Manhãs com Jesus

Bruno Serafim da Luz

Palavras de encorajamento, consolo e exortação, para corações que desejam viver uma íntima relação com Jesus. Me chamo Bruno Serafim da Luz, sou pastor da Aviva igreja cristã, na cidade de Criciúma, SC. Casado com a Lela, pai da Malu e da Laura. Formado em Teologia pelo Seminário Martin Bucer. Mestre em Neurociências pelo Instituto de Psicologia da USP.

  1. 1h ago

    Volte para o Senhor! - 2 Crônicas 15

    Volte para o Senhor! Leitura: 2 Crônicas 15 Seleção 2 Cr 15.2…Asa e todo o Judá e Benjamim, escutem! O Senhor está com vocês, enquanto vocês estão com ele. Se o buscarem, ele se deixará achar; mas, se o deixarem, ele também os deixará.  Observação Podemos continuar realizando práticas religiosas enquanto nosso coração permanece distante de Deus. Oramos sem atenção, lemos a Bíblia apressadamente e participamos da igreja, mas, no fim, buscamos segurança, direção e satisfação em outros lugares. Então, aos poucos, a comunhão com o Senhor deixa de ser prioridade. Após a vitória de Asa sobre um exército muito maior, o profeta Azarias foi ao seu encontro. Em vez de apenas celebrar o triunfo, trouxe uma advertência: o povo não deveria confundir uma experiência da bondade de Deus com fidelidade permanente. Era necessário continuar buscando o Senhor. Azarias recordou que Israel havia experimentado confusão quando abandonou Deus, seus sacerdotes e sua Lei. Entretanto, quando o povo se voltou para o Senhor em sua angústia, Ele se deixou encontrar. Isso não significa que conquistamos a presença divina por mérito. O próprio Espírito enviou a Palavra que despertaria Asa. Ou seja, até nosso retorno começa pela iniciativa graciosa de Deus. Por isso, buscar o Senhor é responder à graça com arrependimento e fé. É abandonar a autossuficiência, submeter nossos desejos às Escrituras e procurar nele aquilo que temos buscado nos ídolos. Deus não promete uma vida sem conflitos, mas oferece sua presença àqueles que dependem dele. Essa promessa alcança sua expressão mais completa em Jesus. Estávamos distantes, incapazes de voltar por nossas próprias forças, mas Cristo veio nos buscar e abriu o caminho até o Pai. Podemos retornar porque Ele não abandonou sua missão na cruz. Quando percebemos nosso afastamento, não precisamos nos esconder: pela graça, podemos voltar. Petição Senhor, reconheço, muitas vezes, minha distância e autossuficiência. Atrai meu coração, leva-me ao arrependimento e ensina-me a buscar tua presença pela graça de Cristo. Aplicação Hoje separarei quinze minutos sem distrações para ler 2 Crônicas 15, confessar onde tenho buscado segurança e entregar essa área ao Senhor em oração.

    Volte para o Senhor! - 2 Crônicas 15
  2. 1d ago

    Derrubando os altares - 2 Crônicas 14

    Derrubando os altares Leitura: 2 Crônicas 14 Seleção 2 Cr 14.2Asa fez o que era bom e reto aos olhos do Senhor, seu Deus. 3Porque aboliu os altares dos deuses estranhos e o culto nos lugares altos, quebrou as colunas e cortou os postes da deusa Aserá. Observação Podemos desejar a presença de Deus sem querer remover aquilo que ocupa o lugar dele. Tentamos acrescentar oração, culto e leitura bíblica à rotina, enquanto preservamos dependências que governam nossas escolhas, nossa identidade e nossa sensação de segurança. O rei Asa, por sua vez, compreendeu que buscar o Senhor exigia mais do que acrescentar práticas religiosas. Ele removeu os altares estrangeiros, destruiu as colunas e cortou os postes da deusa Aserá. Depois, ordenou que Judá buscasse o Senhor e obedecesse à sua Lei. A reforma envolvia abandonar a idolatria e retornar à Palavra. Nossos ídolos talvez não tenham a forma de estátuas, mas exercem a mesma função. Dinheiro, aprovação, influência, conforto ou relacionamentos tornam-se ídolos quando esperamos deles aquilo que somente Deus pode oferecer. Um presente legítimo torna-se rival quando nossa vida começa a girar em torno dele. Por isso, buscar o Senhor também exige identificar e enfraquecer essas falsas seguranças. Isso pode envolver confessar um pecado, estabelecer limites ou abandonar hábitos que alimentam desejos desordenados. Contudo, não derrubamos ídolos para comprar o amor de Deus. É sua graça que revela nossos rivais e nos capacita a renunciar a eles. Essa graça chega até nós em Cristo. Jesus não morreu por pessoas que já haviam purificado perfeitamente o coração, mas por idólatras incapazes de salvar a si mesmos. Unidos a Ele e renovados pelo Espírito, recebemos liberdade para abandonar os falsos deuses e encontrar em Cristo um tesouro maior do que tudo o que deixamos. Petição Senhor, revela os ídolos que disputam meu coração. Pela graça de Cristo, ensina-me a abandoná-los e a encontrar em ti minha segurança e alegria. Aplicação Hoje identificarei algo cuja perda ameaça dominar meu coração e tomarei uma atitude concreta para enfraquecer essa dependência e fortalecer minha comunhão com Deus.

    Derrubando os altares - 2 Crônicas 14
  3. 2d ago

    Cercados, mas não abandonados - 2 Crônicas 13

    Cercados, mas não abandonados Leitura: 2 Crônicas 13 Seleção 2 Cr 13.14Quando os homens de Judá olharam, viram que a batalha estava por diante e por detrás. Então clamaram ao Senhor, e os sacerdotes tocaram as trombetas. 15Os homens de Judá gritaram. Quando gritavam, Deus derrotou Jeroboão e todo o Israel diante de Abias e de Judá. Observação Há momentos em que os problemas parecem vir de todas as direções. Quando tentamos resolver uma situação, outra dificuldade surge. Sentimo-nos cercados, sem controle suficiente e incapazes de enxergar uma saída segura. Foi exatamente o que aconteceu com o exército de Judá. Enquanto enfrentava Jeroboão pela frente, descobriu que uma emboscada havia sido preparada atrás dele. Cercados por um exército muito maior, os homens de Judá perceberam que sua capacidade militar não seria suficiente. Então clamaram ao Senhor, e os sacerdotes tocaram as trombetas. O texto atribui a vitória a Deus, porque Judá confiou no Senhor. Contudo, esse acontecimento não estabelece uma promessa de que todo cristão será imediatamente livrado de qualquer dificuldade. Ele revela que, quando nossos recursos se mostram insuficientes, nossa esperança permanece no Deus soberano, e não no controle das circunstâncias. Por isso, clamar não é fugir das responsabilidades nem esperar passivamente. É reconhecer nossos limites enquanto damos o próximo passo de obediência. Deus pode remover a crise, abrir uma saída inesperada ou nos sustentar dentro dela. Em qualquer caso, depender dele é mais seguro do que confiar apenas em nossa própria força. Essa segurança se torna definitiva em Cristo. Na cruz, Jesus entrou no lugar de seu povo e enfrentou o juízo que nos cercava. Por sua ressurreição, venceu o pecado e a morte. Unidos a Ele, não recebemos garantia de uma vida sem crises, mas a certeza de que nenhuma circunstância poderá nos arrancar das mãos de Deus. Petição Senhor, quando eu me sentir cercado, livra-me do desespero e da autossuficiência. Ensina-me a clamar, obedecer e descansar na segurança de Cristo. Aplicação Hoje apresentarei claramente a Deus uma situação que me parece sem saída e definirei o próximo passo de obediência que está ao meu alcance.

    Cercados, mas não abandonados - 2 Crônicas 13
  4. 3d ago

    Quando a força nos enfraquece - 2 Crônicas 12

    Quando a força nos enfraquece Leitura: 2 Crônicas 12 Seleção 2 Cr 12.1Tendo Roboão confirmado o reino e havendo-se fortalecido, abandonou a Lei do Senhor, e todo o Israel fez o mesmo. Observação Durante as crises, percebemos com facilidade quanto precisamos de Deus. Oramos com intensidade, buscamos direção nas Escrituras e reconhecemos nossos limites. Porém, quando a situação melhora, podemos diminuir a vigilância e agir como se a estabilidade tivesse nos tornado autossuficientes. Foi o que aconteceu com Roboão. Depois que seu reino se estabeleceu e ele se tornou forte, abandonou a Lei do Senhor. A estabilidade não era o problema. O perigo estava em receber força como dádiva de Deus e, depois, usá-la como motivo para viver sem depender dele. Essa autossuficiência logo revelou sua fragilidade. Sisaque, rei do Egito, avançou contra Judá e conquistou suas cidades fortificadas. As estruturas que davam segurança a Roboão não foram capazes de sustentá-lo. Deus usou aquela disciplina para mostrar que abandonar sua Palavra jamais produz verdadeira segurança. Também podemos transformar bênçãos em substitutos de Deus. Saúde, recursos, conhecimento, experiência e ministério são bons presentes, mas se tornam perigosos quando diminuem nossa oração e tornam a Palavra secundária. A resposta não é desprezar aquilo que recebemos, mas devolver cada dádiva ao Senhor em gratidão e dependência. Essa dependência encontra seu fundamento em Cristo. Jesus não nos salvou para que aprendêssemos a viver sem Ele, mas para nos unir permanentemente a si. Porque fomos aceitos pela graça, podemos reconhecer nossa fraqueza sem medo e usar cada capacidade recebida para sua glória, confiando que somente Ele nos sustenta. Petição Senhor, livra-me da autossuficiência. Ensina-me a receber cada força como dádiva e a permanecer dependente de Cristo em todas as circunstâncias. Aplicação Hoje identificarei uma área em que me sinto autossuficiente, agradecerei a Deus por essa capacidade e pedirei sua direção antes de agir.

    Quando a força nos enfraquece - 2 Crônicas 12
  5. 4d ago

    Quando Deus muda nossos planos - Crônicas 11

    Quando Deus muda nossos planos Leitura: 2 Crônicas 11 Seleção 2 Cr 11.4Assim diz o Senhor: “Não subam, nem lutem contra os seus irmãos. Que cada um volte para a sua casa, porque eu é que fiz isto.” E eles obedeceram à palavra do Senhor e desistiram de atacar Jeroboão. Observação Parar pode ser mais difícil do que começar. Depois de investirmos tempo, recursos e reputação em uma decisão, recuar parece fraqueza. Por isso, podemos chamar de perseverança aquilo que, na verdade, é apenas orgulho resistindo à correção. Roboão reuniu cento e oitenta mil guerreiros para recuperar o reino do Norte. Ele pretendia corrigir pela força a divisão que sua própria insensatez havia agravado. Contudo, por meio do profeta Semaías, Deus ordenou que o povo não lutasse contra seus irmãos. Ao ouvir essa palavra, eles voltaram para casa. Essa ordem também revelou a soberania do Senhor: a divisão estava debaixo de seu governo. Isso não tornou a arrogância de Roboão justa, mas mostrou que nem mesmo o pecado humano escapa aos propósitos divinos. O rei precisava aceitar que não restauraria pela violência aquilo que havia perdido por sua imprudência. Do mesmo modo, a Palavra pode interromper projetos alimentados por medo, vaidade ou necessidade de controle. Obedecer não significa abandonar responsabilidades por causa de uma impressão subjetiva. Significa parar quando as Escrituras mostram claramente que nossos meios, motivações ou objetivos contradizem a vontade de Deus. Essa submissão encontra seu modelo e sua força em Jesus. Cristo obedeceu perfeitamente ao Pai, mesmo quando o caminho o conduziu à cruz. Unidos a Ele, não precisamos insistir em nossos planos para proteger a imagem ou provar que estamos certos. Recebidos pela graça, podemos reconhecer o erro, recuar e seguir a direção de Deus. Petição Senhor, livra-me de confundir orgulho com perseverança. Dá-me humildade para receber tua correção e abandonar todo caminho contrário à tua Palavra. Aplicação Hoje examinarei uma decisão em andamento e, se a Palavra revelar desobediência, definirei uma atitude concreta para interromper esse caminho.

    Quando Deus muda nossos planos - Crônicas 11
  6. Aug 14

    Conselhos que confirmam - 2 Crônicas 10

    Conselhos que confirmam Leitura: 2 Crônicas 10 Seleção 2 Cr 10.8Mas Roboão desprezou o conselho que os anciãos lhe tinham dado e foi pedir conselho aos jovens que haviam crescido com ele e o serviam. Observação Nem sempre procuramos conselhos porque desejamos descobrir o que é certo. Às vezes, nossa decisão já está tomada e buscamos apenas alguém que concorde conosco. Nesse caso, o conselho não serve para nos orientar, mas para aliviar a consciência e fortalecer aquilo que já queremos fazer. Foi assim com Roboão. Diante do pedido do povo por uma carga mais leve, ele consultou os anciãos que haviam servido a Salomão. Eles recomendaram bondade e disposição para servir. Contudo, como essa orientação contrariava sua vontade de demonstrar autoridade, Roboão a rejeitou e procurou os jovens que confirmariam sua inclinação. O problema não estava simplesmente na idade dos conselheiros. O coração orgulhoso de Roboão selecionou a voz que alimentava seu desejo de poder. Ele confundiu firmeza com dureza e autoridade com intimidação. Ao recusar a sabedoria, tomou uma decisão que contribuiu para a divisão do reino. Também podemos filtrar os conselhos que recebemos. Ignoramos quem nos confronta, aproximamo-nos de quem sempre concorda e até usamos textos bíblicos isolados para justificar nossas preferências. Por isso, antes de perguntar quem apoia nossa decisão, precisamos perguntar se estamos realmente dispostos a obedecer à Palavra, mesmo quando ela contraria nossos desejos. Essa humildade não nasce da insegurança, mas da graça. Em Cristo, não precisamos proteger nossa imagem nem provar constantemente que estamos certos. Jesus é a sabedoria de Deus e o Rei a quem submetemos nossas decisões. Seguros em sua aceitação, podemos reconhecer nossos enganos, ouvir correções e mudar de direção. Petição Senhor, revela quando procuro apenas aprovação. Dá-me humildade para ouvir correções e submeter meus desejos à sabedoria de tua Palavra. Aplicação Hoje apresentarei uma decisão importante a uma pessoa biblicamente madura e pedirei que aponte, com sinceridade, algo que talvez eu não esteja querendo enxergar.

    Conselhos que confirmam - 2 Crônicas 10
  7. Aug 13

    Sabedoria que glorifica a Deus - 2 Crônicas 9

    Sabedoria que glorifica a Deus Leitura: 2 Crônicas 9 Seleção 2 Cr 9.8Bendito seja o Senhor, seu Deus, que se agradou de você e o colocou no seu trono como rei para o Senhor, seu Deus. É porque o seu Deus ama Israel e quer estabelecê-lo para sempre que ele o constituiu rei sobre este povo, para que você execute o juízo e a justiça. Observação Quando recebemos reconhecimento por algo que fazemos bem, facilmente transformamos admiração em alimento para o orgulho. Mesmo sabendo que nossos dons vêm de Deus, gostamos de ser vistos como a origem daquilo que despertou a atenção das pessoas. Essa tentação nos ajuda a compreender o encontro da rainha de Sabá com Salomão. Ela ficou impressionada com sua sabedoria, suas respostas e a organização de seu reino. Contudo, sua admiração não terminou no rei: ao perceber a grandeza do que havia diante dela, bendisse ao Senhor. Ao fazer isso, a rainha reconheceu que Salomão não ocupava o trono apenas por capacidade própria. Deus o havia estabelecido como rei porque amava Israel e desejava exercer justiça. Assim, a sabedoria de Salomão deveria funcionar como uma janela para a bondade daquele que a concedeu. Seguindo esse mesmo princípio, nossos dons não foram dados para construir uma reputação independente de Deus. Devemos desenvolvê-los com excelência, mas também usá-los de maneira que as pessoas reconheçam a graça do Senhor. Receber um elogio com humildade inclui lembrar que capacidade, oportunidade e resultados procedem dele. Essa verdade se torna ainda mais clara em Jesus, aquele que é maior do que Salomão. Cristo não apenas recebeu sabedoria: Ele é a sabedoria de Deus e o Rei perfeitamente justo. Unidos a Ele, podemos servir sem buscar nossa própria exaltação, desejando que cada dom recebido conduza outros à adoração do Senhor. Petição Senhor, livra-me de usar meus dons para minha exaltação. Que minha vida revele tua bondade e conduza outras pessoas a reconhecerem tua graça. Aplicação Hoje, ao receber um elogio, agradecerei com humildade e reconhecerei diante de Deus que minha capacidade, oportunidade e resultados procedem de sua graça.

    Sabedoria que glorifica a Deus - 2 Crônicas 9
  8. Aug 12

    Guiados pela Palavra - 2 Crônicas 8

    Guiados pela Palavra Leitura: 2 Crônicas 8 Seleção 2 Cr 8.12Então Salomão ofereceu holocaustos ao Senhor, sobre o altar que havia edificado ao Senhor diante do pórtico, 13e isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés… Observação Nem tudo o que fazemos com sinceridade agrada necessariamente a Deus. Podemos gostar de uma música, emocionar-nos durante o culto ou repetir certos rituais por muitos anos e, ainda assim, nunca perguntar se nossa adoração está de acordo com aquilo que o Senhor revelou em sua Palavra. Essa pergunta aparece no modo como Salomão organizou o serviço do Templo. Os sacerdotes, os levitas e os porteiros foram distribuídos conforme as determinações de Moisés e as orientações de Davi. Salomão não inventou uma adoração baseada em suas preferências; reconheceu que o Deus adorado também estabelece como deseja ser adorado. Essa submissão mostra que a adoração não começa em nossa criatividade, mas na revelação de Deus. Emoções, beleza e excelência podem acompanhá-la, porém não podem governá-la. Sem a verdade, até uma experiência intensa pode apenas confirmar nossos desejos, em vez de formar nosso coração segundo a vontade do Senhor. Por isso, precisamos avaliar tanto o culto público quanto nossa devoção pessoal pelas Escrituras. Não basta perguntar se algo nos agrada ou nos emociona. Devemos perguntar se a Palavra está sendo anunciada fielmente, se Deus ocupa o centro e se nossa resposta envolve fé, reverência e obediência. Essa adoração orientada pela Palavra encontra seu centro em Jesus. Os sacrifícios e sacerdotes do templo apontavam para Cristo, nosso Sacerdote perfeito e sacrifício suficiente. Nele, aproximamo-nos do Pai e, pelo Espírito, oferecemos toda a vida em adoração. Não obedecemos para conquistar acesso a Deus; adoramos segundo sua Palavra porque, em Cristo, ele nos recebeu por graça. Petição Senhor, submete minhas preferências à tua Palavra. Que eu te adore por meio de Cristo, com verdade, reverência e uma vida conduzida pelo teu Espírito. Aplicação Hoje examinarei um elemento da minha devoção pessoal à luz das Escrituras e corrigirei aquilo que tem sido conduzido apenas por hábito ou preferência.

    Guiados pela Palavra - 2 Crônicas 8

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Palavras de encorajamento, consolo e exortação, para corações que desejam viver uma íntima relação com Jesus. Me chamo Bruno Serafim da Luz, sou pastor da Aviva igreja cristã, na cidade de Criciúma, SC. Casado com a Lela, pai da Malu e da Laura. Formado em Teologia pelo Seminário Martin Bucer. Mestre em Neurociências pelo Instituto de Psicologia da USP.