Primeiro Toque

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Casual para o adepto. Sério para o profissional. O Primeiro Toque é um espaço de conversa com treinadores, dirigentes, scouts, analistas e outros profissionais que vivem o futebol por dentro. Entrevistas, experiências e diferentes perspetivas sobre o jogo e a sua indústria. primeirotoque.pt

  1. -2 dias

    Henrique Calisto: «Nós é que devemos tudo ao futebol» | A Entrevista

    Filho de pescador de Matosinhos, fundou a Associação Nacional dos Treinadores de Futebol em 1986 e, quase 40 anos depois, voltou para a liderar, eleito com 90% dos votos. Pelo meio conquistou um país a 10 mil quilómetros: no Vietname ainda hoje lhe chamam «Thầy», professor. Henrique Calisto senta-se com Márcia Ribeiro Pacheco para «A Entrevista» do Primeiro Toque: as raízes em Matosinhos e no Leixões, a amizade de uma vida com Vítor Oliveira, o que era ser treinador nos anos 80 e os anos no Vietname, da subida de divisão à AFF Cup de 2008, o primeiro grande título internacional do país. Fala também do mandato à frente da ANTF: a Lei 40/2012, o estrangulamento do UEFA Pro, o apoio aos treinadores da distrital e a razão pela qual o mundo quer treinadores portugueses. No fim, a Carta Fechada: uma pergunta que Henrique Calisto só vai abrir quando estiver a fechar o mandato. CAPÍTULOS 0:00 Abertura 1:05 Matosinhos: pescadores, conserveiras e futebol de praia 6:02 Óscar Marques e Vítor Oliveira, «o maior amigo» 8:51 Leixões, o 25 de Abril e o golo na RTP 11:11 Treinador nos anos 80: «o segredo do êxito é ter bons jogadores» 12:46 Os cursos de treinador e os quatro níveis UEFA 14:20 Uma palavra aos treinadores amadores e da formação 16:17 Scouts, analistas e treinadores de guarda-redes: eram só dois 17:31 Pedroto, Mário Wilson e a entrada dos preparadores físicos 19:13 Os «últimos 30 metros» e o duelo físico 21:13 «Nós é que devemos tudo ao futebol» 21:46 Vietname: oportunidade ou coragem? 24:00 Da segunda divisão a campeão 24:56 Seleção, AFF Cup 2008 e a noite em Hanói 26:13 Adaptação: 450 treinadores portugueses em 52 países 28:55 Na Ásia, os clubes são empresas 29:41 «Thầy»: o primeiro treinador latino no Vietname 31:31 Tailândia, Angola e China 32:19 Phở, cobra e escorpiões 35:48 ANTF: de fundador em 1986 a presidente aos 71 39:17 «Defesa intransigente» e a Lei 40/2012 40:46 Novos referenciais e quatro cursos UEFA A por ano 44:21 O elefante na sala: o UEFA Pro 48:17 O que a ANTF faz pelo treinador da distrital 52:47 Guarda-redes, preparadores físicos, monitores e analistas 57:16 Porque é que o mundo quer treinadores portugueses 58:43 Futre, Figo, Cristiano: onde estão os desequilibradores? 1:03:02 A melhor escola de treinadores do mundo 1:06:17 Conselho a um treinador de 25 anos na distrital 1:08:01 Respostas ao Primeiro Toque 1:13:09 Carta Fechada Primeiro Toque. O jogo começa aqui. Vê a conversa completa no YouTube: https://www.youtube.com/@PrimeiroToquePodcast www.primeirotoque.pt

  2. 2/10

    Franclim Carvalho — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Do computador de analista ao banco de um gigante. Franclim Carvalho senta-se na Linha Lateral. Começou a ver futebol em vez de ir jogar para a rua e desde cedo o que lhe interessou foi o lado do treinador: a decisão, a responsabilidade, o contacto humano com vinte e cinco personalidades diferentes. Passou por Portugal, Qatar e Brasil, onde conquistou a Taça Libertadores de 2024 no Monumental como treinador-adjunto do Botafogo e viveu por dentro a pressão diária de um clube gigante quando assumiu a equipa principal. Nesta conversa fala da paixão que o futebol brasileiro tem e que diz estarmos a perder, da diferença entre observar um jogo e assistir a um jogo, do seu modelo em sessenta segundos, daquilo que se recusou a mudar quando chegou ao Brasil, de como se treinam bolas paradas quando se joga de três em três dias e de porque é que o treinador fala demais. Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a montar a equipa e a explicar o quadrado que faz questão de manter em campo. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura 00:35 O que o futebol brasileiro tem que o europeu não tem 02:31 Deixar de jogar na rua para ver futebol 04:10 Observar um jogo não é assistir a um jogo 06:14 O modelo de jogo em 60 segundos 09:19 «Sou muito teimoso»: o que não mudou no Brasil 14:22 Recrutamento e análise do adversário 18:08 A limitação aos jogadores estrangeiros no Brasil 19:26 A regra que tira mercado ao jogador 20:49 Bolas paradas quando se joga de três em três dias 23:40 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico 27:20 O quadrado que faz questão de manter 33:24 A semana de treino no calendário brasileiro 39:40 Quebrar o conforto do jogador no vídeo 40:10 Imprensa, redes sociais e torcida num clube gigante 44:21 «Os treinadores pecam porque falam em demasia» 45:19 «Comigo é olho no olho» 46:18 O Sub-20 do Botafogo: 50 jogos numa época 50:51 O caminho que se percorre com o presidente 51:15 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  3. 24/09

    Tarantini — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Jogou na Liga Portugal e fez o doutoramento ao mesmo tempo. Ricardo Tarantini senta-se na Linha Lateral. Tirou o curso de treinador em 2009, no ano em que chegou à Liga Portugal pelo Rio Ave e ainda era um rookie no escalão. Jogou sob Nuno Espírito Santo, Pedro Martins, Carlos Carvalhal, Miguel Cardoso e Luís Castro, treinadores diferentes com resultados semelhantes. Terminou a carreira aos 37 anos a acabar o doutoramento, passou duas épocas como adjunto no Famalicão e subiu de divisão como principal no União de Paredes. Nesta conversa fala do que aprendeu com cada um dos treinadores que teve e porque decidiu não ser nenhum deles, da decisão que só entendeu quando a cadeira passou a ser sua, do princípio que considera inegociável quando a equipa não tem bola, das três coisas sem as quais as bolas paradas não funcionam, e de como se diz a um jogador de 34 anos aquilo que ele já sabe. Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a montar a equipa e a explicar como fecha a linha da bola com o extremo e o lateral contrários. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura00:43 2009: o curso de treinador ainda a jogar02:45 Treinadores diferentes, resultados semelhantes05:45 A decisão que só entendeu quando a cadeira passou a ser sua09:36 Estrutura fixa ou adaptar-se aos jogadores?11:11 A subida no União de Paredes13:30 «Sempre fui um jogador muito chato para os meus treinadores»15:18 Sem bola: o princípio inegociável19:12 «Os dados não mandam nada. Ajudam em tudo» 22:21 Bolas paradas: batidores, decisores, cabeceadores25:32 Bolas paradas defensivas: zona, individual ou mista26:20 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico30:56 Fechar a linha da bola: extremo e lateral contrários34:31 A semana de treino, do mais dois ao menos um41:57 O que da ciência entra mesmo no treino de terça45:39 Acabar a carreira aos 37 a fazer o doutoramento48:01 Gerir um jogador de 34 anos que sente o fim a chegar49:46 Como gerir as más notícias aos jogadores51:41 O que o próximo projeto tem de ter52:52 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  4. 4/09

    João Nuno — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Do Campeonato de Portugal à Liga Portugal em três épocas. João Nuno senta-se na Linha Lateral. Começou a treinar enquanto ainda jogava, capitão da equipa sénior do Barreirense de dia, treinador da formação a seguir. Passou pelo Fabril, pelo 1º de Dezembro e pelo Belenenses e chegou à Liga Portugal pelo convite do Estrela da Amadora. Nesta conversa fala do que muda mesmo de um escalão para o outro e do que se mantém exatamente igual, da equipa técnica que o acompanha há anos, do peso real dos dados, das bolas paradas que quase ninguém treina, e de como se gere um balneário ao intervalo quando o adversário mudou tudo. Pelo meio, o quadro mágico: cinco minutos à Joga Simples a montar a equipa e a explicar onde procura a superioridade numérica em cada zona do campo. No fim, as Respostas ao Primeiro Toque. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) ⏱️ CAPÍTULOS 00:00 Abertura 00:45 Jogar e treinar ao mesmo tempo no Barreirense 02:07 Da formação ao futebol profissional 04:31 Distrital, Campeonato de Portugal, Liga 3 e Liga Portugal 09:57 Estrutura fixa ou adaptar-se aos jogadores? 12:53 Fazer o jogador acreditar quando se perde 14:55 O que muda de um escalão para o outro 17:59 A equipa técnica que o acompanha desde o Belenenses 20:33 Analisar e ser analisado: a variabilidade 23:30 5 Minutos à Joga Simples: o quadro mágico 27:17 Onde procurar a superioridade numérica 32:58 Sair a jogar contra marcação homem a homem 35:00 A semana de treino, dia a dia 41:07 O peso real dos dados 45:48 Sidny: como um jogador dá o salto 49:16 Bolas paradas: o detalhe que se despreza 53:40 Gerir o balneário ao intervalo 55:53 Preparar um jogo contra os grandes 58:46 Liderança quando os resultados não aparecem 1:00:17 Informação a mais atrapalha? 1:02:28 O próximo projeto 1:03:40 Respostas ao Primeiro Toque 📲 Segue o Primeiro Toque:Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.ptTikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.ptX: https://x.com/PrimeiroToque_ primeirotoque.pt

  5. 21/08

    João Sacramento — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. João Sacramento nunca jogou futebol profissional — e sentou-se nos bancos do Monaco, do Tottenham, da Roma, do PSG e de um Mundial com Marrocos. Pelo meio, foi treinador principal no LASK. Neste episódio da Linha Lateral, senta-se ao quadro tático e abre o jogo: o modelo, as hot zones, a liderança e os 5 Minutos à Joga Simples. João Sacramento fala da carta do pai que o levou a Cardiff, da viragem no Paris que mudou a sua forma de ver o jogo — "o jogo pertence aos jogadores e não aos treinadores" —, da obsessão pelas hot zones, do que muda quando se treina a elite, do caso Saibari e do falso 9, das rotações que desbloquearam a pressão da França no Mundial e da liderança situacional explicada com um saco de tacos de golfe. E, ao quadro tático, a construção com o lateral por dentro, as odd zones e os princípios que dão vida à estrutura. 00:00 Abertura01:10 A universidade em vez do balneário03:09 Cardiff: a carta do pai04:55 Gales, Mónaco e Luís Campos07:44 O modelo em 60 segundos08:01 A viragem no Paris11:59 "Eu só aprendo do jogo"15:10 Saibari e o falso 919:01 Hot zones: a obsessão23:12 Treinar a elite26:51 Dados e intuição28:05 A semana de treino33:10 Marrocos-França no Mundial38:04 Bolas paradas42:02 Ler o jogo da linha lateral43:50 O saco de tacos de golfe45:52 Um balneário em cada país47:07 5 Minutos à Joga Simples — o quadro tático57:34 Respostas ao Primeiro Toque1:02:35 Despedida Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_ www.primeirotoque.pt

  6. 14/08

    Daniel Sousa — O Modelo, a Liderança, o Método | Primeiro Toque | Linha Lateral

    Onde o banco tem voz. Daniel Sousa entrou no futebol por uma tese: entrevistou André Villas-Boas na faculdade e acabou na sua equipa técnica. Doze anos como analista e adjunto — FC Porto, Chelsea, Tottenham, Zenit, Marselha — antes de se sentar no banco principal. Neste episódio de Na Linha Lateral, senta-se ao quadro tático e abre o jogo: o modelo, a pressão alta do Arouca, o olho do analista e os 5 Minutos à Joga Simples. Daniel Sousa fala da tese sobre André Villas-Boas e Louis Van Gaal que ainda vive no seu futebol, do que se vê da bancada que não se vê do banco, da pressão alta sem travão de mão, das duas únicas estruturas em que acredita, da semana em que conta a história do jogo aos jogadores e dos dados que separam o essencial do acessório. Pelo meio, as três decisões do treinador — o 21, o 11 e o 5 —, Braga e Vitória e o que o próximo projeto tem de ter: tempo. E, ao quadro tático, como desmontar um 4-4-2 em bloco médio — e porque é que a linha defensiva se treina todas as semanas. Apresentação: Luís Perfeito (Joga Simples) 00:00 Abertura 00:57 A tese que virou carreira: Villas-Boas e Van Gaal 03:17 A bancada e o banco 05:10 Nunca ter sido jogador: peso ou vantagem? 06:55 O modelo: correr riscos e pressão alta 09:35 Arouca: "tirem o travão de mão" 13:56 Só há duas estruturas: 4-3-3 e 4-4-2 19:54 Ler o jogo: momentum e intervalo 22:12 Bolas paradas e os especialistas 26:25 A semana: contar a história do jogo 29:44 Dados: o essencial e o acessório 33:15 Balneário: o 21, o 11 e o 5 37:19 Braga e Vitória: o que ficou 40:14 O próximo projeto: tempo 42:36 5 Minutos à Joga Simples — o quadro tático 55:08 Respostas ao Primeiro Toque 58:56 Despedida Segue o Primeiro Toque Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_www.primeirotoque.pt

  7. 26/07

    Francisco Matos, Desenvolvimento Individual | Primeiro Toque | Terceiro Homem

    Onde o detalhe tem voz. Francisco Matos é o convidado deste episódio do Terceiro Homem. Começou nesta área numa altura em que o desenvolvimento individual ainda não comum nos balneários. Hoje trabalha dos dois lados: dentro de equipas técnicas e a partirda sua própria estrutura, ao serviço do jogador. Nesta conversa com Gonçalo Rodrigues, Francisco Matos desmonta o trabalho que ninguém vê: porque é que lhe chama desenvolvimento individual e não treino individual, como se conhece um jogador antes de o corrigir, o que sobra do plano quando se joga de três em três dias, e a frase que atravessa todo o episódio — 90% das vezes, o que é prioritário prevalece sobre o que é importante. Pelo meio, no Detalhe, dois casos práticos contados: o jogador que jogava sempreao Primeiro Toque e o lateral que recebia a bola como se estivesse no futsal. E uma resposta direta à pergunta final sobre quem é, afinal, o responsável pelodesenvolvimento de um jogador. CAPÍTULOS 00:00 Introdução 01:26 Desenvolver para vender: a economia do futebol português 02:48 O jogador é mesmo a prioridade — ou é só para inglês ver? 05:00 "Não lhe chamo treino, chamo-lhe desenvolvimento individual" 07:07 Uma terça-feira normal: o adjunto e o treinador principal 10:03 "90% das vezes o prioritário prevalece sobre o importante" 13:11 Preparar o jogo: espaço entre linhas e o duelo com o ponta-de-lança 15:26 Jogos de três em três dias: onde é que sobra tempo? 18:27 Os jogadores que fogem ao trabalho extra 21:04 "Sou um bocado casmurro": como se convence um sénior 24:06 Os clubes estão a falhar? "Não. Têm todos os recursos" 26:44 "Quem só conhece o martelo, todo o problema é um prego" 28:44 A formação portuguesa produz jogadores melhores ou piores? 30:43 O Detalhe: o jogador que jogava sempre de primeiro toque e o lateral que pisava a bola 36:09 Quanto tempo demora — e como se mede o impacto 41:02 Off-seasons: o trabalho de verão fora do clube 44:43 Entrar numa equipa da I Liga: quem decide e quem reporta 50:49 Daqui a dez anos: um adjunto dedicado em cada equipa técnica 54:02 "Quem é o responsável? O jogador" 54:35 Despedida —— Primeiro Toque. O jogo começa aqui. Segue o Primeiro Toque: Instagram: https://instagram.com/primeirotoque.pt TikTok: https://tiktok.com/@primeirotoque.pt X: https://x.com/PrimeiroToque_

Classificações e críticas

5
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Sobre

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