Morning Call by FUTURO invest

FUTURO Corp

Domine o mercado antes do primeiro café. O Morning Call by FUTURO Invest traz a abertura e as tendências econômicas sob a ótica do Método 360º da FUTURO Corp. Mais do que números, entregamos a análise estratégica necessária para proteger seu patrimônio e acelerar seu plano de vida. Informação técnica e visão de longo prazo com a solidez de um ecossistema reconhecido pela Planejar. O futuro não se prevê, se planeja. Assuma o protagonismo dos seus investimentos. Episódios novos de segunda a sexta, às 8h30. Siga o podcast e ative o sino de notificações!

  1. 1d ago

    14/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado chega à sexta-feira, 14 de agosto, com um contraste claro entre Brasil e Estados Unidos. Enquanto o Ibovespa acumulou quatro quedas nos quatro primeiros pregões da semana e completou oito sessões consecutivas no campo negativo, Nova York encerrou a quinta-feira em ambiente mais favorável, com o S&P 500 renovando seu recorde histórico após dados mais benignos de inflação. No Brasil, o Ibovespa saiu dos 172.513 pontos da sexta-feira anterior e fechou a quinta aos 167.100 pontos, acumulando queda de aproximadamente 3,14% na semana até aqui. O dólar terminou próximo de R$ 5,19, com valorização superior a 2% no período. A saída de investidores estrangeiros, a cautela com o cenário fiscal e eleitoral, a reavaliação do ciclo de juros e uma temporada de balanços marcada por forte seletividade seguem pressionando os ativos domésticos. Entre as empresas, Banco do Brasil permaneceu no radar após o mercado direcionar atenção para inadimplência e qualidade do crédito, especialmente no agronegócio. Hapvida sofreu forte queda após seu balanço, enquanto MRV avançou mais de 14% na quinta-feira. O episódio também analisa como esse ambiente de maior exigência pode continuar afetando bancos, varejo, construção e demais empresas sensíveis aos juros. No exterior, o PPI dos Estados Unidos ficou estável em julho e ajudou a reduzir a preocupação com uma nova alta de juros pelo Federal Reserve. O S&P 500 avançou 0,65% e fechou aos 7.798 pontos, o Nasdaq subiu 0,81% e o Dow Jones ganhou 0,13%. Nas commodities, o Brent caiu mais de 2% e encerrou a US$ 87,07, após uma sequência de altas ligada às tensões no Estreito de Hormuz. A movimentação mantém PETR4 sensível ao comportamento do petróleo e às implicações da commodity sobre inflação e juros globais. VALE3 e as siderúrgicas seguem dependentes do minério de ferro e dos sinais vindos da China. Para o pregão desta sexta-feira, o principal gatilho econômico será a divulgação das vendas no varejo dos Estados Unidos às 9h30, após avanço de 0,2% em junho. Às 11h, a leitura preliminar da confiança do consumidor da Universidade de Michigan complementa a avaliação sobre atividade e expectativas de inflação. No Brasil, a nova pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida presidencial também permanece no radar. O cenário-base é de um mercado dividido entre uma herança internacional mais construtiva e uma estrutura doméstica ainda fragilizada. Uma estabilização dos juros, do câmbio e do fluxo pode favorecer recuperação em bancos, varejo, construção e empresas de crescimento. Já uma nova alta dos Treasuries e do dólar, combinada a piora fiscal ou eleitoral no Brasil, pode prolongar a pressão. No radar da próxima semana, o IBC-Br de junho será divulgado na segunda-feira, às 12h, enquanto a ata do Federal Reserve será publicada na quarta-feira, às 15h de Brasília. Os dois eventos serão importantes para a formação das expectativas sobre juros, câmbio e atividade. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  2. 2d ago

    13/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 13 de agosto começa com um ambiente externo mais construtivo, mas ainda sem uma combinação suficiente para indicar uma abertura claramente positiva da B3. O principal tema do dia é a tentativa de reação do Ibovespa após sete quedas consecutivas, em um cenário no qual o alívio vindo dos Estados Unidos encontra contraponto na queda do petróleo e do minério de ferro. No último pregão, o Ibovespa recuou 0,23%, aos 167.491,07 pontos, enquanto o dólar à vista avançou 0,37%, para R$ 5,1799. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,26%, o Nasdaq Composite avançou 0,54% e o Dow Jones caiu 0,04%, após a inflação ao consumidor dos Estados Unidos vir em linha com as expectativas e reduzir parte das apostas em uma nova alta dos juros pelo Federal Reserve. Na Ásia, o cenário era positivo durante a madrugada: o Kospi avançava 4,4%, o Nikkei subia 1,86% e o MSCI Ásia-Pacífico fora do Japão ganhava 0,97%. O futuro do S&P 500 operava praticamente estável. Nos juros globais, o Treasury de dez anos estava em 4,688%, enquanto o DXY permanecia próximo da estabilidade, em 99,93. Entre as commodities, o sinal é mais cauteloso para a B3. O Brent aparecia a US$ 88,213 por barril, com queda de 0,86%, enquanto o minério de ferro denominado em yuans estava em 707,50 yuans por tonelada, recuo de 1,80%. A referência internacional do minério em dólares estava praticamente estável, em US$ 95,09 por tonelada, alta de 0,01%. O Bitcoin era negociado a R$ 330.260,28, com alta de 0,22% no período diário indicado. Entre os principais assuntos deste Morning Call: - A possibilidade de repique técnico do Ibovespa, ainda dependente da confirmação do ambiente externo; - Os impactos da fraqueza do petróleo e do minério sobre PETR3, PETR4, VALE3 e siderúrgicas; - A aprovação pelo Congresso de mecanismos de contenção das despesas obrigatórias e seus possíveis reflexos sobre juros e câmbio; - A divulgação das vendas do varejo brasileiro às 9h00; - O PPI dos Estados Unidos às 9h30, principal gatilho de volatilidade do pregão, acompanhado dos pedidos semanais de auxílio-desemprego; - A temporada de balanços, com atenção para empresas como Banco do Brasil, Sabesp, Rumo, Rede D'Or, Hapvida, MRV, Raízen e Suzano, além das companhias com resultados previstos ao longo desta quinta-feira. Na leitura técnica, o método de pivôs clássicos coloca o pivô do Ibovespa em 167.647,48 pontos, com primeiro suporte em 166.985,41 pontos e primeira resistência em 168.153,14 pontos. O cenário-base é de tentativa de estabilização ou repique técnico, mas essa leitura depende da manutenção do ambiente internacional mais favorável, do comportamento das commodities e, principalmente, da reação dos juros e do dólar aos indicadores americanos. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  3. 3d ago

    12/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 12/08 começa com o mercado brasileiro tentando estabilizar após uma sessão de forte aversão ao risco. O Ibovespa encerrou o último pregão em queda de 2,50%, aos 167.874,64 pontos, enquanto o dólar à vista avançou 1,04%, para R$ 5,1639. A combinação entre ata cautelosa do Copom, IPCA acima do consenso e aumento da percepção de risco doméstico mantém o ambiente defensivo, com possibilidade de repique técnico, mas ainda sem sinal claro de reversão. No exterior, Wall Street também terminou no vermelho: S&P 500 caiu 0,32%, Nasdaq Composite recuou 0,60% e Dow Jones perdeu 0,34%. Na Ásia, o Nikkei operava próximo da estabilidade nos primeiros negócios, enquanto China continental e Hong Kong ainda não haviam iniciado suas sessões regulares no horário considerado no Morning Call. Entre as commodities, o Brent avançou 1,4%, para US$ 88,91 por barril, sustentado pelas tensões envolvendo o Estreito de Ormuz. O movimento pode favorecer PETR3 e PETR4, embora o petróleo elevado também aumente os riscos inflacionários globais. Já o minério de ferro em Dalian avançava 1,26%, para 721,5 yuans por tonelada, oferecendo um vetor potencialmente positivo para VALE3 e suporte marginal às siderúrgicas. No câmbio e nos juros, a valorização do real permanece condicionada à redução do prêmio de risco doméstico. No exterior, o Treasury de dez anos terminou próximo de 4,695%, enquanto o mercado aguarda o principal gatilho macroeconômico do dia. O Bitcoin era negociado em aproximadamente US$ 63.685, com variação negativa de cerca de 0,46% na referência utilizada. Entre os principais assuntos deste episódio do Morning Call by FUTURO invest: - CPI dos Estados Unidos às 9h30, com consenso de 3,4% em 12 meses para o índice cheio e 2,5% para o núcleo; - Pesquisa Mensal de Serviços do Brasil às 9h, após recuo de 0,4% no dado anterior; - impactos potenciais do CPI sobre Treasuries, dólar, juros futuros e setores sensíveis às taxas; - perspectivas para Petrobras, Vale, bancos, siderúrgicas, varejo e construção; - balanços e eventos corporativos envolvendo B3, Direcional e PagBank, além da expectativa pelos resultados de Banco do Brasil e Hapvida; - níveis técnicos do Ibovespa pelo método de pivôs clássicos, com pivô em 169.276,36 pontos, suporte em 166.167,22 e resistência em 170.983,79 pontos. O cenário-base é de abertura mista, com possibilidade de repique técnico dentro de uma estrutura ainda defensiva. Petróleo e minério podem ajudar as principais ações de commodities, enquanto bancos e empresas mais sensíveis aos juros dependem de uma estabilização efetiva da curva doméstica. O CPI norte-americano será determinante para testar essa leitura e pode alterar a direção do mercado por meio dos juros globais e do dólar. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  4. 4d ago

    11/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 11/08/2026 começa com sinais mistos e uma disputa clara entre o suporte vindo das commodities e a cautela com juros e inflação. O Ibovespa encerrou o último pregão em queda de 0,19%, aos 172.179,93 pontos, e chega à sessão com perspectiva de rotação setorial, enquanto o mercado doméstico concentra as atenções na Ata do Copom e no IPCA de julho. No exterior, Wall Street terminou a sessão anterior perto da estabilidade, mas no campo negativo: S&P 500 caiu 0,06%, Nasdaq Composite recuou 0,32% e Dow Jones perdeu 0,11%. Na Ásia, o Nikkei 225 avançava 2,08% durante a apuração, enquanto os futuros americanos indicavam estabilidade. O petróleo segue como um dos principais vetores do mercado. O Brent encerrou a US$ 87,72 por barril, com alta próxima de 5%, refletindo o aumento do prêmio geopolítico relacionado ao Estreito de Ormuz. O movimento favorece PETR3, PETR4 e produtoras independentes, depois de PETR4 já ter avançado 3,33% no último pregão. Para VALE3 e siderúrgicas, a leitura é mais cautelosa diante da ausência de um sinal suficientemente validado do minério de ferro para a sessão asiática. No mercado doméstico, o dólar à vista fechou a R$ 5,1107, alta de 0,52%, enquanto os juros globais permanecem pressionados, com o Treasury de dez anos próximo de 4,71%. O Bitcoin operava em torno de US$ 63,9 mil na referência utilizada no episódio. Entre os principais temas analisados neste Morning Call estão: • Ata do Copom às 8h, após o corte da Selic para 14,00%, e seus possíveis sinais sobre a continuidade do ciclo de flexibilização monetária; • IPCA de julho às 9h, principal dado quantitativo da manhã e potencial gatilho para juros futuros, dólar e ações domésticas; • balanço do BTG Pactual, previsto para antes da abertura da B3; • resultado da Natura, que reportou lucro líquido de R$ 35 milhões no segundo trimestre; • reação de EMBR3 após os resultados e a revisão de projeções para 2026; • JBS, após queda de 5,7% de sua ação em Nova York; • possíveis impactos do petróleo sobre Petrobras e demais companhias ligadas à commodity. Na análise técnica, pelo método de pivôs clássicos, o Ibovespa tem primeiro suporte em 171.490,90 pontos e primeira resistência em 172.902,27 pontos, com pivô em 172.213,25 pontos. O cenário-base apresentado pela FUTURO Invest é de abertura mista com rotação setorial. Energia pode continuar liderando caso o Brent sustente os níveis observados, enquanto varejo, construção, shoppings e outros setores sensíveis aos juros dependerão principalmente da reação da curva à Ata do Copom e ao IPCA. Neste episódio, analisamos os sinais que podem confirmar essa leitura, os riscos capazes de alterar a direção do mercado e os principais ativos que funcionam como termômetro para os primeiros negócios da B3. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  5. 5d ago

    10/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 10/08 começa com sinais mistos para a B3. O principal tema do dia é a disputa entre um ambiente externo mais favorável após o payroll fraco dos Estados Unidos e a pressão vinda das commodities, com minério de ferro em queda e petróleo em alta diante das tensões no Estreito de Ormuz. O Ibovespa encerrou a sexta-feira em queda de 1,73%, aos 172.513,42 pontos, acumulando quatro sessões negativas e chegando à segunda-feira em busca de estabilização. Em Nova York, o movimento foi oposto: o S&P 500 subiu 0,62%, o Nasdaq avançou 1,30% e o Dow Jones ganhou 0,28%, após o mercado de trabalho americano mostrar destruição de 23 mil vagas em julho e reduzir as apostas em nova alta de juros pelo Federal Reserve. Na Ásia, o cenário é majoritariamente positivo, com Nikkei em alta de cerca de 2,0%, Kospi avançando 1,1% e o MSCI Ásia-Pacífico ex-Japão subindo 0,8%. A China destoa, com o CSI 300 em queda de 0,4%, em meio a sinais de demanda doméstica ainda fraca. Entre os principais termômetros do mercado, o dólar comercial fechou a sexta-feira a R$ 5,0845, em queda de 0,41%. O Treasury de dez anos opera em 4,662%, enquanto o Brent está em US$ 84,40 por barril, alta de 1,0%. Já o minério de ferro 62% Fe CFR, contrato agosto de 2026, deixou como última referência US$ 94,45 por tonelada, queda de 0,87%. O Bitcoin opera próximo de US$ 65 mil. No Brasil, o Relatório Focus aparece como o principal gatilho doméstico da abertura, especialmente para a leitura sobre inflação, Selic e curva de juros. Nos Estados Unidos, a agenda do dia é mais leve, mas o mercado já começa a se posicionar para o CPI de julho, previsto para quarta-feira. No corporativo, Embraer ganha destaque com a divulgação dos resultados do segundo trimestre e conferência às 9h. Também entram no radar os balanços previstos de Caixa Seguridade, Grupo SBF, Hidrovias do Brasil, Technos, Natura, JBS, Itaúsa, Ferbasa e Terra Santa. Entre os ativos mais sensíveis, VALE3 e siderúrgicas podem encontrar resistência no minério mais fraco e nos sinais mistos da China. PETR3 e PETR4, por outro lado, podem receber suporte do petróleo em alta, embora Petrobras ainda processe a reação ao balanço e aos dividendos anunciados. Bancos, varejo e construção seguem dependentes do comportamento dos juros futuros e dos Treasuries. Pelo método de pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 173.587,15 pontos, primeiro suporte em 171.057,47 pontos e primeira resistência em 175.043,11 pontos. O cenário-base é de abertura mista, com possibilidade de rotação setorial. A leitura melhora se os yields americanos permanecerem controlados e o índice recuperar o pivô; perde força em caso de piora simultânea dos juros globais, dólar e commodities. Neste episódio do Morning Call by FUTURO invest, analisamos os principais vetores para a abertura, os riscos capazes de alterar o cenário e os ativos que devem funcionar como termômetro nos primeiros negócios. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  6. Aug 7

    07/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado chega à sexta-feira, 7 de agosto, com uma divergência clara entre Brasil e exterior. Enquanto Wall Street acumulou ganhos relevantes nos quatro primeiros pregões da semana, o Ibovespa perdeu tração e devolveu parte da recuperação do fim de julho. O principal tema do dia é o custo do capital: a Selic caiu, mas a comunicação cautelosa do Banco Central manteve os juros no centro da precificação dos ativos brasileiros. O Ibovespa chega ao último pregão da semana na faixa dos 175 mil pontos, acumulando queda próxima de 1,38% desde o fechamento da sexta-feira anterior. Na quinta-feira, o índice caiu 1,23%, fechou próximo da mínima e completou a terceira sessão consecutiva de baixa. O movimento reforçou a seletividade do mercado, com maior pressão sobre empresas dependentes de crédito e financiamento, enquanto companhias com geração de caixa, margens preservadas e balanços mais sólidos mostraram maior capacidade de resistência. O Copom reduziu a Selic de 14,25% para 14% ao ano, mas evitou antecipar novos cortes. A reação da curva de juros colocou novamente em evidência setores como bancos, varejo, construção e consumo discricionário. O Bradesco, por exemplo, apresentou lucro recorrente de R$ 7,05 bilhões, alta anual de 16,2%, mas suas ações preferenciais recuaram perto de 2%, com o mercado atento à qualidade do crédito, inadimplência e provisões. No câmbio, o dólar fechou próximo de R$ 5,11, em queda de cerca de 0,4%, mostrando que a deterioração não ocorreu de forma uniforme entre os ativos brasileiros. No exterior, o S&P 500 acumulava alta próxima de 2,9% na semana até quinta-feira, o Nasdaq avançava cerca de 3,8% e o Dow Jones subia 2,7%. O principal ponto de atenção está nos Treasuries: o rendimento do título americano de dez anos terminou a quinta-feira na região de 4,67%, aumentando o custo de oportunidade para bolsas e mercados emergentes. O petróleo também entrou no radar. O Brent avançou quase 3,8% na quinta-feira e fechou próximo de US$ 82,50 por barril, com o Estreito de Ormuz novamente associado ao risco geopolítico. A alta pode favorecer Petrobras, mas também aumenta a preocupação com inflação e juros globais. Entre os principais temas do episódio estão: o resultado da Petrobras, que reportou lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre e aprovou R$ 17,4 bilhões em remuneração aos acionistas;o payroll dos Estados Unidos, previsto para 9h30, com expectativa próxima de 80 mil novas vagas e desemprego em 4,2%;o IGP-DI de julho no Brasil;os cenários para juros, dólar e ativos de risco após o relatório de emprego americano;a agenda da próxima semana, com IPCA no Brasil, CPI e PPI nos Estados Unidos, dados de serviços, comércio, varejo americano e PNAD Contínua trimestral;balanços de empresas como Embraer, Natura, Itaúsa e Banco do Brasil. No Morning Call by FUTURO invest, o foco está menos na direção isolada dos índices e mais no que sustenta cada movimento: geração de caixa, qualidade dos balanços, sensibilidade aos juros e comportamento das principais variáveis macroeconômicas. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  7. Aug 6

    06/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 06/08/2026 começa com sinais mistos para a B3. O principal tema do dia é a reação do mercado ao corte da Selic para 14,00% ao ano, combinado a um comunicado cauteloso do Banco Central, enquanto o exterior apresenta pressão sobre ações de tecnologia e commodities sem direção uniforme. O Ibovespa encerrou a sessão anterior em queda de 0,09%, aos 177.726,17 pontos, depois de alcançar a máxima de 180.194,51 pontos e devolver os ganhos ao longo do pregão. O movimento reforça a dificuldade do índice em sustentar altas próximas dos 180 mil pontos e mantém a atenção sobre a curva de juros, o câmbio e os balanços corporativos. Em Nova York, o Dow Jones avançou 0,49%, aos 54.349,06 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 0,17%, aos 7.723,52 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 0,83%, aos 26.363,44 pontos. Na Ásia, o ambiente é mais defensivo, com queda de 0,69% do índice MSCI da região, baixa de 1,57% do Nikkei e recuo de 3,64% do Kospi, em meio à pressão sobre empresas de tecnologia e semicondutores. Entre os ativos acompanhados, o dólar comercial fechou a R$ 5,128, com queda de 0,06%, enquanto o DXY recuou 0,15%, aos 99,71 pontos. O Treasury de dez anos operava em 4,607%. O Brent era negociado próximo de US$ 79 por barril, com o contrato de setembro encerrando a sessão anterior a US$ 79,45. O minério de ferro de 62% de concentração indicava US$ 93,91 por tonelada, sinalizando recuperação moderada. O Bitcoin era negociado em torno de US$ 64.518. Entre os principais assuntos do episódio: - A leitura do corte da Selic e seus possíveis efeitos sobre juros futuros, dólar, bancos, varejo, construção, educação e empresas mais alavancadas. - Os pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos, com leitura anterior de 197 mil e consenso de 202 mil, como principal gatilho macroeconômico externo. - A reação aos resultados de Bradesco, TOTVS, Klabin, Smart Fit, Auren, Copel, Engie Brasil, Brava Energia, CSN Mineração e Vivara. - A expectativa pelos balanços de Petrobras e B3 após o fechamento. - Os possíveis impactos do petróleo sobre PETR3 e PETR4, da China e do minério sobre VALE3 e siderúrgicas, e da curva de juros sobre empresas domésticas. - O risco de rotação setorial, com bancos e companhias que divulgaram resultados concentrando o volume dos primeiros negócios. Pelo método de pivôs clássicos, o ponto de equilíbrio técnico do Ibovespa está em 178.537 pontos. O primeiro suporte está em 176.880 pontos e a primeira resistência em 179.384 pontos. O cenário-base apresentado no Morning Call by FUTURO invest é de abertura mista, com possibilidade de rotação entre setores. Essa leitura pode ganhar força caso os juros futuros recuem e os balanços sejam bem recebidos. O cenário perde sustentação se o comunicado do Copom for interpretado de forma mais restritiva, se o dólar avançar ou se a aversão ao risco externo se intensificar. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  8. Aug 5

    05/08/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 05/08/2026 começa com sinais externos favoráveis, mas com uma leitura de abertura mista para a B3. O principal tema do dia é a decisão do Copom, com expectativa predominante de redução da Selic de 14,25% para 14,00% ao ano. Mais do que o corte em si, o mercado deve concentrar atenção no comunicado e nas indicações sobre a continuidade do ciclo de flexibilização monetária. No último pregão, o Ibovespa chegou a superar os 180 mil pontos, mas perdeu força e encerrou em queda de 0,06%, aos 177.894,97 pontos. Vale avançou 2,24% e ajudou a limitar as perdas, enquanto Petrobras e bancos exerceram pressão sobre o índice. No exterior, o ambiente foi mais construtivo. O S&P 500 subiu 1,79%, o Nasdaq Composite avançou 2,59% e o Dow Jones ganhou 1,71%. Na Ásia, Nikkei, Kospi e o índice MSCI da região operavam em alta, enquanto os futuros americanos apresentavam comportamento misto. Entre os principais termômetros do pregão: O dólar comercial fechou a R$ 5,131, com alta de 0,87%.O rendimento do Treasury de dez anos recuava para 4,6187%.O Brent era negociado a US$ 79,02 por barril, em queda de 0,4%, após forte baixa na sessão anterior.O minério de ferro refinado 62% Fe CFR estava em US$ 93,70 por tonelada, com alta de 0,04%.O Bitcoin era cotado em aproximadamente US$ 64.097. A agenda também traz o ISM de serviços dos Estados Unidos, indicador capaz de alterar a trajetória dos juros globais e do dólar. No Brasil, a queda de 1,8% da produção industrial em junho reforça os sinais de desaceleração da atividade e entra diretamente na avaliação do Copom. No campo corporativo, o episódio analisa a possível reação aos resultados de Itaú Unibanco, Gerdau, C&A, Iguatemi, RD Saúde e PRIO, além da expectativa pelo balanço do Bradesco. Bancos devem permanecer entre os setores de maior sensibilidade, especialmente diante da leitura sobre provisões, inadimplência, margens e qualidade do crédito. Para as ações ligadas a commodities, o cenário é dividido. PETR4 e demais empresas de petróleo podem enfrentar nova pressão se o Brent permanecer nos níveis atuais. VALE3 tende a abrir com leitura mais neutra, diante da estabilidade do minério de ferro, enquanto siderúrgicas podem apresentar comportamento misto. Pelo método de pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 178.718 pontos, primeiro suporte em 176.757 pontos e primeira resistência em 179.856 pontos. O cenário-base é de tentativa de recuperação com rotação setorial, sustentada pelo exterior e pela queda dos juros globais, mas limitada pelo petróleo e pela cautela antes da decisão do Copom. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

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