Vida Palmarina

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Afinal, o que é Quilombo? Vida Palmarina é um podcast narrativo em cinco episódios que vai fundo na história do Quilombo dos Palmares, um dos grandes símbolos de resistência negra no Brasil. Explora sua formação e organização social, política e econômica, revelando como os palmarinos construíram uma sociedade autônoma e complexa. Esta coprodução Central 3 e Janga também destaca o protagonismo das mulheres quilombolas, conectando suas trajetórias às lutas contemporâneas do movimento negro. E traz o diálogo para o presente, falando da realidade das mais de 6 mil comunidades quilombolas, incluindo reflexões sobre justiça climática. 

Episodios

  1. EP3 | Mulheres de Palmares

    20 ABR

    EP3 | Mulheres de Palmares

    No terceiro episódio de Vida Palmarina, você vai saber quem eram as mulheres de Palmares, que foram fundamentais para a organização do quilombo que durou quase um século. Vamos conhecer Aqualtune, líder, guerreira e fundadora, e chegaremos até os dias atuais, falando da importância daquelas mulheres para o movimento negro na atualidade. Hoje, muitos quilombos pelo Brasil inteiro são liderados por mulheres, sendo impossível não associar este caminho ao que foi aberto pelas pioneiras do século 17.  Referências bibliográficas ALMEIDA, Mariléa. Devir Quilomba: antirracismo, afeto e políticas nas prátiicas de mulheres quilombolas. São Paulo: Editora Elefante, 2022. DEALDINA. Selma dos Santos. (Org) Mulheres Quilombolas:territórios de existências negras femininas. São Paulo: Jandaíra. GOMES, Flávio dos Santos; LAURIANO, Jaime. SCHWARCZ, Lilia Moritz. Enciclopédia negra: biografias afro-brasileiras.  São Paulo: Companhia das Letras, 2021. GUIMARÃES, Bernardo. Lendas e Romances. São Paulo: Martins Fontes, 2006. NASCIMENTO. Beatriz. “Quilombo mudança social ou conservantismo”. In:Uma história feita por mãos negras. Alex Ratts (Org). Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 120-137. NASCIMENTO, Beatriz. “Por uma história do homem negro”. In: Alex Ratts (Org.) Uma história feita por mãos negras: Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 37-46. NASCIMENTO, Beatriz. “Daquilo que se chama cultura” In: Alex Ratts (Org.) Uma história feita por mãos negras. Rio de Janeiro: Zahar, 2021, p. 215-218. GERBER, Raquel. Documentário Orí. 1989.

    33 min
  2. EP2 | Economia e Poder

    13 ABR

    EP2 | Economia e Poder

    Voltamos ao século 17 na capitania de Pernambuco, a maior e mais rica produtora de açúcar do mundo. O solo era fértil, e o clima, bem favorável à plantação. E tudo o que era plantado, era colhido e distribuído para todas as famílias de forma proporcional. Neste segundo de cinco episódios de Vida Palmarina, entenda como era a organização política e econômica em Palmares. E saiba por que o Quilombo, em determinado momento, precisou se fortalecer, criando um exército próprio. Referências bibliográficas ARAÚJO, Zezito. Quilombo dos Palmares: negociações e conflitos. – Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2021. CARNEIRO, Edison. O Quilombo dos Palmares. – São Paulo: Editora Nacional, 1988. FREITAS, Décio. Palmares: a guerra dos escravos. – Rio de Janeiro: Edições Graal, 1982. GOMES, Flávio. Palmares: escravidão e liberdade no Atlântico Sul. – São Paulo: Contexto, 2005. LARA, Silvia Hunold; FACHIN, Phablo Roberto Marchis (org.). – Guerra contra Palmares: o manuscrito de 1678 – São Paulo: Chão Editora, 2021. LARA, Silva Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. – São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2021. LIMA, Ivan Fernandes. Quilombo dos Palmares: uma geografia da liberdade – contribuição ao estudo geográfico Quilombo dos Palmares. – Maceió: Eduneal: Edufal, 2025. LINDOSO, Dirceu. A razão quilombola: estudos em torno do conceito quilombola de nação etnográfica. – Maceió: Edufal, 2011. GERBER, Raquel. Documentário Orí, 1989.

    32 min
  3. EP1 | A Vida em Palmares

    6 ABR

    EP1 | A Vida em Palmares

    Conheça o mais importante Quilombo brasileiro e maior de toda a América Latina. Este primeiro episódio de Vida Palmarina apresenta a origem do Quilombo dos Palmares, falando sobre sua organização social, política e econômica. Uma volta ao século 17, quando cerca de 40 pessoas ex-escravizadas deram origem, na província de Pernambuco, a uma das páginas mais importantes da história do Brasil. Pessoas que não aceitaram ser propriedade de outras. Vamos fazer Palmares vivo outra vez? Referências bibliográficas ALENCASTRO, Luiz Felipe de. Palmares: batalhas da guerra seiscentista sul-atlântica. In:REIS, João José. REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos (orgs.) Revoltas escravas no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2021 FREITAS, Décio. Palmares: a guerra dos escravos. 5ª ed. Porto Alegre: Mercado Aberto,1984. GOMES, Flávio dos Santos. Mocambos e quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil. São Paulo: Claro Enigma, 2015. (Coleção Agenda Brasileira). GOMES, Flávio. Palmares: escravidão e liberdade no Atlântico Sul. 2ª ed. São Paulo:Contexto, 2025. GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções ediálogos. Organização Flavio Rios e Marcia Lima. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. LINDOSO, Dirceu. O poder quilombola: a comunidade mocambeira e a organização socialquilombola. Maceió: EDUFAL, 2007. MOURA, Clóvis. Quilombos: resistência ao escravismo.São Paulo: Expressão Popular, 2020. NASCIMENTO, Beatriz. Uma história feita por mãos negras: relações raciais, quilombos emovimentos. Organização Alex Ratts. Rio de Janeiro: Zahar, 2021. GERBER, Raquel. Documentário Orí. 1989.

    32 min

Acerca de

Afinal, o que é Quilombo? Vida Palmarina é um podcast narrativo em cinco episódios que vai fundo na história do Quilombo dos Palmares, um dos grandes símbolos de resistência negra no Brasil. Explora sua formação e organização social, política e econômica, revelando como os palmarinos construíram uma sociedade autônoma e complexa. Esta coprodução Central 3 e Janga também destaca o protagonismo das mulheres quilombolas, conectando suas trajetórias às lutas contemporâneas do movimento negro. E traz o diálogo para o presente, falando da realidade das mais de 6 mil comunidades quilombolas, incluindo reflexões sobre justiça climática. 

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