Refil

Arthur Gubert

De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã. Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.

  1. 10h ago

    O segredo de Iten, e a Geração Z que afinal de contas gosta de beber sim.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🏃 O New York Times publica hoje uma reportagem de Iten, no Quênia — a cidade de 4 mil habitantes a 2.400 metros de altitude que produz mais maratonistas de elite do que qualquer lugar do planeta. Sabastian Sawe, que quebrou a barreira das 2 horas na Maratona de Londres em abril, treina na região vizinha de Nandi County. O artigo vai além da altitude — que é necessária mas não suficiente — para documentar o que realmente separa os corredores de Iten: a base aeróbica construída ao longo de anos em ritmo fácil, o treino em grupo como prática obrigatória, as corridas em trilhas de terra que reduzem o impacto e fortalecem a musculatura estabilizadora, e o sono como prática levada a sério — incluindo sonecas regulares. O segredo de Iten não é um segredo. É disciplina acumulada que o Ocidente sabe mas não pratica (NYT) 🍺 O IWSR — a maior empresa de análise de dados do setor de bebidas alcoólicas — publicou esta semana os resultados do seu levantamento semestral com 15 mercados globais, e a conclusão é direta: a narrativa de que a Geração Z é a geração da moderação foi "definitivamente desbancada." 74% dos adultos da Geração Z em idade legal para beber consumiram álcool nos últimos seis meses — apenas dois pontos percentuais abaixo da média geral de adultos, que é 76%. O número marca um aumento significativo em relação aos 66% registrados três anos atrás. O dado mais surpreendente: são os Baby Boomers que hoje bebem menos do que qualquer outra geração, com taxa de participação de 71%. A ressalva importante que o Business Insider e o Thred apontam: o levantamento mede se a pessoa bebeu ao menos uma vez nos últimos seis meses — não com que frequência ou quantidade (IWSR / Business Insider) O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

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  2. 1d ago

    Por que algumas pessoas viram leitoras, e atenção é coisa de rico.

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  3. 5d ago

    Observar pássaros virou legal, e Ferris Bueller era influencer antes da hora.

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  4. 6d ago

    A Geração Z e o pecado, e o que o VAR ensina sobre quem manda na tecnologia.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: ✝️ O Dazed publica hoje um ensaio sobre um fenômeno linguístico e cultural que chegou ao mainstream pelo Love Island: a Geração Z está obcecada com os sete pecados capitais. Gluttony, lust, greed, sloth — palavras que antes eram restritas ao #ChristianTok — agora aparecem em vídeos de comida ("perdoai minha gula"), comentários de futebol ("isso é a cobiça que falam na Bíblia") e debates sobre comportamento amoroso no Love Island, que gerou 2,3 bilhões de minutos assistidos em duas semanas e é o programa número 1 nos EUA. A 8ª temporada usa "lustful" repetidamente para descrever participantes. O Dazed argumenta que a obsessão com o pecado não é inocente: é um novo idioma para policiamento moral que, mesmo quando usado de brincadeira, reflete o avanço de uma retórica conservadora sobre o que é aceitável. Como o pastor progressista Paul Drees resume: "pecado" passou a funcionar como ferramenta de controle social disfarçada de estética (Dazed) 🟡 O New Yorker publica um ensaio usando o VAR — o sistema de revisão de vídeo do futebol — como metáfora para o problema mais profundo do nosso relacionamento com a tecnologia. A Copa de 2026 tem sido marcada pelo VAR como vilão: o gol que teria eliminado a Alemanha foi anulado por toque de mão milimétrico após revisão de 4 minutos. A Folarin Balogun foi expulso por vermelho direto após intervenção do VAR. A Bélgica se classificou graças a um pênalti que o VAR não conseguiu decidir por 7 minutos. O argumento do ensaio: o VAR foi desenhado para corrigir erros humanos — mas quando o VAR erra, não existe mecanismo de contestação. A tecnologia substituiu o árbitro e ficou acima de qualquer accountability. É exatamente o mesmo padrão dos algoritmos que decidem crédito, custódia e liberdade condicional — opacos, sem recurso, presumidamente objetivos. A questão não é se a tecnologia erra. É quem responde quando ela erra (New Yorker) O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

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  5. Jul 14

    A massinha de adulto da Play-Doh, e a geração que quer ser eletricista.

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  6. Jul 13

    O filme mais antigo do mundo, e quem tem fé sente menos dor.

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  7. Jul 10

    Seus pais podem virar IA, e a Meta tá usando suas fotos do Instagram agora.

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