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O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.

  1. −1 d

    OPPO aposta em IA, câmeras e até moda para conquistar a geração Z

    Celulares que tentam preservar tons de pele mais naturais, fones capazes de traduzir conversas em tempo real e acessórios que também querem fazer parte do look. Essas são algumas das apostas da OPPO para conquistar o público mais jovem no Brasil. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Raphael Carvalho, gerente de treinamentos da OPPO, sobre os celulares Reno 16 e Reno 16F, o fone Enco Clip 2 e o Bubble. Nos smartphones, a marca aposta em design e recursos voltados à fotografia e à criação de conteúdo. Segundo Carvalho, um dos objetivos é reproduzir cores e tons de pele de maneira mais natural, evitando que o processamento das imagens descaracterize quem está sendo fotografado. Fone que traduz conversas em tempo real O Enco Clip 2, por sua vez, foi desenvolvido a partir de testes em mais de 3.500 orelhas, segundo a empresa. Além da proposta de conforto, o fone oferece tradução em tempo real em 24 idiomas e pode receber pequenos acessórios decorativos. Tecnologia também quer virar acessório de moda Já o Bubble funciona como uma espécie de segunda tela do celular. Ele permite que a pessoa que está sendo fotografada veja o enquadramento da câmera traseira em tempo real e faça o próprio clique a distância. O acessório também pode ser preso a roupas, bolsas e outros itens. Na entrevista, Carvalho explica como funcionam as novidades e por que a OPPO aposta na mistura de tecnologia, criação de conteúdo e personalização para se aproximar da geração Z. Você também vai conferir: Colômbia cancela projeto de internet conectado ao Brasil, Celta pode voltar ao Brasil em versão elétrica e novo chip promete mais desempenho gastando menos bateria.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    OPPO aposta em IA, câmeras e até moda para conquistar a geração Z
  2. −2 d

    IA física: como os robôs estão aprendendo a agir no mundo real

    A inteligência artificial que muita gente conhece hoje escreve textos, cria imagens, responde perguntas e ajuda em tarefas no computador. Mas uma nova etapa dessa tecnologia começa a ganhar espaço: a IA física, que leva essa capacidade para máquinas capazes de perceber e agir no mundo real. E isso já começa a mudar a maneira como os robôs trabalham. Durante uma visita à operação da ABB Robotics em Sorocaba, Fernanda Santos conversou com Adrian Covi, Gerente da Linha de Negócios Industries na ABB Robotics América do Sul, para entender até onde essa evolução já chegou e o que muda quando um robô deixa de apenas repetir movimentos programados. Um dos exemplos apresentados por Covi é o de robôs usados na separação de produtos em centros de distribuição. Com inteligência artificial, machine learning e sistemas de visão, essas máquinas podem tentar manipular até itens que nunca viram antes e aprender com as próprias tentativas. Também está mudando a maneira de ensinar uma máquina. Recursos de programação simplificada já permitem configurar determinadas tarefas sem exigir conhecimentos aprofundados de código. Em alguns robôs colaborativos, o próprio operador pode movimentar fisicamente o braço da máquina para mostrar o caminho que ela deverá repetir. Outra parte desse processo pode acontecer antes mesmo de a máquina chegar ao chão de fábrica. Segundo Covi, ferramentas de simulação permitem criar ambientes virtuais para testar e validar operações e, com novas tecnologias, buscar uma reprodução de até 99% do ambiente real. A evolução também levanta questões que vão muito além da tecnologia. Quanto de autonomia é seguro entregar a uma máquina que age no mundo físico? Por que pequenas e médias empresas ainda encontram barreiras para adotar robôs? E o que acontece com os trabalhadores quando determinadas tarefas passam a ser automatizadas? Na entrevista, Covi explica que segurança e ergonomia estão entre os motivos que levam empresas a buscar automação e afirma que a robótica começa a se tornar acessível também a operações menores, embora ainda exista a percepção de que esse tipo de tecnologia pertence apenas às grandes indústrias. Você também vai conferir: Golpe da falsa central usa medo para roubar dinheiro das vítimas, projeto pode baratear revisões e dar mais liberdade ao motorista e Analista de sistemas é a profissão de TI com mais empregos CLT no país.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    IA física: como os robôs estão aprendendo a agir no mundo real
  3. −3 d

    Quais habilidades humanas ganham força na era da IA?

    A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos, acessamos informações e tomamos decisões. Mas, em um cenário cada vez mais tecnológico, algumas das habilidades mais importantes para quem quer liderar continuam sendo essencialmente humanas. Para Michelle Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, uma delas é a capacidade de observar o cenário antes de simplesmente chegar com uma resposta pronta. Em ambientes cada vez mais complexos, saber fazer perguntas, ouvir perspectivas diferentes e enxergar o que está acontecendo ao redor pode fazer diferença na tomada de decisão. A discussão ganha uma dimensão especial quando falamos da presença feminina nos espaços de liderança. Michelle defende que aumentar essa participação não deve ser tratado apenas como uma questão de diversidade: ter diferentes perspectivas nos lugares em que decisões são tomadas também influencia a capacidade das organizações de encontrar novas respostas e inovar. E, mesmo com a inteligência artificial assumindo um papel cada vez maior na análise de informações, existe uma parte que continua nas mãos das pessoas: decidir o que fazer com esses dados. Por isso, habilidades como visão sistêmica, curiosidade, construção de confiança e coragem aparecem como pontos importantes para as lideranças desse novo cenário. Neste episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Summit Mulheres nas Profissões, conversamos com Michele Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, sobre liderança feminina, tecnologia e as habilidades que podem fazer diferença em um mercado de trabalho em transformação. Você também vai conferir: Celular do futuro pode ter chip vivo, feito à base de bactérias; TikTok prepara transferência de dinheiro pelas DMs; TV com parabólica vai ganhar recursos da TV 3.0 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Quais habilidades humanas ganham força na era da IA?
  4. −4 d

    Como uma brasileira descobriu uma estrela que explodiu em outra galáxia

    Olhar para o céu e descobrir uma estrela que explodiu em outra galáxia parece cena de filme. Mas foi exatamente o que aconteceu com a astrofísica brasileira Duília de Mello. Em 1997, ela estava em um observatório no Chile estudando galáxias quando percebeu algo diferente nas imagens: havia uma estrela que não deveria estar ali. Duília chegou a pensar que estava observando o lugar errado, mas decidiu investigar aquela espécie de “estrela intrusa”. A explicação estava a mais de 50 milhões de anos-luz de distância. O ponto que aparecia nas observações era uma estrela que havia explodido em outra galáxia, uma supernova. No novo episódio do Podcast Canaltech, Duília conta como essa descoberta aconteceu e explica de maneira simples o trabalho de uma astrofísica extragaláctica, área dedicada ao estudo de outras galáxias. A conversa também passa pelos desafios de construir uma carreira em uma área historicamente dominada por homens. Duília lembra que, durante uma viagem ao Chile, entrou no refeitório de um observatório com cerca de cem pessoas e se surpreendeu ao encontrar apenas homens. Ao longo da carreira, também precisou lidar com preconceito, microagressões e situações de mansplaining. E tem até espaço para uma curiosidade que ela carrega literalmente na mão: um anel feito com um fragmento de meteorito que caiu na Argentina. Duília explica como a ciência consegue identificar que uma pedra veio do espaço analisando, entre outros fatores, a proporção de seus elementos químicos. Você também vai conferir: Apple pode levar câmeras e inteligência artificial aos AirPods, julgamento pode mudar recursos populares do Instagram e celular à prova d’água traz de volta a bateria removível.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Como uma brasileira descobriu uma estrela que explodiu em outra galáxia
  5. −5 d

    Até onde a tecnologia consegue prever desastres naturais?

    Terremotos, tornados, ciclones, enchentes e outros fenômenos naturais podem acontecer de forma devastadora. Mas, se não é possível impedir que eles ocorram, a tecnologia pode ajudar a reduzir seus impactos. Hoje, sismógrafos, satélites, estações meteorológicas e diferentes sistemas de monitoramento trabalham juntos para identificar riscos e acompanhar mudanças na atmosfera e na superfície da Terra. Esses dados permitem emitir alertas com antecedência e ajudam autoridades e populações a se preparar para situações extremas. A inteligência artificial também começa a ganhar espaço nesse processo. Segundo o professor Francisco de Assis Mendonça, do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a tecnologia tem ajudado principalmente a acelerar a análise de grandes volumes de informações, correlacionar diferentes variáveis e transformar dados técnicos em informações que possam chegar mais rapidamente à população. Mas prever é apenas parte do desafio. Um alerta só consegue salvar vidas quando chega às pessoas de maneira clara e quando elas sabem o que fazer depois de recebê-lo. Na entrevista, Mendonça explica que o Brasil ainda passa por uma mudança de cultura: sair de uma lógica focada em remediar os danos depois de uma tragédia para investir cada vez mais em prevenção e preparação. Também é necessário melhorar a comunicação e criar infraestrutura para que as pessoas saibam onde buscar proteção em uma emergência. No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente explica até onde a tecnologia já consegue antecipar fenômenos naturais, qual é o papel dos satélites e da inteligência artificial nesse monitoramento e o que ainda precisa evoluir para que previsões cada vez mais precisas realmente ajudem a salvar vidas. Você também vai conferir: Starlink prepara novo roteador com Wi-Fi 7, Samsung vai deixar dez celulares Galaxy sem atualizações e OpenAI dissolve equipe que avaliava riscos graves da IA.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Marcelo Fischer.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Até onde a tecnologia consegue prever desastres naturais?
  6. −6 d

    Por que a corrida da IA está aumentando a disputa por chips?

    A inteligência artificial está avançando rapidamente, mas existe uma infraestrutura física por trás de cada resposta de um chatbot, recomendação de um aplicativo ou sistema que usa IA. E justamente essa infraestrutura enfrenta um período de forte pressão. Um estudo da ISG aponta que a escassez de componentes de alto desempenho, como GPUs, CPUs e SSDs, pode continuar até 2027 ou 2028. A demanda cresceu rapidamente com a popularização da inteligência artificial, enquanto ampliar a capacidade mundial de fabricação de chips pode levar anos. Esse cenário já está mudando a forma como as empresas acessam poder computacional. Grandes provedoras de nuvem conseguem garantir fornecimento por meio de contratos e compromissos de compra, enquanto outras empresas enfrentam filas, preços elevados e acabam recorrendo à nuvem pública em vez de montar uma infraestrutura própria. No Brasil, porém, existe uma combinação que pode abrir oportunidades. O país recebeu bilhões de dólares em investimentos em data centers e conta com ampla oferta de energia de fontes renováveis. Segundo Pedro L. Bicudo Maschio, autor do estudo ISG Provider Lens sobre o mercado brasileiro, um dos principais obstáculos hoje está no custo para importar o hardware necessário. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Pedro L. Bicudo Maschio, pesquisador e autor do estudo ISG Provider Lens sobre o mercado brasileiro de nuvem híbrida e serviços de data center para entender por que existe uma disputa por chips, como isso está fortalecendo o mercado de nuvem e o que pode mudar com o Redata. Na avaliação do pesquisador, a redução dos custos de hardware pode ajudar o Brasil a se tornar um centro regional de infraestrutura de nuvem e inteligência artificial. A conversa também mostra por que esse assunto não interessa apenas às empresas de tecnologia. A infraestrutura de IA já está por trás de aplicativos, serviços digitais e sistemas usados diariamente e pode influenciar o custo e a disponibilidade de novas soluções. Você também vai conferir: EUA liberam empresas privadas para atacar criminosos pela internet, celular gamer aposta em visual de “nave espacial” e Samsung prepara headphone premium para rivalizar com Apple e JBL.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Bruno Bertonzin.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Eric Mockaitis. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Por que a corrida da IA está aumentando a disputa por chips?
  7. 15 aug.

    Fones open-ear são o futuro? JBL explica aposta na nova tecnologia

    Os fones de ouvido open-ear estão ganhando espaço no mercado com uma proposta diferente: permitir que o usuário ouça música sem se desconectar completamente do que acontece ao redor. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter Renato Moura conversa com Rodrigo Knist, presidente da Harman Brasil e responsável pela América do Sul, sobre a nova geração de fones da JBL e a aposta da empresa nesse formato. Segundo o executivo, os modelos open-ear vieram para ficar e devem ganhar espaço em diferentes momentos do dia a dia. A conversa também passa pela inteligência artificial. Rodrigo explica que a tecnologia já é usada pelos engenheiros da empresa para acelerar o desenvolvimento de produtos e também aparece no software responsável pelo processamento de sinal dos novos fones. Outro ponto é o desafio do cancelamento de ruído. Enquanto os modelos tradicionais conseguem isolar o usuário do ambiente, os open-ear têm justamente a proposta contrária. E, segundo Rodrigo, a JBL ainda não chegou a uma solução eficiente de cancelamento de ruído para essa categoria. O episódio ainda aborda conforto, design, uso durante atividades físicas e o comportamento do consumidor brasileiro, que, segundo o executivo, tem papel importante na estratégia global da marca. Você também vai conferir: Falta de chips pode adiar o iPhone 18 para 2027, caixa inteligente promete acabar com comida fria no delivery e ChatGPT ganha voz mais natural e conversa em tempo real.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Viviane França.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Eric Mockaitis. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Fones open-ear são o futuro? JBL explica aposta na nova tecnologia
  8. 14 aug.

    Discord sem lives: o que muda após decisão da ANPD?

    A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem? A suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil colocou novamente em debate a responsabilidade das plataformas digitais pela segurança de crianças e adolescentes. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, determinou a suspensão do Go Live e de funcionalidades equivalentes após o caso envolvendo a morte de uma adolescente de 13 anos. A plataforma continua funcionando, mas a decisão levanta uma questão importante: como impedir situações graves em ambientes digitais sem monitorar tudo o que os usuários fazem? Esse é o tema do Podcast Canaltech desta sexta-feira. Fernanda Santos conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, especialista em cibersegurança, para entender onde os mecanismos de proteção podem falhar e quais tecnologias já permitem identificar comportamentos de risco mesmo quando a plataforma não consegue acessar diretamente o conteúdo de uma transmissão. Durante a entrevista, Luiz explica como inteligência artificial, análise comportamental e moderação humana podem atuar em conjunto. Segundo ele, simplesmente oferecer ferramentas de denúncia não é suficiente: é preciso que os mecanismos consigam identificar situações de risco e agir com rapidez. A conversa também aborda um dos maiores dilemas desse debate: segurança e privacidade podem entrar em conflito? O especialista explica que não existe uma solução única e que as plataformas precisam criar diferentes camadas de proteção de acordo com o risco apresentado por cada situação. Outro ponto discutido é o impacto da decisão para o restante do mercado. Para Luiz, o caso pode aumentar a pressão sobre outras plataformas que oferecem transmissões ao vivo e estimular uma maior troca de informações entre empresas sobre comportamentos de risco. O episódio ainda traz orientações para pais e responsáveis sobre o uso de redes sociais e plataformas por crianças e adolescentes e discute por que a responsabilidade pela segurança precisa ser compartilhada entre famílias e empresas de tecnologia. Você também vai conferir: Rival do BYD Dolphin chega ao Brasil custando três vezes mais que na China, mais de 400 operadoras clandestinas estão na mira da Anatel e TIM oferece nova chance de conseguir ingressos para o Rock in Rio. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Paulo Amaral, Renato Moura e Nathan Vieira.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Discord sem lives: o que muda após decisão da ANPD?

Om

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