Igreja Reformada de Campinas

Igreja Reformada de Campinas

Somos uma igreja reformada de tradição continental que faz parte da Confederação das Igrejas Reformadas do Brasil. Somos uma igreja confessional que subscreve as Três Formas de Unidade (Confissão Belga, Catecismo de Heidelberg e Cânones de Dort). Queremos crescer como uma igreja que adora a Deus de forma bíblica, que anuncia o evangelho da graça e cujos membros desejam apoiar e cuidar uns dos outros. Nos reunimos para o culto solene aos domingos às 10h e às 14h. Rua Manoel Francisco Monteiro, 163, Parque Industrial, Campinas - SP, 13031-500

  1. 6d ago

    Artigo 23 - Confissão Belga | Hebreus 4.16

    26ª pregação catequética em uma série de sermões na Confissão Belga.   Sermão expondo o artigo 23 da Confissão Belga.   Sermão pregado pelo pastor Elienai Batista no culto vespertino do dia 11 de outubro de 2026 na Igreja Reformada de Campinas.   campinas.igrejareformada.org     ARTIGO 23 — A nossa justiça diante de Deus Cremos que a nossa bem-aventurança fundamenta-se no perdão dos nossos pecados, por causa de Jesus Cristo, e que nisso consiste a nossa justiça diante de Deus, segundo nos ensinam Davi e Paulo. Eles declaram que é “bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras” (Sl 32.1; Rm 4.6). O apóstolo também diz que somos “justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3.24). Portanto, sempre nos apegamos a esse firme fundamento. Damos toda a glória a Deus, humilhamo-nos diante dele e reconhecemos aquilo que realmente somos. Nada temos que reivindicar por causa de nós mesmos nem por mérito nosso, mas dependemos e descansamos somente na obediência de Jesus Cristo crucificado. Essa obediência é nossa quando cremos nele. Ela é o suficiente para cobrir todas as nossas iniquidades e nos conceder a ousadia de nos aproximarmos de Deus, livrando a nossa consciência de temor, terror e assombro, de modo a não seguirmos o exemplo do nosso primeiro pai, Adão, que trêmulo tentou se esconder e se cobrir com folhas de figueira. Certamente que seríamos consumidos, se tivéssemos que aparecer diante de Deus confiados — por pouco que fosse — em nós mesmos ou em qualquer outra criatura (ai de nós!). Por isso, todos devem dizer com Davi: ó SENHOR, “não entres em juízo com o teu servo, porque à tua vista não há justo nenhum vivente” (Sl 143.2).     “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” (Hebreus 4.16)

  2. Sep 27

    Artigo 22 - Confissão Belga | Romanos 3.28

    25ª pregação catequética em uma série de sermões na Confissão Belga.   Sermão expondo o artigo 22 da Confissão Belga.   Sermão pregado pelo pastor Elienai Batista no culto vespertino do dia 27 de setembro de 2026 na Igreja Reformada de Campinas.   campinas.igrejareformada.org     ARTIGO 22 — A nossa justificação pela fé em Cristo Cremos que, para podermos obter o verdadeiro conhecimento desse grande mistério, o Espírito Santo acende em nosso coração uma fé verdadeira. Fé que abraça Jesus Cristo com todos os seus méritos, que se apropria dele, e que nada busca além dele mesmo. Pois das duas, uma: ou em Jesus Cristo não há tudo o que precisamos para a nossa salvação, ou tudo se acha nele e, então, aquele que possui Jesus Cristo pela fé tem plena salvação. É, portanto, uma terrível blasfêmia afirmar que Cristo não é suficiente, mas que se faz necessário algo além dele; pois, a conclusão seria, então, que Cristo é apenas meio Salvador. Por isso, dizemos exata e corretamente como Paulo que “somos justificados pela fé, independentemente das obras da lei” (Rm 3.28). Contudo, estritamente falando, não entendemos isso como se a própria fé nos justificasse, pois ela é apenas o instrumento com o qual abraçamos Cristo, justiça nossa. Ele nos imputa todos os seus méritos e todas as obras santas que tem feito por nós e em nosso lugar. Assim, pois, Jesus Cristo é a nossa justiça, e a fé é o instrumento que nos mantém com ele, na comunhão de todos os seus benefícios. Quando estes se tornaram nossos, são mais do que suficientes para nos absolver dos nossos pecados.     “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei.” (Romanos 3.28)

  3. Sep 20

    Artigo 21 - Confissão Belga | Hebreus 10.24

    24ª pregação catequética em uma série de sermões na Confissão Belga.   Sermão expondo o artigo 21 da Confissão Belga.   Sermão pregado pelo pastor Elienai Batista no culto vespertino do dia 20 de setembro de 2026 na Igreja Reformada de Campinas.   campinas.igrejareformada.org     ARTIGO 21 — A satisfação de Cristo, nosso Sumo Sacerdote Cremos que Jesus Cristo foi confirmado por juramento para ser Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. Ele se apresentou em nosso lugar diante de seu Pai, aplacando-lhe a ira e satisfazendo-o totalmente pela oferta de si mesmo sobre o madeiro da cruz, onde verteu o seu precioso sangue para a purificação dos nossos pecados, conforme predisseram os profetas. Pois está escrito: “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”; “Como cordeiro foi levado ao matadouro”; “Foi contado com os transgressores” (Is 53.5,7,12) e condenado como um criminoso por Pôncio Pilatos, que no entanto havia antes declarado a sua inocência. Ele restituiu o que não havia roubado (Sl 69.4). Ele morreu, “o justo pelos injustos” (1Pe 3.18). Ele sofreu no corpo e na alma, sentindo o castigo terrível causado pelos nossos pecados e o “seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra” (Lc 22.44). Finalmente, ele exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mt 27.46). Tudo isso ele suportou para o perdão dos nossos pecados. Portanto, dizemos, exatamente como Paulo, que nada sabemos “senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2). Consideramos “tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus” nosso Senhor (Fp 3.8). Encontramos consolo nas suas feridas e não temos necessidade de buscar ou de inventar qualquer outro meio de reconciliação com Deus, senão nesse único sacrifício, ofertado uma única vez, através do qual os que creem foram aperfeiçoados para sempre (Hb 10.14). Por isso, o anjo de Deus o chamou de Jesus, isto é, Salvador, “porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.21).     “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.” (Hebreus 10.24)

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