Empatados by Artêmia Co.

Artêmia Co.

Empatados é um ponto de encontro para homens que decidiram rever o peso das armaduras e aprender a ocupar o mundo de outra forma. Aqui, a masculinidade é colocada na mesa sem medo do ridículo, sem manuais prontos e sem discursos prontos para aplauso.

Episodes

  1. 6D AGO

    O tempo do tabaco e o silêncio dos homens - com Mariana Salomão Carrara | Empatados #11

    No novo episódio do Empatados, Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem a escritora e defensora pública Mariana Salomão Carrara, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura, para uma conversa sobre masculinidades, silêncio e vida no campo brasileiro. A partir do romance A árvore mais sozinha do mundo, narrado por vozes que não são humanas, o episódio investiga formas de existir e de sofrer que não passam pela palavra. Pais e filhos, trabalho rural, ciclos do tabaco, tempo que se repete e afetos que não encontram linguagem. A conversa atravessa literatura, vida no campo, depressão, expectativas sobre os homens e a construção de masculinidades marcadas mais pela ausência de fala do que pelo excesso de autoridade. Também entram em cena a pesquisa por trás do livro, a relação entre escrita e defensoria pública e os impactos reais do trabalho rural na saúde mental de homens agricultores. Um episódio sobre escuta, cuidado e responsabilidade — mesmo quando o silêncio parece dizer tudo. 🎧 Se você tem um podcast, um curso ou um projeto em áudio e vídeo que quer tirar do papel, fale com a gente:  📲 (11) 91401-6291 É só marcar seu horário e produzir com a Artêmia. Siga nossos hosts nas redes sociais: Leonardo Castelo Branco - @leonardocastelob Arthur Abner - @arthabner Siga o Empatados:  📲 Instagram & TikTok: @artemia.co  ▶️ YouTube: @empatadospodcast  🎬 Cortes: @cortesempatados

    43 min
  2. FEB 3

    Sociologia, patriarcado e a formação dos homens - com Túlio Custódio | #10

    O que é masculinidade — e por que ela não é algo natural, mas construída socialmente? Neste episódio do Empatados, Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem Túlio Custódio, sociólogo, doutor pela USP e pesquisador em masculinidades negras, para uma conversa profunda sobre sociologia, patriarcado e a formação dos homens. Falamos sobre como a masculinidade hegemônica patriarcal funciona como um projeto histórico, que molda comportamentos, relações e expectativas desde cedo. Discutimos os principais dispositivos que ensinam os homens a serem quem são, os privilégios envolvidos nesse modelo e também os impactos negativos: silêncio emocional, dificuldade de pedir ajuda, adoecimento e conflitos nas relações. Ao longo do episódio, Túlio explica de forma acessível: o que é sociologia e por que ela importa na vida real como patriarcado, raça e classe se articulam na formação masculina por que o modelo tradicional de homem está em crise se existe espaço para desobediência e construção de masculinidades mais conscientes Uma conversa sem moralismo e sem discurso motivacional raso. Aqui, a sociologia aparece como ferramenta de autonomia: não para dizer como viver, mas para entender por que vivemos como vivemos — e como formar homens melhores, na prática. 🎙️ Empatados é um podcast da Artêmia sobre masculinidades, comportamento e responsabilidade, gravado nos estúdios da Vila Leopoldina.

    52 min
  3. JAN 20

    Homens pretos, presença e cuidado: uma conversa necessária - com Willians Prado | #9

    Neste episódio do Empatados, a conversa gira em torno de uma palavra simples — mas profundamente política: presença. Recebemos Willians Prado, designer, artista, fotógrafo e coordenador de comunicação do Coletivo Pais Pretos Presentes, uma rede que vem transformando a forma como homens pretos pensam paternidade, cuidado, afeto e responsabilidade. A trajetória de Willians cruza arte, comunicação e construção coletiva. No coletivo, ele encontra um espaço de acolhimento, troca e aquilombamento, onde a comunicação deixa de ser apenas estratégia e passa a ser ferramenta de cuidado, escuta e permanência. 🎙️ Neste episódio, conversamos sobre: A trajetória de Willians antes e depois do Coletivo Pais Pretos Presentes; Como a comunicação pode ser um gesto político de cuidado e pertencimento; O que é o Coletivo Pais Pretos Presentes e por que ele vai além da ideia de “grupo de pais”; Aquilombamento e letramento racial explicados a partir da vida real; Histórias que atravessam, encontros que marcam e aprendizados que permanecem; O impacto de homens pretos ocupando espaços de fala sobre afeto, presença e responsabilidade, inclusive em empresas e instituições. Este é um episódio sobre ver e acolher, sobre construir coletivamente aquilo que o racismo estrutural historicamente tentou negar: tempo, escuta, vínculo e humanidade.Mais do que um debate, este episódio é um convite à escuta — e à responsabilidade. 📍 Gravado no Estúdio Artêmia, na Vila Leopoldina (SP). 🎧 Se você tem um podcast, um curso ou um projeto em áudio e vídeo que quer tirar do papel, fale com a gente: 📲 (11) 91401-6291 É só marcar seu horário e produzir com a Artêmia. Siga nossos hosts nas redes sociais: Leonardo Castelo Branco - @leonardocastelob Arthur Abner - @arthabner Siga o Empatados: 📲 Instagram & TikTok: @artemia.co ▶️ YouTube: @empatadospodcast 🎬 Cortes: @cortesempatados

    52 min
  4. JAN 6

    Homens, escuta e responsabilidade: Uma conversa sobre violência de gênero - Com Mabi da Fonseca | #8

    ⚠️ Alerta de conteúdo: este episódio aborda temas sensíveis e inclui relatos de violência contra a mulher e feminicídio. Se você sofreu ou presenciou qualquer tipo de violência, denuncie. Ligue 180. Você não está sozinha.O que leva homens a matar mulheres? Neste episódio do Empatados, discutimos feminicídio, violência de gênero, misoginia e responsabilidade masculina a partir de uma conversa direta, profunda e necessária. O episódio analisa como a cultura masculina, os discursos de ódio e a normalização do controle sobre o corpo feminino sustentam um sistema que produz violência real contra mulheres.O feminicídio não é um desvio individual nem um ato isolado de monstros fora da sociedade. Ele é a expressão extrema de uma estrutura social que legitima posse, punição e silenciamento, especialmente quando mulheres rompem expectativas. Ao longo da conversa, refletimos sobre como essas ideias se reproduzem nas relações, na internet e nos discursos públicos, e por que os homens precisam assumir um papel ativo no enfrentamento da violência de gênero.Para atravessar esse tema com responsabilidade e escuta, o Empatados recebe Maria Beatriz da Fonseca (@dfuriousfemme), comunicadora e uma das vozes mais relevantes do feminismo contemporâneo nas redes sociais. Pela primeira vez, o podcast recebe uma mulher na bancada, reforçando que há debates que exigem menos opinião masculina e muito mais atenção, aprendizado e responsabilidade coletiva.O episódio também aborda dados que evidenciam a urgência do tema, o crescimento da misoginia online, os limites de respostas individuais como a autodefesa feminina e a necessidade de ações estruturais para combater o feminicídio. A conversa propõe revisão de privilégios, mudança de comportamento e engajamento contínuo, indo além da indignação pontual.Este não é um episódio confortável, nem oferece respostas fáceis. Ele afirma que o combate ao feminicídio não é uma pauta exclusiva das mulheres, mas uma responsabilidade social urgente — especialmente dos homens. Gravado no Estúdio Artêmia, na Vila Leopoldina (SP).Se você tem um projeto em áudio ou vídeo e quer tirar do papel, entre em contato conosco pelo (11) 91401-6291. Marca seu horário e vem produzir com a gente.Siga nossos hosts nas redes sociais:Leonardo Castelo Branco - @leonardocastelobArthur Abner - @arthabnerSiga nossa convidada:Maria Beatriz da Fonseca - @dfuriousfemmeSiga o Empatados: 📲 Instagram & TikTok: @artemia.co ▶️ YouTube: @empatadospodcast 🎬 Cortes: @cortesempatados

    59 min
  5. 12/09/2025

    As muitas formas de ser homem: um episódio sobre transmasculinidade | com Caê Vasconcelos - #7

    No episódio de hoje, o Empatados percorre um território que a gente ainda não tinha explorado — e talvez por isso mesmo tão urgente: o corpo transmasculino. O Brasil segue sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo. E quando se fala em corpos trans, quase sempre o debate começa (e termina) na violência, no preconceito e no apagamento. Mas hoje a gente faz outro movimento: um episódio afirmativo, potente e guiado pela experiência de quem vive e constrói essas narrativas todos os dias. Nosso convidado é Caê Vasconcelos, primeiro jornalista trans na bancada do Roda Viva e também o primeiro jornalista trans da história da ESPN Brasil. Autor de Transresistência, Caê já passou pela Cazé TV, UOL, Ponte Jornalismo e segue abrindo caminhos em tudo o que toca. Ao longo da conversa, a gente mergulha em temas que quase nunca aparecem quando se fala de homens trans: Afinal, o que é transmasculinidade — e por que não existe uma só? Tabus sobre menstruação, saúde reprodutiva e aborto quando o corpo não cabe nos rótulos cisnormativos. As mudanças internas da transição que ninguém conta — e que exigem outro tipo de coragem. A história de Caê: da Vila Nova Cachoeirinha ao jornalismo, passando pela escrita, pela identidade e pelo impacto de ocupar espaços onde homens trans nunca haviam estado. O esporte como território ainda hostil — e como jornalistas e atletas trans vêm reconfigurando arquibancadas, narrativas e pertencimento. Falamos sobre representatividade, sobre quem veio antes, sobre quem ainda não está lá — e sobre o que falta para que pessoas trans, especialmente homens trans, possam existir no esporte com dignidade, segurança e visibilidade. Um episódio necessário, generoso e cheio de verdade. Gravado no Estúdio Artêmia, na Vila Leopoldina (SP).Se você tem um projeto em áudio ou vídeo e quer tirar do papel, entre em contato conosco pelo (11) 91401-6291. Marca seu horário e vem produzir com a gente.

    59 min
  6. 11/11/2025

    Como formar homens melhores: escuta, emoção e ancestralidade - com Zé Ricardo (Papo de Homem) | #5

    No episódio #5 de Empatados, Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem Zé Ricardo Oliveira, do Papo de Homem, para uma conversa profunda sobre como formar homens melhores. O ponto de partida é o projeto Meninos: Sonhando os homens do futuro, que escuta adolescentes de 13 a 17 anos para entender suas dores, suas alegrias e suas visões de mundo.A iniciativa, que se tornou um filme documentário, revela o quanto a transformação das masculinidades começa cedo e depende da capacidade de ouvir os meninos de hoje para transformar os homens de amanhã.O papo percorre temas como educação emocional, rodas de conversa, ancestralidade, literatura negra e comunicação consciente, mostrando que formar homens melhores não é um ato individual, é um projeto coletivo.Porque, antes de pensar no homem que queremos ser, precisamos aprender a escutar o menino que fomos.Sobre o convidadoZé Ricardo Oliveira é editor de conteúdo e coordenador de comunicação institucional do projeto Meninos. Nascido em Salvador e descendente de famílias quilombolas e indígenas, é formado em Comunicação Social e atua há mais de 20 anos como comunicador e consultor em temas como raça, diversidade e masculinidades.É um dos condutores do coletivo negro Pluriversais, criador da Boca Preta Atividades Literárias — que democratiza o acesso à literatura negra — e curador de leitura e escrita de pessoas negras. Autor de quatro livros e colaborador em outros quatro, também conduz os perfis Articulendo e Academia Preta de Letras, dedicados à valorização da literatura e de personalidades escritoras negras.Siga o Empatados: 📲 Instagram & TikTok: @artemia.co ▶️ YouTube: @empatadospodcast 🎬 Cortes: @cortesempatados

    58 min
  7. 09/30/2025

    ALÉM DO SETEMBRO AMARELO: saúde mental e vulnerabilidade masculina com Thiago Bloss | Empatados #2

    Neste episódio #2 do podcast Empatados, discutimos saúde mental masculina, vulnerabilidade emocional e prevenção do suicídio durante o Setembro Amarelo. Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem o psicólogo Thiago Bloss para falar sobre os desafios da saúde mental masculina, tabus que ainda existem e o papel da psicologia e da tecnologia no cuidado emocional. A conversa inclui casos reais e estratégias de prevenção e pósvenção do suicídio, oferecendo reflexões importantes para familiares, amigos e profissionais da área. Mais do que respostas, este episódio é um espaço para quebrar tabus sobre a vulnerabilidade masculina, estimular diálogos sobre dor e emoções difíceis, e mostrar caminhos de cuidado e empatia. Ideal para quem busca compreender melhor a saúde mental dos homens e formas de apoio eficientes. Sobre o convidado:Thiago Bloss é psicólogo formado pela USP, mestre em Psicologia Social também pela USP e doutor pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da UNIFESP. Coordena o Projeto ROMPA, da UNINOVE, voltado para o atendimento de mulheres vítimas de violência, e tem uma trajetória dedicada à prevenção e à pósvenção do suicídio. Siga nossos hosts nas redes sociais: Leonardo Castelo Branco - @leonardocastelob Arthur Abner - @arthabner Siga nosso convidado:Thiago Bloss - @thiagobloss_psi Siga a Artêmia para ver cortes e novidades: @artemia.co

    51 min

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