Panorama do Mercado com Raphael Abs Musa

Raphael Abs Musa

O seu briefing diário dos mercados, em poucos minutos. Todo dia útil, Dr. Raphael Abs Musa (PhD) traz um panorama no formato das mesas de Londres e Nova York — direto, analítico e sem ruído — cobrindo bolsa, juros, câmbio e macroeconomia nos EUA, Europa, China, Ásia e Brasil. Aqui você acompanha o que move os pregões: rotação de setores, política monetária do Fed e do Banco Central, valuation, renda fixa e os grandes temas macro que conectam geopolítica e mercado. Uma leitura institucional para quem investe e quer entender o porquê por trás dos preços — não só o que subiu ou caiu. Novos episódios todos os dias úteis. Mais conteúdo em @raphaelabsmusa. Raphael Abs Musa de Lemos é Doutor e Mestre em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Economia pelo Mackenzie e pela Business School Madrid. MBA em Investment Banking e Private Banking pelo Ibmec. Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP - Largo de São Francisco). Oficial de Registro Civil das Pessoas Naturais, Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas do Distrito Federal. Professor, palestrante e autor. Mediador. Investidor profissional. Ex-advogado.

  1. 1d ago

    Amazon queima US$ 42 bi, Intel desaba e a inflação acelera: o Fed pode subir de novo?

    A Amazon fechou os últimos doze meses com fluxo de caixa livre negativo de US$ 42,4 bilhões, mesmo com o AWS crescendo 39,3% — o ritmo mais forte em quase cinco anos. A ação cai cerca de 7% no pré-mercado. A Intel apresentou crescimento de 78% em Data Center & AI, mas o segmento de PCs recuou 5% e o guidance do quarto trimestre veio bem abaixo do consenso: a ação perde mais de 20%. No macro, o PCE acelerou para 3,6% em doze meses (núcleo 3,1%) e o PIB americano cresceu 3,4% no terceiro trimestre — combinação que reforça a possibilidade de nova alta do Fed em dezembro, depois de o comitê manter a taxa em 3,75–4,00% na quarta-feira. Na Europa e na Ásia, dia de bancos centrais parados: o BCE manteve a taxa de depósito em 2,50% e Christine Lagarde anunciou que deixa a presidência em 7 de fevereiro de 2027, oito meses antes do fim do mandato; o Banco do Japão manteve 1,25% por 8 votos a 1, com um dissidente pedindo 1,50%, e elevou a projeção de núcleo da inflação para 2027. Fechamos com BP (lucro ajustado recorde de US$ 8,46 bilhões, puxado por petróleo e refino) e Vale (lucro de US$ 1,26 bilhão, queda de 53%, EBITDA ajustado de US$ 3,33 bilhões). CAPÍTULOS 00:00 Abertura: o dia em que a conta da IA chegou 01:30 Amazon: AWS a 39,3% e FCF negativo de US$ 42,4 bi 06:00 Intel: data center +78%, PCs −5% e guidance fraco 10:00 PCE a 3,6%, PIB a 3,4% e o Fed em dezembro 14:00 BCE mantém 2,50% e Lagarde anuncia saída 17:00 Banco do Japão mantém 1,25% (8 a 1) 19:30 BP: lucro recorde com petróleo e refino 21:30 Vale: lucro cai 53%, EBITDA de US$ 3,33 bi 23:30 Encerramento #Amazon #AWS #Intel #Inflação #PCE #Fed #BCE #Lagarde #BancoDoJapão #BoJ #Juros #Mercados #Economia #InteligênciaArtificial #Vale #BP #PanoramaDoMercado

    Amazon queima US$ 42 bi, Intel desaba e a inflação acelera: o Fed pode subir de novo?
  2. 2d ago

    Google cresce 103% na nuvem e cai 11%; Microsoft cresce menos e sobe — o mercado agora cobra caixa

    O dia 28 de outubro concentrou o Fed, os balanços de Microsoft e Alphabet e a saída antecipada de Lagarde do BCE. Neste episódio, Raphael Abs Musa explica por que o mercado puniu a empresa que mais cresceu e premiou a que mais converteu caixa — e o que isso diz sobre o estágio atual do ciclo de investimento em IA. Fed: Warsh manteve os juros em 3,75–4,00% em votação de 10 a 2, negou qualquer influência das eleições legislativas, reconheceu a correlação entre combustíveis e inflação em 2026 e anunciou a redução do número de reuniões decisórias a partir de 2027. O mercado ainda atribui cerca de 80% de probabilidade a uma alta de 25 pontos em dezembro. PCE e PIB dos EUA saem hoje. Europa: Lagarde deixa o BCE seis meses antes do fim do mandato; a leitura é de preservar a sucessão antes de um risco político na França e na Alemanha. Decisão de juros do BCE às 10h45 de Brasília. França a 4,93% e Alemanha a 3,38% nos 10 anos; dólar forte contra o euro. Balanços: Microsoft com receita de US$ 92 bi (+19%), Azure +48%, caixa livre de US$ 18 bi e guidance acima do consenso. Alphabet com receita de US$ 127 bi (+25%), Google Cloud +103%, mas caixa livre negativo em US$ 9,1 bi e busca abaixo do esperado — ação cai 11% no pré-mercado. Ainda: Oracle, GE Vernova e Samsung. Brasil: Ibovespa cai 2,68% para 171 mil pontos, DI jan/35 a 15,05% e jan/31 a 15,01%. O caso BTG como exemplo de mercado que antecipa expectativas, sem deterioração operacional. Este conteúdo não constitui recomendação de investimento. Timestamps00:00 Fed mantém 3,75–4,00% em votação de 10 a 202:09 Coletiva de Warsh: combustíveis e inflação03:20 Menos reuniões decisórias a partir de 202705:20 Dezembro: ~80% de alta; PCE e PIB hoje07:08 Lagarde deixa o BCE; juros na Europa e dólar09:49 Microsoft: Azure +48% e US$ 18 bi de caixa livre15:44 Alphabet: nuvem +103%, caixa livre negativo, ação cai 11%21:01 Oracle e GE Vernova22:53 Samsung: lucro recorde, ação cai25:04 Brasil: Ibovespa e a curva longa27:53 O caso BTG: o mercado é uma máquina de antecipação29:47 Encerramento #Microsoft #Alphabet #Google #Fed #Warsh #BCE #Lagarde #Ibovespa #Juros #InteligênciaArtificial #MercadoFinanceiro #Investimentos #PanoramaDoMercado

    Google cresce 103% na nuvem e cai 11%; Microsoft cresce menos e sobe — o mercado agora cobra caixa
  3. 3d ago

    Fed decide hoje e Microsoft e Google reportam à noite: o dia que define o trimestre

    Quarta-feira, 28 de outubro: provavelmente o dia mais importante da semana. Às 15h (Brasília) o Fed deve manter os juros em 3,75–4,00%, mas o que move Treasuries, dólar e Nasdaq é a comunicação de Kevin Warsh sobre dezembro. Após o fechamento, Microsoft e Alphabet entregam os dois resultados mais decisivos do trimestre para medir crescimento da nuvem, intensidade de capex, margens e fluxo de caixa no ciclo da IA. Na Microsoft, consenso de receita em torno de US$ 90,6 bi (+17%) e EPS de US$ 4,71–4,72; o número que importa é a Azure, com guidance de 44–45% em moeda constante, agora divulgada em dólares a cada trimestre (US$ 29,4 bi no trimestre de junho). Capex deve passar de US$ 50 bi. Na Alphabet, consenso de US$ 127,7 bi de receita e EPS próximo de US$ 3: Search, Google Cloud, TPUs, capex e sinais para 2027. Antes disso, a SK Hynix: receita de ₩104,6 tri, lucro operacional de ₩83,3 tri e margem operacional de 80%, com demanda contratada até o fim da década — e a ressalva de que margens assim raramente duram num setor cíclico. Visa cresce 13% (US$ 12,1 bi), pagamentos internacionais +14%, e a ação cai. Robinhood, NXP, UPS, Boeing e bancos europeus no apanhado. No Brasil, as variáveis se acomodam após dois dias de digestão: dólar em 5,35, DI 2035 abaixo de 15%, Ibovespa em 175 mil. O mercado agora cobra sinais concretos de contenção fiscal. Mantenha a disciplina: decisões frias, menos rede social. Agenda: Banco do Canadá 10h45; quinta PCE, BCE e Amazon; sexta BoJ. Conteúdo informativo e opinativo; não constitui recomendação de investimento. Timestamps 00:00 Abertura: Fed às 15h, Microsoft e Alphabet à noite00:50 SK Hynix: margem de 80% e demanda contratada até 203002:40 Visa: receita +13%, ação cai03:30 Microsoft: Azure, capex e a barra implícita06:00 Alphabet: Search, Google Cloud, TPUs e 202708:40 Agenda: BoC, PCE, BCE, Amazon, BoJ09:05 Santander, Robinhood, NXP, UPS e Boeing10:00 Balanço brasileiro com operação americana10:40 Brasil pós-eleição: câmbio, juros e Ibovespa12:40 Mensagem final: disciplina do investidor #PanoramaDoMercado #Fed #KevinWarsh #Microsoft #Azure #Alphabet #GoogleCloud #SKHynix #HBM #Visa #Earnings #InteligenciaArtificial #Ibovespa #Dolar #MercadoFinanceiro

    Fed decide hoje e Microsoft e Google reportam à noite: o dia que define o trimestre
  4. 4d ago

    Dólar a 5,40 e juros a 15% após o resultado da eleição; Wall Street reage ao IPO da Anthropic

    Terça-feira de divergência extraordinária entre os ativos de risco no Brasil e nos Estados Unidos. Lá fora, Wall Street recuperou parte das perdas da semana passada: a Nasdaq subiu 0,83%, puxada pelas empresas de inteligência artificial e pela notícia de que a Anthropic protocolou os documentos para abertura de capital. A Coreia subiu 3,6%, com Samsung e SK Hynix em destaque. A Broadcom fechou um financiamento de US$ 63 bilhões em chips destinados à Anthropic, com participação ativa da Blackstone. Ainda nesta semana, Microsoft, Amazon e Alphabet apresentam resultados e precisam mostrar ao mercado geração de caixa e retorno sobre o capital investido. O Fed decide amanhã, com manutenção amplamente esperada. E a Meta anunciou a emissão de US$ 95 bilhões em novas ações classe C. No Brasil, após o resultado da eleição, uma variação que não se via desde 1999: dólar perto de R$ 5,40, DI janeiro/31 fechando em 15,27% — uma correção de cerca de 20% — e projeções de inflação caminhando para 6% no ano que vem, o que pode levar o Banco Central a pausar o ciclo de cortes para conter o câmbio. O episódio fecha com uma reflexão sobre comportamento do investidor em semanas de reprecificação: a diferença entre marcação a mercado e perda realizada, e o papel da diversificação por classes de ativos e moedas ao longo de ciclos como os de 1999 e 2020. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Converse com o seu assessor ou consultor. Nota de transparência: este material é produzido com apoio do Claude, modelo da Anthropic, empresa citada no episódio. 00:00 Abertura: Brasil × Estados Unidos00:12 Wall Street recupera; Anthropic protocola IPO; Ásia sobe00:49 Broadcom, US$ 63 bi em chips e a ressalva sobre queima de caixa02:09 Semana de Microsoft, Amazon e Alphabet02:30 Fed decide amanhã; agenda americana03:34 Meta emite US$ 95 bi em ações classe C04:13 Brasil: o dia seguinte da reprecificação05:40 Dólar perto de 5,40 e DI jan/31 a 15,27%06:42 Inflação a 6% e o dilema do Banco Central07:49 Reflexão: classes de ativos e percentuais de alocação09:45 Alavancagem e derivativos em momento de reprecificação10:57 Disciplina emocional: ciclos de 1999 e 202011:40 Sua casa também oscila — só não está na tela12:45 Proteger, compor, crescer13:52 Encerramento #PanoramaDoMercado #Investimentos #Diversificação #AlocaçãoDeAtivos #Dólar #Juros #BancoCentral #Inflação #Fed #Anthropic #Broadcom #Meta #Nasdaq #Ibovespa #RendaFixa #Economia #MercadoFinanceiro

    Dólar a 5,40 e juros a 15% após o resultado da eleição; Wall Street reage ao IPO da Anthropic
  5. 5d ago

    Eleição decidida, mercado reprecifica: por que juros, câmbio e bolsa reagem nesta ordem

    Com o resultado do segundo turno definido, os ativos brasileiros abrem a semana em forte reprecificação: ETFs de Brasil e bancos caem no pré-mercado em Nova York e o real recua no mercado futuro. Agentes posicionados para outro cenário refazem suas teses de investimento. A leitura técnica desta manhã: a ordem das variáveis a acompanhar é juros, câmbio e bolsa — e a bolsa é efeito de terceira ordem. O governo reeleito terá de endereçar a questão fiscal, e o Banco Central segue com pouco espaço para cortar juros até que a agenda de 2027 seja sinalizada. No exterior, o Brent recua para cerca de US$ 114,50 após notícias de mediação do Catar entre Irã e Estados Unidos, depois de alta de 6% na semana passada, com o diesel pressionado globalmente e o conflito do Oriente Médio repercutindo na relação Rússia–Ucrânia. É a semana mais importante de outubro: decisão do Fed na quarta (cerca de 90% de probabilidade de manutenção em 3,75%–4,00%), PCE na quinta, PIB americano (expectativa próxima de 3,2% anualizado), BCE, BoJ (manutenção em 1,25%, com possível sinalização para dezembro), Banco do Canadá e orçamento britânico. No Brasil, Caged de setembro na quinta e PNAD Contínua na sexta, dia 30. Nos resultados, três hyperscalers reportam: Microsoft e Alphabet na quarta, Amazon na quinta, ao lado de Samsung e Vale. O que acompanhar: capacidade de autofinanciamento, ROIC incremental sobre o custo de capital, Azure, monetização de busca, AWS e margem operacional. Fechamos com a observação de que empresas com receita dolarizada (Vale, JBS, WEG) tendem a cair menos que bancos e Petrobras no ciclo de correção local. Este conteúdo não constitui recomendação de investimento. Timestamps 00:00 Abertura: resultado eleitoral e reação dos ativos no pré-mercado02:30 Leitura técnica: reprecificação, fiscal e disciplina do investidor05:30 Petróleo: Brent a 114,50, mediação do Catar e cenário americano07:00 Agenda da semana: Fed, PCE e PIB dos EUA08:30 BCE, França, orçamento britânico, BoJ, inflação na zona do euro e Canadá11:00 Brasil: Caged, PNAD e o espaço do Banco Central12:00 Earnings: Microsoft, Alphabet, Amazon, Samsung e Vale15:00 Receita dolarizada como colchão: Vale, JBS, WEG, Petrobras e bancos16:30 Fechamento: disciplina de carteira e a tese de IA sob teste#PanoramaDoMercado #MercadoFinanceiro #Ibovespa #Juros #Câmbio #Fed #Earnings #Microsoft #Alphabet #Amazon #Vale #Petróleo #Economia #Investimentos

    Eleição decidida, mercado reprecifica: por que juros, câmbio e bolsa reagem nesta ordem
  6. Oct 23

    Pior dia da Nasdaq desde junho: o dinheiro foge para o Treasury — e o petróleo bate US$ 114

    A sexta-feira abre com uma mudança importante na precificação dos ativos globais. A Nasdaq caiu 2,6%, pior desempenho desde junho, e o índice de semicondutores perdeu quase 7%, um dia depois de a Meta reportar queima de caixa. Os indicadores técnicos mostram medo extremo, mas há uma novidade fundamental: o investidor está comprando Treasuries agressivamente. O 10 anos caiu 17 pontos-base e fechou a 4,96%, abaixo de 5%, aliviando a pressão sobre o Fed de Warsh antes de dezembro. No episódio de hoje:– Petróleo: Brent acima de US$ 114. Por que isso não produz a recessão de 30 anos atrás, mas se difunde para o núcleo da inflação.– Crédito fechando: CoreWeave cai 33% no ano, Oracle 34%, bonds da CoreWeave rendem mais de 15%. O modelo de neocloud alavancado sobrevive a juros nesses níveis?– Europa: PMI composto cai de 53,1 para 51,9, França volta à contração, protestos e um Estado de bem-estar que pede produtividade.– Ásia: inflação do Japão sobe a 2,1% e reforça novas altas do BoJ; SK Hynix suspende o IPO da Solidigm; OpenAI recua o valuation de US$ 1,4 para 1,25 tri; ceticismo com os US$ 2 tri da Anthropic.– Elon Musk e o timing: a captação da Tesla na pandemia e a janela da SpaceX (IPO de US$ 80 bi mais bridge loans).– IPCA-15 às 9h: expectativa de 4,73% em 12 meses, acima dos 4,47% anteriores. Alimentos e serviços pressionados pela energia dificultam o trabalho do Banco Central.– Resultados: Blackstone capta US$ 63 bi e chega a quase US$ 1,4 tri sob gestão (ação +8,4%); Spotify cresce 16% e sobe 11%; American Airlines e a autópsia do combustível; Bradesco lucra R$ 7,1 bi, ROE de 16,1%, teleconferência hoje.– Brasil: segundo turno no domingo. Por que boa parte da expectativa já está no preço e por que o estrangeiro lê o cenário com mais sobriedade.– Agenda: American Express hoje; semana que vem tem FOMC e balanços das hyperscalers. Não é recomendação de investimento, apenas análise. Timestamps 00:00 Abertura: Nasdaq −2,6%, pior dia desde junho; semicondutores −7%01:10 Medo extremo nos indicadores técnicos, mas Treasuries como refúgio: 10 anos a 4,96%02:30 Petróleo a US$ 114: por que não é a recessão de 30 anos atrás04:00 Warsh entre crédito apertando e inflação de energia04:40 CoreWeave e Oracle: o modelo alavancado da neocloud sob teste06:00 Europa: PMI decepciona, França em contração, bem-estar social em xeque07:40 Japão: inflação a 2,1% e o BoJ08:10 SK Hynix suspende IPO da Solidigm: o termômetro da janela fechando09:00 OpenAI recua para US$ 1,25 tri e o ceticismo com a Anthropic10:20 Elon Musk e o timing: Tesla na pandemia, SpaceX agora12:00 IPCA-15 às 9h: expectativa de 4,73% e o dilema do Banco Central13:30 Blackstone: captação de US$ 63 bi e a revisão da tese de private equity15:00 Spotify: receita +16%, ação +11%, o problema do moat16:30 American Airlines: a autópsia do combustível17:00 Bradesco: lucro de R$ 7,1 bi, ROE de 16,1% e a leitura qualitativa dos bancos18:40 Segundo turno no domingo: o que já está no preço20:00 Agenda: American Express, FOMC e hyperscalers na semana que vem #PanoramaDoMercado #Nasdaq #Treasuries #Fed #Petroleo #Brent #CoreWeave #Oracle #OpenAI #SpaceX #ElonMusk #IPCA15 #Inflacao #Bradesco #Blackstone #Spotify #Europa #Japao #MercadoFinanceiro #Investimentos

    Pior dia da Nasdaq desde junho: o dinheiro foge para o Treasury — e o petróleo bate US$ 114
  7. Oct 22

    Meta cresce 26% e queima caixa; Tesla lucra 56% menos — o mercado começou a cobrar a conta da IA

    A Meta cresceu 26% e, ainda assim, queimou US$ 2,1 bilhões de caixa no trimestre. A Tesla gerou US$ 1,5 bilhão de fluxo de caixa livre, mas lucrou 56% menos. Nos dois casos, o mercado reagiu da mesma forma: vendendo. Esta edição explica por que o investidor deixou de pagar por crescimento e passou a exigir retorno sobre o capital investido em inteligência artificial. No episódio: o resultado da Meta (receita de US$ 64,6 bi, capex de US$ 35 bi, margem operacional de 40% para 20% com despesa judicial não recorrente de US$ 9 bi) e o anúncio de uma possível classe C de ações sem direito a voto; o resultado da Tesla (margem operacional de 2,6%, lucro líquido de US$ 787 mi, capex em queda); futuros de S&P e Nasdaq em baixa e refúgio nos Treasuries; Brent de volta a US$ 112 após novos ataques no Oriente Médio; o risco fiscal francês e o título de 10 anos da França rendendo mais que o de um vizinho da zona do euro; a queda de Coreia e Japão e a repatriação de capital japonês com o iene em 157; WEG caindo mais de 7% apesar da receita de data centers; Ibovespa, dólar, agregado de pesquisas e Bradesco; Fed em período de silêncio antes do encontro da semana que vem; e a agenda do dia, com Blackstone, Spotify, American Airlines e IPCA-15 amanhã. Conclusão: 2027 tende a ser o ano da volta à realidade. Cautela e seletividade — empresas com caixa líquido, ROIC alto e sem alavancagem. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. #PanoramaDoMercado #Meta #Tesla #Earnings #InteligenciaArtificial #Petroleo #Brent #Franca #WEG #Ibovespa #Fed #MercadoFinanceiro #Investimentos #Bolsa #Treasuries Timestamps 00:00 Abertura: resultados fortes, riscos macro gigantes00:20 Meta: receita +26%, caixa negativo em US$ 2,1 bi, classe C sem voto01:00 Tesla: FCF de US$ 1,5 bi, lucro operacional −56%01:20 Futuros em queda e refúgio nos Treasuries01:50 Brent +3%, de volta a US$ 11202:15 Risco fiscal francês, memórias de Merkel e o fim do mandato de Macron04:10 Ásia: Coreia −3,5%, Japão −2,7%, repatriação japonesa e iene a 15705:10 Brasil: WEG −7%, Bradesco, Ibovespa, dólar e pesquisas06:25 Agenda de resultados: Blackstone, Spotify, American Airlines07:00 Fed em silêncio: nada em novembro, dezembro contratado08:05 Meta em detalhe: diluição, margem e a despesa judicial de US$ 9 bi09:55 Tesla em detalhe: capex menor, eficiência ou adiamento?11:10 2027, o ano da volta à realidade: cautela e seletividade12:20 O que acompanhar hoje e o pré-mercado (Lam Research, IBM, TXN)

    Meta cresce 26% e queima caixa; Tesla lucra 56% menos — o mercado começou a cobrar a conta da IA
  8. Oct 21

    A IA já paga mais que a Starlink: SpaceX dobra o lucro esperado — mas gasta US$ 80 bi por ano, e a França mostra quanto custa o juro

    A abertura desta quarta-feira traz dois resultados que contam histórias opostas. A SpaceX entregou receita de US$ 14,58 bi (consenso US$ 12,7 bi) e lucro líquido de US$ 4,4 bi, mais que o dobro do esperado: pela primeira vez, a divisão de IA (US$ 7,56 bi) supera a Starlink como maior fonte de receita. O ponto frágil é o capex: US$ 19,6 bi no trimestre, US$ 16,4 bi em IA — anualizado, mais de US$ 80 bi contra um caixa de US$ 53 bi. Enquanto o mercado de crédito estiver aberto, financia; quando fechar, a conta muda de figura. Musk confirmou que dois comitês independentes avaliam a combinação com a Tesla — e a tese antiga de Jim Chanos volta à mesa. Do outro lado, a Netflix bateu lucro e margem (34,6%), mas cortou o guidance de publicidade de US$ 3 bi para US$ 2,7 bi e cai 6% no pré-mercado, acumulando cerca de 45% de queda em 12 meses. Minha leitura: não é turnaround, é maturidade — muito caixa, ROIC alto, múltiplos de growth para trás. No macro, o CPI britânico subiu a 3,5% em setembro (consenso 3,4%; núcleo 2,8%; serviços 3,7%), com combustíveis quase 30% acima no ano, e o Bank of England, que segurou os juros na última reunião, fica sem margem. Na França, a OAT de 10 anos tocou 5% — máxima desde 2002 — com spread de 157 pb sobre o Bund, nível da crise do euro: risco fiscal, protestos e orçamento travado. Euro pressionado, dólar mais forte. Agenda: Meta e Tesla após o fechamento; Lam Research e Texas Instruments para ler o ciclo de semicondutores; curva de juros americana, risco soberano francês e inflação britânica. Conteúdo informativo e opinativo; não constitui recomendação de investimento. #SpaceX #Netflix #InteligenciaArtificial #Starlink #ElonMusk #Tesla #Juros #Inflacao #ReinoUnido #Franca #Bund #Euro #Dolar #Treasury #Meta #MercadoFinanceiro #Economia #Investimentos #PanoramaDoMercado #BolsaDeValores Timestamps 00:00 Abertura: SpaceX × Netflix, inflação e juros longos00:55 Netflix: resultado forte, publicidade cai — maturidade, não turnaround03:10 Reino Unido: CPI a 3,5% e o dilema do Bank of England05:00 França: OAT a 5%, spread de 157 pb e o euro × dólar07:45 Temporada de resultados: dispersão (GM e custos)08:20 SpaceX: receita, lucro, Starlink e o salto da IA10:30 Capex de US$ 80 bi/ano: até quando o crédito financia?11:20 Fusão Tesla–SpaceX e a tese de Jim Chanos12:30 Agenda: Meta, Tesla, Lam Research e Texas Instruments13:30 Fechamento

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