Morning Call by FUTURO invest

FUTURO Corp

Domine o mercado antes do primeiro café. O Morning Call by FUTURO Invest traz a abertura e as tendências econômicas sob a ótica do Método 360º da FUTURO Corp. Mais do que números, entregamos a análise estratégica necessária para proteger seu patrimônio e acelerar seu plano de vida. Informação técnica e visão de longo prazo com a solidez de um ecossistema reconhecido pela Planejar. O futuro não se prevê, se planeja. Assuma o protagonismo dos seus investimentos. Episódios novos de segunda a sexta, às 8h30. Siga o podcast e ative o sino de notificações!

  1. 2d ago

    23/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro inicia esta sexta-feira, 23 de outubro, em um cenário de cautela, com a divulgação do IPCA-15, a proximidade do segundo turno presidencial e o aumento das tensões internacionais no centro das atenções. O petróleo em alta, a pressão sobre as empresas de tecnologia nos Estados Unidos e as expectativas para os juros também influenciam o posicionamento dos investidores. O Ibovespa encerrou a quinta-feira aos 204.120 pontos, com queda de 1,15%, acumulando recuo de 0,64% na semana. Apesar de uma correção menos intensa que a registrada anteriormente, o índice ainda enfrenta dificuldades para sustentar uma recuperação. O dólar comercial terminou próximo de R$ 5,04, refletindo a maior cautela diante do cenário político e econômico. No exterior, o Nasdaq recuou 2,60% e o S&P 500 caiu 1,21% na quinta-feira, enquanto o Dow Jones permaneceu praticamente estável. As preocupações com os custos e o retorno dos investimentos em inteligência artificial pressionaram empresas de tecnologia. Na Ásia, os mercados apresentaram desempenho misto, enquanto o petróleo Brent alcançou US$ 113,17 por barril, após valorização de aproximadamente 4%. Entre os principais assuntos deste Morning Call: - Inflação e juros: expectativas para o IPCA-15 de outubro, com projeção de alta de 0,43%, após 0,70% em setembro, e possíveis impactos sobre a Selic, atualmente em 13,75% ao ano. - Bolsa brasileira: desempenho do Ibovespa, pressão sobre bancos, mineradoras e siderúrgicas, além dos possíveis efeitos da valorização do petróleo sobre empresas produtoras de energia. - Mercado internacional: queda das empresas de tecnologia, reavaliação dos investimentos em inteligência artificial e busca por proteção nos títulos do Tesouro americano. - Resultados corporativos: balanço do Bradesco, que apresentou lucro líquido recorrente de R$ 7,1 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 14,6% na comparação anual, e inadimplência acima de noventa dias de 4,6%. - Cenários para o pregão: possíveis reações dos juros futuros, do dólar e dos setores domésticos à divulgação da inflação, ao ambiente internacional e à proximidade das eleições. - Agenda da próxima semana: segundo turno presidencial, decisão de juros do Federal Reserve, divulgação do PIB e do PCE americanos, indicadores econômicos brasileiros e resultados de Microsoft, Santander, Amazon e Vale. O episódio também analisa os fatores que podem favorecer uma recuperação parcial dos ativos brasileiros e os riscos capazes de ampliar a volatilidade, especialmente diante da combinação entre inflação resistente, petróleo elevado e maior aversão ao risco. Acompanhe o Morning Call by FUTURO invest e entenda os principais acontecimentos que podem influenciar o comportamento dos mercados nesta sexta-feira e ao longo da próxima semana. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  2. 3d ago

    22/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro começa esta quinta-feira em um ambiente mais defensivo, com bolsas asiáticas em queda, futuros americanos negativos e petróleo novamente acima de US$ 112 por barril. No Brasil, o cenário eleitoral segue adicionando volatilidade, enquanto o mercado tenta avaliar se a alta do petróleo será suficiente para sustentar parte da B3 diante da piora externa. Na quarta-feira, o Ibovespa caiu 0,86% e encerrou perto dos 206,5 mil pontos, depois de negociar acima dos 209 mil durante o pregão. O dólar comercial fechou próximo de R$ 5,03, com alta de 0,18%, enquanto os juros futuros terminaram predominantemente em queda. Em Wall Street, o S&P 500 avançou 0,58%, o Nasdaq subiu 1,05% e o Dow Jones ganhou 0,69%. Na Ásia, porém, o movimento é negativo: Nikkei perto de -2%, Kospi com queda superior a 4%, CSI 300 próximo de -2% e Hang Seng com perdas acima de 3%. Entre os principais temas do episódio: - Brent a US$ 112,17 por barril, alta de 3,08%, refletindo a escalada das tensões no Oriente Médio; - ações preferenciais da Petrobras -0,88% e ordinárias -0,23% na quarta-feira, com possibilidade de suporte relativo diante do petróleo mais alto; - Vale -2,29%, com minério de ferro em Dalian a 681,5 yuans por tonelada; - Itaú Unibanco +0,31% e Bradesco -0,15%, mantendo os bancos sensíveis à curva de juros e ao risco doméstico; - Bitcoin na região dos US$ 82,8 mil; - Treasury de dez anos perto de 5,08% e DXY próximo de 101,57 pontos; - pedidos iniciais de seguro-desemprego dos EUA às 09h30, com 199 mil pedidos na leitura anterior e consenso de 200 mil; - índice de indicadores antecedentes dos EUA às 11h; - repercussão dos resultados de Meta, Tesla e IBM; - expectativa de nova pesquisa Datafolha, com o cenário eleitoral permanecendo no centro das atenções domésticas. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem referência central perto dos 207,24 mil pontos, primeiro suporte em 205,24 mil e primeira resistência em 208,5 mil pontos. A leitura da FUTURO Invest é de viés negativo, com possibilidade de rotação setorial. Petrobras pode encontrar suporte no petróleo, enquanto Vale, siderúrgicas e empresas domésticas permanecem mais expostas à pressão externa, ao dólar e aos juros futuros. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  3. 4d ago

    21/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro começa esta quarta-feira tentando dar continuidade à forte recuperação da sessão anterior, mas com dois vetores importantes no radar: a nova alta do petróleo e a expectativa por uma pesquisa eleitoral após o fechamento da B3. A leitura inicial é de continuidade seletiva, condicionada ao comportamento do dólar, dos juros e do ambiente externo. Na terça-feira, o Ibovespa avançou 1,57% e encerrou perto dos 208,3 mil pontos. O dólar comercial terminou próximo de R$ 5,02, com queda de 0,58%, enquanto a parte intermediária e longa da curva de juros apresentou alívio. Nos DIs, janeiro de 2027 terminou em 13,484%, janeiro de 2029 em 12,580% e janeiro de 2031 em 12,650%. A melhora ajudou setores mais sensíveis ao custo de capital, como bancos, varejo e construção. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,28%, o Dow Jones avançou 1,02% e o Nasdaq recuou 0,02%. Na Ásia, o Kospi avançava 3,3% e o Nikkei subia 0,9%, recuperando parte das perdas recentes. Entre os principais temas do episódio: - Brent em US$ 110,40 por barril, alta de 1,5%, reforçando o suporte potencial para Petrobras e as preocupações com inflação global; - ações preferenciais da Petrobras +0,43% e ordinárias +0,71% na terça-feira; - Vale -1,31%, com minério de ferro em Dalian a 681,5 yuans por tonelada no último fechamento consolidado; - Itaú Unibanco +2,36% e Bradesco +3,18%, acompanhando o alívio na curva de juros; - Magazine Luiza +14,79%, em forte reação de empresas sensíveis ao custo de capital; - Bitcoin na região dos US$ 82 mil; - relatório semanal de estoques de petróleo dos EUA às 11h30, após dado preliminar indicar queda de 4,9 milhões de barris; - nova pesquisa Quaest prevista para depois do fechamento da B3; - resultados de Tesla, Meta e IBM no radar; - Netflix com lucro líquido de US$ 3,66 bilhões, alta de 44%, e receita de US$ 12,87 bilhões, mas com queda das ações no pós-mercado após revisão das perspectivas para publicidade. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem referência central perto dos 207,4 mil pontos, primeiro suporte na região dos 205,9 mil e primeira resistência próxima dos 209,8 mil pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com possibilidade de continuidade da recuperação doméstica. Petrobras pode se beneficiar do petróleo mais alto, enquanto bancos, varejo e construção dependem da manutenção do alívio nos juros. Dólar, DIs, Petrobras, Vale, bancos e a reação do Ibovespa acima do pivô central serão os principais termômetros do pregão. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  4. 5d ago

    20/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro começa esta terça-feira em um ambiente mais defensivo e seletivo. A recuperação recente das empresas de tecnologia em Wall Street contrasta com a nova pressão sobre os mercados asiáticos, enquanto o petróleo volta a superar US$ 110 por barril. O principal ponto do dia é avaliar se a melhora observada nos Estados Unidos consegue se ampliar ou se juros elevados e aversão ao risco voltam a dominar os mercados. Na segunda-feira, o Ibovespa caiu 0,17% e encerrou aos 205.079,25 pontos, depois de negociar acima dos 207 mil pontos durante a sessão. O dólar comercial fechou próximo de R$ 5,05, com queda de 0,49%. Nos juros futuros, o DI janeiro de 2027 terminou em 13,479%, o DI janeiro de 2029 em 12,660% e o DI janeiro de 2031 em 12,730%. A curva continua refletindo expectativas de flexibilização monetária no curto prazo, mas também preocupações fiscais e inflacionárias nos vencimentos mais longos. Em Nova York, o S&P 500 avançou 0,4%, o Nasdaq subiu 1,1% e o Dow Jones caiu 0,1%. Na Ásia, o movimento voltou a ser negativo: Kospi -4%, Nikkei -1,3%, Hang Seng -1,1% e Xangai -0,1%, com destaque para a pressão sobre semicondutores e empresas ligadas à inteligência artificial. Entre os principais temas do episódio: - Brent a US$ 110,07 por barril, alta de 0,47%, voltando a oferecer suporte potencial à Petrobras; - ações ordinárias da Petrobras -2,93% e preferenciais -2,82% na segunda-feira; - Vale +0,23%, com minério de ferro em Dalian a 682,5 yuans por tonelada no último fechamento e referência intradiária de 680,5 yuans; - Itaú Unibanco -0,40%, Bradesco -1,28%, Santander Brasil -1,80% e Banco do Brasil +1,35%; - Magazine Luiza +6,48%, C&A +7,40% e Azzas +13,25%, em um pregão de recuperação do varejo; - Bitcoin próximo de US$ 81.919, com queda de 0,78% em 24 horas; - dados de construção de novas moradias e permissões para construção nos Estados Unidos às 09h30; - resultados previstos de Netflix, General Motors, Halliburton, Hasbro e 3M. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem referência central em 205.578,60 pontos, primeiro suporte em 203.769,64 e primeira resistência em 206.888,21 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura defensiva, com possibilidade de rotação entre setores. Petróleo pode favorecer relativamente a Petrobras, enquanto juros globais elevados podem limitar bancos e empresas domésticas. Dólar, DIs, Petrobras, Vale, bancos e a reação do Ibovespa ao pivô central serão os principais termômetros do pregão. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  5. 6d ago

    19/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro começa a semana com sinais mistos. A recuperação dos futuros americanos e o alívio dos Treasuries oferecem suporte aos ativos de risco, enquanto a queda do petróleo, os dados heterogêneos da China e o cenário político doméstico mantêm a cautela. O principal teste será saber se a melhora externa consegue sustentar uma recuperação mais ampla na B3. Na sexta-feira, o Ibovespa avançou 0,54% e encerrou perto dos 205,4 mil pontos, interrompendo uma sequência de três quedas. O dólar comercial terminou próximo de R$ 5,07, com recuo de 0,26%. Em Nova York, a sessão anterior foi negativa: S&P 500 -1,1%, Nasdaq -2,1% e Dow Jones -0,3%, com forte pressão sobre tecnologia e semicondutores. Nesta manhã, porém, os futuros ensaiam recuperação, com S&P 500 futuro +0,8% e Nasdaq futuro +1,3%. Na Ásia, o cenário é misto: Kospi +1,8%, Nikkei -0,6% e Xangai +0,4%. Na China, o PIB cresceu 4,5% no terceiro trimestre, a produção industrial avançou 5,5% em setembro e as vendas no varejo subiram 1,1%, reforçando uma leitura de maior força da indústria do que do consumo doméstico. Entre os principais temas do episódio: - Brent a US$ 107,57 por barril, queda de 2,08%, reduzindo parte do suporte que favoreceu a Petrobras no último pregão; - ações preferenciais da Petrobras +4,04% e ordinárias +3,53% na sexta-feira; - Vale -0,32%, com minério de ferro em Dalian na última referência consolidada a 672,5 yuans por tonelada; - Itaú Unibanco -0,54% e Bradesco -1,78%, mantendo os bancos sensíveis à trajetória dos juros; - Bitcoin próximo de 82.684 USDT, com alta de 0,692% desde o início do dia em UTC; - IGP-10 às 08h e Boletim Focus às 08h25; - índice de confiança das construtoras americanas às 11h; - debate eleitoral, cenário fiscal e segundo turno presidencial permanecendo no radar dos investidores. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem referência central próxima dos 205,3 mil pontos, primeiro suporte na região dos 204,3 mil e primeira resistência perto dos 206,4 mil pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com possibilidade de rotação setorial. A recuperação dos futuros pode favorecer bancos e empresas domésticas caso dólar e juros apresentem estabilidade, enquanto a correção do petróleo pode limitar a força da Petrobras. Dólar, DIs, Petrobras, Vale, bancos e a reação do Ibovespa ao pivô serão os principais termômetros do pregão. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  6. Oct 16

    16/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado chega a esta sexta-feira com um cenário bem diferente do observado na semana anterior. Depois de uma alta de 8,82% na semana passada, o Ibovespa acumula queda de 2,27% até o fechamento de quinta-feira, em uma semana mais curta por causa do feriado de 12 de outubro. O principal gatilho do dia é o IBC-Br de agosto, que pode ajudar a definir a leitura sobre atividade, juros e setores domésticos. No Brasil, o Ibovespa encerrou a quinta-feira aos 204.324 pontos, após três pregões consecutivos de queda. O dólar voltou para a região de R$ 5,08, enquanto a curva de juros passou a incorporar novamente um prêmio maior diante das incertezas fiscais, políticas e dos sinais de desaceleração da economia. A comparação com a semana anterior ajuda a dimensionar essa mudança. Na janela equivalente de três pregões da semana passada, o Ibovespa havia avançado cerca de 6,3%. A semana anterior completa terminou com alta de 8,82% e registrou entrada líquida de R$ 13,15 bilhões de investidores estrangeiros entre 5 e 9 de outubro. Entre os setores, o petróleo segue oferecendo suporte para empresas de energia. O Brent encerrou a quinta-feira a US$ 105,92 por barril. Já o minério de ferro permaneceu pressionado por sinais de demanda mais fraca das siderúrgicas chinesas e maior oferta, limitando o ambiente para Vale e siderurgia. No exterior, Wall Street conseguiu reagir na quinta-feira, mesmo depois de uma semana marcada por inflação americana mais resistente e pressão sobre as empresas de tecnologia. Até quinta, o S&P 500 acumulava queda próxima de 0,9%, o Nasdaq recuava cerca de 2,4% e o Dow Jones avançava aproximadamente 1,0%. O Treasury de dez anos recuou para perto de 5,09%. Na Ásia, Japão e Coreia do Sul recuperaram parte das perdas anteriores, principalmente nas empresas de semicondutores, oferecendo algum alívio ao sentimento global. Entre os principais temas deste episódio: • queda de 2,27% do Ibovespa na semana até quinta-feira; • retorno do dólar para a região de R$ 5,08 e reabertura da curva de juros; • IBC-Br de agosto e seus possíveis efeitos sobre bancos, varejo e construção; • Brent acima de US$ 105 e impacto sobre o setor de energia; • fraqueza do minério e seus efeitos sobre Vale e siderúrgicas; • rotação em Wall Street e pressão sobre empresas de tecnologia; • pesquisa Datafolha divulgada após o fechamento, com Flávio Bolsonaro em 51% e Lula em 49% dos votos válidos; • agenda da próxima semana, com PIB da China, balanços de Netflix, Meta e Tesla, IPCA-15 brasileiro e o segundo turno presidencial. Para o pregão, o cenário-base é de mercado seletivo, com possibilidade de recuperação técnica se o IBC-Br vier compatível com uma desaceleração controlada, os juros futuros recuarem e o dólar perder força. O cenário adverso combina atividade mais fraca, manutenção do prêmio fiscal e nova pressão sobre juros e câmbio. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  7. Oct 15

    15/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro chega a esta quinta-feira em um ambiente mais defensivo, após a inflação americana reforçar a percepção de juros elevados por mais tempo. O principal teste do pregão será medir como Ibovespa, dólar e curva de juros absorvem a pressão externa, enquanto o mercado acompanha novos indicadores dos Estados Unidos, atividade no Brasil e os desdobramentos do cenário político doméstico. Na quarta-feira, o Ibovespa caiu 0,18% e encerrou aos 206.505,98 pontos, depois de oscilar entre 203.464 e 207.221 pontos. O dólar comercial fechou em R$ 5,0289, alta de 0,17%. Nos juros futuros, o DI janeiro de 2027 terminou em 13,47%, o DI janeiro de 2029 em 12,48% e o DI janeiro de 2031 em 12,54%. A leitura doméstica segue dividida entre sinais de atividade mais fraca, cenário fiscal e pressão dos juros internacionais. Nos Estados Unidos, o CPI de setembro subiu 0,6% no mês e 3,7% em 12 meses. O núcleo avançou 0,3% no mês e 2,6% em 12 meses. A reação foi negativa em Wall Street: S&P 500 -1,11%, Nasdaq -1,88% e Dow Jones -0,09%. A pressão se espalhou pela Ásia. O Kospi caiu 7,57%, o Nikkei recuou perto de 5% e empresas de semicondutores registraram fortes perdas, enquanto investidores reavaliam o custo de financiamento e os valuations ligados à inteligência artificial. Entre os principais temas do episódio: - pesquisa Quaest com Flávio Bolsonaro em 46% e Lula em 44% no segundo turno, em empate técnico dentro da margem de erro; - aprovação pelo Senado da proposta que encerra a escala 6x1; - Brent na região de US$ 104 por barril, ainda sustentado por riscos geopolíticos; - minério de ferro em Dalian na região de 670 yuans por tonelada, com viés de queda; - Bitcoin rondando US$ 81 mil; - Petrobras com possível suporte relativo do petróleo, enquanto Vale e siderúrgicas enfrentam uma referência mais cautelosa do minério; - vendas do varejo brasileiro e, às 09h30, preços ao produtor, vendas no varejo e pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem referência central em 205.730,33 pontos, primeiro suporte em 204.239,65 e primeira resistência em 207.996,65 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura defensiva e seletiva. Dólar, juros futuros, bancos, Petrobras, Vale e a reação do Ibovespa ao pivô central serão os principais termômetros do pregão. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  8. Oct 14

    14/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro chega a esta quarta-feira em um pregão de confirmação, com o CPI dos Estados Unidos no centro das atenções. Depois da realização do Ibovespa e da volta do dólar para acima de R$ 5, o principal teste será a reação dos juros globais à inflação americana e seus possíveis efeitos sobre câmbio, Bolsa e curva de juros no Brasil. Na terça-feira, o Ibovespa caiu 1,04% e encerrou perto dos 207 mil pontos. O dólar comercial fechou próximo de R$ 5,02, com alta de 0,71%, movimento que volta a testar a sustentação da redução do prêmio de risco doméstico observada após o primeiro turno. No cenário macro brasileiro, o Boletim Focus elevou a projeção do IPCA de 2026 para 5,22%, enquanto reduziu a expectativa para a Selic no fim do ano para 13,25%. A combinação entre inflação mais alta e expectativa de juros menores exige atenção à evolução dos preços e do cenário fiscal. Em Wall Street, o S&P 500 caiu 0,02%, o Nasdaq recuou 0,15% e o Dow Jones perdeu 0,35%. Na Ásia, o ambiente é mais defensivo, com pressão sobre empresas de semicondutores e cautela antes do CPI americano. Entre os principais temas analisados no episódio: - minério de ferro em Dalian a 674 yuans por tonelada, queda de 5,5 yuans, adicionando cautela para Vale e siderúrgicas; - petróleo ainda em patamar elevado, criando suporte potencial para Petrobras, mas também preocupação com inflação global; - Bitcoin próximo de US$ 83,4 mil, com queda de 0,18% em 24 horas; - inflação ao consumidor da China em 0,9% em 12 meses e preços ao produtor em alta de 5,0%; - Pesquisa Mensal de Serviços no Brasil; - CPI americano às 09h30, principal gatilho do pregão; - Livro Bege do Federal Reserve às 15h00; - resultados de Bank of America, Morgan Stanley e BlackRock. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem referência central próxima dos 207,4 mil pontos, primeiro suporte na região dos 205,7 mil e primeira resistência perto dos 208,6 mil pontos. A leitura da FUTURO Invest é de mercado seletivo antes do CPI. Uma inflação americana mais moderada pode aliviar Treasuries e dólar, favorecendo empresas domésticas sensíveis aos juros. Já uma surpresa para cima pode ampliar a pressão sobre câmbio, curva de juros e Bolsa. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

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