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O SommCast TV é um espaço para quem gosta de sentar à mesa, servir uma taça, puxar uma boa conversa e deixar a história acontecer. Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas. O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso. Se você ac

  1. 19h ago

    [SommCast] André Gasperin - Enólogo da Cooperativa Nova Aliança #EP173

    Como produzir em grande escala sem abrir mão de identidade, qualidade e expressão de terroir? Neste episódio do SommCast, gravado na Wine South America, André Gasperin, enólogo e gerente técnico da Cooperativa Nova Aliança, abre os bastidores de uma das operações mais complexas do vinho brasileiro. Quarta geração de uma família ligada à vitivinicultura, André assumiu a gerência técnica da cooperativa em 2023, trazendo uma trajetória que passa pela pesquisa, docência e presidência da Associação Brasileira de Enologia. O papo atravessa os diferentes terroirs onde a Nova Aliança atua, a logística de processar milhões de quilos de uva, o trabalho com centenas de famílias e o desafio de encontrar qualidade dentro de uma estrutura gigantesca. Da Campanha Gaúcha a Pinto Bandeira e Farroupilha, André mostra como escala e precisão podem caminhar juntas — inclusive com microvinificações, pequenas parcelas e vinhos de alta gama. É também uma conversa sobre quebrar preconceitos. Contra a ideia de que cooperativa significa apenas volume ou menor qualidade, André defende que a verdade está na taça. E provoca o consumidor brasileiro a conhecer melhor os próprios vinhos, entender seus territórios e dar mais espaço para aquilo que está sendo produzido aqui. Um episódio para enxergar tudo o que existe antes de uma garrafa chegar à mesa. Destaques 🍇 Quase 700 famílias por trás das garrafas Na cooperativa, uma decisão técnica não impacta apenas uma marca. Ela influencia diretamente centenas de produtores e famílias que fazem parte de toda a cadeia. 🏭 50 milhões de quilos de uva André revela a dimensão de uma safra na Nova Aliança e explica como tecnologia, agendamento e uma grande equipe permitem organizar uma operação que pode processar volumes gigantescos sem perder o controle sobre a matéria-prima. 🗺️ Uma cooperativa, vários terroirs Flores da Cunha, Farroupilha, Pinto Bandeira, Campanha Gaúcha e Serra do Sudeste permitem trabalhar perfis completamente diferentes dentro da mesma estrutura. Cada região entra no portfólio a partir de sua vocação. 🥂 Pinto Bandeira e os espumantes Com um núcleo importante de associados na região, a Nova Aliança consegue selecionar uvas de diferentes parcelas para espumantes e brancos, explorando um território já reconhecido pela excelência nesse estilo. 🌸 O Moscatel contra o preconceito Um dos primeiros espumantes elaborados por André na cooperativa nasceu com a proposta de mostrar que Moscatel não precisa ser um vinho simples. O produto passou a conquistar premiações e reconhecimento de mercado. 🔬 Grande escala também pode ter microterroir Mesmo trabalhando com volumes enormes, a cooperativa separa pequenas parcelas e realiza microvinificações. É dessa lógica que surgem projetos de produção limitada e vinhos que buscam traduzir características muito específicas de um vinhedo. 🤝 Cooperativismo não é sinônimo de vinho simples O episódio questiona uma percepção ainda presente no Brasil. Para André, estrutura, escala e união entre produtores podem justamente permitir mais tecnologia, constância e acesso a diferentes níveis de produto. 🇧🇷 O brasileiro precisa conhecer o vinho brasileiro Para valorizar, primeiro é preciso provar. André defende que o país já entrega qualidade e constância reconhecidas pelo mercado e por concursos internacionais — e que falta ao próprio consumidor brasileiro se permitir descobrir mais do que é produzido aqui.

    [SommCast] André Gasperin - Enólogo da Cooperativa Nova Aliança #EP173
  2. 1d ago

    [Boletim Tanin] Chandon Surpreende, Vinho Brasileiro Bate Recorde e a China Muda de Estratégia #EP21

    O mapa do vinho brasileiro nunca foi tão grande. São dez estados produtores mais o Distrito Federal, as exportações bateram recorde e até o Vale do São Francisco está se apresentando ao mercado internacional em inglês. O vinho brasileiro está vivendo uma transformação que vai muito além da Serra Gaúcha. No Boletim Tanin #21, Ana Leal reúne as principais notícias e tendências da semana e começa contando uma experiência que mudou sua percepção sobre a Chandon: uma ativação em São Paulo que levou espumantes, gastronomia brasileira, tecnologia e hospitalidade para dentro de um casarão em Higienópolis. Neste episódio: 🍾 A experiência da Casa Chandon em São Paulo e como uma das maiores marcas de espumantes do Brasil está usando hospitalidade, gastronomia e imersão para construir marca. 🇧🇷 O novo mapa do vinho brasileiro: a Avaliação Nacional de Vinhos registra participação recorde de 10 estados mais o Distrito Federal. 📈 A premiumização que começa na base: por que o vinho de mesa ainda representa 58% do volume comercializado no Brasil e pode ser uma das grandes portas de entrada para novos consumidores. 🌎 Uma surpresa nas exportações: apesar da fama internacional dos espumantes brasileiros, o vinho tranquilo exporta quase cinco vezes mais em valor e as vendas externas do setor chegaram a quase 80 países. ☀️ O Vale do São Francisco lança material internacional em inglês e mostra ao mundo uma região onde é possível colher uvas durante todo o ano. 🇨🇳 A China quer deixar de ser apenas a “Bordeaux chinesa”: Ningxia aposta na Marselan e busca construir uma identidade própria para seus vinhos. 🎬 E o que A Odisseia, de Homero, tem a ver com vinho? Do Etna às ilhas gregas, dá para transformar a jornada de Odisseu em um verdadeiro roteiro pela história do vinho. Mais do que notícias, o Boletim Tanin é leitura de mercado — para quem quer entender o vinho além da taça.

    [Boletim Tanin] Chandon Surpreende, Vinho Brasileiro Bate Recorde e a China Muda de Estratégia #EP21
  3. 3d ago

    [SommCast] Diana Oliveira - A Colombiana que se tornou a primeira Sommelière do Terraço Itália #EP172

    O vinho nem sempre fez parte dos planos de Diana Oliveira. Colombiana radicada no Brasil, ela construiu primeiro uma carreira nas áreas administrativa e financeira até decidir mudar completamente de caminho. O que começou em degustações se transformou em estudo, serviço, estágio em vinícola, hotelaria e representação de grandes marcas. Hoje, Diana ocupa uma posição simbólica: é a primeira mulher sommelière na brigada do Terraço Itália, um dos restaurantes mais tradicionais de São Paulo. No episódio, Diana conta como buscou experiência prática desde o início, passando pelo serviço em eventos, por um estágio na Rutini, em Mendoza, onde enxergou de perto o trabalho pesado que existe por trás da produção de vinho, e pela hotelaria de alto padrão. Depois, como embaixadora da Qualimpor, aproximou-se ainda mais da educação e do Vinho do Porto — paixão ligada às memórias de infância e que a levou a conquistar a certificação de Educadora de Vinho do Porto após um processo rigoroso em Portugal. A conversa também passa pelos pequenos produtores brasileiros, pela importância de valorizar quem está no serviço e por uma ideia que atravessa toda sua trajetória: no vinho, estudar nunca termina. Agora, o desafio é colocar toda essa bagagem dentro da experiência do Terraço Itália. Diana fala sobre a renovação da carta, a relação com a cozinha, o trabalho lado a lado com a brigada e a necessidade de escolher vinhos pensando em públicos muito diferentes — de quem está vivendo uma ocasião especial e conhece pouco de vinho até o consumidor experiente em busca de novidades. Entram nessa transformação novos países, estilos, vinhos laranja, opções sem álcool e uma leitura mais atual do que as pessoas querem beber. Um episódio sobre vinho, claro, mas principalmente sobre mudança de carreira, curiosidade, trabalho e a coragem de ocupar novos espaços. Destaques 🍷 Uma carreira construída na prática Diana deixou a área administrativa para começar praticamente do zero no vinho, combinando cursos, degustações e muita experiência de serviço até encontrar seu espaço na sommellerie. 🍇 O outro lado da vindima Durante o estágio na Rutini, em Mendoza, ela percebeu que a colheita está muito distante da imagem romantizada que muitas vezes aparece nas redes: é um trabalho intenso, físico e que exige velocidade, conhecimento e responsabilidade. 🇧🇷 Um olhar para o vinho brasileiro Na pandemia, Diana se aproximou de pequenos produtores nacionais e passou a vender seus rótulos diretamente para clientes, experiência que ampliou sua percepção sobre as dificuldades, custos e qualidade da produção brasileira. 🍷 Vinho do Porto além da sobremesa Certificada como Educadora de Vinho do Porto, Diana defende que o estilo precisa sair da pequena taça do final da refeição: pode acompanhar entradas, pratos principais e diferentes momentos de um jantar. 👩‍🍷 A primeira mulher na brigada Chegar ao Terraço Itália trouxe responsabilidade, mas também a oportunidade de abrir caminhos. Para Diana, porém, nenhum sommelière trabalha sozinho: treinamento, confiança e proximidade com a brigada são fundamentais para que o vinho realmente chegue ao cliente. 📖 Uma nova carta para um novo consumidor A renovação da carta busca preservar a identidade do Terraço Itália sem ficar presa ao óbvio. O desafio é equilibrar tradição, descoberta, diferentes faixas de conhecimento e novas formas de consumir vinho.

    [SommCast] Diana Oliveira - A Colombiana que se tornou a primeira Sommelière do Terraço Itália #EP172
  4. 6d ago

    [A Origem do Sabor] Fernando Kondo - Alho negro, inovação no campo e alta gastronomia #EP14

    Como transformar um produto agrícola conhecido por todo mundo em um ingrediente desejado por chefs, restaurantes e pela indústria? A história de Fernando Kondo e do Sítio Kondo começa com uma família de imigrantes japoneses que chegou ao Brasil e encontrou na agricultura seu caminho. Desde 1982, seu pai cultiva alho em Guatapará, no interior de São Paulo. Diante da dificuldade de competir no mercado de uma commodity, a família percebeu que precisava agregar valor — e encontrou no alho negro uma oportunidade de transformar produção agrícola em inovação, sabor e negócio. No episódio, Fernando explica como o alho roxo passa por semanas de temperatura e umidade controladas até perder o ardor, ganhar dulçor, acidez, notas tostadas e uma complexidade que lembra cogumelos e trufas — sem adição de corantes ou outros ingredientes. A conversa também mostra como o Sítio Kondo saiu das primeiras vendas online e das feiras para encontrar no food service seu principal mercado, que hoje representa cerca de 80% da receita. Entre alho inteiro, descascado, pasta, geleia, sal e novas soluções para a indústria, Fernando revela como entender a necessidade de pizzarias, hamburguerias, restaurantes e fabricantes foi fundamental para ampliar o negócio. Mas esse episódio de A Origem do Sabor vai muito além de um ingrediente diferente. É uma conversa sobre agricultura familiar, ciência, padronização, empreendedorismo e a capacidade de olhar para aquilo que nasce no campo e enxergar novas possibilidades. Fernando fala dos desafios de sair de uma produção artesanal para uma agroindústria, da importância da família e da equipe, e de uma visão em que produzir melhor vale mais do que simplesmente produzir mais. Um episódio para quem acredita que farm to table também é sobre origem, pessoas, conhecimento e coragem para transformar um produto simples em algo extraordinário. Destaques 🌱 Da commodity ao produto de valor Competir no mercado tradicional do alho era difícil para um pequeno produtor. A resposta da família Kondo foi buscar diferenciação, transformando matéria-prima agrícola em um ingrediente de maior valor gastronômico. 🧄 O que transforma o alho em negro? Nada de tinta ou shoyu. O processo acontece com temperatura e umidade controladas, durante semanas, modificando textura, aroma, cor e sabor do alho naturalmente. 🍕 A força do food service Ao perceber a recompra e o potencial de restaurantes, pizzarias e hamburguerias, a empresa passou a desenvolver formatos, embalagens e produtos pensados especificamente para esse mercado. Hoje, o segmento responde por cerca de 80% da receita. 🧀 Um ingrediente que muda a harmonização Do queijo mais delicado ao queijo azul, o alho negro aparece no episódio como um ingrediente capaz tanto de contrastar quanto de complementar sabores. Fernando destaca especialmente a combinação com queijos, graças ao equilíbrio entre dulçor, acidez, leve picância e notas que lembram cogumelos e trufas. 🏭 Do sítio para a indústria O negócio começa a avançar também sobre soluções industriais, com produtos como alho negro granulado e em pó, abrindo possibilidades para chocolates, salames, molhos, maioneses e outros alimentos. 👨‍🌾 Produzir melhor, sempre Para Fernando, o diferencial do pequeno produtor está na paixão pelos detalhes e na vontade permanente de aprimorar o que faz. Uma filosofia construída entre agricultura, família, estudo e a convicção de que sempre existe espaço para fazer o produto do próximo ano melhor que o atual.

    [A Origem do Sabor] Fernando Kondo - Alho negro, inovação no campo e alta gastronomia #EP14
  5. Aug 6

    [SommCast] Patty Ferraz - Vinhos de Altitude da Vinhedos do Monte Agudo em São Joaquim #EP171

    Transformar o sonho de uma família em uma vinícola sustentável exige muito mais do que plantar uvas e produzir bons vinhos. Exige visão, coragem e capacidade de criar experiências que façam as pessoas quererem voltar. Neste episódio do SommCast, gravado na Wine South America, Patty Ferraz, Diretora Comercial e de Marketing da Vinhedos do Monte Agudo, conta como uma das vinícolas pioneiras de São Joaquim ajudou a construir uma nova forma de apresentar os vinhos de altitude da Serra Catarinense. A conversa percorre a trajetória de Patty, que estudou turismo e hotelaria, trabalhou na Disney, em navios de cruzeiro e viveu cinco anos na Irlanda antes de voltar ao Brasil para estruturar a empresa ao lado dos irmãos. Sem uma cantina no local, a família transformou uma limitação em diferencial: criou piqueniques no meio dos vinhedos, almoços harmonizados e experiências capazes de conectar gastronomia, paisagem e vinho. Nem mesmo um tornado, que derrubou o vinhedo poucos meses depois da inauguração do receptivo, interrompeu o projeto. Hoje, cerca de metade do estoque da Monte Agudo é comercializada diretamente no enoturismo. Entre histórias de família, desafios comerciais e degustações, Patty explica como a altitude, a amplitude térmica, a acidez natural e a identidade do lugar aparecem nos vinhos da Monte Agudo. Mais do que conhecer uma vinícola, este episódio mostra como o enoturismo pode aproximar novos consumidores, fortalecer o vinho brasileiro e transformar uma garrafa em memória. Destaques 🍇 Um sonho que virou empresa A Monte Agudo nasceu do desejo do pai de Patty de produzir o próprio vinho. As terras foram adquiridas em 2004 e o vinhedo, implantado em 2005 com mudas trazidas da França, colocando a família entre os projetos pioneiros da região. 🌍 Uma trajetória construída pelo mundo Antes de assumir a área comercial da vinícola, Patty passou pela hotelaria, trabalhou na Disney, embarcou em navios de cruzeiro e viveu na Irlanda. Experiências que ajudaram a formar sua visão sobre atendimento, hospitalidade e relacionamento com o consumidor. 🌪️ O tornado que colocou o projeto à prova Em 2013, poucos meses depois da inauguração do espaço de atendimento, um tornado derrubou o vinhedo. Produtores, funcionários e amigos da região se mobilizaram para levantar as plantas a tempo, em uma história de resistência e colaboração. 🥂 Enoturismo como estratégia de negócio Os piqueniques entre as videiras foram o início de uma experiência que hoje envolve degustações, gastronomia, slow food e contato direto com a família. Mais do que complementar a venda dos vinhos, o receptivo ajuda a sustentar toda a estrutura da propriedade. 🍷 Três expressões da Serra Catarinense A degustação passa por um Chardonnay sem barrica, mantido por 14 meses sobre as borras finas; um Chardonnay Expressões de Altitude, fermentado e amadurecido em carvalho francês; e um corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Malbec com 18 meses de barrica. ⛰️ A identidade dos vinhos de altitude Com o vinhedo a aproximadamente 1.280 metros, a Monte Agudo produz vinhos marcados por frescor, acidez, equilíbrio e elegância. O episódio mostra como clima, solo e decisões de produção se combinam para revelar uma identidade própria. 🚗 Um destino para viver sem pressa São Joaquim, Urubici, Bom Jardim da Serra e a Serra do Rio do Rastro formam um roteiro de natureza, gastronomia e vinho. A dica de Patty é simples: programe poucas vinícolas por dia, aproveite as paisagens e contrate transporte para viver a experiência com segurança.

    [SommCast] Patty Ferraz - Vinhos de Altitude da Vinhedos do Monte Agudo em São Joaquim #EP171
  6. Aug 4

    [PodVenda+Vinho] Do zero a R$ 20 mil/mês vendendo vinho: o método que usamos em 3 meses #EP03

    É possível começar um negócio de vinhos do zero e alcançar R$ 20 mil de faturamento mensal em apenas três meses? Patrícia Carvalho, da Voluto Vinhos, mostra que sim — mas sem fórmulas mágicas. O resultado veio de planejamento, disciplina comercial e da decisão de organizar a empresa antes de acelerar. Ao lado da sócia Sandra, ela transformou o interesse pelo vinho e sua experiência em vendas em uma operação que já nasceu com metas, processos e visão de crescimento. Na conversa com Diego Bertolini, Patrícia abre os bastidores dessa construção: implantação de sistema para controlar estoque, pedidos, notas fiscais e precificação; organização da carteira de clientes; preparação para o CRM; e uma estratégia de social commerce concentrada principalmente no WhatsApp. Com atendimento consultivo, relacionamento próximo e um portfólio que foge dos rótulos mais encontrados nas grandes redes, a Voluto saiu de aproximadamente R$ 6 mil no primeiro mês para R$ 10 mil no segundo e R$ 20 mil no terceiro. O episódio mostra que vender vinho vai muito além de oferecer garrafas. É preciso entender o cliente, trabalhar recompra, proteger a margem e criar uma rotina comercial sustentável. A provocação é direta: vinho sem estratégia é hobby. Destaques 🚀 Do planejamento à primeira venda A Voluto começou definindo metas, prioridades e um cronograma de implantação. Em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, concentrou energia nas etapas que precisavam ser validadas primeiro. 📈 Crescimento com método O faturamento avançou de cerca de R$ 6 mil para R$ 10 mil e depois R$ 20 mil mensais. O crescimento acompanhou a validação do portfólio, o aumento da carteira e a repetição das ações que geravam resultado. 🏠 A casa organizada Desde o início, Patrícia implantou um sistema para controlar estoque, pedidos, notas fiscais, fornecedores e precificação. O trabalho inicial trouxe segurança e liberou mais tempo para vender. 📲 WhatsApp como canal de vendas Embora o Instagram funcione como vitrine, cerca de 90% das vendas acontecem pelo WhatsApp. É ali que a Voluto apresenta novidades, recomenda rótulos, faz pós-venda e estimula a recompra. 🍷 Venda consultiva Muitos clientes não chegam sabendo o que querem. Por isso, Patrícia pergunta sobre ocasião, estilo e faixa de preço para indicar o vinho certo, tornando a compra mais simples e pessoal. 👥 A base de clientes é o maior ativo Mais importante que o estoque é conhecer quem compra. A organização dos dados, históricos e preferências permite criar contatos mais relevantes e preparar a operação para crescer sem perder proximidade. 🧭 Portfólio fora do óbvio A Voluto prioriza vinícolas boutique, pequenos produtores e rótulos menos presentes nas grandes redes. A estratégia cria diferenciação, melhora a margem e reduz a comparação direta de preços. ⚙️ Processo, sistema e pessoas O episódio reforça que um negócio sustentável precisa desses três pilares funcionando juntos. Paixão pode iniciar a jornada, mas é a gestão que transforma vinho em empresa.

    [PodVenda+Vinho] Do zero a R$ 20 mil/mês vendendo vinho: o método que usamos em 3 meses #EP03
  7. Aug 3

    [SommCast] Tomás Muñoz - Enólogo-Chefe nos Viñedos Familia Chadwick #EP170

    Como honrar mais de 150 anos de história sem transformar a tradição em uma fórmula engessada? Neste episódio do SommCast, Tomás Muñoz, enólogo-chefe dos Viñedos Familia Chadwick, mostra que a resposta está no aprendizado constante. Formado em Agronomia e apaixonado pela união entre enologia e sustentabilidade, ele construiu uma trajetória que passou por Chile, Estados Unidos e Nova Zelândia antes de assumir a responsabilidade técnica por alguns dos vinhos mais emblemáticos do país. A conversa percorre as diferentes identidades de Viñedo Chadwick, Seña, Arboleda, Caliterra e Viña Errázuriz, além da impressionante diversidade do Vale do Aconcágua. Tomás explica como poucos quilômetros podem transformar completamente um vinho, como as brisas do Pacífico preservam frescor e acidez e por que provar safras antigas é uma das ferramentas mais poderosas para evoluir. O histórico Don Maximiano aparece como uma verdadeira linha do tempo do vinho chileno, revelando mudanças nas variedades, no uso da madeira, na maturação e na busca por equilíbrio. Mais do que falar sobre grandes rótulos, o episódio questiona antigas ideias sobre qualidade. Um vinho precisa ser alcoólico, concentrado e marcado pela barrica para envelhecer bem? Para Tomás, a verdadeira coluna vertebral da guarda é a acidez. Entre mudanças climáticas, uso responsável da água, inteligência artificial e sensibilidade humana, o papo revela uma indústria que precisa olhar para o futuro sem perder a conexão com o campo. Destaques 🍷 Uma trajetória construída pela curiosidade Tomás conta como um curso de enologia mudou sua direção profissional e o levou a experiências em diferentes países, culturas e estilos de produção antes de chegar à Família Chadwick. 🏛️ Tradição não significa repetição Em uma empresa centenária, respeitar a história não é continuar fazendo tudo da mesma maneira. É aprender com cada safra, testar novos caminhos e entender que, no vinho, 20 anos representam apenas 20 tentativas. 🌎 Cinco marcas, cinco identidades Viñedo Chadwick, Seña, Arboleda, Caliterra e Errázuriz trabalham regiões, escalas e propostas distintas. O ponto em comum é a busca por revelar, com precisão, o potencial de cada lugar. 🏔️ Aconcágua como um Chile em miniatura Da Cordilheira dos Andes ao Oceano Pacífico, o vale reúne influência marítima, ventos, diferentes solos e inúmeros microterroirs, permitindo produzir desde Chardonnay e Pinot Noir até Cabernet Sauvignon, Carménère, Malbec e Syrah. ⏳ O vinho como laboratório do tempo Com safras de Don Maximiano preservadas desde 1983, a equipe consegue avaliar décadas depois como decisões envolvendo madeira, variedades, extração e maturação afetaram a evolução dos vinhos. ⚡ Acidez, frescor e potencial de guarda Tomás desmonta a ideia de que potência é sinônimo de longevidade. Menos álcool, menos extração e madeira mais equilibrada podem produzir vinhos mais elegantes, prazerosos e preparados para envelhecer. 💧 Sustentabilidade com precisão Sensores de umidade, irrigação por gotejamento, testes subterrâneos e análise constante do clima ajudam a utilizar melhor a água e adaptar os vinhedos a safras cada vez mais extremas. 🤖 Tecnologia sem perder o fator humano A inteligência artificial começa a apoiar a análise de dados e as decisões no campo, mas Tomás reforça que nenhuma tecnologia substitui completamente a experiência de quem observa o vinhedo diariamente. 🇧🇷 A importância do consumidor brasileiro O Brasil é apresentado como um mercado estratégico para os vinhos de alta gama do grupo, com um público cada vez mais interessado em aprender, experimentar e viver o vinho para além da taça.

    [SommCast] Tomás Muñoz - Enólogo-Chefe nos Viñedos Familia Chadwick #EP170

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