Ambiente é o Meio - USP

Jornal da USP

O programa discute temas ambientais e sociais, analisa questões de sustentabilidade por meio de entrevistas com especialistas e pesquisadores da área no âmbito do município, do Estado, do País e do planeta. Apresentação: Produção: José Marcelino de Rezende Pinto e Marcelo Pereira de Souza (FFCLRP) e Daniela Sudan (USP Recicla), colaboradores - FFCLRP: Everton Macedo de Held, Vanessa Oliveira Souza, Franciele Santos Amorim, Reinaldo Romero (colaborador), Luis Antônio Fontana (operador de áudio), Centro de Informática de Ribeirão Preto (produção técnica) E-mail: ouvinte@usp.br Horário: Horário: quartas, às 13h, com reprise aos domingos, às 17h30 Duração: 30 minutos

  1. 6D AGO

    Ambiente é o Meio #208: Mercado de economia verde para o Cerrado pode trazer riscos ambientais

    O programa Ambiente é o Meio desta semana entrevistou Bruno Bassi, do Observatório do Agronegócio no Brasil De Olho nos Ruralistas, para discutir a COP 30, o lobby empresarial e os créditos de carbono ligados a plantios de eucalipto no Cerrado. Bassi conta que o Observatório articula pesquisa acadêmica e jornalismo investigativo para analisar a atuação de empresas e setores econômicos; e que um relatório recente, lançado antes da COP 30, mapeou o lobby de grandes empresas, incluindo o Banco BTG Pactual, no contexto da chamada “economia verde”. A investigação, segundo ele, incide sobre os projetos ambientais do BTG, especialmente acordos com Meta, Microsoft, IKEA e Apple para a compra de créditos de remoção de carbono associados a áreas no Cerrado do Mato Grosso do Sul. Embora o banco anuncie grandes áreas de restauração, parte significativa dos projetos permite o uso de monoculturas de eucalipto ou pinus, o que gera controvérsia científica. Pesquisadores alertam para riscos ambientais, como alto consumo de água, uso de agrotóxicos e impactos sobre a biodiversidade. Durante a entrevista, Bassi questionou a lógica da compensação de carbono, que permite às empresas continuarem a emitir gases de efeito estufa enquanto compram créditos, sem enfrentar a redução real de emissões ou a perda de biodiversidade. Ainda segundo Bassi, esse modelo favorece interesses do agronegócio e do setor financeiro, marginalizando comunidades tradicionais e abrindo espaço para fraudes e conflitos territoriais. Ele defendeu maior regulação estatal, transparência nos contratos e debate público envolvendo cientistas e comunidades afetadas, além de anunciar novos conteúdos do Observatório sobre a atuação de lobbies no Brasil.

    29 min
  2. FEB 4

    Ambiente é o Meio #207: Indústria da moda oferece pouca informação sobre seus impactos ambientais e sociais

    O primeiro podcast 2026 do Ambiente é o Meio conversou com Isabella Luglio, gerente de Pesquisa do Fashion Revolution Brasil, para discutir os impactos socioambientais da indústria da moda. A conversa abordou a falta de comprometimento do setor com a sustentabilidade e destacou a importância da transparência como instrumento de mudança. Formada em design de moda, Isabella conta que direcionou sua carreira para a pesquisa e o ativismo ao perceber as contradições do modelo tradicional da indústria. Ela integra o Fashion Revolution Brasil, organização que faz parte de um movimento global criado em 2013 após o desabamento de um prédio de confecções em Bangladesh, tragédia que revelou graves violações trabalhistas na cadeia produtiva da moda. A entrevistada ressaltou que a moda está entre as indústrias mais poluentes do mundo devido ao uso intensivo de água, produtos químicos, fibras sintéticas derivadas do petróleo e à lógica acelerada de produção, atualmente marcada pelo ultra fast fashion. Esse modelo amplia a exploração de recursos naturais finitos e a geração de impactos ambientais. Nesse contexto, Isabella comenta o Índice de Transparência da Moda Brasil, pesquisa que avalia grandes marcas a partir de informações públicas sobre clima e sustentabilidade. Segundo a pesquisadora, esses dados mostram baixos níveis de transparência, com média de 24% entre as empresas analisadas, indicando que a maioria ainda divulga poucas informações sobre seus impactos ambientais e sociais. A entrevista também destacou desafios específicos do Brasil, como o desmatamento associado à produção de couro e algodão, além da precarização do trabalho na indústria da moda. Por fim, Isabella enfatizou o papel das políticas públicas e dos consumidores na pressão por mudanças e defendeu a valorização de práticas sustentáveis já existentes em comunidades tradicionais e periféricas como caminhos para a construção de uma moda mais justa e responsável. Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

    26 min
  3. 12/17/2025

    Ambiente é o Meio #206: Visão afetiva pode ajudar na preservação amazônica

    O Ambiente é o Meio desta semana recebe a arqueóloga Ana Caroline Souza Arapium, pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, para falar sobre seus estudos em um sambaqui (montes de conchas, ossos e restos de animais feitos em épocas pré-históricas) do Baixo Amazonas.  Além de suas pesquisas em zooarqueologia (estuda restos de animais), Ana Caroline fala de origens indígenas e sua trajetória profissional, lembrando que começou cedo, aos 10 anos de idade, em um programa de rádio chamado “A Hora do Chibé” em que contava histórias ancestrais do Baixo Amazonas.  A arqueóloga destaca a importância de pesquisadores indígenas, como ela, na reconstrução e valorização das memórias de seus antepassados, trazendo uma perspectiva interna e afetiva para a ciência. Ana Caroline acredita que seu trabalho abre portas para outros jovens indígenas na ciência. Atualmente, seu estudo é centrado na zooarqueologia, pesquisando um local específico da Ponta do Jauari, no estado do Pará. Trata-se de um sítio arqueológico que fica submerso seis meses por ano, no qual ela trabalha materiais faunísticos, como os peixes, para entender a relação dos povos originários com a pesca, sua alimentação e métodos de pesca. Ana Caroline conta que compara seus achados com crônicas de viajantes e naturalistas e outros conhecimentos de cientistas indígenas sobre o tema. A pesquisadora afirma que o sambaqui Ponta do Jauari data do Holoceno Tardio (era geológica mais atual), com datações que se aproximam do período de contato com os europeus. Mas, diz que o sítio está ameaçado pelo avanço da agropecuária. Assim sua luta hoje compreende usar a arqueologia e as leis de preservação do patrimônio para proteger territórios ancestrais amazônicos. Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

    24 min
  4. 12/10/2025

    Ambiente é o Meio #205: Catadores são os principais responsáveis pela reciclagem no Brasil

    O Ambiente é o Meio desta semana recebe a engenheira ambiental Ana Maria Rodrigues Costa de Castro para conversar sobre o papel dos catadores de recicláveis na economia e no meio ambiente. Ana Maria, que é especialista em Engenharia Hidráulica e Saneamento e atua junto ao Núcleo de Estudo e Pesquisa em Resíduos Sólidos (Neper) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, afirma que, embora o Brasil seja campeão mundial na reciclagem de latinhas de alumínio, apresenta baixa reciclagem total de resíduos sólidos, estimada em cerca de 4% apenas. Nesse contexto, enfatiza a pesquisadora, temos que os catadores de recicláveis são os principais responsáveis pela reciclagem no País, mesmo atuando de maneira informal e com poucos dados governamentais sobre sua atuação, situação que se repete em muitos outros países, que até negam a existência desses profissionais. Em seu doutorado, Ana Maria investigou a possibilidade de integração desses profissionais à economia brasileira. A revisão sistemática da literatura que realizou mostra que o Brasil é o país mais avançado em termos de pesquisas e práticas de integração de catadores. Já os resultados de seu estudo propõem uma nova definição de integração e de reconhecimento profissional, através de pagamentos pelos serviços realizados à sociedade com garantia de infraestrutura adequada para o exercício das atividades. No Brasil, continua Ana Maria, a catação é uma profissão reconhecida por lei e os catadores já participam da construção de políticas públicas como a Política Nacional de Economia Circular; no entanto, muitas práticas de integração estão em ênfase inicial e a implementação das leis ainda representam um desafio. As demandas dos catadores, informa a pesquisadora, também variam entre os organizados em cooperativas e associações e os autônomos. Enquanto os grupos organizados buscam contratos com Prefeituras por pagamentos justos e de renovação anual, os autônomos desejam ser incluídos em programas sem serem forçados a entrar em cooperativas. Como exemplos de iniciativas bem-sucedidas, Ana Maria cita o Bolsa Reciclagem de Minas Gerais (remunera catadores pelo serviço) e a Universidade de e para Catadores e Catadoras (Unicata). Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

    28 min
  5. 12/03/2025

    Ambiente é o Meio #204: Acesso ao saneamento é considerado marcador de desigualdade

    Nesta semana, o Ambiente é o Meio recebe o professor Leo Heller, da Universidade Federal de Minas Gerais, ex-Relator Especial para os Direitos Humanos à Água e ao Saneamento (DHAS) das Nações Unidas e pesquisador do Instituto René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para falar sobre os direitos humanos à água e ao saneamento. Heller explica que a água e o saneamento básico passaram a ser considerados direitos humanos pela Organização das Nações Unidas (ONU) apenas em 2010, mesmo que especialistas na área já os considerassem há muito tempo. O pesquisador afirma também que o saneamento é um importante marcador de desigualdade, pois quem não tem acesso, no Brasil, são: populações rurais; povos tradicionais, indígenas e quilombolas; pessoas que vivem em assentamentos nos grandes centros urbanos e pessoas de cidades pequenas. Outro ponto mencionado pelo pesquisador é que ninguém pode ter o acesso ao sistema de água ou esgoto limitado pela incapacidade de pagamento; além de ser proibido o corte da água das casas daqueles que não tenham meios para pagar pela conta. Sobre a questão da privatização do sistema de água e saneamento, Heller diz que os governos e empresas não abrem espaço para escutar a população afetada por essa ação. Para o pesquisador, a privatização representa um risco aos direitos humanos que ocorre por vários fatores e cita dois: o aumento das tarifas para a população e o aumento da exclusão, já que as empresas relutam quanto aos investimentos em áreas de baixa atratividade econômica. Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

    28 min
  6. 11/26/2025

    Ambiente é o Meio #203: Amontoados de conchas permitem estudo da biodiversidade brasileira

    Nesta semana, o Ambiente é o Meio recebe Gabriela Prestes Carneiro, historiadora e pesquisadora do Museu Nacional de História Natural de Paris, para falar sobre a presença de sambaquis na Amazônia. Gabriela explica que sambaquis são monumentos feitos de conchas construídos por populações humanas há cerca de 3 mil anos e, no Brasil, encontrados principalmente no litoral, no norte da Amazônia e no interior do País. A pesquisadora diz ainda que sambaqui significa conchas amontoadas, em tupi. Esses monumentos, segundo Gabriela, desempenharam diferentes funções ao longo do tempo, servindo, por exemplo, de cemitérios e moradias. A pesquisadora destaca que os sambaquis permitem o estudo da biodiversidade e mudanças do ambiente ao longo do tempo: “Por serem feitos de conchas, formam um contexto ideal de conservação”. Dentro dessas construções, continua, é possível identificar fibras, sementes, espinhos e escamas de peixes, e até mesmo remanescentes humanos conservados. Apesar de não serem mais construídos no Brasil, Gabriela afirma que em países como Guiné-Bissau e Senegal, os sambaquis ainda fazem parte da cultura. A pesquisadora conta que, no Senegal, algumas populações enterram seus mortos nesses monumentos formados por conchas. Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

    27 min
  7. 11/05/2025

    Ambiente é o Meio #200: Arquitetura hostil limita permanência de pessoas em locais públicos ou privados

    Nesta semana, o Ambiente é o Meio recebe o professor Jeferson Cristiano Tavares, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAUSC) da USP, para falar sobre arquitetura hostil. De acordo com o professor, a arquitetura hostil designa ações ou iniciativas, públicas ou privadas, voltadas à transformação de espaços urbanos ocupados por pessoas em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de inibir sua permanência nesses locais. Um exemplo disso, segundo Tavares, é cimentar pedras embaixo de viadutos, colocar grades em canteiros, e até mesmo bancos de praça que delimitam o local para as pessoas sentarem. Tavares explica que as maiores vítimas da arquitetura hostil são pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica, e afirma que isso não é uma escolha, mas é o que restou para essas pessoas, pois terra e moradia são caras. O professor ainda menciona a Lei nº 14.489/2022, conhecida como Lei Padre Júlio Lancellotti. Com aplicabilidade direta, a lei proíbe a arquitetura hostil e dá argumentos para evitar que ela continue acontecendo e se torne uma política pública. Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

    29 min
  8. 10/29/2025

    Ambiente é o Meio #199: Plantar árvores é algo positivo, mas não é suficiente para restaurar a Mata Atlântica, dizem especialistas

    Nesta semana, o Ambiente é o Meio recebe as biólogas Débora Cristina Rother, coordenadora do Laboratório de Conservação e Restauração Ecológica (Lacre) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Carine Emer, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e do Instituto Juruá, no Amazonas. As biólogas afirmam que hoje resta entre 12% e 18% da vegetação original da Mata Atlântica, uma situação crítica, pois mostra a perda contínua de florestas maduras, mesmo com o ganho de vegetação jovem. Débora e Carine destacam que, apesar de plantar árvores ser algo positivo, não é suficiente para restaurar a Mata Atlântica.  Essas informações fazem parte de um estudo realizado pelas pesquisadoras, que utilizaram um banco de dados a partir de amostras da região de Batatais (SP), em que o cultivo de cana-de-açúcar é predominante. O estudo teve como objetivo entender como áreas restauradas integram-se na paisagem e como as espécies se distribuem, análise feita a partir da teoria de redes ecológicas, segundo Carine. Os resultados obtidos pelas pesquisadoras revelam que as áreas em restauração ainda não estão totalmente integradas à rede ecológica da paisagem. Também apontam diferenças entre as espécies que estão se regenerando naturalmente e aquelas que foram plantadas, o que indica que as mudas surgidas espontaneamente vêm de outras áreas. Isso sugere que as sementes estão sendo dispersas por animais, como aves e morcegos, um sinal considerado positivo por Débora. Ainda assim, a diversidade observada permanece inferior à da vegetação original. Ouça o episódio completo no player acima. Ambiente é o Meio Produção e Apresentação: Professores Marcelo Marini Pereira de Souza e José Marcelino de Resende Pinto, ambos professores da FFCLRP Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: ouvinte@usp.br Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107.9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . .

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