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Podcast by Automotive Business

  1. Radar AB #76 - Marcas disputam o equilíbrio entre volume, participação e rentabilidade

    FEB 26

    Radar AB #76 - Marcas disputam o equilíbrio entre volume, participação e rentabilidade

    O Brasil impõe desafios frequentes para as fabricantes de veículos. Com a chegada de várias marcas chinesas, as empresas tradicionais - e mesmo as chinesas “veteranas” - fazem malabarismos para equilibrar volume de vendas e participação de mercado, sem esquecer a vital rentabilidade. O ano de 2025 trouxe mudanças na parte de baixo do top 10 das marcas líderes de mercado. Principalmente com a ascensão das chinesas, em especial da BYD, que mudou a realidade para fabricantes que têm clientes fiéis, como Honda e Toyota. Marcas líderes mantiveram participação Na parte de cima, a líder Fiat permaneceu intacta no primeiro lugar, apesar de ver a Volkswagen mais perto no seu retrovisor. Enquanto a Chevrolet tenta se manter na terceira posição após a renovação de produtos conhecidos e na expectativa do lançamento de seu novo SUV de entrada. Por falar em novos carros, a agenda de lançamentos de 2026 pode trazer novas surpresas nessa briga das marcas de veículos por volume, participação e rentabilidade. Além de muitos candidatos ao Prêmio Lançamento do Ano, da Automotive Business. Todo esse cenário, suas causas e prováveis consequências ao longo dos próximos anos, é debatido e analisado pela equipe da AB no Radar Podcast. No novo episódio, os editores Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya avaliam o mercado automotivo em 2025 e o que esperar de 2026. Marcas líderes mantiveram participação

    56 min
  2. Radar AB #75 - O ano dos extremos da indústria automotiva

    JAN 19

    Radar AB #75 - O ano dos extremos da indústria automotiva

    No livro “Era dos extremos”, o historiador britânico Eric Hobsbawm destaca como o século 20 foi marcado por grandes catástrofes, como também por uma prosperidade global. O ano de 2025 para a indústria automotiva brasileira também foi de extremos. Este é o tema do novo episódio do Radar AB Podcast, claro, guardando as devidas proporções. É que o setor viveu um ano de lançamentos importantes, de ajustes fiscais que ajudaram a cadeia, da volta do Salão do Automóvel e da chegada de muitas marcas. Na outra ponta, os aspectos negativos. A queda preocupante nas vendas e produção de caminhões, que expõe outro problema com o qual a indústria teve de conviver neste ano de extremos: a elevada taxa de juros. Os extremos positivos e negativos da indústria automotiva No Radar AB Podcast, os editores da Automotive Business, Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya, debatem justamente sobre esses extremos da indústria automotiva em 2025. Um ano, por exemplo, que trouxe um alento para o mercado de carros compactos com o IPI Verde. E também que marcou o início, enfim, das atividades industriais das chinesas GWM e BYD, o que impacta positivamente a cadeia de fornecedores e sua luta contra a capacidade ociosa de suas unidades. Teve ainda o primeiro carro elétrico finalmente feito no Brasil. Que não foi de nenhuma chinesa, mas sim da General Motors, inaugurando o sistema de CKD na planta da Pace, no Ceará. Sem falar na chegada de produtos importantes e aguardados. Foi o ano do lançamento da segunda geração do Honda WR-V, do novo SUV médio Renault Boreal e do compacto Toyota Yaris Cross, todos feitos no Brasil e que deram o ar da graça em outro ponto de destaque de 2025: a volta do Salão do Automóvel. Mas o Yaris Cross quase fica de fora da lista de aspectos positivos do ano. Nessa dança dos extremos da indústria automotiva brasileira, a Toyota foi afetada por uma catástrofe ambiental que destelhou sua fábrica de Porto Feliz (SP), o que atrapalhou todo seu cronograma de produção. Ao mesmo tempo, a fabricante japonesa revelou seu poder de resiliência e reação. E rapidamente conseguiu retomar as operações a tempo de apresentar seu lançamento mais importante do ano. Ano pesado para os caminhões Quem não reagiu foi o segmento de pesados. Os caminhões amargaram uma queda anunciada na produção e nas vendas em 2025, refletindo um adiamento do mercado nas renovações de frotas. A ponto de muitos clientes optarem pela locação de veículos para suprir pontuais aumentos das demandas do agro e do setor de construção. A retração do setor de caminhões foi reflexo direto de outro ponto negativo nesse ano de extremos da indústria automotiva. Sim, sempre ela, a taxa de juros elevada que deixa o financiamento mais caro, especialmente para os pesados. Taxa de juros que parece um fantasma para a cadeia produtiva, mas o fantasma de verdade que voltou a assombrar a indústria foi o da falta de chips. Sim, os semicondutores, que sumiram das fábricas de veículos na pandemia, provocaram novos temores no setor automotivo local em 2025. Um ano de extremos que a equipe da AB analisa e debate em mais esse Radar AB Podcast. http://www.automotivebusiness.com.br

    52 min
  3. Podcast Lideranças Diversas recebe Luciana Giles, da Cummins

    12/10/2025

    Podcast Lideranças Diversas recebe Luciana Giles, da Cummins

    Luciana Giles entrou cedo no setor automotivo e desde sempre vem quebrando barreiras de gênero, levando consigo a bandeira da diversidade e inclusão. Neste episódio do podcast Lideranças Diversas, Paula Braga, CEO da Automotive Business, recebe Luciana Giles, diretora de comunicação e relações governamentais da Cummins. A executiva tem 26 anos de experiência no setor automotivo, sendo 16 deles dedicados à Renault e 10 anos na Cummins, nas áreas de comunicação e relações governamentais. Desde o começo da sua trajetória profissional, Luciana enfrentou desafios por ser uma mulher jovem na liderança e por isso se engajou em pautas de diversidade. “Fui uma líder jovem e sem dúvidas vivi desafios grandes por ser uma líder mulher. Sabemos que a indústria automotiva é masculina e, em certas situações, machistas. Eu tinha que mostrar minha competência três vezes mais que um homem, e isso era muito frustrante”, disse Luciana. A partir dessas experiências, ela se juntou com outras mulheres que passavam pelas mesmas situações e começaram a movimentar a pauta de gênero dentro do setor, criando projetos para mulheres dentro da Renault. Quando foi para a Cummins, a empresa já contava com diversos projetos de diversidade, o que encantou Luciana. “A Cummins se desenvolveu em uma base solida de diversidade. Fiquei encantada com a diversidade que está no DNA da empresa.” Atualmente, Luciana também é diretora da AEA (Associação Brasileira Engenharia Automotiva) e busca trazer mais diversidade para dentro da entidade. Exemplo disso é que na última edição do evento da AEA, 56% dos palestrantes foram mulheres. A executiva falou ainda sobre suas experiências nas áreas de comunicação e relações governamentais, e como enfrenta o desafio de às vezes ser a única mulher em uma reunião. Trajetória pessoal multicultural foi importante na carreira A executiva contou sobre como sua trajetória pessoal reflete no profissional. Nascida no Peru, morou em diversos países por conta do trabalho do pai, incluindo Itália e Brasil. Com isso, desde muito cedo aprendeu a se adaptar a novas culturas e com a diversidade de pessoas. “Essa bagagem fez toda diferença porque você tem que aprender uma cultura novas, piadas novas e como se relacionar com as pessoas. Além de ter que fazer conexões muito fácil e depois deixar essas pessoas. Isso fala muito sobre mim porque hoje sou uma pessoa que adora fazer conexões”, afirmou Luciana.

    43 min
  4. GM dá partida na era dos elétricos brasileiros com o Spark EV

    10/07/2025

    GM dá partida na era dos elétricos brasileiros com o Spark EV

    A nova edição do Radar Podcast chega com um tema que promete movimentar o setor automotivo: a chegada do Chevrolet Spark elétrico ao Brasil, o primeiro modelo 100% elétrico da General Motors que será montado em território nacional. O episódio, apresentado pelos jornalistas Fernando Miragaya, Vitor Matsubara e Bruno de Oliveira, discute os impactos dessa decisão estratégica da GM, o cenário atual do mercado de veículos elétricos no país e como o Spark pode marcar o início de uma nova fase na mobilidade brasileira. O Chevrolet Spark EV será produzido na ex-fábrica da Troller em Horizonte (CE). Segundo a montadora, o modelo chegará às concessionárias em meados de 2026 e será voltado principalmente ao público urbano, combinando eficiência energética e preço competitivo. Com autonomia estimada em 350 quilômetros, o Spark elétrico virá equipado com motor de 115 cv e sistema de recarga rápida de 80% da bateria em cerca de 40 minutos. O modelo é baseado em uma plataforma global da GM, mas recebeu adaptações para o mercado brasileiro. O episódio também aborda a “corrida pela eletrificação” que está redesenhando o mapa industrial automotivo brasileiro. A GM dá o primeiro passo concreto, mas outras montadoras já sinalizam planos semelhantes. A nova aposta da GM promete aumentar a oferta de carros elétricos acessíveis no Brasil, hoje concentrada em modelos acima de R$ 200 mil. Com produção local, o preço final do Spark poderá ficar abaixo de R$ 150 mil, tornando o modelo mais competitivo frente aos elétricos importados. O episódio do Radar Podcast também discute os impactos na cadeia de fornecedores, que deve se transformar com a chegada da eletrificação. Empresas de autopeças e fabricantes de baterias já estudam novos contratos e parcerias tecnológicas com a GM e outras montadoras.

    34 min

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