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  • Cavaco Silva arrepia a esquerda? — Ouvintes

    -3 DIAS

    1

    Cavaco Silva arrepia a esquerda? — Ouvintes

    Um dos nossos ouvintes quer saber por que razão a esquerda reage de forma tão violente às aparições do antigo primeiro-ministro.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

    -3 dias

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    12 min
  • Deixem o Luís trabalhar

    -4 DIAS

    2

    Deixem o Luís trabalhar

    A moção de recandidatura de Luís Montenegro, a insistência na polémica sobre a amamentação e a visão do PS sobre a Base das Lajes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    -4 dias

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    36 min
  • Incêndios: “Temo que venhamos a ter um verão muito complicado”

    -1 DIA

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    Incêndios: “Temo que venhamos a ter um verão muito complicado”

    O antigo ministro do PSD para a Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, considera que o será curto o tempo para aplicar as medidas do Governo que financiam a limpeza das regiões afetadas pelas tempestades. Já o socialista Fernando Medina entende que será "dificilmente admissível" que o Estado não esteja preparado para lidar com os incêndios. Os antigos governantes do PS e PSD analisam ainda o que se conhece do relatório do Presidente da República sobre a crise de tempestades, a venda de cursos em escolas e o acesso a dados de utentes do SNS

    -1 dia

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    40 min
  • Primeiro Trump, depois Putin: “O imperador Xi gosta de mostrar que todos os caminhos vão dar a Pequim”

    -6 DIAS

    4

    Primeiro Trump, depois Putin: “O imperador Xi gosta de mostrar que todos os caminhos vão dar a Pequim”

    Depois de Donald Trump, Vladimir Putin. O episódio desta semana do podcast Diplomatas olhou para o que saiu da visita da semana passada do Presidente dos Estados Unidos a Pequim e para mais uma viagem do chefe de Estado da Rússia à capital da República Popular da China, na quarta-feira. Carlos Gaspar e Luís Tomé analisaram os objectivos estratégicos dos líderes políticos das três potências e reflectiram sobre os avisos de Xi Jinping a Trump sobre Taiwan, território autónomo que o Governo chinês reivindica como parte integrante do país. O investigador e o professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, convidado desta semana do Diplomatas, discutiram ainda o mais recente capítulo sobre a utilização da base das Lajes pelos EUA durante os ataques contra o Irão. Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, diz que o Governo português autorizou o uso da base militar nos Açores antes ainda de ter sido informado do assunto e os ministros Paulo Rangel e Nuno Melo defendem a posição de Portugal. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    -6 dias

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    30 min
  • A CGTP virou liberal? — Ouvintes

    17/05

    5

    A CGTP virou liberal? — Ouvintes

    O título resume a dúvida irónica de um ouvinte quando ouviu o secretário-geral da central sindical dizer: "Portugal tem de vender muitos pastéis de nata para poder comprar comboios".  See omnystudio.com/listener for privacy information.

    17/05

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    8 min
  • Queremos mesmo mesmo reformas e com quem?

    15/05

    6

    Queremos mesmo mesmo reformas e com quem?

    Esta semana ficou fechada a proposta de reforma laboral que segue para o Parlamento. Vai começar a segunda temporada de uma novela que promete mais drama. E no final, o que fica? See omnystudio.com/listener for privacy information.

    15/05

    •
    38 min
  • Trump's Heartbreaking Work of Staggering Grift

    -1 DIA

    7

    Trump's Heartbreaking Work of Staggering Grift

    Kate, Melissa, and Leah try to wrap their heads around Trump’s nearly $2 billion DOJ slush fund, which they agree may be—despite extremely stiff competition—the biggest act of trolling and self-dealing of his second term. The professors count the ways this is so, so illegal, and speculate on how it can be challenged (looking at you, Congress). They also cover other legal news and some SCOTUS opinions before speaking with Dorothy Roberts about her book, The Mixed Marriage Project: A Memoir of Love, Race, and Family. Enter Leah’s merch giveaway for the paperback edition of Lawless here! Favorite things: Kate: Nikolas Bowie’s testimony before the House Judiciary Committee Leah: It’s Not That Deep, Demi Lovato Melissa: Kin, Tayari Jones Get tickets for STRICT SCRUTINY LIVE – The Bad Decisions Tour 2026!  6/20/26 – New York City Learn more: http://crooked.com/eventsBuy Melissa’s bestselling book, The U.S. Constitution: A Comprehensive and Annotated Guide for the Modern ReaderPreorder a signed paperback of Leah’s book, Lawless, here. Follow us on Instagram, Threads, and Bluesky

    -1 dia

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    1 h 35 min
  • 275. La geopolítica de África

    -2 DIAS

    8

    275. La geopolítica de África

    #Publi. África alberga el 30% de las reservas minerales del mundo, más de 50 Estados con dinámicas propias y un futuro que ninguna potencia global puede permitirse ignorar. La geopolítica de África es mucho más que conflictos y pobreza: es la historia de un continente que carga con el peso del colonialismo mientras pugna por recuperar su soberanía, que gestiona recursos estratégicos codiciados por China, Estados Unidos y Rusia, y que afronta golpes de Estado, insurgencias yihadistas y movimientos sociales que están transformando el mapa político. De las tensiones en el Sahel a la guerra de Sudán, del gas argelino que calienta hogares europeos al coltán congoleño que alimenta nuestros móviles, África es un actor central en el orden mundial que occidente sigue viendo con demasiados prejuicios y demasiada simplificación. Hoy en "No es el fin del mundo" hablamos de la Geopolítica de África. Libros recomendados: El país de los otros - Leila Slimani La vida, después - Abdulrazak Gurnah Huríes - Kamel Daoud Las cautivas: El Harén Oculto de Gadafi - Annick Cojean Este episodio cuenta con una mención publicitaria de Binter. 💟 Si te gusta este podcast, síguelo para no perderte nuestros episodios semanales. Y si puedes, ¡recomiéndanos a tus amigos, conocidos y familia! ⭐️ Pon 5 estrellitas donde escuches el podcast (dale a la campana de Spotify o YouTube, suscríbete desde iVoox, dale al "+" de arriba a la derecha de Apple Podcast...) 🌏 Y si quieres suscribirte y apoyarnos puedes hacerlo aquí: https://elordenmundial.com/suscribete/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    -2 dias

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    1 h 23 min
  • Chaka Khan, singer: Music is a calling

    -2 DIAS

    9

    Chaka Khan, singer: Music is a calling

    “This is a calling. It's bigger than anything in your life as an individual. If you found the thing that you were put on this planet to do, and a lot of people are put on this planet and they don't know, it's such a gift to find it.” Nick Grimshaw and Annie Macmanus speak to global music icon Chaka Khan about her life and career. Born Yvette Marie Stevens in the US city of Chicago in 1953, her big break came at the age of 20 when her band Rufus signed its first record deal. With her powerful vocals and striking stage presence, she quickly caught the public’s attention. The band enjoyed commercial and critical success in the years that followed, before Chaka decided to go it alone around a decade later… a decision which transformed her life and career. Worldwide hits such as I’m Every Woman and I Feel For You followed, as well as collaborations with legends like Whitney Houston and Prince, multiple Grammy Awards, and an induction into the Rock ‘n’ Roll Hall of Fame. As a new musical telling her story begins its run, the 73-year-old has a lot to reflect on. Thank you to the Sidetracked team for their help in making this programme. The Interview brings you conversations with people shaping our world, from all over the world. The best interviews from the BBC, including episodes with Beatles drummer Ringo Starr, Oscar-winning director Guillermo del Toro, and artist Tracey Emin. You can listen on the BBC World Service on Mondays, Wednesdays and Fridays at 0800 GMT. Or you can listen to The Interview as a podcast, out three times a week on BBC Sounds or wherever you get your podcasts. Presenters: Nick Grimshaw and Annie Macmanus Producers: Ben Cooper, Gráinne Morrison and Christine Czerniec Editor: Damon Rose Get in touch with us on email TheInterview@bbc.co.uk and use the hashtag #TheInterviewBBC on social media. (Image: Chaka Khan. Credit: Getty)

    -2 dias

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    26 min
  • “As mudanças laborais devem ser feitas através da negociação”, sindicalista Carlos Trindade

    -4 DIAS

    10

    “As mudanças laborais devem ser feitas através da negociação”, sindicalista Carlos Trindade

    Este mês, a reportagem da RFI descodifica a actualidade europeia e mais concretamente a Europa Social e os desafios que enfrenta o mercado de trabalho na Europa, a pretexto da discussão, neste momento, da reforma laboral. O nosso convidado é Carlos Trindade, sindicalista da CGTP e membro do Comité Económico e Social Europeu, onde representa o grupo dos trabalhadores neste órgão da sociedade civil da União Europeia. RFI: Carlos Trindade, bem-vindo. Pergunto-lhe, para começar, em que ponto é que estamos na construção deste desígnio chamado Europa Social e se o modelo social europeu está apetrechado para enfrentar os desafios atuais e do futuro. Carlos Trindade: Bom dia, muito obrigado pelo convite. Nós estamos, efetivamente, a atravessar um momento na Europa, mas não só, também no mundo, de graves problemas de carácter social, que são reflexo das enormes convulsões que estão a existir a nível mundial. Naturalmente, as alterações tecnológicas, em particular os recentes desenvolvimentos da inteligência artificial, o papel do algoritmo neste processo, mas também, por outro lado, as guerras a que nós vimos assistindo, desde a invasão da Ucrânia até à situação da Faixa de Gaza, os últimos acontecimentos no Irão, levam a que existam graves problemas a nível da Europa. Aliás, problemas estes de carácter social, que têm a ver com uma questão que referiu muito bem: o modelo social europeu. O modelo social europeu é a contraparte da economia social europeia, que é a conceção designada no Tratado da Comunidade, logo no artigo 2.º, que refere que a economia europeia é uma economia social de mercado. O que significa que a economia de mercado integra uma visão profundamente social. Esta visão profundamente social faz-se através de um modelo social europeu que tem uma raiz: a repartição. Essa repartição é feita de várias formas, no sentido fiscal, com sistemas progressivos, no sentido da contratação coletiva, com aumentos salariais, em serviços públicos universais com qualidade, de uma forma que cada país possui de acordo com a sua história social. A repartição é feita entre a maioria da população, os trabalhadores, os reformados, os jovens e, naturalmente, as empresas e os empresários. E hoje este modelo de repartição, desde há uns anos para cá, está a ser posto em causa. E o que assistimos é exatamente a uma procura, uma tentativa, de reduzir essa repartição, favorecendo as grandes empresas, os grandes grupos económicos, prejudicando a maioria da população. Só dou um número, que é para todos percebermos: somos 450 milhões, depois do Brexit, na União Europeia. Cerca de 95 milhões sentem-se pobres, estão na pobreza ou têm sérios receios de ir para a pobreza. Ou seja, mais de 20% da população tem receios de ir para a pobreza. RFI: Justamente, essa questão da redução da pobreza está contemplada no que se chama o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, que estabelece uma série de direitos, tal como o título o enuncia, e há também um plano de implementação desses direitos com metas específicas a atingir. Como é que está a execução deste plano? Carlos Trindade: Chama bem a atenção para o Pilar Europeu dos Direitos Sociais e a aplicação do Plano de Ação, que vai sendo aplicado, mas de uma forma lenta. É necessário um impulso maior, é necessária mais rapidez. A redução da pobreza, a questão das crianças também pobres e, naturalmente, a qualidade do emprego, ou seja, melhores condições de emprego, que são os três pilares principais deste plano de ação, estão a ser aplicados, repito, mas com uma velocidade dependente de Estado para Estado e menor daquilo que estipulava o início do plano de ação, e menor daquilo que são as necessidades das populações europeias. Portanto, este é um ponto, inclusive, que o próprio Comité Económico e Social Europeu tem apontado à Comissão: que temos de dar um impulso, temos de ter um plano mais fortalecido, porque não nos esqueçamos de uma coisa, que isto é extremamente importante. É que não estamos a falar somente numa perspetiva moral: 95 milhões de pessoas com receio da pobreza ou que já estão pobres. É que também tem uma dimensão política fortíssima. É que depois esta população, que se sente excluída do bem-estar e da justiça social, naturalmente é captada, uma parte importante, pelos movimentos de extrema-direita, pelos movimentos nacionalistas e pelos movimentos que são contra a própria União Europeia e o projeto europeu. Portanto, esta dimensão social tem uma relação direta com a dimensão democrática. E isto tem de ser resolvido pelos dois motivos: a resolução do problema em si, da pobreza, e também para atacar as raízes do crescimento da extrema-direita europeia. RFI: Uma das metas deste pilar e do plano que o executa passa também por aumentar a taxa de emprego da população entre os 20 e os 64 anos. O que lhe perguntava é se os mercados de trabalho na Europa, em geral, estão adaptados para dar resposta a este desafio. Carlos Trindade: A questão da taxa de empregabilidade, tem razão na questão que coloca. Os mercados de trabalho da Europa, nos vários países, têm necessidade de mão de obra. Não nos esqueçamos do seguinte: a Itália, ainda há pouco tempo, a primeira-ministra italiana, que não é propriamente conhecida por ser amiga dos imigrantes, pelo contrário, afirmou que precisavam de aproximadamente 500 mil imigrantes, porque a mão de obra que existe na Itália não é suficiente. Agora, o que nós temos é de ter um processo de qualificação e de reclassificação da mão de obra, porque, em virtude das alterações tecnológicas que estão a existir a nível global e também no mercado de trabalho, a robotização, etc., não vamos utilizar mais o nosso tempo com pormenores, toda a gente percebe, é preciso que haja uma formação contínua, uma adaptação permanente, não só dos trabalhadores, atenção, também da própria hierarquia, inclusive das próprias administrações e até mesmo de quem dirige todo o processo, porque é necessária mão de obra qualificada. A qualificação está totalmente relacionada com a empregabilidade, porque senão não conseguimos responder, como é normal. RFI: Uma última pergunta para uma resposta breve, na medida do possível. No seu entender, em que sentido deve evoluir a legislação do trabalho, justamente para fazer face a essas mudanças tecnológicas que enunciou e também às mudanças dos modos de vida na Europa? Como é que deve evoluir a legislação laboral? Carlos Trindade: A legislação laboral, como é normal, tem de evoluir no sentido de integrar todas estas alterações tecnológicas que estão a haver. RFI: Maior flexibilidade? Carlos Trindade: Mas a questão não é o conteúdo, que aqui estamos de acordo. A questão é simultaneamente o conteúdo e a forma. E ambas são importantes, porque pode haver uma abertura, e deve haver uma abertura, para a adaptação, para a integração de novas tecnologias na formação dos trabalhadores e das trabalhadoras. Essa situação tem de ser tratada através da negociação da contratação coletiva, nas empresas, nos setores, nos locais de trabalho, com as pessoas que estão no terreno, sejam os trabalhadores que, naturalmente, estão a trabalhar, sejam inclusive as chefias, que conhecem também a realidade. Esta questão é que não está a acontecer, porque aquilo que está a suceder é que há uma tendência, infelizmente forte, quer aqui na Bélgica, quer em Portugal, que é a da imposição, ou seja, fazer as alterações no mercado de trabalho, no mundo do trabalho, sem negociação, impor, fazendo perder direitos, fazendo perder remunerações, transformando o mercado de trabalho, não num ambiente normal, mas sim num ambiente de enorme regressão e repressão.

    -4 dias

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    9 min

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