Panorama do Mercado com Raphael Abs Musa

Raphael Abs Musa

O seu briefing diário dos mercados, em poucos minutos. Todo dia útil, Dr. Raphael Abs Musa (PhD) traz um panorama no formato das mesas de Londres e Nova York — direto, analítico e sem ruído — cobrindo bolsa, juros, câmbio e macroeconomia nos EUA, Europa, China, Ásia e Brasil. Aqui você acompanha o que move os pregões: rotação de setores, política monetária do Fed e do Banco Central, valuation, renda fixa e os grandes temas macro que conectam geopolítica e mercado. Uma leitura institucional para quem investe e quer entender o porquê por trás dos preços — não só o que subiu ou caiu. Novos episódios todos os dias úteis. Mais conteúdo em @raphaelabsmusa. Raphael Abs Musa de Lemos é Doutor e Mestre em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Economia pelo Mackenzie e pela Business School Madrid. MBA em Investment Banking e Private Banking pelo Ibmec. Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP - Largo de São Francisco). Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais, Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas do Distrito Federal. Professor, palestrante e autor. Mediador. Investidor profissional. Ex-advogado.

  1. 19h ago

    Ibovespa +7,7% e dólar a R$ 5,00: o que o pregão de ontem já decidiu sobre os próximos quatro anos

    Panorama do Mercado com Abs — terça-feira, 6 de outubro de 2026. O pregão de ontem foi histórico: Ibovespa +7,7%, para 206 mil pontos; dólar −4,12%, fechando em R$ 5,00; vértices longos da curva de juros caindo mais de 1,2 ponto percentual em um único dia. Neste episódio, uma leitura fria do que esse movimento comunica: por que a alta de agora vem da compressão da taxa de desconto (expansão de múltiplo), por que a melhora de lucros só pode ser verificada a partir de 2027-28 e o que o investidor deve observar até lá — composição do Congresso, aprovação de reformas, vértices 2035/2045 e o espaço que se abre para o Banco Central. Também no episódio: mercado consolida manutenção dos juros pelo Fed em outubro (3,75%–4,00%) com ata na quarta-feira; a corrida por capital em inteligência artificial (OpenAI busca US$ 30 bi em fundos dos Emirados, DeepSeek perto de US$ 12 bi, Moonshot AI avaliada em US$ 50 bi) enquanto o Treasury de 10 anos negocia perto de 5,30%; Europa com juros longos pressionando governos (França a 4,70%, Alemanha a 3,45%) e debate sobre a interrupção do QT pelo BCE; apetite global por diversificação fora da IA e a mudança de tese do JP Morgan, que elevou Brasil a overweight. Conteúdo analítico e educativo. Não constitui recomendação de investimento. Timestamps 0:00 Abertura — Fed caminha para manter juros em outubro; ata na quarta1:10 Risco fiscal americano e o recuo de compradores estrangeiros de Treasuries2:00 Corrida por capital em IA: OpenAI, DeepSeek e Moonshot AI3:20 Juros longos em alta: 10 anos perto de 5,30% e o custo de capital4:00 Europa: BCE e o QT, França a 4,70%, Bund a 3,45%5:30 Juros, inflação e instabilidade de governos na Europa6:50 Brasil: Ibovespa +7,7%, dólar a R$ 5,00 — o dia histórico8:00 Múltiplo primeiro, lucro depois: o que já está no preço9:30 Congresso, freios e contrapesos e a leitura do mercado10:20 Preço como sinal: traduzir preço em tese11:20 Diversificação global, saturação da IA e JP Morgan overweight Brasil12:40 Banco Central: vértices 2035/2045 e espaço para cortar13:30 A carteira dos próximos quatro anos14:30 Encerramento #Ibovespa #Dólar #Juros #CurvaDeJuros #Selic #BancoCentral #MercadoFinanceiro #Investimentos #Fed #Treasury #InteligênciaArtificial #JPMorgan #Macroeconomia #BolsaDeValores #PanoramaDoMercado

    Ibovespa +7,7% e dólar a R$ 5,00: o que o pregão de ontem já decidiu sobre os próximos quatro anos
  2. 1d ago

    EWZ +12,6%, XP +16%: o que o investidor estrangeiro leu no 1º turno

    Edição extraordinária: hoje inverto a ordem habitual e começo pelo Brasil. Logo cedo, o EWZ (ETF que replica o Ibovespa em Nova York) subia 12,59% no pré-mercado, com Petrobras +9,42%, Vale +6,32%, Nubank +11,06% e XP +16%. O episódio traduz o resultado do 1º turno em variáveis econômicas: o que o investidor estrangeiro está lendo e por que isso se reflete nos ativos de risco.  Neste episódio: O mapa dos governadores: 20 estados definidos no 1º turno; composição por bloco (direita 9, centro/Centrão 8, esquerda 3) e os poucos 2º turnos realmente em aberto Senado: a nova bancada por partido; PL + Novo somam 33 senadores (minoria de bloqueio para PEC); esquerda com 15; Centrão como fiel da balança para maiorias simples (41) Câmara: centro/Centrão ~55%, direita ~20%, esquerda ~24%; ninguém tem 257; PEC exige 308 e a esquerda não alcança os 206 para barrar Presidencial 47% × 45%: o que o investidor externo está precificando para o 2º turno e a leitura de agenda reformista, equilíbrio fiscal, custo de capital e câmbio EUA: payroll de 29 mil vagas (esperado 90 mil), revisões de agosto e julho, desemprego 4,2%, participação 61,8%; PCE em linha; ~80% de probabilidade de juros parados em outubro; term premium e emissões das empresas de IA Petróleo: discussão sobre liberação de reservas e diesel contaminando o núcleo da inflação Agenda da semana: ata do FOMC (quarta), ISM/PMI; balanços de PepsiCo, Constellation Brands, Levi Strauss e Delta. Brasil: Focus (seg), PMI composto, balança comercial (ter), IGP-M 1ª prévia e IPCA de setembro (sex)• S&P 500: lateralização que já é correção por revisão de lucros Leitura analítica do resultado e de seu impacto sobre dados econômicos e ativos financeiros. Conteúdo informativo; não constitui recomendação de investimento. TIMESTAMPS 00:00 Edição extraordinária: pré-mercado dispara (EWZ, Petrobras, Vale, Nubank, XP) 01:30 Por que o investidor estrangeiro reage assim 02:40 Governadores: o mapa por bloco e os 2º turnos em aberto 05:10 Senado: bancadas, minoria de bloqueio e o papel do Centrão 07:50 Câmara: 257, 308 e 206 — quem decide as reformas 09:20 Presidencial 47 × 45 e a leitura para o 2º turno 10:30 Tradução financeira: juros, custo de capital e câmbio 12:00 EUA: payroll fraco, PCE, Fed e term premium 13:40 Petróleo, diesel e inflação; China e Ásia 14:30 Agenda macro e earnings da semana (EUA e Brasil) 16:00 S&P 500: correção silenciosa e encerramento #PanoramaDoMercado #Ibovespa #EWZ #B3 #Petrobras #XP #Nubank #Eleições2026 #Senado #CâmaraDosDeputados #Payroll #Fed #FOMC #PCE #IPCA #MercadoFinanceiro #Investimentos #Macroeconomia #Bolsa #InvestidorEstrangeiro

    EWZ +12,6%, XP +16%: o que o investidor estrangeiro leu no 1º turno
  3. 5d ago

    A inflação caiu e a Micron bateu recorde — por que o mercado não comemorou nenhum dos dois?

    Panorama do Mercado com Abs — análise diária de macro e mercados. O PCE de agosto veio abaixo do esperado, mas a leitura exige cautela: boa parte da queda decorre de mudança metodológica e revisões históricas, não de desinflação. O núcleo avançou 0,25% no mês (3,0% anualizado) e o supercore reacelerou para 0,36%. O Fed ganha tempo, mas o Treasury de 10 anos segue em 5,34%, maior nível desde 2002, e o custo de capital continua subindo — com peso maior hoje, quando as big techs financiam a inteligência artificial com dívida. A Micron entregou receita recorde de US$ 54,2 bilhões, EPS de US$ 33,42 e guidance de US$ 61 bilhões, e a ação não reagiu: expectativas saturadas e indústria ampliando oferta. Também no episódio: China suspende exportação de combustíveis, Accenture reporta hoje, e Ibovespa fecha setembro com alta de 5% e dólar a R$ 5,17 às vésperas do primeiro turno. #PCE #Inflação #Fed #Treasury #Micron #Semicondutores #InteligênciaArtificial #China #Petróleo #Ibovespa #Dólar #MercadoFinanceiro #Investimentos #Macroeconomia #PanoramaDoMercado Timestamps 00:00 Abertura: PCE e Treasury a 5,34%01:05 Mudança metodológica e revisões: estabilização, não desinflação02:20 Custo de capital e a ponta longa — pesquisa de mestrado e dívida das big techs04:10 Decomposição do PCE: supercore reacelera a 0,36%05:30 Consumo, poupança e antecipação de compras (Apple)06:20 Micron: resultado recorde e ação parada08:00 China suspende exportação de combustíveis08:50 Accenture no radar09:10 Brasil: Ibovespa +5% em setembro, dólar a 5,17 e eleição09:50 Fechamento: alocação defensiva em qualidade

    A inflação caiu e a Micron bateu recorde — por que o mercado não comemorou nenhum dos dois?
  4. 6d ago

    Pior humor em 12 anos, mas o americano segue gastando — PCE, Micron e a tarifa de 55% na carne

    Hoje, dois eventos decisivos: o PCE às 9h30 (horário de Brasília), que define se a alta migra de outubro para dezembro, e o resultado da Micron no fechamento — termômetro da demanda por memória HBM e dos investimentos em IA e data centers. Também no episódio: a alta de juros do RBA na Austrália com inflação ainda acelerando; o petróleo recuando com a retomada dos embarques sauditas (Brent de dezembro a US$ 95, WTI a US$ 89); o PMI da China na máxima de cinco meses com a economia doméstica ainda fraca; a tarifa adicional de 55% sobre a carne bovina brasileira a partir de 1º de outubro; e o Brasil com desemprego em 5,3%, ocupação recorde, CAGED forte, déficit acumulado de quase R$ 95 bilhões no ano e o VIX Brasil no maior nível desde a criação. Capítulos 
00:00 Abertura: último dia do 3º trimestre
00:25 Williams esfria outubro; Treasury de 10 anos em 5,20%
01:40 Dois eventos decisivos: PCE às 9h30 e Micron no fechamento
02:30 JOLTS: 7,09 milhões de vagas, mercado de trabalho desacelera
03:45 Confiança do consumidor: mínima em 12 anos e meio
04:50 Fed: outubro ou dezembro? O peso de Williams no FOMC
05:50 PCE: o que o mercado espera e a revisão metodológica do BEA
07:00 Austrália: RBA sobe a 4,60% com inflação em 4%
07:50 Curva americana: 2 anos a 4,88%, 10 anos a 5,23% e a fuga para qualidade
08:50 Petróleo: Arábia Saudita retoma embarques, Brent recua
09:45 China: PMI na máxima de cinco meses, consumo doméstico fraco
10:35 Tarifa de 55% sobre a carne bovina brasileira
11:35 Brasil: PNAD, CAGED e o déficit primário
12:50 VIX Brasil recorde antes do primeiro turno
13:20 Earnings: Carnival e CarMax
13:50 Encerramento 
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    Pior humor em 12 anos, mas o americano segue gastando — PCE, Micron e a tarifa de 55% na carne
  5. Sep 29

    O choque não é de inflação: por que o Treasury a 5,20% assusta mais que o petróleo a US$ 104

    Os juros de 10 anos nos EUA chegam a 5,20% e o petróleo negocia a US$ 104, mas o mercado não está precificando inflação: breakeven e swaps seguem abaixo de 2,5% e, dos 95 pontos de alta do Treasury, 85 são juro real. O choque é de crescimento — capex de IA, PIB nominal perto de 5% e uma avalanche de emissões das big techs competindo com títulos soberanos. Neste episódio: a rotação para ativos de qualidade (fluxo recorde para o QQQ, Russell 2000 em queda de 8%, só 25% do S&P acima da média de 50 dias), a leitura de Lisa Shalett (Morgan Stanley), Rick Rieder (BlackRock) e Ed Yardeni sobre bonds "oversold", o overweight do Morgan Stanley em Brasil e emergentes, o subsídio chinês ao primeiro imóvel, a recompra recorde de US$ 150 bilhões da NVIDIA, o braço corporativo de IA da Meta, o Starship em órbita, a dívida pública brasileira 52,7% atrelada à Selic e os resultados de Jefferies, Vail Resorts, Shein e Lindt. Agenda: JOLTS e confiança do consumidor hoje; PCE e Micron amanhã; payroll na sexta. Conteúdo informativo e opinativo. Não constitui recomendação de investimento. Timestamps 00:00 Economia forte demais para o Fed relaxar: JOLTS, PCE e payroll01:10 Treasury a 5,20% e petróleo a US$ 104: o risco real para os múltiplos02:20 Rotação para qualidade: fluxo recorde no QQQ e Russell 2000 em queda de 8%03:40 Amplitude estreita: só 25% do S&P acima da média de 50 dias05:00 Lisa Shalett (Morgan Stanley): choque de crescimento, não de inflação06:40 Juro real acima de 2,8% e as emissões das big techs07:50 Rick Rieder (BlackRock): 40 anos esperando por bonds a 7%09:00 Bonds "oversold"? Shalett, Yardeni e o prêmio de risco das ações10:10 Morgan Stanley dá compra em Brasil, México, Índia e China11:20 China subsidia juros do primeiro imóvel; índice de tecnologia cai 42% em 12 meses12:40 NVIDIA: recompra recorde de US$ 150 bilhões — tese de valor?13:50 Meta abre braço corporativo de IA; Muse na propaganda da NFL14:50 Starship chega à órbita e lança 26 satélites Starlink15:20 S-1 da Anthropic e o Financial Times15:40 Brasil: 52,7% da dívida federal atrelada à Selic; junk bond a 9,75% e Selic a 13,75%16:50 Earnings: Jefferies, Vail Resorts, Shein e Lindt17:50 Agenda: Micron, PCE e a fila de diretores do Fed#PanoramaDoMercado #Treasury #JurosAmericanos #Petroleo #MorganStanley #NVIDIA #Buyback #Ibovespa #Selic #DividaPublica #RendaFixa #BlackRock #China #Meta #SpaceX #Shein #Earnings #MercadoFinanceiro #Investimentos #Economia

    O choque não é de inflação: por que o Treasury a 5,20% assusta mais que o petróleo a US$ 104
  6. Sep 28

    O mercado já aposta em mais duas altas do Fed: petróleo a US$ 107, Treasury a 5,52% e a semana de PCE, payroll e Micron

    A semana abre com o petróleo de volta a US$ 107 e o Treasury de 30 anos em 5,52% ao ano. Sem saída diplomática no Estreito de Ormuz, o petróleo tende a seguir alto por mais tempo — mas a leitura da curva é outra: a reprecificação vem do prêmio de prazo e de um Fed mais hawkish, não de expectativas de inflação. O 2 anos negocia a 4,91%, com apenas 30 pontos de diferença para o 10 anos; o 1 ano, a 4,50%: o mercado já embute mais duas altas, com cerca de 70% de probabilidade para a próxima reunião. Na agenda, PCE na quarta e payroll na sexta decidem o Fed; JOLTS e ISM completam o quadro. Europa com prévia da inflação; China com PMIs e o CSI 300 na mínima de 12 meses; Brasil com PNAD e dados fiscais; RBA e BoJ. Nos balanços, Micron (quarta, após o fechamento) é o dado mais relevante para o ciclo de memória e HBM; Accenture mostra a adoção de IA nos serviços; Nike precisa provar recuperação na China. Ainda: Michigan no pior nível em quatro meses, ações chinesas caindo com o projeto de lei bipartidário contra componentes em data centers, e o IPCA-15 de 0,70%, acima do esperado, apontando para cortes graduais da Selic. Não é recomendação de investimento. Capítulos 0:00 Abertura: petróleo a US$ 107 e Treasury de 30 anos a 5,52%0:36 A curva de juros: prêmio de prazo, 2 anos a 4,91% e 30 pontos até os 10 anos1:36 Lucros revisados, índices travados, Russell e ouro em queda2:48 Agenda dos EUA: PCE, payroll, JOLTS, ISM4:44 Agenda global: zona do euro, China na mínima, PNAD e fiscal, RBA e BoJ6:52 Balanços: Micron, Accenture, Nike9:04 Michigan e a política externa de Trump10:36 Ações chinesas caem: projeto de lei dos data centers11:24 IPCA-15 em 0,70%: cortes da Selic ficam graduais13:36 Bolsa brasileira: especulação eleitoral #PanoramaDoMercado #Fed #Treasury #Petróleo #Ormuz #PCE #Payroll #Micron #Nike #Accenture #IPCA15 #Selic #Ibovespa #China #MercadoFinanceiro #Economia #Investimentos

    O mercado já aposta em mais duas altas do Fed: petróleo a US$ 107, Treasury a 5,52% e a semana de PCE, payroll e Micron
  7. Sep 25

    SoftBank paga 9,75% em junk bond para bancar a OpenAI — o dinheiro da IA acabou de ficar caro

    Panorama do Mercado com Abs — sexta-feira, 25 de setembro de 2026. A notícia da manhã: o SoftBank emitiu US$ 10 bilhões em bonds em dólar, sem garantia, com rating BB+ (junk), pagando de 8,625% a 9,75%, para comprar ações preferenciais da OpenAI. O devedor é o SoftBank, não a OpenAI — e o spread sobre o Treasury mostra que o crédito está ficando seletivo para financiar o boom da inteligência artificial. Analiso os três impactos para a OpenAI: capacidade de financiar rodadas futuras, retorno exigido e diluição, e pressão dos fornecedores de computação. No macro: Treasuries seguem altos (10 anos 5,17%, 30 anos 5,46%), petróleo abaixo de US$ 100 mas com prêmio de risco — houthis atacam Yanbu no Mar Vermelho e o oleoduto Leste-Oeste opera parcialmente. Williams (Fed NY) sinaliza ao menos mais uma alta; pedidos de seguro-desemprego em 197 mil confirmam mercado de trabalho forte. Earnings: Costco bate (LPA +10%), repassa a restituição de tarifas ao cliente, mas cai — P/L de 43 vezes cobra perfeição. Darden mostra consumidor buscando mix mais barato. Consumo americano segue resiliente. Micron na semana que vem. Brasil: IPCA-15 hoje e leitura do Relatório de Política Monetária — BC projeta PIB de 1,8% em 2026 e 1,4% em 2027, deve seguir cortando com cautela enquanto os vértices longos ficam altos. O que isso muda na sua carteira: pós-fixado, prefixado, isentos e o risco de fim da isenção. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Timestamps00:00 Abertura — Treasuries a 5,17% e 5,46%, petróleo abaixo de US$ 10000:45 Brent: houthis, Yanbu, oleoduto Leste-Oeste e PPI chinês01:40 Fed: Williams sinaliza alta, jobless claims 197 mil, Warsh × forward guidance02:50 A notícia da manhã: SoftBank emite US$ 10 bi em junk bonds para a OpenAI05:30 Três impactos para a OpenAI: rodadas futuras, diluição e fornecedores07:10 Costco: resultado forte, ação cai, P/L de 43 vezes08:45 Darden e o consumidor americano: seletividade, não freio10:00 Brasil: IPCA-15 e o que o BC vê no Relatório de Política Monetária12:25 Impacto para o investidor: Selic menor, alocação e o futuro dos isentos14:00 Encerramento #SoftBank #OpenAI #InteligenciaArtificial #JunkBonds #Fed #Treasuries #Petroleo #Costco #Darden #BancoCentral #Selic #RendaFixa #MercadoFinanceiro #Economia #Investimentos #PanoramaDoMercado

    SoftBank paga 9,75% em junk bond para bancar a OpenAI — o dinheiro da IA acabou de ficar caro

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