Primeiro Toque

Primeiro Toque

Casual para o adepto. Sério para o profissional. O Primeiro Toque é um espaço de conversa com treinadores, dirigentes, scouts, analistas e outros profissionais que vivem o futebol por dentro. Entrevistas, experiências e diferentes perspetivas sobre o jogo e a sua indústria. primeirotoque.pt

  1. 14h ago

    Sérgio Vieira — Subir, Manter, Humanizar | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Da análise no Braga e no Sporting às subidas na Segunda Liga. Sérgio Vieira senta-se na Linha Lateral. Passou pela formação do Braga como jogador, mas cedo percebeu que o futebol só lhe daria o topo como treinador. Foi analista em equipas técnicas que chegaram à final da Liga Europa com o Braga e às meias-finais com o Sporting, partiu para o Brasil como treinador principal e, de volta a Portugal, construiu equipas para subir: Farense, Estrela da Amadora, Famalicão e Académico de Viseu. Nesta conversa fala de porque é que manter uma equipa é mais difícil do que subi-la, do que o Brasil lhe ensinou, do seu modelo em sessenta segundos, de porque os dados nunca substituem o olho do treinador, de como se prepara uma semana contra os grandes, de bolas paradas e de grupos destemidos, e daquilo que um treinador nunca pode dizer no primeiro dia num balneário novo.Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a atacar um bloco de cinco e a reagir à perda da bola. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura 00:37 Subir ou manter: o que é mais difícil 02:25 Do relvado ao banco 04:35 Do Braga ao interior do Brasil 08:08 O modelo de jogo em 60 segundos 12:50 A estrutura como ponto de partida 14:16 Farense, Estrela, Famalicão: equipas construídas para subir 17:48 O que a Primeira Liga obriga a mudar 20:20 Como se prepara um jogo contra os grandes 23:44 Os dados no recrutamento 26:17 O ponta de lança de 15 golos que não contrataria 27:51 Os dados no treino e na análise do adversário 29:50 Bolas paradas: o quinto momento do jogo 33:37 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico 40:39 Perder a bola: a transição defensiva 45:44 A semana de treino 48:37 Fugir à descida ou lutar pela subida 51:22 O que os balneários das subidas tinham 55:20 Quando a Primeira Liga é outro campeonato 57:29 O primeiro dia num balneário novo 1:00:58 O que tem de ter o próximo projeto 1:03:46 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  2. Oct 9

    Henrique Calisto: «Nós é que devemos tudo ao futebol» | A Entrevista

    Filho de pescador de Matosinhos, fundou a Associação Nacional dos Treinadores de Futebol em 1986 e, quase 40 anos depois, voltou para a liderar, eleito com 90% dos votos. Pelo meio conquistou um país a 10 mil quilómetros: no Vietname ainda hoje lhe chamam «Thầy», professor. Henrique Calisto senta-se com Márcia Ribeiro Pacheco para «A Entrevista» do Primeiro Toque: as raízes em Matosinhos e no Leixões, a amizade de uma vida com Vítor Oliveira, o que era ser treinador nos anos 80 e os anos no Vietname, da subida de divisão à AFF Cup de 2008, o primeiro grande título internacional do país. Fala também do mandato à frente da ANTF: a Lei 40/2012, o estrangulamento do UEFA Pro, o apoio aos treinadores da distrital e a razão pela qual o mundo quer treinadores portugueses. No fim, a Carta Fechada: uma pergunta que Henrique Calisto só vai abrir quando estiver a fechar o mandato. CAPÍTULOS 0:00 Abertura 1:05 Matosinhos: pescadores, conserveiras e futebol de praia 6:02 Óscar Marques e Vítor Oliveira, «o maior amigo» 8:51 Leixões, o 25 de Abril e o golo na RTP 11:11 Treinador nos anos 80: «o segredo do êxito é ter bons jogadores» 12:46 Os cursos de treinador e os quatro níveis UEFA 14:20 Uma palavra aos treinadores amadores e da formação 16:17 Scouts, analistas e treinadores de guarda-redes: eram só dois 17:31 Pedroto, Mário Wilson e a entrada dos preparadores físicos 19:13 Os «últimos 30 metros» e o duelo físico 21:13 «Nós é que devemos tudo ao futebol» 21:46 Vietname: oportunidade ou coragem? 24:00 Da segunda divisão a campeão 24:56 Seleção, AFF Cup 2008 e a noite em Hanói 26:13 Adaptação: 450 treinadores portugueses em 52 países 28:55 Na Ásia, os clubes são empresas 29:41 «Thầy»: o primeiro treinador latino no Vietname 31:31 Tailândia, Angola e China 32:19 Phở, cobra e escorpiões 35:48 ANTF: de fundador em 1986 a presidente aos 71 39:17 «Defesa intransigente» e a Lei 40/2012 40:46 Novos referenciais e quatro cursos UEFA A por ano 44:21 O elefante na sala: o UEFA Pro 48:17 O que a ANTF faz pelo treinador da distrital 52:47 Guarda-redes, preparadores físicos, monitores e analistas 57:16 Porque é que o mundo quer treinadores portugueses 58:43 Futre, Figo, Cristiano: onde estão os desequilibradores? 1:03:02 A melhor escola de treinadores do mundo 1:06:17 Conselho a um treinador de 25 anos na distrital 1:08:01 Respostas ao Primeiro Toque 1:13:09 Carta Fechada Primeiro Toque. O jogo começa aqui. Vê a conversa completa no YouTube: https://www.youtube.com/@PrimeiroToquePodcast www.primeirotoque.pt

  3. Oct 2

    Franclim Carvalho — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Do computador de analista ao banco de um gigante. Franclim Carvalho senta-se na Linha Lateral. Começou a ver futebol em vez de ir jogar para a rua e desde cedo o que lhe interessou foi o lado do treinador: a decisão, a responsabilidade, o contacto humano com vinte e cinco personalidades diferentes. Passou por Portugal, Qatar e Brasil, onde conquistou a Taça Libertadores de 2024 no Monumental como treinador-adjunto do Botafogo e viveu por dentro a pressão diária de um clube gigante quando assumiu a equipa principal. Nesta conversa fala da paixão que o futebol brasileiro tem e que diz estarmos a perder, da diferença entre observar um jogo e assistir a um jogo, do seu modelo em sessenta segundos, daquilo que se recusou a mudar quando chegou ao Brasil, de como se treinam bolas paradas quando se joga de três em três dias e de porque é que o treinador fala demais. Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a montar a equipa e a explicar o quadrado que faz questão de manter em campo. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura 00:35 O que o futebol brasileiro tem que o europeu não tem 02:31 Deixar de jogar na rua para ver futebol 04:10 Observar um jogo não é assistir a um jogo 06:14 O modelo de jogo em 60 segundos 09:19 «Sou muito teimoso»: o que não mudou no Brasil 14:22 Recrutamento e análise do adversário 18:08 A limitação aos jogadores estrangeiros no Brasil 19:26 A regra que tira mercado ao jogador 20:49 Bolas paradas quando se joga de três em três dias 23:40 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico 27:20 O quadrado que faz questão de manter 33:24 A semana de treino no calendário brasileiro 39:40 Quebrar o conforto do jogador no vídeo 40:10 Imprensa, redes sociais e torcida num clube gigante 44:21 «Os treinadores pecam porque falam em demasia» 45:19 «Comigo é olho no olho» 46:18 O Sub-20 do Botafogo: 50 jogos numa época 50:51 O caminho que se percorre com o presidente 51:15 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  4. Sep 24

    Tarantini — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Jogou na Liga Portugal e fez o doutoramento ao mesmo tempo. Ricardo Tarantini senta-se na Linha Lateral. Tirou o curso de treinador em 2009, no ano em que chegou à Liga Portugal pelo Rio Ave e ainda era um rookie no escalão. Jogou sob Nuno Espírito Santo, Pedro Martins, Carlos Carvalhal, Miguel Cardoso e Luís Castro, treinadores diferentes com resultados semelhantes. Terminou a carreira aos 37 anos a acabar o doutoramento, passou duas épocas como adjunto no Famalicão e subiu de divisão como principal no União de Paredes. Nesta conversa fala do que aprendeu com cada um dos treinadores que teve e porque decidiu não ser nenhum deles, da decisão que só entendeu quando a cadeira passou a ser sua, do princípio que considera inegociável quando a equipa não tem bola, das três coisas sem as quais as bolas paradas não funcionam, e de como se diz a um jogador de 34 anos aquilo que ele já sabe. Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a montar a equipa e a explicar como fecha a linha da bola com o extremo e o lateral contrários. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura00:43 2009: o curso de treinador ainda a jogar02:45 Treinadores diferentes, resultados semelhantes05:45 A decisão que só entendeu quando a cadeira passou a ser sua09:36 Estrutura fixa ou adaptar-se aos jogadores?11:11 A subida no União de Paredes13:30 «Sempre fui um jogador muito chato para os meus treinadores»15:18 Sem bola: o princípio inegociável19:12 «Os dados não mandam nada. Ajudam em tudo» 22:21 Bolas paradas: batidores, decisores, cabeceadores25:32 Bolas paradas defensivas: zona, individual ou mista26:20 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico30:56 Fechar a linha da bola: extremo e lateral contrários34:31 A semana de treino, do mais dois ao menos um41:57 O que da ciência entra mesmo no treino de terça45:39 Acabar a carreira aos 37 a fazer o doutoramento48:01 Gerir um jogador de 34 anos que sente o fim a chegar49:46 Como gerir as más notícias aos jogadores51:41 O que o próximo projeto tem de ter52:52 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  5. Sep 4

    João Nuno — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Do Campeonato de Portugal à Liga Portugal em três épocas. João Nuno senta-se na Linha Lateral. Começou a treinar enquanto ainda jogava, capitão da equipa sénior do Barreirense de dia, treinador da formação a seguir. Passou pelo Fabril, pelo 1º de Dezembro e pelo Belenenses e chegou à Liga Portugal pelo convite do Estrela da Amadora. Nesta conversa fala do que muda mesmo de um escalão para o outro e do que se mantém exatamente igual, da equipa técnica que o acompanha há anos, do peso real dos dados, das bolas paradas que quase ninguém treina, e de como se gere um balneário ao intervalo quando o adversário mudou tudo. Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a montar a equipa e a explicar onde procura a superioridade numérica em cada zona do campo. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura 00:45 Jogar e treinar ao mesmo tempo no Barreirense 02:07 Da formação ao futebol profissional 04:31 Distrital, Campeonato de Portugal, Liga 3 e Liga Portugal 09:57 Estrutura fixa ou adaptar-se aos jogadores? 12:53 Fazer o jogador acreditar quando se perde 14:55 O que muda de um escalão para o outro 17:59 A equipa técnica que o acompanha desde o Belenenses 20:33 Analisar e ser analisado: a variabilidade 23:30 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico 27:17 Onde procurar a superioridade numérica 32:58 Sair a jogar contra marcação homem a homem 35:00 A semana de treino, dia a dia 41:07 O peso real dos dados 45:48 Sidny: como um jogador dá o salto 49:16 Bolas paradas: o detalhe que se despreza 53:40 Gerir o balneário ao intervalo 55:53 Preparar um jogo contra os grandes 58:46 Liderança quando os resultados não aparecem 1:00:17 Informação a mais atrapalha? 1:02:28 O próximo projeto 1:03:40 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque:Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.ptTikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.ptX: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  6. Aug 21

    João Sacramento — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. João Sacramento nunca jogou futebol profissional — e sentou-se nos bancos do Monaco, do Tottenham, da Roma, do PSG e de um Mundial com Marrocos. Pelo meio, foi treinador principal no LASK. Neste episódio da Linha Lateral, senta-se ao quadro tático e abre o jogo: o modelo, as hot zones, a liderança e os 5 Minutos à Joga Simples. João Sacramento fala da carta do pai que o levou a Cardiff, da viragem no Paris que mudou a sua forma de ver o jogo — "o jogo pertence aos jogadores e não aos treinadores" —, da obsessão pelas hot zones, do que muda quando se treina a elite, do caso Saibari e do falso 9, das rotações que desbloquearam a pressão da França no Mundial e da liderança situacional explicada com um saco de tacos de golfe. E, ao quadro tático, a construção com o lateral por dentro, as odd zones e os princípios que dão vida à estrutura. 00:00 Abertura01:10 A universidade em vez do balneário03:09 Cardiff: a carta do pai04:55 Gales, Mónaco e Luís Campos07:44 O modelo em 60 segundos08:01 A viragem no Paris11:59 "Eu só aprendo do jogo"15:10 Saibari e o falso 919:01 Hot zones: a obsessão23:12 Treinar a elite26:51 Dados e intuição28:05 A semana de treino33:10 Marrocos-França no Mundial38:04 Bolas paradas42:02 Ler o jogo da linha lateral43:50 O saco de tacos de golfe45:52 Um balneário em cada país47:07 5 Minutos à Joga Simples — o quadro tático57:34 Respostas ao Primeiro Toque1:02:35 Despedida Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ www.primeirotoque.pt

  7. Aug 14

    Daniel Sousa — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Daniel Sousa entrou no futebol por uma tese: entrevistou André Villas-Boas na faculdade e acabou na sua equipa técnica. Doze anos como analista e adjunto — FC Porto, Chelsea, Tottenham, Zenit, Marselha — antes de se sentar no banco principal. Neste episódio de Na Linha Lateral, senta-se ao quadro tático e abre o jogo: o modelo, a pressão alta do Arouca, o olho do analista e os 5 Minutos à Joga Simples. Daniel Sousa fala da tese sobre André Villas-Boas e Louis Van Gaal que ainda vive no seu futebol, do que se vê da bancada que não se vê do banco, da pressão alta sem travão de mão, das duas únicas estruturas em que acredita, da semana em que conta a história do jogo aos jogadores e dos dados que separam o essencial do acessório. Pelo meio, as três decisões do treinador — o 21, o 11 e o 5 —, Braga e Vitória e o que o próximo projeto tem de ter: tempo. E, ao quadro tático, como desmontar um 4-4-2 em bloco médio — e porque é que a linha defensiva se treina todas as semanas. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) 00:00 Abertura 00:57 A tese que virou carreira: Villas-Boas e Van Gaal 03:17 A bancada e o banco 05:10 Nunca ter sido jogador: peso ou vantagem? 06:55 O modelo: correr riscos e pressão alta 09:35 Arouca: "tirem o travão de mão" 13:56 Só há duas estruturas: 4-3-3 e 4-4-2 19:54 Ler o jogo: momentum e intervalo 22:12 Bolas paradas e os especialistas 26:25 A semana: contar a história do jogo 29:44 Dados: o essencial e o acessório 33:15 Balneário: o 21, o 11 e o 5 37:19 Braga e Vitória: o que ficou 40:14 O próximo projeto: tempo 42:36 5 Minutos à Joga Simples — o quadro tático 55:08 Respostas ao Primeiro Toque 58:56 Despedida Segue o Primeiro Toque Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_www.primeirotoque.pt

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