Natan Rufino | Vídeo

Natan Rufino

No PodCast de Vídeo de Natan Rufino você encontrará mensagens sobre assuntos diversificados. Sempre com abundante base bíblica o irmão Natan se esforça por apresentar uma perspectiva firme e confiável das Escrituras a respeito do assunto abordado. Natan Rufino é casado com Ana Gaia e exerce um ministério de ensino da Palavra de Deus desde 1991 após ter sido milagrosamente curado de esquizofrenia. Após um período hospitalizado e quase um ano de remédios controlados, a revelação da Palavra de Deus trouxe-lhe finalmente a cura. Ana participa dos grupos de música na igreja em que o casal congrega, prega a palavra em reuniões, seminários e conferências onde é solicitada e ministra aulas no Centro de Treinamento Bíblico RHEMA Brasil. Além de suas atividades na igreja local, o casal também viaja pelo Brasil ministrando seminários em diversas denominações e ensinando a Palavra de Deus na unção do Espírito Santo. Se você tem sido abençoado de alguma forma por meio deste casal e gostaria de expressar sua gratidão, será um prazer ouvir sua história. Envie-nos um e-mail para: contato@natanrufino.com.br Se você gostaria de apoiar este trabalho com suas ofertas saiba que nos sentiremos honrados em recebê-las; além disso, nos esforçaremos para produzir mais livros e mais materiais para a glória de Deus e edificação do Corpo de Cristo. Para mais informações: | facebook.com/natanrufino | telegram: @natanrufino | twitter: @natanrufino | natanrufino.com.br | contato@natanrufino.com.br | +55-83-99967-6732

  1. 08/09/2016 ·  Video

    Versos do Alcorão que exigem o assassinato de não muçulmanos

    Texto escrito na época do ataque a Charlie Hebdo: A Europa e o mundo se veem impressionados com os últimos acontecimentos envolvendo muçulmanos e a “pecaminosa liberdade de expressão ocidental”, como a chamam alguns “pensadores” islâmicos. Pelo menos 12 mortos e uma mensagem clara: “não falem mal de Alá! Não falem mal de Maomé! Não falem mal do Alcorão! Não falem mal do Islamismo! Se não vos submeterdes, nós os mataremos!” Diante da impressionante cena de “vingança” por parte de “muçulmanos radicais” (ainda que esta expressão seja um tanto quanto redundante), o mundo se mostra chocado sem saber como administrar os sentimentos em relação à ligação entre atentados desta natureza e a famosa “religião da paz”, o islamismo. Aqui se faz necessário o velho adágio popular: “O pior cego é aquele que não quer ver”. Em meio a todos os comentários televisionados pelo mundo, vejo que o pior inimigo para as atuais sociedades ocidentais que desejam o mínimo de paz e harmonia possíveis são os muçulmanos considerados MODERADOS, pois estes bons moços iludem aos que não conhecem os fundamentos do islamismo e os fazem acreditar que, talvez, estes “terroristas loucos” sejam apenas alguns desequilibrados que NÃO SEGUEM os verdadeiros fundamentos do Islã. Quero repetir pelo menos 4 coisas sobre o ISLAMISMO que você PRECISA saber: As passagens do Corão que falam de harmonia e paz são as primeiras citações de Maomé a serem escritas e as mais violentas constituem a segunda parte das citações. As mais recentes REVOGAM as primeiras, ou seja, as passagens violentas, intransigentes e que exigem assassinatos em massa e decapitações são as que estão valendo HOJE! A SHARIA é um tipo de lei que os muçulmanos têm a obrigação de implantar em todo o mundo e não podem descansar enquanto isso não se tornar uma realidade global. Para eles, democracia é pecado e abominação. Segundo eles a LIBERDADE DE EXPRESSÃO é uma falha na sociedade atual e serve apenas de brecha útil para a reivindicação da implantação do Islamismo. SHARIA, é a lei pela qual eles se sentem no direito de bater em suas esposas, açoitar publicamente alcoólatras e aqueles que jogam, amputar as mãos de ladrões, executar homossexuais, açoitar fornicadores e apedrejar até à morte aqueles que cometeram adultério. Pela própria SHARIA também são condenados à morte quem ousar criticar MAOMÉ, o ALCORÃO ou o ISLAMISMO. Tal “lei” ainda determina que os que abandonam o Islamismo sejam assassinados em nome de Alá e determina que aqueles que creem que Jesus é filho de Deus sejam decapitados. É também dever de todo muçulmano fazer guerra (JIHAD) contra todos os povos até que todas as sociedades e governos se curvem à “religião de Deus” em suas terras. Os muçulmanos PODEM ENGANAR quem não é muçulmano se isso for proteger suas vidas ou o islamismo. Também podem mentir em nome de Alá se isso favorecer o avanço e a expansão do ISLAMISMO em uma sociedade ou nação não muçulmana. Duas das palavras no mundo islâmico conhecidas por representar essa prática são: TAQIYYA e KITMAN. Quando os muçulmanos presentes em uma sociedade são a minoria, eles costumam citar os versos do Alcorão que falam de paz e harmonia, mas quando o número passa da metade da população local, é comum acontecer deles se tornarem mais agressivos e promoverem a incitação e mobilização islâmica através dos versos violentos. Quando você assistir a um suposto “muçulmano moderado” dando entrevistas sobre o acontecimento em Charlie Hebdo e você o ouvir dizer que tais práticas nada tem a ver com o Islamismo, saiba de uma coisa desde já: Ou ele está praticando a Taqiyya, dissimulando e torcendo a verdade de forma consciente, ou ele não é um verdadeiro muçulmano seguidor de Maomé, ou simplesmente não sabe quais os fundamentos essenciais de sua suposta religião. No Alcorão existem pelo menos 164 versos que conclamam todos os muçulmanos à guerra contra os “infiéis”. Alguns dos versos são bem explícitos com ordens de amputação de partes do corpo e também decapitações, e ordenam o assassinato de “infiéis” onde quer que se encontrem. Aos muçulmanos que não se juntam à esta guerra o Alcorão os chama de HIPÓCRITAS e são avisados de que Alá os enviará para o inferno se eles não se juntarem à “tão importante” carnificina. Diferentemente de textos de violência do Antigo Testamento, os textos do Alcorão não são apenas descritivos ou históricos; ao contrário disso, são textos mandatórios e NÃO ESTÃO limitados a um contexto passado e já obsoleto. O problema no Islamismo não se refere à presença de má pessoas em seu meio, mas à má ideologia presente na própria “religião” em si. O próprio exemplo pessoal de Maomé, seu fundador, e todo o legado espalhado pela história, mostram o rastro de sangue deixado pelo Islamismo onde quer que se tenha feito presente. Leia alguns dos versos do ALCORÃO citados abaixo e depois separe 14 segundos para meditar e tentar descobrir de onde vêm tamanha violência e intransigência praticada pelos seguidores de Maomé: Incitação à assassinatos e guerra contra não-muçulmanos até todos aceitarem o islamismo: [2.191] MATAI-OS onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos. [2.192] Porém, se desistirem, sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. [2.193] E COMBATEI-OS ATÉ terminar a iniquidade e PREVALECER A RELIGIÃO DE DEUS. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, SENÃO CONTRA OS INÍQUOS. Incitação à guerra em prol do Islamismo: [2.244] FAÇAM GUERRA pela causa de Alá e sabei que Ele ouve e sabe todas as coisas. A guerra contra não-muçulmanos é uma ordem de Maomé: [2.216] Está-vos PRESCRITA A GUERRA (pela causa de Alá), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Alá sabe todo o bem que fizerdes, Alá dele tomará consciência. Incitação ao castigo de não-muçulmanos: [3.56] QUANTO AOS INCRÉDULOS, CASTIGÁ-LOS-EI SEVERAMENTE, NESTE MUNDO e no outro, e jamais terão protetores. Intransigência religiosa com ameaças de terror: [3.151] INFUNDIREMOS TERROR NOS CORAÇÕES DOS INCRÉDULOS, por terem atribuído parceiros a Alá [entre outros, Jesus e o Espírito Santo], sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso. Sua morada será o fogo infernal. Quão funesta é a morada dos iníquos! Incitação à guerra e ao suicídio terrorista: [4.74] Que FAÇAM GUERRA pela causa de Alá aqueles DISPOSTOS A SACRIFICAR A VIDA TERRENA pela futura, porque a quem FIZER GUERRA PELA CAUSA DE ALÁ, quer sucumba, quer vença, CONCEDEREMOS MAGNÍFICA RECOMPENSA. Incitação à guerra contra não-muçulmanos: [4.76] OS fiéis [muçulmanos] FAZEM GUERRA PELA CAUSA DE ALÁ; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. FAÇAM GUERRA, POIS, CONTRA os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil. Como tratar desertores do islamismo, da jihad e da sharia: [4.89] Anseiam (os hipócritas) que renegueis [o islamismo], como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham se voltado para a causa de Alá. Porém, SE SE REBELAREM [contra o islamismo], CAPTURAI-OS então, MATAI-OS, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor. Sacrifício e indução à guerra contra infiéis: [4.95] Os fiéis [muçulmanos], que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que SACRIFICAM OS SEUS BENS E SUAS VIDAS PELA CAUSA DE ALÁ; Ele concede MAIOR DIGNIDADE ÀQUELES QUE SACRIFICAM OS SEUS BENS E SUAS VIDAS do que aos que permanecem (em suas casas). Embora Alá prometa a todos (os fiéis) o bem, sempre CONFERE AOS JIHADISTAS UMA RECOMPENSA SUPERIOR à dos que permanecem (em suas casas). Perseguição, sofrimento: [4.104] E NÃO DESFALEÇAIS NA PERSEGUIÇÃO AO INIMIGO; porque, SE SOFRERDES, ELES SOFRERÃO TANTO QUANTO VÓS; porém, vós podeis esperar de Alá o que eles não esperam… Castigo, assassinato, crucificações, amputações, banimento: [5.33] O CASTIGO, para aqueles que LUTAM CONTRA ALÁ e CONTRA O SEU MENSAGEIRO [MAOMÉ] e semeiam a corrupção na terra, é QUE SEJAM MORTOS, OU CRUCIFICADOS, OU LHES SEJA DECEPADA A MÃO E O PÉ OPOSTOS, OU BANIDOS. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. Decapitação, amputação, terror: [8.12] E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo INFUNDIREI O TERROR NOS CORAÇÕES DOS INCRÉDULOS; DECAPITAI-OS E DECEPAI-LHES OS DEDOS! Incitação à guerra até o islamismo prevalecer na terra: [8.39] GUERREIEM [contra os infiéis] ATÉ que não haja mais incredulidade, e até PREVALECER TOTALMENTE A RELIGIÃO DE ALÁ… Terrorismo e crueldade para infundir medo: [8.57] Se entrardes em GUERRA COM OS INFIÉIS, INFUNDA TERROR nos que estivem por trás deles, PARA QUE SE LEMBREM DISSO depois. Indução à chacinas e escravidão: [8.67] Não é dado a profeta algum fazer cativos de guerra, ANTES DE TER PROMOVIDO GRANDE CHACINA EM SUA TERRA… Prescrição para intimidar não-muçulmanos com armas: [8.59] E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores (do que os fiéis). Jamais o conseguirão. [8.60] Mobilizai TUDO QUANDO DISPUSERDES, EM ARMAS e cavalaria, PARA INTIMIDAR, com isso, o inimigo de Alá e vosso, E SE INTIMIDAREM AINDA OUTROS QUE NÃO CONHECEIS, mas que Alá bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alá, ser-vos á ret

  2. 08/06/2016 ·  Video

    Impureza Sexual e Arrependimento

    Jesus disse em Mateus 5.27-30 que o homem que olha para um mulher com “intenção impura” já adulterou com ela no coração. Deus está deixando claro que fantasias, intenções e pensamentos indevidos na área sexual são considerados por ele como pecados consumados. Obviamente que ele não se refere a pensamentos que simplesmente “vem” (que devem ser resistidos e expulsos), mas se refere a pensamentos que são deliberadamente desenvolvidos pela pessoa. Muitos dos religiosos da época que se orgulhavam e desprezavam os outros por não se considerarem adúlteros como os demais, agora estavam diante da realidade deixada por Jesus do “adultério emocional”. Jesus tomou a iniciativa de tocar neste assunto porque o considerou necessário. Ele fala com uma comunidade de homens, em sua maioria casados, e que, segundo ele, provavelmente incorriam no pecado que ele reprova. Todos os elementos mencionados por Jesus neste texto apontam para a prática da masturbação: olhar para uma mulher com intenções impuras e depois sugere arrancar o olho e cortar a mão. A abstinência sugerida por Jesus tinha por objetivo a preservação de uma vida pura e o objetivo de evitar que a impureza levasse todo o corpo para o inferno. As Escrituras estão cheias de passagens que falam contra a impureza sexual, como você observará nesta mensagem. Contudo, a mesma Bíblia também está repleta de passagens que apontam para o caminho do arrependimento e tratam sobre a sua importância para a santidade e pureza na vida do servo de Deus. Quando realmente entendemos o que é o arrependimento bíblico pode parecer que as Escrituras minimizam a relevância do pecado, mas a verdade é que elas glorificam a dignidade do arrependimento. Jesus disse que até mesmo Sodoma se tivesse se arrependido não teria sido destruída por Deus e teria permanecido entre nós até o dia de hoje (Mateus 11.21-23). Além disso, o Senhor ainda fez questão de mencionar os ninivitas que tinham sido condenados à destruição por causa de seu pecado, mas por terem se arrependido, foram poupados por Deus e diz ainda que no futuro, no dia do juízo, os ninivitas julgarão as gerações perversas e adúlteras do mundo (Mateus 12.41). Tudo isso por causa da importância que Deus atribui ao arrependimento! Se você vive uma vida desordenada e está preso ao pecado, seja ele qual for, desde a fofoca até à masturbação compulsiva, lembre-se do que Jesus disse: até Sodoma teria sido poupada se tivesse se arrependido. Seja, pois, zeloso pelas coisas de Deus, e arrependa-se, pois Deus te ama muito e deseja te usar para abençoar esta geração (Apocalipse 3.19).

  3. 08/06/2016 ·  Video

    Casamento, Divórcio e a Vontade de Deus - 1

    O texto que se encontra em Mateus 19.3-12 registra dois diálogos interessantes sobre o assunto de casamento, divórcio e a vontade de Deus quanto ao assunto. O primeiro diálogo é desenvolvido entre Jesus e os fariseus, que o abordam quanto à legitimidade de um divórcio efetuado por “qualquer motivo”. Para surpresa dos fariseus, Jesus responde dizendo que “a vontade de Deus” é que o homem e a mulher que se uniram pelo matrimônio não se separem. Em seu argumento Jesus demonstra que a resposta para tais dúvidas se encontram na leitura atenta das Escrituras. Isto fica claro pela sua resposta: “não tendes lido?” (Mt 19.4). É como se Jesus dissesse: “quem lê o que está escrito sabe o que é permitido e o que não é”. Para as respostas básicas deste e de outros assuntos, não há necessidade de revelações extras, basta ficar com aquilo que já está escrito! Então, o que era isso que estava escrito que Jesus fez questão de mencionar? Além disso, como tal coisa escrita responderia a dúvida dos fariseus? Jesus cita apenas dois textos do livro de Gênesis garantindo que lá estariam as respostas às suas dúvidas: “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio os fez homem e mulher?” (Gn 1.27); “e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?” (Gn 2.24). Caso alguém não compreendesse o que tais textos realmente significavam, Jesus fez questão de comentá-los de forma explicita, dizendo: “Se pela união do matrimônio, criado por Deus, eles se tornam uma carne só, então, o homem não deve separar aquilo que Deus idealizou para ficar junto” (Mt 19.6). Os fariseus, não satisfeitos, ou poderíamos dizer “ainda motivados pelo interesse de satisfazer seus próprios anseios”, eles insistem na discussão tentando chegar ao concesso de que um homem pode sim separar não importando muito qual seja o motivo. Se Jesus diz que as respostas estão na Bíblia, então eles também citam a Bíblia! “Se não devemos nos separar por que então Moisés mandou dar carta de divórcio e repudiar?” (Mt 19.7). E aqui nós vemos como corremos o risco de interpretar textos das Sagradas Escrituras ao nosso bem prazer se não formos atenciosos à função do contexto da passagem escolhida. Jesus diz claramente que a permissão de Moisés (e não o mandamento) para repudiar, foi uma permissão temporária devido à condição espiritual dos homens, mas que agora, de Cristo para frente, a condição espiritual humana seria restaurada ao padrão inicial, assim possibilitando ao homem viver à luz do que Deus havia estabelecido desde o princípio! No entanto, se os fariseus queriam saber se era permitido separar-se “por qualquer motivo”, Jesus responde bem objetivamente dizendo: “não é possível separar-se por qualquer motivo e ainda assim estar com o coração tranquilo diante de Deus, pois o único motivo que isentaria o homem de culpa numa possível separação e contração de novas nupcias, seria a traição por parte da esposa” (Mt 19.9). É preciso que se diga: Ainda que Jesus tenha permitido a separação por este único motivo, ele não a obrigou! Ele não fica obrigado a ter que continuar com a esposa, mas também não se torna obrigado a separar-se dela! O Cônjuge traído ainda tem duas opções divinamente pré-aprovadas: A separação ou a restauração. Quando fica claro para os discípulos de Cristo que ele não apoiava uma separação banal (por qualquer motivo) chegou a vez deles mesmos se pronunciarem também: “Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar” (Mt 19.10). Sim, eles demonstram terem entendido muito bem o que Jesus falou! Esta realmente É a CONDIÇÃO DO HOMEM relativamente À SUA MULHER! O único erro deles se encontra na conclusão a que chegaram depois de terem entendido a condição do homem estabelecida por Deus em relação à sua mulher. O ponto errado na declaração dos discípulos se encontra apenas na ideia de que “não convém casar”. Você não acha curioso que os discípulos tenham chegado a considerar melhor “nunca casar” do que não poder “casar várias vezes”? Afinal, se aos olhos de Deus estivesse tudo bem ao homem “dar carta de divórcio e separar por qualquer motivo”, ele poderia fazer isso quantas vezes achasse “necessário”. É como se a conclusão fosse: “se não posso trocar, então é melhor nem provar”. Em meio a este segundo diálogo sobre o mesmo assunto, agora com seus discípulos, Jesus apenas remenda a última declaração dos discípulos para que eles não fiquem com conclusões precipitadas, e também para que saibam que a questão de “não casar” é uma possibilidade real dentro das condições certas. Assim, ele diz: “Nem todos são aptos para receber o conceito do celibato, mas apenas aqueles a quem é dado. Não obstante, há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus. Quem é apto para o admitir admita” (Mt 19.12). Jesus, como um bom líder responsável, não usa da sua experiência pessoal para impor suas escolhas sobre a vida dos que lhe seguem. O próprio Jesus escolhera ou nascera para o celibato, mas ainda assim não fez disso um motivo para por um julgo irresponsável sobre a cerviz dos discípulos. Jesus entendia que cada um sabe onde seu próprio sapato aperta. Se “cada deve prestar contas de si mesmo diante de Deus” (Rm 14.12), então não seria certo impor sobre os outros as escolhas que eu faço com base nas condições nas quais EU vivo. Desta forma, Jesus apresenta três classes de pessoas que poderiam viver sem contrair núpcias: Os que nasceram assim; Os que foram feitos assim; Os que se fizeram assim. É interessante saber que nem todos os homens sentem a vida e o mundo ao seu redor da mesma forma, afinal, segundo Jesus, tem gente que “nasce com condições diferentes”. Não sei se poderíamos usar a terminologia moderna e chamar isso de “predisposição genética” ou simplesmente de “dom de Deus”, mas o fato é que algumas pessoas não tem as mesmas necessidades, inclinações ou predisposições que os outros. Compreender isto pode nos fazer olhar para as pessoas com mais humanidade e sabedoria, pois estaremos aceitando o fato de que nem todos nascem exatamente iguais. Antes que alguém suponha que isso também se aplique a uma tendência homossexual supostamente aprovada por Deus por causa do “direito de nascimento”, lembre-se que o texto está tratando sobre NÃO CASAR, o que deixa implícita a ideia de “não ter relações íntimas”. A única coisa sobre a qual Jesus está falando é que algumas pessoas nascem com a aptidão de não se envolverem intimamente com o sexo oposto, optando então pelo celibato; e isto não tem ligação alguma com qualquer ideia de “nascer PARA TER desejos pelo mesmo sexo”. Até porque todos os seres humanos nascem e são heterossexuais, ainda que alguns tenham problemas homossexuais. Deus, por meio da criação, possibilitou a união entre um homem e uma mulher para que assim fossem um; de maneira que, se foi para isso que Deus os uniu, o homem não deveria se atrever a separar.

  4. 08/06/2016 ·  Video

    Casamento, Divórcio e a Vontade de Deus - 2

    O texto que se encontra em Mateus 19.3-12 registra dois diálogos interessantes sobre o assunto de casamento, divórcio e a vontade de Deus quanto ao assunto. O primeiro diálogo é desenvolvido entre Jesus e os fariseus, que o abordam quanto à legitimidade de um divórcio efetuado por “qualquer motivo”. Para surpresa dos fariseus, Jesus responde dizendo que “a vontade de Deus” é que o homem e a mulher que se uniram pelo matrimônio não se separem. Em seu argumento Jesus demonstra que a resposta para tais dúvidas se encontram na leitura atenta das Escrituras. Isto fica claro pela sua resposta: “não tendes lido?” (Mt 19.4). É como se Jesus dissesse: “quem lê o que está escrito sabe o que é permitido e o que não é”. Para as respostas básicas deste e de outros assuntos, não há necessidade de revelações extras, basta ficar com aquilo que já está escrito! Então, o que era isso que estava escrito que Jesus fez questão de mencionar? Além disso, como tal coisa escrita responderia a dúvida dos fariseus? Jesus cita apenas dois textos do livro de Gênesis garantindo que lá estariam as respostas às suas dúvidas: “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio os fez homem e mulher?” (Gn 1.27); “e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?” (Gn 2.24). Caso alguém não compreendesse o que tais textos realmente significavam, Jesus fez questão de comentá-los de forma explicita, dizendo: “Se pela união do matrimônio, criado por Deus, eles se tornam uma carne só, então, o homem não deve separar aquilo que Deus idealizou para ficar junto” (Mt 19.6). Os fariseus, não satisfeitos, ou poderíamos dizer “ainda motivados pelo interesse de satisfazer seus próprios anseios”, eles insistem na discussão tentando chegar ao concesso de que um homem pode sim separar não importando muito qual seja o motivo. Se Jesus diz que as respostas estão na Bíblia, então eles também citam a Bíblia! “Se não devemos nos separar por que então Moisés mandou dar carta de divórcio e repudiar?” (Mt 19.7). E aqui nós vemos como corremos o risco de interpretar textos das Sagradas Escrituras ao nosso bem prazer se não formos atenciosos à função do contexto da passagem escolhida. Jesus diz claramente que a permissão de Moisés (e não o mandamento) para repudiar, foi uma permissão temporária devido à condição espiritual dos homens, mas que agora, de Cristo para frente, a condição espiritual humana seria restaurada ao padrão inicial, assim possibilitando ao homem viver à luz do que Deus havia estabelecido desde o princípio! No entanto, se os fariseus queriam saber se era permitido separar-se “por qualquer motivo”, Jesus responde bem objetivamente dizendo: “não é possível separar-se por qualquer motivo e ainda assim estar com o coração tranquilo diante de Deus, pois o único motivo que isentaria o homem de culpa numa possível separação e contração de novas nupcias, seria a traição por parte da esposa” (Mt 19.9). É preciso que se diga: Ainda que Jesus tenha permitido a separação por este único motivo, ele não a obrigou! Ele não fica obrigado a ter que continuar com a esposa, mas também não se torna obrigado a separar-se dela! O Cônjuge traído ainda tem duas opções divinamente pré-aprovadas: A separação ou a restauração. Quando fica claro para os discípulos de Cristo que ele não apoiava uma separação banal (por qualquer motivo) chegou a vez deles mesmos se pronunciarem também: “Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar” (Mt 19.10). Sim, eles demonstram terem entendido muito bem o que Jesus falou! Esta realmente É a CONDIÇÃO DO HOMEM relativamente À SUA MULHER! O único erro deles se encontra na conclusão a que chegaram depois de terem entendido a condição do homem estabelecida por Deus em relação à sua mulher. O ponto errado na declaração dos discípulos se encontra apenas na ideia de que “não convém casar”. Você não acha curioso que os discípulos tenham chegado a considerar melhor “nunca casar” do que não poder “casar várias vezes”? Afinal, se aos olhos de Deus estivesse tudo bem ao homem “dar carta de divórcio e separar por qualquer motivo”, ele poderia fazer isso quantas vezes achasse “necessário”. É como se a conclusão fosse: “se não posso trocar, então é melhor nem provar”. Em meio a este segundo diálogo sobre o mesmo assunto, agora com seus discípulos, Jesus apenas remenda a última declaração dos discípulos para que eles não fiquem com conclusões precipitadas, e também para que saibam que a questão de “não casar” é uma possibilidade real dentro das condições certas. Assim, ele diz: “Nem todos são aptos para receber o conceito do celibato, mas apenas aqueles a quem é dado. Não obstante, há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus. Quem é apto para o admitir admita” (Mt 19.12). Jesus, como um bom líder responsável, não usa da sua experiência pessoal para impor suas escolhas sobre a vida dos que lhe seguem. O próprio Jesus escolhera ou nascera para o celibato, mas ainda assim não fez disso um motivo para por um julgo irresponsável sobre a cerviz dos discípulos. Jesus entendia que cada um sabe onde seu próprio sapato aperta. Se “cada deve prestar contas de si mesmo diante de Deus” (Rm 14.12), então não seria certo impor sobre os outros as escolhas que eu faço com base nas condições nas quais EU vivo. Desta forma, Jesus apresenta três classes de pessoas que poderiam viver sem contrair núpcias: Os que nasceram assim; Os que foram feitos assim; Os que se fizeram assim. É interessante saber que nem todos os homens sentem a vida e o mundo ao seu redor da mesma forma, afinal, segundo Jesus, tem gente que “nasce com condições diferentes”. Não sei se poderíamos usar a terminologia moderna e chamar isso de “predisposição genética” ou simplesmente de “dom de Deus”, mas o fato é que algumas pessoas não tem as mesmas necessidades, inclinações ou predisposições que os outros. Compreender isto pode nos fazer olhar para as pessoas com mais humanidade e sabedoria, pois estaremos aceitando o fato de que nem todos nascem exatamente iguais. Antes que alguém suponha que isso também se aplique a uma tendência homossexual supostamente aprovada por Deus por causa do “direito de nascimento”, lembre-se que o texto está tratando sobre NÃO CASAR, o que deixa implícita a ideia de “não ter relações íntimas”. A única coisa sobre a qual Jesus está falando é que algumas pessoas nascem com a aptidão de não se envolverem intimamente com o sexo oposto, optando então pelo celibato; e isto não tem ligação alguma com qualquer ideia de “nascer PARA TER desejos pelo mesmo sexo”. Até porque todos os seres humanos nascem e são heterossexuais, ainda que alguns tenham problemas homossexuais. Deus, por meio da criação, possibilitou a união entre um homem e uma mulher para que assim fossem um; de maneira que, se foi para isso que Deus os uniu, o homem não deveria se atrever a separar.

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    Casamento, Divórcio e a Vontade de Deus - 3

    O texto que se encontra em Mateus 19.3-12 registra dois diálogos interessantes sobre o assunto de casamento, divórcio e a vontade de Deus quanto ao assunto. O primeiro diálogo é desenvolvido entre Jesus e os fariseus, que o abordam quanto à legitimidade de um divórcio efetuado por “qualquer motivo”. Para surpresa dos fariseus, Jesus responde dizendo que “a vontade de Deus” é que o homem e a mulher que se uniram pelo matrimônio não se separem. Em seu argumento Jesus demonstra que a resposta para tais dúvidas se encontram na leitura atenta das Escrituras. Isto fica claro pela sua resposta: “não tendes lido?” (Mt 19.4). É como se Jesus dissesse: “quem lê o que está escrito sabe o que é permitido e o que não é”. Para as respostas básicas deste e de outros assuntos, não há necessidade de revelações extras, basta ficar com aquilo que já está escrito! Então, o que era isso que estava escrito que Jesus fez questão de mencionar? Além disso, como tal coisa escrita responderia a dúvida dos fariseus? Jesus cita apenas dois textos do livro de Gênesis garantindo que lá estariam as respostas às suas dúvidas: “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio os fez homem e mulher?” (Gn 1.27); “e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?” (Gn 2.24). Caso alguém não compreendesse o que tais textos realmente significavam, Jesus fez questão de comentá-los de forma explicita, dizendo: “Se pela união do matrimônio, criado por Deus, eles se tornam uma carne só, então, o homem não deve separar aquilo que Deus idealizou para ficar junto” (Mt 19.6). Os fariseus, não satisfeitos, ou poderíamos dizer “ainda motivados pelo interesse de satisfazer seus próprios anseios”, eles insistem na discussão tentando chegar ao concesso de que um homem pode sim separar não importando muito qual seja o motivo. Se Jesus diz que as respostas estão na Bíblia, então eles também citam a Bíblia! “Se não devemos nos separar por que então Moisés mandou dar carta de divórcio e repudiar?” (Mt 19.7). E aqui nós vemos como corremos o risco de interpretar textos das Sagradas Escrituras ao nosso bem prazer se não formos atenciosos à função do contexto da passagem escolhida. Jesus diz claramente que a permissão de Moisés (e não o mandamento) para repudiar, foi uma permissão temporária devido à condição espiritual dos homens, mas que agora, de Cristo para frente, a condição espiritual humana seria restaurada ao padrão inicial, assim possibilitando ao homem viver à luz do que Deus havia estabelecido desde o princípio! No entanto, se os fariseus queriam saber se era permitido separar-se “por qualquer motivo”, Jesus responde bem objetivamente dizendo: “não é possível separar-se por qualquer motivo e ainda assim estar com o coração tranquilo diante de Deus, pois o único motivo que isentaria o homem de culpa numa possível separação e contração de novas nupcias, seria a traição por parte da esposa” (Mt 19.9). É preciso que se diga: Ainda que Jesus tenha permitido a separação por este único motivo, ele não a obrigou! Ele não fica obrigado a ter que continuar com a esposa, mas também não se torna obrigado a separar-se dela! O Cônjuge traído ainda tem duas opções divinamente pré-aprovadas: A separação ou a restauração. Quando fica claro para os discípulos de Cristo que ele não apoiava uma separação banal (por qualquer motivo) chegou a vez deles mesmos se pronunciarem também: “Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar” (Mt 19.10). Sim, eles demonstram terem entendido muito bem o que Jesus falou! Esta realmente É a CONDIÇÃO DO HOMEM relativamente À SUA MULHER! O único erro deles se encontra na conclusão a que chegaram depois de terem entendido a condição do homem estabelecida por Deus em relação à sua mulher. O ponto errado na declaração dos discípulos se encontra apenas na ideia de que “não convém casar”. Você não acha curioso que os discípulos tenham chegado a considerar melhor “nunca casar” do que não poder “casar várias vezes”? Afinal, se aos olhos de Deus estivesse tudo bem ao homem “dar carta de divórcio e separar por qualquer motivo”, ele poderia fazer isso quantas vezes achasse “necessário”. É como se a conclusão fosse: “se não posso trocar, então é melhor nem provar”. Em meio a este segundo diálogo sobre o mesmo assunto, agora com seus discípulos, Jesus apenas remenda a última declaração dos discípulos para que eles não fiquem com conclusões precipitadas, e também para que saibam que a questão de “não casar” é uma possibilidade real dentro das condições certas. Assim, ele diz: “Nem todos são aptos para receber o conceito do celibato, mas apenas aqueles a quem é dado. Não obstante, há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus. Quem é apto para o admitir admita” (Mt 19.12). Jesus, como um bom líder responsável, não usa da sua experiência pessoal para impor suas escolhas sobre a vida dos que lhe seguem. O próprio Jesus escolhera ou nascera para o celibato, mas ainda assim não fez disso um motivo para por um julgo irresponsável sobre a cerviz dos discípulos. Jesus entendia que cada um sabe onde seu próprio sapato aperta. Se “cada deve prestar contas de si mesmo diante de Deus” (Rm 14.12), então não seria certo impor sobre os outros as escolhas que eu faço com base nas condições nas quais EU vivo. Desta forma, Jesus apresenta três classes de pessoas que poderiam viver sem contrair núpcias: Os que nasceram assim; Os que foram feitos assim; Os que se fizeram assim. É interessante saber que nem todos os homens sentem a vida e o mundo ao seu redor da mesma forma, afinal, segundo Jesus, tem gente que “nasce com condições diferentes”. Não sei se poderíamos usar a terminologia moderna e chamar isso de “predisposição genética” ou simplesmente de “dom de Deus”, mas o fato é que algumas pessoas não tem as mesmas necessidades, inclinações ou predisposições que os outros. Compreender isto pode nos fazer olhar para as pessoas com mais humanidade e sabedoria, pois estaremos aceitando o fato de que nem todos nascem exatamente iguais. Antes que alguém suponha que isso também se aplique a uma tendência homossexual supostamente aprovada por Deus por causa do “direito de nascimento”, lembre-se que o texto está tratando sobre NÃO CASAR, o que deixa implícita a ideia de “não ter relações íntimas”. A única coisa sobre a qual Jesus está falando é que algumas pessoas nascem com a aptidão de não se envolverem intimamente com o sexo oposto, optando então pelo celibato; e isto não tem ligação alguma com qualquer ideia de “nascer PARA TER desejos pelo mesmo sexo”. Até porque todos os seres humanos nascem e são heterossexuais, ainda que alguns tenham problemas homossexuais. Deus, por meio da criação, possibilitou a união entre um homem e uma mulher para que assim fossem um; de maneira que, se foi para isso que Deus os uniu, o homem não deveria se atrever a separar.

  6. 08/06/2016 ·  Video

    Casamento, Divórcio e a Vontade de Deus - 4

    UM CRISTÃO PODE SEPARAR E CASAR NOVAMENTE? Em 1 Coríntios 7 Paulo diz que se um incrédulo consente em conviver com um cristão, este, por sua vez, não deve se separar do incrédulo; porém, se o incrédulo não consente em conviver com o crente, e se quiser se apartar, aí sim, que se aparte! Paulo diz que “não deve ser O CRENTE QUE SE SEPARE DO INCRÉDULO; ele falou sobre O INCRÉDULO QUE SE SEPARA DO CRENTE”. Nestes casos, o crente abandonado, pode sim casar novamente. Paulo diz que a mulher viúva está livre para casar com quem quiser (1 Coríntios 7.39,40) e também diz que se alguém se converte e o incrédulo decide deixá-lo especificamente por causa disso, Paulo diz que “EM TAIS casos” nem o irmão ou a irmã devem ficar sujeitos à servidão (1 Coríntios 7.15). Ou seja, não devem viver como escravos dos votos matrimoniais mesmo tendo sido abandonado pelo incrédulo; o que abre um precedente para um possível novo casamento. Entretanto, é importante lembrar que se o descrente consente em viver com o crente, este não deve deixar o incrédulo, muito menos “criar um inferno” na vida dele para que finalmente o incrédulo vá embora e o cristão possa finalmente casar com outra pessoa. Embora o texto de Coríntios se refira a incrédulos que “abandonam o lar”, Paulo diz em 1 Timóteo 5.8 que se um crente “não tem cuidado dos seus, especialmente os da própria casa, tem negado a fé e É PIOR DO QUE O DESCRENTE”. Ora, isto quer dizer que se um cristão abandona o lar, desprezando sua família, ele se assemelha ao incrédulo que “se aparta”, deixando assim o cristão abandonado na mesma situação e com o mesmo direito daquele irmão mencionado em 1 Coríntios 7.15. Os casos bíblicos para um possível novo casamento são: _O cristão que ficou viúvo (1 Co 7.39) _O cristão abandonado pelo cônjuge incrédulo (1 Co 7.15) _O cristão abandonado pelo crente que é pior do que o descrente (1 Co 7.15 e 1 Tm 5.8) _O cristão que fora traído sexualmente e que escolha separar e casar com outra pessoa (Mt 19.9) _O cristão que já tinha sido casado antes de se converter, mas que se converte já estando separado (1 Co 7.27,28) _O cristão que se separa do cônjuge cristão e depois casa de novo com o mesmo cônjuge (1 Co 7.11)

  7. 08/06/2016 ·  Video

    Casamento, Divórcio e a Vontade de Deus - 5

    COM RESPEITO AOS VIRGENS Em algumas versões em português de 1 Coríntios 7, nos versículos 25,28,36,37 e 38 aparece a ideia do possível casamento de uma “noiva” ou ‘filha”. Na verdade, a tradução por “noiva” ou “filha” são pouco corretas, e são mais uma interpretação do que uma verdadeira tradução. A palavra grega traduzida por “virgem” é a palavra grega “parthenos” que, dizem os eruditos, tanto pode ser traduzida por “virgindade ou virgem”, e isso tanto para homem como para mulher, e só o contexto poderá esclarecer a que gênero (masculino ou feminino) o texto se refere. Em Apocalipse 14.4 a mesma palavra é traduzida por “castos” pois o contexto ajuda a entender que se fala exclusivamente de homens: Apocalipse 14.4 São estes os que não se macularam COM MULHERES, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro. A mesma palavra aparece em Atos 21.9 que fala das sete filhas “donzelas” de Filipe, e aí a palavra é traduzida por “donzelas” pois pelo contexto é possível compreender que se trata de mulheres, no caso, “as filhas”: Atos 21.9 Tinha este quatro FILHAS donzelas, que profetizavam. Não existe uma variação na palavra em si para indicar se é uma referência ao masculino, feminino ou se poderia se referir a “virgindade” de forma geral. A palavra que nos textos acima fora traduzida por “castos” e “donzelas” é a mesma e uma só. Acredito que a porção do texto de 1 Coríntios 7, mencionada no primeiro parágrafo, seria mais corretamente traduzido da seguinte forma: _verso 25: “Com respeito AOS VIRGENS…” _verso 28: “e também, se O VIRGEM SE CASAR, por isso não peca…” _verso 34: “TAMBÉM A MULHER, tanto a viúva como A VIRGEM…” _verso 36: “Entretanto, se alguém julga que trata sem decoro a sua VIRGINDADE…” _verso 37: “Todavia, o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas domínio sobre o seu próprio arbítrio, e isto bem firmado no seu ânimo, para conservar SUA VIRGINDADE, bem fará” _verso 38: “E, assim, quem ENTREGA SUA VIRGINDADE AO CASAMENTO faz bem; quem não a entrega a casamento faz melhor”. TRADUÇÕES EM PORTUGUÊS: Nas versões em português em que aparecem a palavra “filha” ou “noiva”, o texto é meramente interpretativo, ou seja, não é de fato uma tradução da palavra grega “parthenos”, cujo significado é “virgindade, virgem, casto” ou algo semelhante. Alguém raciocinou que a expressão grega original poderia ser “sua virgem” e que em português o possível significado seria “sua noiva” ou “sua filha”, poucos consideraram que Paulo poderia estar falando sobre a própria virgindade de alguém com a possível expressão “sua virgindade”. Você vai encontrar algumas versões em português que seguem este raciocínio entre os versículos 36 a 38; entre elas, destaco: Literal do Texto Tradicional, Bíblia Viva e a versão O Livro. LITERAL DO TEXTO TRADICIONAL: 1 Coríntios 7.36-38 36 (Mas, se algum varão julga conduzir-se indecorosamente para com a VIRGINDADE dele mesmo, e caso ele esteja além do apogeu de idade dele, e caso assim tem de ser, faça ele o que deseja; ele não peca: Casem-se eles. 37 Todavia, o varão que tem se postado firme em seu coração, não tendo necessidade, mas tem autoridade a respeito da vontade própria dele, e isto tem resolvido no coração dele mesmo, guardar a VIRGINDADE dele mesmo, [também] faz bem.) 38 De forma que tanto aquele que está dando em casamento faz bem, como aquele que não está dando em casamento faz melhor. BÍBLIA VIVA: 1 Coríntios 7.36-38 36 No entanto, se alguém sentir que deve casar-se porque tem dificuldade em controlar seus desejos, está certo, não é pecado; que se case. 37 Mas se um homem tem força de vontade para não casar-se e decidir que ele não precisa fazê-lo e não o fará, tomou uma Sabia decisão. 38 Portanto, a pessoa que se casa faz bem e a que não se casa faz melhor ainda. O LIVRO: 1 Coríntios 7.36-38 36 Porque se alguém sentir que deve casar, por razões de idade ou de necessidade, pois está certo, não peca; deve casar. 37 Por outro lado, se um homem tem suficiente domínio sobre a sua própria natureza para não casar, e decide então não casar, terá tomado uma decisão ajuizada. 38 Assim uma pessoa que casa faz bem, e uma pessoa que não casa fará melhor.

  8. 08/06/2016 ·  Video

    O Dízimo e o Ministério

    A Bíblia | o Dinheiro | a Avareza | o Dízimo | 3 Acredito que pelo menos os cristãos devem saber que o dízimo não foi uma invenção de Moisés e nem surgiu na história do mundo a partir da Lei que o mesmo compilou. Textos bíblicos revelam que cerca de 430 anos antes da Lei de Moisés Abraão já cria e praticava o princípio do dízimo (Gênesis 14.18-20). É bem provável que Abraão tenha aprendido sobre o dízimo de seus antepassados e, da mesma forma, o tenha repassado para seus descendentes; pois vemos que a Bíblia relata que seu neto, Jacó, também veio a crer e praticar o mesmo princípio do dízimo (Gênesis 28.20-22). É possível que Jacó o tenha aprendido com seu pai Isaque, que por sua vez tenha aprendido com seu pai Abraão, que também tenha aprendido com seu pai, e assim sucessivamente. Abraão deu o dízimo a Melquisedeque, que era reconhecido como sacerdote do Deus altíssimo (Hebreus 7.1). A Bíblia também diz que as características da história pessoal de Melquisedeque “o faziam ser semelhante ao filho de Deus” (Hebreus 7.3). Quando o autor da epístola aos Hebreus fala de Melquisedeque no capítulo 7, seu objetivo parece ser comunicar a ideia de que na terra são homens mortais os que recebem dízimos, mas pela história de Melquisedeque com Abraão devemos compreender que, paralelamente a isso, Jesus Cristo os recebe no céu. Por isso ele diz: “aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive” (Hebreus 7.8). Observe pelo menos três pontos interessantes sobre o versículo 8 do capítulo 7 de hebreus: 1. O autor da epístola diz “aqui SÃO homens mortais que RECEBEM dízimos”; veja que ele não disse “ERAM homens mortais os que RECEBIAM dízimos”, ou seja, na cabeça do autor da epístola a prática da entrega dos dízimos ainda era válida no momento em que ele está escrevendo a carta. Ele não considera o dízimo como uma coisa da Lei, ou ultrapassada, em relação à Nova Aliança; por isso ele conjuga os verbos no presente; 2. O autor da epístola diz “os homens recebem os dízimos”. Ele se refere a pessoas e não a prédios; seres humanos e não templos. Mais claro do que isso impossível: “homens mortais recebem dízimos”. Segundo ele os dízimos devem ser recebidos por homens, que, provavelmente, sejam homens que desenvolvam alguma atividade ministerial na dispensação em que vivem. 3. O autor da epístola diz que “aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali (naquela história entre Melquisedeque e Abraão) quem os recebe é AQUELE DE QUEM (Melquisedeque testifica que vive)”. Melquisedeque testificava sobre Jesus, que é aquele que vive para sempre. Em outras palavras o autor da epístola está dizendo o seguinte: “aqui na terra ainda são homens mortais os que recebem os dízimos, mas na história de Melquisedeque e Abraão quem os recebe é aquele de quem Melquisedeque dá testemunho que vive”. Os homens recebem na terra, mas Jesus os recebe no céu. O sentido primordial dos dízimos parece sempre ter sido sustentar os ministros de Deus pelo serviço que prestavam durante as dispensações em que eles viveram. Um dos textos onde isso aparece de forma clara é Números 18. Número 18.21,23 21 Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, PELO SERVIÇO QUE PRESTAM, serviço da tenda da congregação. 23 Mas os levitas FARÃO O SERVIÇO DA TENDA DA CONGREGAÇÃO e responderão por suas faltas; estatuto perpétuo é este para todas as vossas gerações. E não terão eles nenhuma herança no meio dos filhos de Israel. Antes da Lei Melquisedeque se tornou uma referência sobre o recebimento dos dízimos, e nas Escrituras ele é reconhecido como um ministro de Deus, um sacerdote do Deus altíssimo. Quando chega no Novo Testamento Paulo confirma o mesmo princípio do dízimo: 1 Coríntios 9.13,14 13 Não sabeis vós que OS QUE PRESTAM SERVIÇOS SAGRADOS do próprio templo se alimentam? E QUEM SERVE AO ALTAR DO ALTAR TIRA O SEU SUSTENTO? E para corroborar a declaração e a veracidade de suas palavras, ele acrescenta que o próprio Senhor Jesus deu a mesma ordem explícita nos textos bíblicos: “Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (1 Coríntios 9.14). No versículo anterior Paulo menciona parcialmente o texto de Números 18.21,23 e em seguida diz que “JESUS TAMBÉM DEU A MESMA ORDEM”, ou seja, que “quem prega o Evangelho, deve viver do Evangelho”. O principal conceito bíblico quanto aos dízimos é que eles são ofertas de valores previamente estabelecidos (Números 18.24-26) que devem suprir as necessidades dos obreiros do Senhor enquanto estes realizam sua obra nesta terra.

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No PodCast de Vídeo de Natan Rufino você encontrará mensagens sobre assuntos diversificados. Sempre com abundante base bíblica o irmão Natan se esforça por apresentar uma perspectiva firme e confiável das Escrituras a respeito do assunto abordado. Natan Rufino é casado com Ana Gaia e exerce um ministério de ensino da Palavra de Deus desde 1991 após ter sido milagrosamente curado de esquizofrenia. Após um período hospitalizado e quase um ano de remédios controlados, a revelação da Palavra de Deus trouxe-lhe finalmente a cura. Ana participa dos grupos de música na igreja em que o casal congrega, prega a palavra em reuniões, seminários e conferências onde é solicitada e ministra aulas no Centro de Treinamento Bíblico RHEMA Brasil. Além de suas atividades na igreja local, o casal também viaja pelo Brasil ministrando seminários em diversas denominações e ensinando a Palavra de Deus na unção do Espírito Santo. Se você tem sido abençoado de alguma forma por meio deste casal e gostaria de expressar sua gratidão, será um prazer ouvir sua história. Envie-nos um e-mail para: contato@natanrufino.com.br Se você gostaria de apoiar este trabalho com suas ofertas saiba que nos sentiremos honrados em recebê-las; além disso, nos esforçaremos para produzir mais livros e mais materiais para a glória de Deus e edificação do Corpo de Cristo. Para mais informações: | facebook.com/natanrufino | telegram: @natanrufino | twitter: @natanrufino | natanrufino.com.br | contato@natanrufino.com.br | +55-83-99967-6732