IBBJ Joinville

Igreja Batista Bíblica em Joinville

Mensagens e pregações da Igreja Batista Bíblica em Joinville (IBBJ).

  1. 1d ago

    Casa de oração, casa de intercessores

    A partir da purificação do templo (Mateus 21:12-14) e do clamor de Deus em Ezequiel 22:30 por alguém que "estivesse na brecha", a mensagem lembra que a casa de Deus foi edificada com uma finalidade: ser casa de oração. O pregador usa a imagem de uma casa cuidadosamente planejada cujos cômodos passam a ser usados para outros fins: a estrutura continua de pé, mas o propósito se perdeu. Assim estava o templo em Jerusalém, cheio de movimento e comércio, mas desviado de seu propósito. Da mesma forma, uma igreja pode estar repleta de atividades, departamentos e programações e, ainda assim, ser pobre em oração. A mensagem apresenta seis verdades: uma casa de oração precisa de um povo que realmente ore; ela precisa ser uma casa de intercessores, que se colocam diante de Deus em favor de outros (1 Timóteo 2:1); ela aprende a carregar pessoas diante de Deus, como fizeram Abraão, Moisés, Samuel e Jó; nela os necessitados encontram Jesus, pois, assim que o templo foi restaurado, cegos e coxos foram até ele e foram curados; o intercessor não precisa ter todas as respostas, mas precisa saber a quem levar as necessidades; e a intercessão não acontece só nas crises, é uma vida de comunhão constante com Deus (1 Tessalonicenses 5:17). Por fim, a igreja é convidada a se perguntar não apenas "tenho orado?", mas "por quem tenho intercedido?". A intercessão é um ministério que não depende de idade, recursos ou diploma. Depende de um coração quebrantado e disposto a se colocar na brecha, levando ao trono de Deus os próprios problemas e os daqueles a quem se ama.

  2. 4d ago

    Quando o servo descansa, as obras continuam

    A partir de Apocalipse 14:13 ("bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor... e as suas obras os sigam"), a mensagem ensina que a voz de quem parte se cala, mas o testemunho continua falando. Com base em Efésios 2:8-10, o pregador lembra que a salvação é somente pela graça, por meio da fé em Cristo, e não pelas obras. Mas quem foi feito nova criatura em Cristo é chamado para as boas obras que Deus preparou de antemão. As obras feitas no Senhor são eternas, Deus não se esquece delas (Hebreus 6:10) e um dia elas serão recompensadas. Ao lembrar com carinho dos irmãos que já partiram e deixaram marcas de amor e serviço, a mensagem usa o exemplo de Abel, que "depois de morto, ainda fala" (Hebreus 11:4). O pregador conta a prova de seminário em que o professor fez uma única pergunta: o que você gostaria que escrevessem no seu epitáfio? Também dá exemplos de obras que muitas vezes ninguém vê, mas que Deus vê: o folheto entregue e jogado fora, a aula para crianças, a oração silenciosa, a oferta anônima. Tudo isso para mostrar que "o vosso trabalho não é vão no Senhor" (1 Coríntios 15:58), já que Cristo venceu a morte. A mensagem termina com um chamado: o crente não se aposenta da obra do Senhor enquanto Deus lhe der mãos, forças e tempo. Com a pergunta "quem continuará?" e o exemplo de Isaías ("eis-me aqui, envia-me a mim"), a igreja é convocada a sair da inércia, entregar a agenda a Deus e deixar um legado que aponte para Cristo. O convite também alcança quem ainda não recebeu Jesus como Salvador pessoal, porque só as obras feitas em Cristo permanecem para a eternidade.

  3. 4d ago

    Domingo o dia do Senhor

    Continuando a série sobre o dia do Senhor, a lição começa com uma recapitulação: Deus santificou o sétimo dia na criação, mas a obrigação legal de guardar o sábado foi dada a Israel no Sinai como sinal da aliança mosaica. O cristão, que vive sob a nova aliança, não deve ser julgado por festas, luas novas ou sábados. Fontes históricas como a Didaqué (fim do século I) e os escritos de Justino (por volta do ano 150) mostram que a igreja já se reunia no domingo, o primeiro dia da semana, muito antes de Constantino, que apenas oficializou uma prática existente. Não adoramos o domingo: adoramos no domingo o Cristo ressuscitado. Em seguida, a lição trata do que a igreja recebeu das raízes judaicas. Jesus tomou elementos da Páscoa e instituiu a Ceia do Senhor, e Cristo é a nossa Páscoa. No Concílio de Jerusalém (Atos 15), diante da exigência de que os gentios fossem circuncidados e guardassem a lei de Moisés, os apóstolos e anciãos concluíram que a salvação é pela graça do Senhor Jesus Cristo, sem impor aos gentios o jugo da lei. Jesus é a porta; o gentio não precisa tornar-se judeu para chegar a Cristo. Por fim, a lição reconhece o papel de Israel: guardar fielmente as Escrituras e ser o berço do Messias, nascido na humilde Belém. Mas pertencer etnicamente a Israel não salva; Cristo é o fim da lei para todo aquele que crê e cumpriu a lei em nosso lugar. Em Cristo não há diferença entre judeu e grego, e ele derrubou o muro de separação. Os gentios foram enxertados na oliveira. A conclusão: nem judaizar a igreja, nem desprezar Israel, que continua tendo seu lugar no plano de Deus.

  4. Sep 23

    Sabedoria dá a vida

    A partir de Eclesiastes 7:10, a mensagem trata de uma queixa muito comum: "Por que os dias passados foram melhores do que estes?". A Palavra diz que não devemos falar assim, porque essa pergunta não vem da sabedoria. O pregador lembra o exemplo do apóstolo Paulo em Filipenses 3. Paulo considerou como perda as vantagens que tinha no passado e seguiu adiante para alcançar o que Cristo tinha para ele. O pregador também reforça que, mesmo com os tempos mudando, Jesus Cristo continua o mesmo, ontem, hoje e sempre. Em seguida, a mensagem apresenta a sabedoria que vem de Deus. Ela dá vida a quem a tem (Eclesiastes 7:12) e clama pelas ruas como uma pessoa (Provérbios 1). Muitos a rejeitam, mas quem lhe dá ouvidos vive em segurança. Deus a concede a quem pede (Tiago 1:5), e ela se revela plenamente em Cristo, feito por Deus para nós sabedoria, justiça, santificação e redenção (1 Coríntios 1). A sabedoria humana não consegue, sozinha, encontrar o caminho até Deus. Para mostrar o perigo de ficar preso ao passado, o pregador usa o exemplo de Israel no deserto. Libertos da escravidão, os israelitas sentiam saudade dos peixes, pepinos e cebolas do Egito e desprezavam o maná (Números 11). Isso é ingratidão e esquecimento das bênçãos de Deus. Já Jó, mesmo no sofrimento, não perdeu a ligação com Deus e declarou: "Eu sei que o meu Redentor vive". A mensagem termina com um chamado ao autoexame: em vez de condenar o mundo e idealizar o passado, a sabedoria nos leva a perguntar onde ficamos mornos e deixamos de ser sal e luz. Também nos leva a seguir orando, testemunhando e confiando em Deus para o futuro.

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