânea via Pix. Toda contribuição ajuda na produção de novos episódios, na aquisição de livros, materiais de pesquisa e na melhoria da qualidade do conteúdo. Chave Pix (e-mail): filosofiaemmeiahora6@gmail.com Muito obrigado pelo seu apoio e por fazer parte desta comunidade dedicada ao estudo da Filosofia!

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