Morning Call by FUTURO invest

FUTURO Corp

Domine o mercado antes do primeiro café. O Morning Call by FUTURO Invest traz a abertura e as tendências econômicas sob a ótica do Método 360º da FUTURO Corp. Mais do que números, entregamos a análise estratégica necessária para proteger seu patrimônio e acelerar seu plano de vida. Informação técnica e visão de longo prazo com a solidez de um ecossistema reconhecido pela Planejar. O futuro não se prevê, se planeja. Assuma o protagonismo dos seus investimentos. Episódios novos de segunda a sexta, às 8h30. Siga o podcast e ative o sino de notificações!

  1. 8h ago

    29/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão desta terça-feira começa com um cenário misto e viés defensivo. O principal tema do dia continua sendo a combinação entre petróleo elevado e juros americanos próximos das máximas em quase duas décadas: enquanto o Brent favorece as petroleiras, os Treasuries pressionam ativos de risco e mantêm a cautela sobre a abertura da B3. No último pregão, o Ibovespa caiu 0,26%, aos 182.991,13 pontos, acumulando a quarta sessão consecutiva de queda. O índice oscilou entre 181.930,63 e 183.899,46 pontos. O dólar comercial avançou 0,78%, para R$ 5,225, enquanto os juros futuros também subiram, com o DI para 2027 em 13,57% e o DI para 2029 em 13,90%. Em Nova York, o S&P 500 recuou 0,77%, o Nasdaq Composite caiu 0,92% e o Dow Jones perdeu 0,67%. Nesta manhã, os futuros americanos apresentam pouca direção: Dow futuro -0,1%, S&P 500 próximo da estabilidade e Nasdaq 100 futuro +0,1%. O Treasury de dez anos permanece elevado, em torno de 5,245%. Na Ásia, o CSI 300 avançou 0,1% e o Shanghai Composite subiu 0,2%, enquanto o Hang Seng caiu 0,5%. Entre as commodities, o Brent para novembro opera a US$ 106,99 por barril, com alta de US$ 1,71, enquanto o minério de ferro para janeiro de 2027 em Dalian encerrou em aproximadamente US$ 105,49 por tonelada, queda de 1,05%. O Bitcoin opera a US$ 83.487, com queda de 0,86% em relação ao dia anterior. No Brasil, os principais gatilhos são o IGP-M de setembro, às 08h00, e a PNAD Contínua, às 09h00. Nos Estados Unidos, o foco está no JOLTS, às 11h00, na confiança do consumidor e no discurso de John Williams, às 15h00. Inflação, emprego e trajetória dos juros serão os principais canais de transmissão para bolsa, dólar e curva doméstica. No episódio, você acompanha ainda: - os possíveis impactos do Brent acima de US$ 106 sobre PETR4; - a leitura para VALE3 e siderúrgicas diante da queda de 1,05% do minério de ferro; - o comportamento dos bancos em um ambiente de juros elevados; - a renegociação de R$ 370 milhões em dívidas da CVC, com economia estimada de R$ 110 milhões nos próximos 12 meses; - a emissão de R$ 1,4 bilhão em debêntures pela Vibra Energia; - os principais cenários técnicos para o Ibovespa. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 182.940,41 pontos, suporte em 181.981,35 pontos e resistência em 183.950,18 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com rotação setorial e viés defensivo. Petroleiras entram com o principal vetor positivo, enquanto mineradoras, siderúrgicas e empresas sensíveis aos juros enfrentam um ambiente mais desafiador. A direção do pregão dependerá principalmente do comportamento dos Treasuries, do petróleo e da reação aos indicadores de inflação e emprego. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  2. 1d ago

    28/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado começa a semana com um cenário de abertura misto e viés defensivo. O principal tema do dia é a combinação entre petróleo em forte alta, juros americanos novamente pressionados e futuros de Nova York no campo negativo — um ambiente que pode favorecer Petrobras, mas limita uma recuperação mais ampla do Ibovespa. Na sexta-feira, o Ibovespa caiu 0,27%, aos 183.476,86 pontos, depois de oscilar entre 182.151 e 184.214 pontos. PETR4 recuou 2,58%, PETR3 caiu 2,00%, enquanto VALE3 avançou 0,16%. Entre os bancos, Itaú PN subiu 0,62% e Bradesco PN ganhou 0,56%. O dólar comercial à vista fechou a R$ 5,1817, queda de 0,23%. No exterior, Wall Street terminou a última sessão em alta, com S&P 500 +0,51%, Nasdaq Composite +0,48% e Dow Jones +0,93%. Nesta manhã, porém, os futuros americanos operam no negativo: Dow futuro -0,4%, S&P 500 futuro -0,4% e Nasdaq 100 futuro -0,7%. Na Ásia, o cenário é misto: Nikkei +0,02%, Shanghai Composite -1,74%, Hang Seng +0,54% e ASX +0,30%. A queda de Xangai adiciona cautela para ativos brasileiros mais expostos à China, especialmente VALE3. Entre os principais termômetros do pregão, o Brent para novembro de 2026 opera a US$ 106,93 por barril, alta de 2,5%, enquanto o Treasury americano de dez anos chegou a 5,21%. O DXY está em torno de 101,085 pontos e o Bitcoin opera próximo de R$ 433,4 mil, com queda de aproximadamente 0,9% em 24 horas. No Brasil, a agenda traz o Boletim Focus às 08h25 e as Estatísticas do Setor Externo às 08h30. O mercado acompanha especialmente a atualização das expectativas de inflação, Selic e câmbio, além dos dados de transações correntes e investimento direto no país. Nos Estados Unidos, os destaques ficam para discursos de dirigentes do Federal Reserve, o Índice de Atividade das Empresas do Fed de Dallas e os leilões de títulos de três e seis meses, em um momento de atenção renovada sobre a trajetória dos juros americanos. No episódio, você acompanha ainda: os possíveis impactos da alta do petróleo sobre PETR3 e PETR4;a leitura para VALE3 diante da fraqueza de Xangai;o comportamento dos bancos em um ambiente de juros elevados;os principais gatilhos para dólar e curva de juros;os cenários favorável e adverso para a abertura da B3. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 183.280,62 pontos, suporte em 182.347,24 pontos e resistência em 184.410,24 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com rotação setorial e viés defensivo. Petrobras pode oferecer sustentação ao índice, mas uma melhora mais disseminada depende principalmente de alívio nos Treasuries e de estabilização do ambiente externo. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  3. 5d ago

    24/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão desta quinta-feira começa com um cenário global mais defensivo e uma dinâmica de forças opostas para a Bolsa brasileira. De um lado, o petróleo acima de US$ 100 sustenta o setor de energia e pode favorecer a Petrobras. Do outro, juros americanos elevados, futuros de Nova York em queda e fraqueza dos mercados chineses limitam o apetite por risco e aumentam a atenção sobre Vale, bancos e empresas mais sensíveis ao custo de capital. No último pregão, o Ibovespa caiu 0,86%, aos 185.814,09 pontos, enquanto o dólar comercial encerrou a R$ 5,1682, alta de 1,28%. PETR4 avançou 2,59%, acompanhando a valorização do petróleo, enquanto VALE3 recuou 1,76%. No exterior, o S&P 500 caiu 0,75%, o Nasdaq Composite perdeu 1,13% e o Dow Jones recuou 0,68%. Nesta manhã, os futuros americanos seguem no campo negativo, enquanto a China também apresenta pressão, com quedas no CSI 300, Shanghai Composite e Hang Seng. Entre os principais termômetros do dia, o Brent opera a US$ 103,51 por barril, em alta de 0,4%, enquanto o minério de ferro está em 711,5 yuans por tonelada, com queda de 0,07%. O DXY gira em torno de 101,14 pontos, os Treasuries permanecem pressionados e o Bitcoin opera próximo de R$ 436,4 mil, com queda de aproximadamente 2,6% em 24 horas. No Brasil, o principal gatilho da agenda é o Relatório de Política Monetária do Banco Central, que pode influenciar a curva de juros, o câmbio e os setores mais sensíveis ao custo de capital. Nos Estados Unidos, o mercado acompanha os pedidos iniciais de auxílio-desemprego e as vendas de casas novas, em um momento de atenção renovada sobre a força da atividade econômica e seus efeitos sobre a política monetária. No episódio, você também acompanha: - os possíveis impactos do petróleo sobre PETR3 e PETR4; - a pressão sobre VALE3 diante da fraqueza da China e do minério de ferro; - o comportamento dos grandes bancos após as quedas do último pregão; - os efeitos potenciais dos juros americanos sobre ativos brasileiros; - o encontro entre Estados Unidos e China e seus possíveis reflexos sobre o sentimento global; - os cenários projetados para a abertura da B3. Pelos pivôs clássicos calculados com os dados do último pregão, o Ibovespa tem suporte em 184.736,06 pontos, resistência em 187.832,06 pontos e pivô em 186.754,03 pontos. A leitura apresentada pela FUTURO Invest é de abertura mista, com possibilidade de rotação setorial e viés defensivo, em um pregão que deve continuar sensível à direção dos juros globais, ao comportamento do petróleo e à comunicação do Banco Central. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  4. 6d ago

    23/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão de 23 de setembro começa com sinais mistos para a B3. A herança do mercado brasileiro é positiva, mas o cenário externo combina recuperação do minério de ferro, estabilidade nos futuros americanos, petróleo pressionado e fortalecimento do dólar global. Nesse ambiente, o principal tema do dia é a possibilidade de uma abertura com rotação entre setores, antes dos PMIs dos Estados Unidos. O Ibovespa encerrou o último pregão em 187.422,92 pontos, alta de 0,44%, após oscilar entre 184.976,81 e 187.671,74 pontos. Em Nova York, o Nasdaq Composite avançou 0,45%, aos 27.244,28 pontos, enquanto o S&P 500 terminou praticamente estável, aos 7.764,64 pontos, e o Dow Jones caiu 0,36%, aos 51.863,69 pontos. Na Ásia, Coreia do Sul e Taiwan operavam em alta, apoiadas pelo setor de tecnologia, enquanto ações chinesas mostravam desempenho mais fraco. O Japão permanece fechado por feriado. Já os futuros americanos indicavam movimentos reduzidos, com S&P 500 futuro em alta de 0,10% e Nasdaq-100 futuro avançando 0,03%. Entre os principais ativos acompanhados no episódio: - O Brent novembro/2026 havia fechado a terça-feira a US$ 99,25 por barril, queda de 1,09%, e aparecia posteriormente a US$ 98,47, recuo de 0,79%. - O minério de ferro, contrato I2701 negociado em Dalian, estava em 713,5 yuans por tonelada, alta de 0,5%. - O dólar à vista comercial fechou em R$ 5,1029, queda de 0,11%, enquanto o DXY aparecia em torno de 100,71 pontos, alta de 0,16%. - O rendimento dos Treasuries de 10 anos permanecia abaixo de 5%. - O Bitcoin negociava próximo de US$ 86,55 mil, com avanço em torno de 0,4% no dia. Na agenda econômica, o destaque internacional já começou pela Europa, onde o PMI Composto preliminar da zona do euro subiu para 53,1 em setembro, ante 52,0 em agosto e consenso de 51,7. Nos Estados Unidos, a principal referência do dia será a divulgação dos PMIs preliminares às 10h45, seguida por participação de Michael Barr, do Federal Reserve, às 11h05, estoques semanais de petróleo da EIA às 11h30 e leilão de Treasury de cinco anos às 14h00. No Brasil, o IBGE divulga às 10h00 a PNAD Contínua com características adicionais do mercado de trabalho de 2025. No campo corporativo, o episódio analisa os possíveis impactos sobre VALE3, beneficiada inicialmente pela recuperação do minério, e sobre PETR3 e PETR4, que podem sentir o Brent mais fraco. As siderúrgicas também entram no radar, com leitura dependente de China, demanda por aço e comportamento das commodities. B3SA3 passa a negociar ex-juros sobre capital próprio nesta sessão. Pelo método de pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô central em 186.690,49 pontos, primeiro suporte em 185.709,24 pontos e primeira resistência em 188.404,17 pontos. O cenário-base apresentado no Morning Call da FUTURO Invest é de uma abertura mista, com possível rotação setorial. A leitura pode ganhar força com minério firme, estabilidade nos futuros americanos e ausência de nova aceleração do dólar e dos Treasuries. Já uma alta mais forte dos juros americanos, fortalecimento adicional do dólar ou deterioração do ambiente externo pode alterar essa dinâmica ao longo da sessão. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  5. Sep 22

    22/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão desta terça-feira começa com uma leitura mais equilibrada entre a herança positiva da sessão anterior e novos sinais de cautela no exterior. O principal gatilho do dia é a Ata do Copom, que pode influenciar diretamente os juros futuros, o dólar e os setores mais sensíveis à trajetória da Selic. No último pregão, o Ibovespa avançou 0,74% e fechou aos 186.595,60 pontos, enquanto o dólar à vista recuou 0,72%, para R$ 5,1080. Em Nova York, o S&P 500 subiu 1,49%, o Nasdaq Composite avançou 2,26% e o Dow Jones ganhou 0,71%, em uma sessão marcada por força das ações de tecnologia e alívio nos Treasuries. Para a abertura de hoje, porém, o cenário externo perdeu parte desse impulso. Os futuros americanos operavam próximos da estabilidade, enquanto o Treasury de dez anos voltou para a região de 4,969%. Na Ásia, Hang Seng, Kospi e Shanghai Composite encerraram com pequenas altas, enquanto a bolsa de Tóquio permaneceu fechada por feriado. Entre as commodities, o contraste é relevante para a B3. O Brent voltou a US$ 101,67 por barril, criando um vetor mais favorável para PETR3 e PETR4, enquanto o minério de ferro fechou em 708 yuans por tonelada em Dalian, com queda de 1,0%, aumentando a atenção sobre VALE3 e siderúrgicas. O episódio também analisa: - a Ata do Copom, após a redução da Selic de 14,00% para 13,75% ao ano; - os indicadores e discursos previstos nos Estados Unidos, incluindo ADP, Richmond Fed e falas de dirigentes do Federal Reserve; - o comportamento do dólar, dos Treasuries e do Bitcoin, negociado a US$ 85.310 na referência utilizada; - os possíveis impactos do petróleo, minério e China sobre Petrobras, Vale e siderúrgicas; - o anúncio da Rede D’Or de R$ 400 milhões em juros sobre capital próprio; - os principais cenários para a abertura, com possibilidade de rotação setorial; - os níveis técnicos do Ibovespa pelo método de pivôs clássicos: suporte em 185.416,86 pontos, pivô em 186.425,55 pontos e resistência em 187.604,30 pontos. A leitura inicial é de uma abertura mista, com o comportamento dos juros domésticos após a Ata do Copom, a direção do Treasury de dez anos e a divergência entre petróleo e minério funcionando como principais termômetros do pregão. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  6. Sep 21

    21/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro inicia a semana com uma fotografia externa mais favorável, apoiada pela queda do petróleo, avanço dos futuros americanos e recuperação das ações de tecnologia. No Brasil, porém, o cenário político e fiscal continua no centro da precificação, enquanto investidores acompanham as primeiras projeções econômicas após o corte da Selic para 13,75% ao ano. O Ibovespa encerrou sexta-feira em queda de 0,41%, aos 185.229,17 pontos, acumulando perda de 1,06% na semana e interrompendo uma sequência de quatro semanas de alta. O dólar comercial terminou em R$ 5,1442, avanço de 0,10%. Nos juros, o DI para janeiro de 2027 fechou em 13,555%, o janeiro de 2029 em 13,840% e o janeiro de 2031 em 14,020%. Em Nova York, o fechamento foi misto: Dow Jones caiu 0,18%, S&P 500 avançou 0,17% e Nasdaq Composite subiu 0,40%. Nesta manhã, o cenário melhora, com futuros do S&P 500 avançando 0,6% e futuros do Nasdaq subindo quase 1%, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia. O petróleo é um dos principais vetores do pregão. O Brent recuava cerca de 2%, para US$ 101,70 por barril. A queda reduz parte da pressão sobre inflação e juros globais, mas também diminui o suporte para a Petrobras. PETR4 vem de queda de 0,23%, para R$ 48,50, enquanto PETR3 recuou 1,09%, para R$ 53,41. Na Ásia, o Kospi avançou 1,65%, para 7.007,72 pontos, com Samsung Electronics subindo 4,98%, enquanto o Japão permaneceu fechado por feriado. O yuan atingiu 6,6950 por dólar, maior nível em mais de três anos e meio, antes do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping previsto para esta semana. No Brasil, a política segue como um dos principais gatilhos. A pesquisa BTG/Nexus mostra Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 37% no primeiro turno, dentro da margem de empate técnico. Em um eventual segundo turno, são 46% contra 45%, também tecnicamente empatados. O cenário eleitoral permanece relevante para as expectativas fiscais e para a curva de juros. Entre as ações, VALE3 vem de queda de 1,53%, para R$ 73,37. Sem uma referência suficientemente padronizada para o minério de ferro nesta manhã, a leitura para Vale e siderúrgicas permanece dependente do comportamento da commodity e do ambiente asiático. Nos bancos, Itaú PN caiu 0,59%, para R$ 42,33, e Bradesco PN recuou 0,88%, para R$ 17,99. Na agenda, o mercado acompanha o Boletim Focus, primeira rodada de projeções após o corte da Selic para 13,75%, além do Índice de Atividade Nacional do Fed de Chicago nos Estados Unidos e da balança comercial semanal brasileira. No corporativo, Petrobras entra no radar após o pedido do Ministério Público Federal para suspensão da licença de perfuração do bloco FZA-M-59, na Margem Equatorial. A EZ Tec também se destaca após assinar contrato de R$ 1,17 bilhão com o Itaú Unibanco para locação do complexo Esther Towers. A leitura inicial para o pregão é de abertura com viés positivo, apoiada pelo exterior, mas com possibilidade de rotação entre setores e menor contribuição da Petrobras. Dólar, curva de juros brasileira, Brent, Treasuries e cenário eleitoral permanecem entre as principais variáveis para acompanhar ao longo do dia. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  7. Sep 17

    17/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão desta quinta-feira começa com uma combinação importante para os mercados: enquanto o Federal Reserve elevou os juros nos Estados Unidos, o Copom reduziu a Selic para 13,75% ao ano. Esse contraste entre política monetária externa e doméstica coloca juros, câmbio e rotação setorial no centro das atenções na abertura da B3. O Ibovespa encerrou o último pregão aos 185.547,66 pontos, em queda de 0,51%, pressionado principalmente por empresas ligadas ao petróleo. Em Nova York, o S&P 500 caiu 0,45%, o Nasdaq Composite recuou 0,01% e o Dow Jones perdeu 1,21% após a decisão do Fed. Já nesta manhã, os futuros americanos apontavam recuperação, enquanto os mercados asiáticos fecharam sem direção única. No Morning Call da FUTURO Invest, analisamos também os principais termômetros para o pregão: o dólar à vista fechou em R$ 5,1519, com queda de 0,05%; o Brent operava a US$ 104,33 por barril, recuo de 1,42%; o minério de ferro na SGX estava em US$ 96,05 por tonelada, alta de 0,26%; e o Bitcoin era negociado a US$ 76.698,70, avanço de 0,8%. Entre os principais temas do episódio estão: • os possíveis efeitos do corte da Selic sobre varejo, construção e demais setores sensíveis aos juros; • a pressão do petróleo sobre PETR3 e PETR4 e o suporte marginal do minério para VALE3 e siderúrgicas; • o comportamento dos Treasuries e do dólar após a alta de juros do Fed; • a agenda econômica, com IPC-S Capitais e Monitor do PIB no Brasil, além de pedidos de seguro-desemprego, construção residencial e atividade industrial nos Estados Unidos; • os fatos corporativos envolvendo Sabesp/EMAE e OceanPact/CBO; • os níveis técnicos do Ibovespa, com pivô em 185.679,96 pontos, primeiro suporte em 184.621,68 e primeira resistência em 186.605,95 pontos. O cenário-base apresentado no episódio é de abertura mista, com possibilidade de rotação setorial. A melhora dos futuros americanos e o corte da Selic oferecem algum suporte aos ativos domésticos, enquanto a queda do petróleo, a cautela com a China e o nível ainda elevado dos juros americanos podem limitar movimentos mais consistentes de alta. O principal gatilho de volatilidade está no bloco de indicadores dos Estados Unidos às 09h30, com potencial para alterar a direção dos Treasuries, do dólar e dos futuros de ações e, consequentemente, a leitura para a abertura e os primeiros negócios na B3. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  8. Sep 16

    16/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão desta quarta-feira começa sob o impacto de uma Super Quarta decisiva para os mercados. Depois de o Ibovespa fechar em 186.502,64 pontos, alta de 0,54%, o cenário para a abertura é misto, com melhora moderada do ambiente externo, pressão ainda elevada nos juros globais e expectativa pelas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. Em Nova York, o último pregão terminou no vermelho: Dow Jones -0,63%, S&P 500 -0,45% e Nasdaq Composite -0,78%. Nesta manhã, porém, os futuros americanos avançavam, enquanto o MSCI Ásia-Pacífico excluindo Japão subiu 0,6%. O Treasury de dez anos permanecia ao redor de 5%, mantendo os juros globais como um dos principais vetores de risco. Entre os ativos, o dólar à vista comercial fechou em R$ 5,1543, alta de 0,10%. O petróleo Brent recuava 0,54%, a US$ 108,16 por barril, devolvendo parte da alta anterior e reduzindo parte do impulso que favoreceu a Petrobras. Já o minério de ferro em Dalian operava praticamente estável, em 709,5 yuans por tonelada, alta de 0,1%. O Bitcoin aparecia em US$ 75.423, queda de 0,6%, na última referência validada. No Brasil, o IGP-10 de setembro avançou 1,47%, acima do consenso de 1,25%, reforçando a atenção sobre a curva de juros. A agenda ainda concentra o IBC-Br, além da decisão do Copom, com a Selic atualmente em 14,00% ao ano. Nos Estados Unidos, o mercado acompanha vendas no varejo, preços de importação e exportação, estoques de petróleo e, principalmente, a decisão do Federal Reserve, com os Fed Funds atualmente entre 3,50% e 3,75%. Entre os principais temas do episódio: • cenário para PETR3 e PETR4 após a correção do petróleo; • leitura para VALE3 e siderúrgicas diante do minério estável e dos sinais mistos da economia chinesa; • possíveis impactos dos juros sobre bancos, varejo, construção e empresas mais sensíveis ao custo de capital; • fato corporativo envolvendo AXIA3; • suporte do Ibovespa em 185.155 pontos e resistência em 187.750 pontos, calculados pelo método de pivôs clássicos; • cenário-base de abertura mista, com rotação setorial, condicionado pelo comportamento dos Treasuries, do dólar, do petróleo e pelos dados econômicos do dia. No Morning Call da FUTURO Invest, analisamos quais forças podem dominar os primeiros negócios, quais ativos funcionam como termômetro do mercado e quais gatilhos podem alterar a direção do pregão ao longo do dia. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

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