Imparável Cast

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Toda semana uma nova entrevista com imparáveis que superaram suas dificuldades e se tornaram servidores públicos. Histórias incríveis para inspirar você a conquistar os seus sonhos! O apresentador Gabriel Granjeiro é CEO e sócio-fundador do GRAN, uma das maiores EdTechs do Brasil, com mais de 800.000 alunos ativos pagantes e um dos sites de educação mais visitados do país. É também reitor da Gran Faculdade. Acompanha de perto o universo dos concursos desde muito cedo e ingressou nele, profissionalmente, aos 14 anos. Desde 2016, escreve artigos semanais que já foram lidos por mais de 2 milhões de pessoas. Formou-se em Administração e Marketing pela New York University Stern School of Business e, em 2021, foi incluído na prestigiada lista da Forbes Under 30. Recentemente, foi reconhecido pela EY como um dos Empreendedores do Ano e pela MIT Technology Review como um dos jovens empreendedores mais inovadores da América Latina.

  1. Trabalhava como personal trainer todo o dia e foi aprovado em 4 concursos policiais | Marcos Mendes

    2d ago

    Trabalhava como personal trainer todo o dia e foi aprovado em 4 concursos policiais | Marcos Mendes

    O aluno Gran, Marcos Vinicios Mendes, cresceu em Teresina, no Piauí, em uma família simples de quatro filhos. Aprendeu desde cedo que o estudo poderia mudar a realidade da família.Aos 17 anos, ainda no ensino médio, tornou-se pai. Precisou trabalhar durante o dia e estudar à noite, mas não parou. Concluiu os estudos e entrou na faculdade de Educação Física pelo ProUni. Formado em 2014, atuou como personal trainer.Foi treinando alunos para testes físicos de concursos que surgiu a ideia de tentar também. Foram os próprios alunos que começaram a questionar por que ele não tentava. No início, tentou sem método e sem direção. Depois conheceu o Gran e tudo mudou. Sua forma de estudar passou a ter rotina e consistência.Em 2023, foi aprovado no Corpo de Bombeiros do Piauí, mas sofreu um acidente 28 dias antes do TAF e foi eliminado. Em 2024, ficou em segundo lugar no TRF1. Em 2025, passou na fase escrita da Polícia Federal, mas caiu novamente no teste físico.Duas vezes aprovado. Duas vezes eliminado no mesmo ponto. O homem que preparava outras pessoas para passar nos testes físicos estava sendo reprovado exatamente ali. Ele pensou em desistir. Quase desistiu. Mas seguiu.Em 2026, veio a virada: aprovação na PC-PI, em ampla concorrência e nas cotas. Hoje, Marcos acumula aprovações na PC-PI, TRF5 e PC-CE, e aguarda nomeação no TRF1 para atuar como policial judicial.Quando recebeu a notícia, abraçou a esposa e foi contar à família. Ver o próprio nome na lista de aprovados, ele diz, não tem preço.

    27 min
  2. Tomou posse aos 47 e, 3 dias antes de a mãe partir, contou: “Me tornei policial” | Rangel Taveira

    May 28

    Tomou posse aos 47 e, 3 dias antes de a mãe partir, contou: “Me tornei policial” | Rangel Taveira

    O aluno Gran Rangel Taveira tinha 11 anos quando perdeu o pai, o provedor da casa. A mãe precisou sair para trabalhar, e ele cresceu cedo: ainda aos 11 começou a trabalhar sem abandonar a escola.Vieram os ônibus lotados, a marmita na mochila, dias que começavam às cinco da manhã e terminavam perto da meia-noite. Mesmo assim, entrou na faculdade de Contabilidade e aprendeu cedo que nada viria fácil.Foi porteiro, frentista, professor, motorista de aplicativo. Mas existia um sonho antigo: inspirado pelo pai, ex-combatente da Guerrilha do Araguaia, nunca abandonou a vontade de seguir carreira na segurança pública. Então decidiu entrar no mundo dos concursos. O concurso virou esperança de estabilidade e mudança de vida.E estudava como dava. Assistia às aulas no celular, revisava PDFs, resolvia questões e seguia uma regra simples: sobrou tempo, ele estudava. Só que o caminho foi duro. Vieram reprovações, desemprego, dificuldades financeiras, críticas e dúvidas. Pessoas desacreditaram, o casamento acabou e, depois de tantas tentativas, até ele começou a se perguntar se realmente era capaz.Mesmo assim, continuou. Vendeu carro, moto e uma pequena chácara. Quando surgiu a chance da Polícia Penal do Acre, já não tinha praticamente mais nada. O último bem foi vendido para custear a ida ao curso de formação. Chegou ao Acre sem dinheiro, contando com ajuda para sobreviver.E foi ali que recebeu a notícia mais dura: a mãe havia sido diagnosticada com três tumores cerebrais. Cerca de três meses depois, conseguiu vê-la. Chegou em um domingo. Na quarta-feira, ela morreu. Mas, antes disso, conseguiu dizer a ela que tinha conseguido. Tinha se tornado policial.

    35 min
  3. Conciliando família, trabalho e estudos, ficou em 1º para Oficial de Justiça | Davi Galeão

    May 22

    Conciliando família, trabalho e estudos, ficou em 1º para Oficial de Justiça | Davi Galeão

    A trajetória de Rangel Taveira rumo à aprovação na Polícia Penal do Acre reúne concurso público, aprovação em concurso, rotina de estudos, motivação para concursos, carreira na segurança pública, superação e persistência.O aluno Gran Rangel Taveira tinha 11 anos quando perdeu o pai, o provedor da casa. A mãe precisou sair para trabalhar, e ele cresceu cedo: ainda aos 11 começou a trabalhar sem abandonar a escola. Vieram os ônibus lotados, a marmita na mochila, dias que começavam às cinco da manhã e terminavam perto da meia-noite. Mesmo assim, entrou na faculdade de Contabilidade e aprendeu cedo que nada viria fácil.Foi porteiro, frentista, professor, motorista de aplicativo. Mas existia um sonho antigo: inspirado pelo pai, ex-combatente da Guerrilha do Araguaia, nunca abandonou a vontade de seguir carreira na segurança pública. Então decidiu entrar no mundo dos concursos. O concurso virou esperança de estabilidade e mudança de vida.E estudava como dava. Assistia às aulas no celular, revisava PDFs, resolvia questões e seguia uma regra simples: sobrou tempo, ele estudava. Só que o caminho foi duro. Vieram reprovações, desemprego, dificuldades financeiras, críticas e dúvidas. Pessoas desacreditaram, o casamento acabou e, depois de tantas tentativas, até ele começou a se perguntar se realmente era capaz.Mesmo assim, continuou. Vendeu carro, moto e uma pequena chácara. Quando surgiu a chance da Polícia Penal do Acre, já não tinha praticamente mais nada. O último bem foi vendido para custear a ida ao curso de formação. Chegou ao Acre sem dinheiro, contando com ajuda para sobreviver.E foi ali que recebeu a notícia mais dura: a mãe havia sido diagnosticada com três tumores cerebrais. Cerca de três meses depois, conseguiu vê-la. Chegou em um domingo. Na quarta-feira, ela morreu. Mas, antes disso, conseguiu dizer a ela que tinha conseguido. Tinha se tornado policial.

    33 min
  4. Costurou por 10 anos, criou 3 filhas, recomeçou aos 40 e foi 1° lugar aos 43 | Elisiane Souza

    May 15

    Costurou por 10 anos, criou 3 filhas, recomeçou aos 40 e foi 1° lugar aos 43 | Elisiane Souza

    A minha convidada de hoje é uma mulher que não desistiu quando a vida pediu isso dela em várias fases diferentes.Filha de mãe sola, a aluna Gran Elisiane Souza nasceu em Fortaleza e cresceu ao lado da mãe, da avó e de três irmãos, numa casa simples cedida por uma parente. Ainda criança, começou a trabalhar para ajudar a família a ter o que muitas vezes não podia comprar.Casou-se aos 17 anos e teve a primeira filha aos 18. Precisou interromper os estudos ainda no ensino fundamental. Enfrentou uma depressão pós-parto que transformou aqueles anos nos mais difíceis da sua vida. Quando finalmente conseguiu voltar para a escola e chegou ao segundo ano do ensino médio, engravidou da segunda filha, quando engravidou da terceira filha decidiu não parar. Ia para a aula com a menina no colo quando não tinha com quem deixá-la.Conciliando o trabalho como costureira, as tarefas como dona de casa e cuidando de três filhas, ela decidiu recomeçar mais uma vez. Aos 40, conquistou uma bolsa do ProUni e iniciou a graduação em Ciências Contábeis. A filha mais nova tinha apenas 1 ano de idade.Sem dinheiro, com o nome negativado e sem condições de investir nos estudos, pagou a primeira assinatura do Gran com o único valor que tinha na conta. Estudava ouvindo aulas pelo celular enquanto varria a casa. Em um único dia, respondeu 450 questões.No início da preparação para concursos, enfrentou anemia, deficiência de vitaminas e um cansaço extremo que fazia o corpo pedir para parar o tempo inteiro. Buscou ajuda e seguiu estudando.Em 2025, apenas cinco meses depois de começar a estudar para concursos, abriu o resultado e leu: aprovada em primeiro lugar na Conab, com 59 de 60 pontos na discursiva, além de outras três aprovações. Aos 43 anos, veio a sua maior vitória: seu nome estava no Diário Oficial da União.

    44 min
  5. O quilombola que entrou na faculdade aos 35 e, aos 47, foi aprovado auditor-fiscal | José Maria

    May 8

    O quilombola que entrou na faculdade aos 35 e, aos 47, foi aprovado auditor-fiscal | José Maria

    De metalúrgico em uma fábrica insalubre a aprovado aos 47 anos para Auditor Fiscal: a história real do quilombola que venceu pelo estudo e transformou a própria vida por meio dos concursos públicos.Filho de agricultor e pescador, o aluno Gran José Maria nasceu na comunidade quilombola de Umarizal, no interior do Pará. Ainda jovem, seu pai tomou uma decisão que mudaria tudo: deixou a roça para trás para que o filho pudesse estudar.Mas a vida não facilitou.Quando terminou o ensino médio, José Maria foi empurrado para uma fábrica de silício metálico, onde passou 15 anos trabalhando sob calor extremo, poeira e risco constante. Até que, durante a crise de 2008, veio o choque: foi demitido e percebeu que não tinha estabilidade nem futuro.José Maria tinha um sonho: ser bancário. Então, aos 35 anos, decidiu recomeçar. Entrou na faculdade e começou a estudar para concursos, mesmo sem nunca ter tido um computador. Construiu uma rotina que poucos sustentariam. Acordava às 4 da manhã, trabalhava o dia inteiro e ainda dava aula à noite.Na reta final para a SEFA Pará, enfrentou o maior teste. Seu filho de 3 anos adoeceu, ele passou noites no hospital, o corpo entrou em colapso e a desistência bateu forte. Mas ele não parou.Aos 47 anos, abriu o resultado e leu: aprovado para Auditor Fiscal da SEFA Pará. Ele chorou sozinho.Foi o choro de 15 anos de metalúrgico, 9 anos de bancário, 7 anos de professor e de uma vida inteira de quilombola que venceu.

    41 min
  6. Desempregado, doente e morando de favor, acumulou aprovações na PRF, PF e PCDF | Raphael Medeiros

    Apr 30

    Desempregado, doente e morando de favor, acumulou aprovações na PRF, PF e PCDF | Raphael Medeiros

    Filho de uma diarista e de um cobrador de ônibus, Raphael Medeiros estudou em escola pública, convivendo com a escassez. A situação ficou ainda mais difícil quando sua família perdeu o apartamento para o banco e precisou morar de favor.Foi nesse cenário que ele decidiu mudar a própria história. Após um estágio no Ministério Público, enxergou nos concursos públicos a oportunidade de conquistar a estabilidade que sua família nunca teve. Começou por concursos menores, conquistou uma vaga temporária no IBGE e, durante três anos, conciliou o trabalho com corridas de aplicativo para complementar a renda.Quando decidiu voltar a estudar, a vida lhe impôs seu desafio mais duro. Rafael adoeceu gravemente. Ficou internado por 15 dias em um hospital público, passou por mais de mil exames e recebeu o diagnóstico de tuberculose ganglionar, uma doença rara. Mesmo em meio à investigação, recusou-se a interromper seu sonho. Chegou a sair do hospital com laudo médico, usando máscara, para realizar a prova da Polícia Penal de Goiás, isso antes mesmo da pandemia.Em 2020, já desempregado, transformou a adversidade em combustível. Intensificou os estudos com foco total e, em 2021, alcançou um feito extraordinário: foi aprovado em quatro grandes concursos policiais, estudando exclusivamente pelos materiais do Gran: PRF, Polícia Federal para agente e escrivão, e PCDF.Entre tantas conquistas, escolheu a carreira que mais se identificava, a Polícia Rodoviária Federal, onde hoje atua com muito orgulho.

    40 min
  7. Jogou futebol profissional, foi mecânico, borracheiro e está aprovado no CNU e MPU | Hugo Barcelos

    Apr 16

    Jogou futebol profissional, foi mecânico, borracheiro e está aprovado no CNU e MPU | Hugo Barcelos

    O Hugo Barcelos nasceu e cresceu em Campos Belos, no interior de Goiás. Filho de um mecânico e de uma técnica de enfermagem, viu os pais se separarem ainda na infância e cresceu ao lado do pai. Desde cedo, a vida foi mais responsabilidade do que conforto.O futebol virou o caminho. Aos 9 anos, começou a se destacar e rapidamente levou a rotina a sério. Abriu mão da infância, do lazer e da convivência familiar para treinar mais, se cobrar mais e performar mais. Rodou por clubes, jogou em diferentes estados e viveu o que poucos veem: pressão constante, instabilidade e incerteza sobre o futuro.Mesmo sendo destaque, percebeu que, no futebol, o controle não estava nas mãos dele. Bastava uma fase ruim ou uma decisão externa para tudo mudar, e isso começou a incomodar.Quando saiu do futebol, passou a trabalhar com o pai como mecânico e borracheiro. Foi um recomeço duro, longe do que tinha imaginado para a própria vida. Assim como a transição para os estudos também não foi simples. Começou sem base, sem direcionamento e sem confiança. Reprovou, se perdeu no processo e ainda ouviu do próprio pai que concurso não era para ele.Mas não parou. Continuou estudando, errando, ajustando e insistindo, muitas vezes até de madrugada. A virada veio quando entendeu que não bastava esforço, era preciso ter direção.E foi assim, sem desistir do jogo, que em 2025, o aluno Gran Hugo Barcelos Xavier viu seu nome na lista de aprovados do MPU e do CNU. Hoje, Hugo aguarda ansioso pela posse no CNU que pode acontecer em breve.

    40 min

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Toda semana uma nova entrevista com imparáveis que superaram suas dificuldades e se tornaram servidores públicos. Histórias incríveis para inspirar você a conquistar os seus sonhos! O apresentador Gabriel Granjeiro é CEO e sócio-fundador do GRAN, uma das maiores EdTechs do Brasil, com mais de 800.000 alunos ativos pagantes e um dos sites de educação mais visitados do país. É também reitor da Gran Faculdade. Acompanha de perto o universo dos concursos desde muito cedo e ingressou nele, profissionalmente, aos 14 anos. Desde 2016, escreve artigos semanais que já foram lidos por mais de 2 milhões de pessoas. Formou-se em Administração e Marketing pela New York University Stern School of Business e, em 2021, foi incluído na prestigiada lista da Forbes Under 30. Recentemente, foi reconhecido pela EY como um dos Empreendedores do Ano e pela MIT Technology Review como um dos jovens empreendedores mais inovadores da América Latina.